Isabella Prydein Riddle
11 Capítulo 9
Notas iniciais
Algumas leitoras me ameaçaram com Avadas e Crucio *seescondedebaixodoteclado* por deixar vocês na curiosidade ainda mais depois da prévia, então eu postei o mais rápido que consegui....srsrsrss
Entãããão *daumsorrisoamarelo* eu não tive tempo de responder os reviews porque ou era digitar o cap. ou responde-los e me corrijam se eu estiver enganada, mas eu acho que vocês preferem o cap. não é?
Então gostaria de agradecer (atrasada) as duas recomendações das minhas queridas leitoras 'joycce andrade' e 'juh' esse capitulo é dedicado a vocês minhas amoras, ameeei as recomendações *fazcoraçãozinhocomamãoemandaumbeijo*s2!
Espero que gostem.
Boa leitura nos vemos lá embaixo.
Bella POV:
- Malfoy. – O trio dourado praticamente cuspiu o nome com irritação.
- Estão acompanhados....hmm sabe, eu me surpreendo cada vez mais com vocês e suas companhias Potter, uma sangue ruim, um traidor de sangue e agora...Isso. – Draco falou com nojo. Sorri internamente e parei atrás dele.
- Draco! – Falei o repreendendo, ele se virou assustado, mas logo disfarçou me olhando questionadoramente. – Não vai me apresentar seus... – Olhei o grupo de cima a baixo e terminei.- Amigos? – Agora eu falava em um tom levemente agradável e ao mesmo tempo frio.
- Claro, claro, esses são Harry Potter, Hermione Granger, Ronald Weasley que você já conhece e.... – Ele deixou a frase no ar, deixando claro que não importava quem os outros eram.
- Olá Sr. Malfoy, este são os Cullen. – O Potter falou contidamente enquanto me estendia à mão, arqueei uma sobrancelha e segurei sua mão.
- Olá Harry, há quanto tempo? O que você faz acompanhado de um grupo de vampiros vegetarianos? – Coloquei bastante ironia na ultima parte olhando indiferente para os purpurina.
- É exatamente isso que eu estava comentando, pensando em mudar de dieta Potter? Não sabia que você queria ser uma purpurina velocista. – Draco falou ironicamente, comprimi meus lábios disfarçando o riso e soltei a mão do Potter.
Uma gargalhada estrondosa se espalhou pela loja, assustando algumas pessoas que estavam ao nosso redor.
- Emmett Cullen. Ouvi falar que você é bastante engraçadinho. Como vai sua esposa Rosalie? – Perguntei com um sorriso frio nos lábios. Ele arregalou os olhos, mas foi Carlisle quem perguntou.
- Como você nos conhece? – Me virei para ele.
- Carlisle Cullen. Líder do Clã, tem mais de 900 anos, transformado na época da “caça as bruxas”. Seu próprio pai tentou mata-lo quando ainda estava vivo, se formou em medicina por querer ser um bom samaritano negando sua natureza ao se recusar tomar sangue humano, depois de passar um tempo com os Volturi. – Agora todos eles me olhavam chocados, inclusive Draco que rapidamente disfarçou fazendo cara de sabe-tudo mesmo sem saber porra nenhuma. Carlisle tinha a boca aberta e me olhava receoso.
- Como.Você.Sabe.Disso? – O Cullen telepata rosnou furioso, após alguns minutos de silêncio. Olhei-o com desdém e resolvi ignora-lo, sabia que ele odiava isso.
- Minhas desculpas por meu filho Sr. Malfoy, nós estamos apenas curiosos para saber de onde o Sr nos conhece tão bem. – Esme falou com voz carinhosa e maternal. Falsa como sempre.
Olhei significativamente para todos eles e peguei um livro de uma prateleira próxima fingindo interesse.
- As aparências enganam. – Disse me referindo aos Cullen que parecem bonzinhos, mas são traiçoeiros e egoístas, a mim que mudei radicalmente nos últimos meses e agora fingia ser outra pessoa, à meu pai, Trixie, Sev, Lúcio e até mesmo Draco, todos os julgam pelas aparências, por serem comensais da morte.... Bruxos das trevas...Continuei agora olhando diretamente para os Cullen, podia sentir meus olhos ficando frios e mortos, como passaram a ficar quando não existe mais limite para o que eu posso fazer. – Pessoas Traem. – Minha voz soou como um trovão, fria, poderosa e cortante. O trio de ouro arregalou os olhos me olhando espantados, eu entendia perfeitamente, com minhas palavras eu tinha insinuado que havia traidores entre os bruxos da luz, o que de fato era verdade, isso causaria discordância e desconfiança entre eles. Terminei de falar em voz baixa e sussurrada com um sorriso cruel nos lábios. – E erros matam! – Todos eles estremeceram inclusive Draco que como antes disfarçou bem. Isso não era uma ameaça, era um simples e claro aviso. Eles mexeram com mexeram com a garota errada, principalmente os Cullen, eu não era mais Isabella Swan a humana fraca e boazinha, eu era Isabella Prydein Riddle, Princesa das Trevas, fria, cruel e vingativa.
- Vamos Draco. – Falei o puxando para fora da sala, deixando os lá perdidos em pensamentos. Já havia mandado entregar os livros na mansão Malfoy então não precisava me preocupar com isso.
Assim que a livraria saiu de vista, puxei Draco que estava pensando longe, para dentro de um beco escuro vazio.
- Mas o que...? – Ele tentou falar, mas não terminou, pois eu havia voltado À minha aparência normal. – Ahh, por isso estava agindo tão estranho... – Não me preocupei em perguntar o que ele queria dizer. Transfigurei minhas roupas e minha varinha de volta e arrastei Draco de volta para a rua principal. Ficamos em silêncio por alguns minutos até que ele o quebrou.
- De onde você conhece aqueles vampiros?
- Bom... É uma longa história mais resumindo. Conheci os Cullens no ano passado quando ainda estava no mundo trouxa, namorei um tempo com Edward...
- Edward? – Draco interrompeu.
- O idiota de cabelos acobreados, cara de almofadinha e caninos de Poodle. – Falei com desdém. Realmente eu não conseguia encontrar o que eu vi nele antes. Realmente acho que a barreira não limitava somente meus poderes, mas também a minha capacidade mental porque por favor não é? Como eu consegui me apaixonar por ele? Só de me imaginar beijando-o meu estômago já embrulha. Nesse tempo na mansão com meu pai, eu fiquei com alguns comensais só para distrair e eu posso garantir que metade deles supera-o completamente. Meu namoro com ele, se é que pode chamar aquilo de namoro, era totalmente frio, sem qualquer intenção de trocadilho, mal nos beijávamos, eu posso contar nas mãos quantas vezes isso aconteceu. Em fim eu tentava a todo custo ver algo que pudesse ter chamado a minha atenção para ele mais não via nada, nadinha mesmo.
- Ahh! – Draco sorriu um pouco me tirando do meu momento ‘O-que-é-que-eu-tinha-na-cabeça?’
- Alguns vampiros nômades passaram a me caçar, e Edward matou um deles, ou melhor a irmã baixinha salva-vidas de aquário com cabelos estilo porco espinha dele matou. – Falei novamente desdenhosa, também não entendia mais a antiga amizade que eu tinha com a baixinha, só sentia desprezo por todos aqueles que um dia foram muito importantes para mim.
Desta vez Draco jogou a cabeça para trás e gargalhou a plenos pulmões. Não pude deixar de notar o quão bonito ele era. Seus cabelos dourados e levemente desalinhados caindo-lhe pelo rosto o davam um ar sensual, mas ao mesmo tempo delicado. Seus olhos cinza quase prateados brilhavam com puro divertimento e ironia. Seu rosto de traços fortes e bem desenhados exalava masculinidade contrariando a ideia inicial de delicadeza. Seus lábios finos e rosados praticamente clamavam se acariciados com os meus. Seu corpo era bem construído e de ombros largos. Suas roupas negras e seu jeito selvagem de andar lhe davam um ar de Badboy que por todos os diabos me deixava louca de excitação.
OH Meu Merlin o que esse cara faz comigo? Nunca me senti assim nem com o Cullen e nem com qualquer outro que eu tenha ficado, meus outros ‘relacionamentos’ não passaram meros beijos algo superficial e agora Draco sem nem mesmo me tocar conseguiu fazer todo meu corpo arder em chamas clamando por seu toque.
Parei minha análise ao perceber que ele já não mais ria e sim me olhava de um jeito que fez minha respiração falhar, com isso eu acabei tropeçando e cairia com tudo se ele não tivesse me salvado. Draco puxou-me rapidamente fazendo nossos corpos se chocarem um no outro.
Uma de suas mãos apertava fortemente minha cintura e a outra estava em minhas costas garantindo que não houvesse o mínimo espaço entre nós, uma das minhas mãos segurava seu braço o apertando com força por reflexo na hora do impacto, minha outra mão estava espalmada em seu peito sentindo a firmeza de seus músculos, mesmo através das vestes pude sentir o quão definido e bem formado seu abdômen era.
Seus olhos cinza estavam tão escuros quanto nuvens carregadas antes de uma tempestade, e neles eu via sentimentos básicos e primitivos, dentre eles a luxúria, o que fez meu corpo esquentar ainda mais. Seus lábios entreabertos sopravam uma respiração leve e quente que eu podia sentir bater em meu rosto, entorpecendo meus sentidos. Nossos lábios estavam a centímetros de distância, seu halito, que era uma misturava hortelã, caramelo e algo mais picante, tenho certeza que teria desabado no chão se ele não estivesse me segurando.
Eu realmente pensava que não tinha como eu me excitar mais do que eu já estava alguns segundos antes, mas no momento em que nossos corpos entraram em contato isso se multiplicou mil vezes.
Uma de suas pernas estava entre as minhas, o que foi feito com intenções puramente de proteção, agora se tornava algo obseno, eu tinha certeza que mesmo através do tecido dos seus jeans, ele podia sentir o quão quente e úmida eu estava, pois seus olhos brilhavam maliciosamente, me dando a certeza de que ele estava gostando muito disso, não que eu já não soubesse disso, pois eu podia sentir o tamanho de sua excitação, dura como pedra e entrava em atrito com meu abdômen e...OMM! o que era aquilo?
Engoli em seco com a respiração acelerada, eu estava praticamente tendo um orgasmo apenas com isso, não quero nem imaginar como seria se.....
Graças à Merlin meus pensamentos sujos com Draco Malfoy foram interrompidos pela voz de Narcisa nos chamando.
...
Fim do Capítulo.
Notas finais
Xoxo
P.E.
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