Notas iniciais
Sorry a demora galerinha! Hoje eu fiz minhas duas ultimas provas UHUL Física e Geografia Argh!
Em fim Provavelmente eu terei mais tempo livre a partir de agora, então vou poder digitar mais capítulos, esse aqui eu digitei ontem a noite, *Quandodeveriaestarestudandorsrssr* e não sei se ficou muito bom, porque minha mente tava cheia, mas espero que gostem!
Boa leitura e Nos vemos lá em baixo!

Belly POV:

Acordei na manhã seguinte junto com o raiar do sol, mais ou menos umas 05h00min da manhã. Com o barulho de passos no quarto. Me sentei na cama e percebi que a garota estava acordada e tentava abrir a porta sem fazer barulho.

– Aonde planeja ir? – Perguntei fazendo-a se assustar.

– Quem é você? – Perguntou receosa. – Onde estou, aliás porque estou aqui? E cadê a garota que me salvou? – Sua voz continha uma nota de preocupação quando me questionava. Eu tinha esquecido que havia voltado a minha forma original antes de dormir, por isso ela não me reconheceu.

– Ah, Bom eu sou Isabella, muito prazer, você está na minha casa, meu quarto para ser mais exata, e você está aqui porque eu a trouxe. – Respondi mudando para a aparência de ontem a noite. Em seguida voltando ao normal. Ela piscou um pouco confusa em seguida compreensão passou por seu rosto.

– Huh... Obrigado por me salvar... Mas eu não conheço você, porque fez aquilo? – Perguntou.

– Instinto. – Respondi. – Tive um pressentimento sobre você e fui verificar, então a encontrei naquela casa. – Ela assentiu e perguntou.

– Porque me trouxe para cá? E porque a porta está trancada?

– Eu trouxe você para cá por vários motivos, primeiro, porque eu fugi da escola para ir até você, não a levaria para o St Mungus, seria muito suspeito, e meu pai tem alguns medi-bruxos que cuidam especialmente de nós, assim nós duas fomos tratadas em casa, sem correr perigo de ter que sair para o hospital. Segundo, quando meu pai descobrisse que eu sumi, ficaria louco, então seria melhor eu vir para cá. E terceiro, sua linhagem. – Expliquei. Ela ainda se mantinha longe, mas não tentava mais abrir a porta.

– Minha linhagem? – Perguntou nervosa. Eu balancei a cabeça e perguntei.

– Qual seu nome?

– Hã... Desculpe, é eu sou Cindy Black Malfoy. – Respondeu se aproximando muito devagar.

– Então você sabe que é uma Malfoy... Interessante. – Comentei sentando-me com as pernas cruzadas na cama que eu havia conjurado para poder dormir. – Sente-se. – Indiquei o resto da cama ela hesitou, mas acabou sentando. – O que você sabe sobre sua família? – Perguntei a analisando.

– Humm, não muito, só o que me falaram na escola, algumas noticias nos jornais bruxos e uma carta. – Respondeu.

– Uma carta? – Arqueei uma sobrancelha.

– Da minha mãe, ela deixou comigo quando eu nasci. – Respondeu. – Eu realmente não sei porque estou falando isso, mas só sinto que posso confiar em você. – Ela franziu o cenho, confusa e eu lhe ofereci um sorriso que ela retribuiu com um a altura.

– Você sabe o nome da sua mãe? – Perguntei.

– Sei. É Narcisa Malfoy, e meu pai é Lucio Malfoy, ambos moram em Londres, ela é medi-bruxa e ele trabalha para o Ministério. Isso é basicamente tudo o que eu sei. – Respondeu.

– Você está certa, Lúcio e Narcisa são seus pais. Mas é estranho o fato de que você diz ter uma carta de sua mãe enquanto ela alega que não tinha conhecimento da sua existência até ontem a noite... Isso é muito estranho, você sabe por que aqueles demônios queriam você?

– Então é isso que eles são? Demônios, como você descobriu? – Perguntou curiosa.

– Tenho meus meios, mas voltando ao assunto você sabe o motivo? – Questionei novamente.

– Não, eles simplesmente fizeram perguntas sobre como eu fiquei escondida todo esse tempo e queriam que eu me juntasse ao grupo deles, mas isso você já sabe. – Ela disse passando as mãos vagamente pelo cabelo. – Você falou que Narcisa disse que não sabia sobre mim, mas de que forma ela poderia ter me deixado a carta? Você acha que ela está mentindo? – Perguntou parecendo um pouco cabisbaixa.

– Acho que não, ela não poderia mentir para nós, mas não vamos descartar nenhuma possibilidade, você tem a carta com você? – Perguntei.

– Sim. – Ela se levantou e caminhou para a pilha que eram suas antigas roupas ao lado da cama, pegou sua bota e retirou um papel de dentro de um compartimento na sola. – Veja. – Ela me estendeu a carta e eu a abri lendo em voz alta.

“Minha filha,

Peço desculpas pelo que vou fazer, mas é para a sua proteção, estou passando por tempos difíceis, lutando contra algo que me consome, e mesmo podendo salvar somente você, é minha única chance, sei que quando ‘ela’ tomar o controle novamente não terei outra chance de sair.

Saiba que a amo mais que minha vida, e que nunca a abandonaria sem bons motivos, talvez um dia você os descubra, e se um dia me encontrar no futuro, não confie em mim, posso não ser completamente confiável depois de tudo que estou passando, espere até ter a completa certeza de que sou eu mesma e não um ‘eu robô’ antes de se aproximar.

Realmente sinto muito, por isso e espero que seja feliz onde vou mandá-la,

Com amor,

N. Malfoy, para minha pequena Cindy Black Malfoy”

– Bem, isso é realmente confuso... Gostaria de saber quem é o ‘ela’ que Narcisa se refere, mas acho que ela realmente não se lembra... – Suspirei. – Bom sente-se novamente, tenho algumas coisas para contá-la. – Ela fez o que eu disse então eu comecei a falar.

Contei a história do meu pai, minha vida no mundo trouxa, um pouco sobre os Cullens, meus poderes aparecendo, meu pai me encontrando e trazendo para a mansão, meus primeiros meses na mansão, a ida para Hogwarts, algumas coisas sobre a escola e por fim sobre ontem a noite. Ela também entendeu que eu sentia que devia protegê-la e que não devia protestar sobre isso, na verdade ela nem tentou, ela disse que confiava em mim depois que eu a salvei, e que ela tinha a impressão que seriamos grandes amigas.

Quando eu terminei parecíamos que nos conhecíamos há anos e não horas, meus instintos me diziam que ela era confiável e eu os segui.

– Uau, então, você é filha do bruxo das trevas mais temido do século, cresceu no mundo trouxa, namorou um vampiro, atualmente estuda em Hogwarts e é a princesa das Trevas? – Perguntou impressionada quando eu parei de falar. Eu sorri e acenei com a cabeça.

– Sim. – Olhei para o relógio na parede oposta do quarto e saltei da cama. – Droga, já são seis e quarenta, o café na escola começa às sete! – Xinguei, tinha que estar lá quando o Lucio fosse me ‘buscar’

– O que houve? – Cin perguntou preocupada, vendo-me correr para o banheiro e começar a higiene matinal.

– Eu fugi da escola, e ninguém pode descobrir, vou ter que voltar escondida, em seguida meu ‘tio’ vai me ‘buscar’ na escola com alguma desculpa para que eu possa passar a semana aqui com você, como eu disse, você não vai ficar longe da minha vista, sinto que está em perigo e eu não confio muito nas pessoas, somente em meu pai e no circulo intimo. Eu volto provavelmente em algumas horas, vou mandar um elfo para trazer comida para você, não abra para ninguém nem saia do quarto. As pessoas ainda não te conhecem podem confundir um pouco as coisas, mas quando eu voltar se você estiver disposta, podemos dar uma volta pela mansão e eu te apresento algumas pessoas. – Eu falava rápido enquanto me arrumava com magia. – Naquela porta tem um closet cruzado com uma biblioteca, o banheiro obviamente é aqui, use-os a vontade, mas lembre-se de não sair.

– Hum... Tudo bem, eu não planejava sair mesmo, eu acho que vou dormir mais um pouco, ainda estou cansada. – Ela comentou, sorrindo um pouco e indo se sentar na cama.

– Tem algumas poções que podem te ajudar ali na mesinha ao lado da cama. – Apontei terminando de ajeitar minhas vestes. Ela assentiu e eu disse. – Até mais tarde. – Sem esperar resposta eu saí trancando a porta com magia e blindando todo o quarto inclusive as janelas, mesmo a do banheiro. Por mais que eu confiasse nela, só a conhecia a poucas horas e já havia percebido que ela era bem curiosa.

Desci as escadas em velocidade Record e encontrei Lucio e Narcisa na sala me esperando, meu pai devia estar em alguma reunião...

– Bom dia. – Eu falei me aproximando. – Está pronto Lúcio? – Perguntei.

– Sim. – Ele respondeu. – hmm... Belly será que ela já acordou? – Perguntou ansioso. Sorri para ele e respondi.

– Sim, nós conversamos por um tempo por isso estou um pouco atrasada, ela ficará no quarto até que eu volte, mandarei um elfo deixar o café dela. – Respondi. Narcisa pareceu um pouco desapontada, mas não dei muita bola, a frase da carta ainda rondava minha mente. Não confie em mim... – Você já pode ir para Hogwarts falar com o velho Lúcio, nos encontramos lá.

– Tudo Bem. – Ele respondeu. – Com licença Srtas. – Ele fez uma reverencia e se afastou indo para a lareira. Acenei para Narcisa e fui para a cozinha mandando um elfo para servir Cindy, com a ordem estrita de não deixá-la sair. Logo em seguida aparatei novamente para meu quarto em Hogwarts, retirei os feitiços ao redor do cômodo e corri para o salão principal onde o café já devia ter começado.

Quando entrei no salão como sempre todos os olhares se voltaram em minha direção, apenas rolei os olhos e me sentei ao lado de Drake na mesa da Sonserina.

– Bom dia. –Falei calmamente começando a comer.

– Bom dia. – Drake respondeu dando-me um selinho.

– Acordou tarde em Belly... – Lya comentou maliciosamente, fingindo não entender sua insinuação respondi.

– Ahãm, Fui dormir tarde ontem, tinha alguns deveres atrasados, e resolvi botar em dia... – Nesse momento o velhote entrou no salão com uma cara azeda disfarçada e chamou.

– Srta Prydein, Sr Malfoy, Queiram, por favor, me acompanhar? – Eu sorri de lado limpando os lábios com um lenço e me levantei junto de Drake que pegou minha mão ainda olhando confuso para o velho. Ele saiu do salão sem uma palavra e nós o acompanhamos para sua sala onde Lucio nos esperava.

– Draco, Isabella. – Ele acenou aristocraticamente para nós, amos rolamos os olhos discretamente e respondemos.

– Tio Lúcio.

– Pai.

– Quero que façam seus malões, passarão as próximas duas semanas em casa. – Disse sem rodeios.

– Mas o que...? – Drake começou, mas Luc o interrompeu.

– Problemas familiares, agora vão, Narcisa está esperando. – Assentimos e nos retiramos do gabinete do velhote, andando rapidamente para as masmorras.

– O que será que aconteceu? – Perguntou Drake quando estávamos no quadro que dava passagem para o Salão comunal da Sonserina.

– Em breve você saberá meu querido, em breve você saberá... – Respondi dando-lhe outro selinho.

– Você sabe? – Perguntou surpreso.

– Sim. – Respondi entrando no salão e deixando-o parado com cara de idiota no corredor. Minutos depois eu já havia arrumado meu malão, não que eu precisasse, eu tinha meu closet enorme em casa, mas as pessoas desconfiariam se eu fosse passar um tempo em casa e não levasse meu malão.

Encontrei Drake no salão comunal e caminhamos de volta ao escritório do diretor em silencio. Drake tentava adivinhar o que faríamos em casa, mas não chegava nem perto da verdade.

– Creio que já podemos ir, tenha um bom dia diretor. – Lucio disse assim que passamos pela porta, somente quem o conhecia bem perceberia a irritação presente em sua voz e postura.

Com um aceno para o velhote Drake e eu seguimos Lucio para a lareira, onde todos os três pegamos um pouco do pó de flu e soltamos aos nossos pés enquanto Lucio dizia.

– Mansão Malfoy. – As chamar verdes nos engoliram rapidamente, e tão rápido quanto aparatação chegamos à lareira dos Malfoy. Lucio colocou uma mão no braço de Drake o impedindo de sair da lareira, e indicou que ele pegasse um pouco de pó de flu novamente. Quando nós três pegamos o pó e soltamos novamente eu mesma disse nosso destino.

– Serpent’s Hall. – Novamente as chamas verdes nos engoliram em seguida saímos da lareira na mansão de meu pai.

Deixei o malão na sala, e caminhei para a sala de reuniões, onde provavelmente meu pai estava. Dei uma pequena batida na porta antes de entrar sem me importar em esperar uma resposta.

– Milord. – Eu reverenciei ao me aproximar de meu pai, afinal havia vários comensais ali que estranhariam se eu saltasse em seu colo o abraçando.

– Isabella. – Ele cumprimentou friamente, mas com um indicio quase imperceptível de diversão. Sentei-me ao lado de Trixie que saltava na cadeira quase não se contendo em me abraçar. O que ela realmente fez quando me sentei perto dela.

– Também senti sua falta Trixie. – Sussurrei rapidamente e nós duas voltamos à atenção a meu pai.

– Bom, creio que todos tenham entendido suas missões, quero um ataque feito em cada local que os indiquei, e quero informações sobre o ataque na casa da menina Malfoy. Agora se retirem. – Ordenou, fazendo os comensais rapidamente se levantarem com uma reverencia e saírem da sala, todos exceto...

– AHH vocês vieram! Já estava com saudades Lobo Mau! – Zombei do seu apelido dando um enorme abraço nele, meu lobisomem favorito.

– É claro que eu viria Princess, e você está mais bonita. – Ele sorriu tirando a máscara enquanto ela continuava ao seu lado com a máscara no rosto, exceto para a sua postura relaxada parecia exatamente como a mulher severa que sempre agia em publico.

– É bom ver você também Minie Mouse. – Sorri abraçando-a também. Usávamos apelidos para os dois já que eles eram nossos seguidores secretos. Ambos eram do circulo intimo, se bem me lembro já os havia mencionado antes... Pena que os outros dois não puderam vir.

– Apesar de nos vermos todos os dias eu concordo, mas agora eu devo voltar para Hogwarts antes que alguém sinta minha falta. – Ela respondeu.

– Claro, Claro. Até mais MM. – Sorri enquanto ela fazia uma careta ao apelido por baixo da máscara.

– Que bom que voltou querida, como está nossa convidada? – Perguntou meu pai puxando-me para um abraço e ‘coincidentemente’ para longe do Lobo Mau. Sabe como é, meu pai não deixa agente ficar tão perto e nunca sozinhos em uma sala desde a ultima vez que pegou agente se agarrando...

‘Ninguém mandou ser tão gostoso...’ Pensei secando-o de cima abaixo, ele percebeu e discretamente me lançou um sorrisinho malicioso.

Nós conversamos esta manhã, ela parece a vontade com minha presença e achou legal o fato de que eu era sua filha e estamos em uma mansão cheia de comensais incluindo Bellatrix, a quem ela está ansiosa para conhecer. – Eu falei com um sorriso malicioso disfarçado com ironia ainda pensando em quão gostoso o Lobo Mau parecia com aquelas vestes de comensal. Hm... Delicia, desse jeito vai ter muita candidata para Chapeuzinho vermelho...

Qual é, eu posso estar ‘ficando’ com Drake, mas não somos namorados ou algo mais serio, eu posso ficar com quem eu quiser, e além do mais têm muito homem gostoso entre os comensais e só uma tonta não se interessaria, e tonta eu deixei de ser faz tempo.

Meu pai assentiu pensativo enquanto o Lobo Mau limpava a garganta refazendo sua expressão fria e impassível.

– Milord, creio que não temos mais assuntos a tratar por enquanto... – Meu pai concordou. – Então eu certamente já devo ir? – Perguntou.

– Ahhh não... – Fiz um biquinho de birra. – Quero lhe apresentar para Cindy, eu disse para ela que ia apresentá-la para alguns dos comensais, estes incluem somente o circulo intimo e você faz parte do circulo intimo. – Eu falei saindo do abraço do meu pai e agarrando o braço do Lobo Mau.

– Minie também é do circulo intimo, porque não a chamou também? – Perguntou meu pai com os olhos cerrados no local onde meu braço estava enganchado com o do Lobo Mau.

– Ah, Cin vai conhecê-la na escola, já o Lobo Mau... — Deixei a frase no ar. — Esta é uma ótima oportunidade. – Eu dei de ombros sorrindo para a expressão ciumenta do meu pai.

– Certo... — Ele pensou um pouco e acrescentou com um sorrisinho vitorioso. — Leve Bellarix com vocês.

– Porque? – Perguntei me fazendo de inocente.

– Ora, você não disse que a garota queria conhecê-la? – Eu bufei, droga, ele sempre me pegava nesses joguinhos. Eu fiz um biquinho, mas assenti dando um beijo em sua bochecha e puxando o Lobo Mau para fora da sala, ele colocou sua máscara antes que saíssemos da sala afinal sua identidade ainda era secreta para a maioria.

Eu sabia que Trixie estava nas masmorras se divertindo com algum sangue ruim ou trouxa estúpido, então direcionei-nos pelos corredores que nos levaria a ela.

– Eu soube que você é agora namorada do Malfoy Jr... – Comentou Zombeteiramente o Lobo Mau enquanto andávamos. Eu dei uma risadinha maliciosa e respondi.

– Não é pra tanto Lobo Mau, não estou muito afim de relacionamentos sérios, você sabe disso, além do mais eu quero acabar com os Cullens e é claro curtir minha vida antes de decidir algo mais... Serio, se é que eu quero algo assim. Me parece muito irritante a idéia de ter que ficar dando satisfação da minha vida, pensar se o que eu vou fazer afetará ou não meu companheiro ou algo do Gênero. Não, não, eu quero curtir bastante antes disso. – Ao falar isso eu o empurrei por um corredor diferente do que ia para onde Trixie estava, era o lugar onde Sev fazia as poções quando estava na mansão, só ele vinha aqui, e ele estava em Hogwarts, então, ainda sorrindo maliciosamente eu prensei o Lobo Mau na parede e resolvi provocá-lo.

Coloquei meu joelho esquerdo entre as suas pernas roçando seu brinquedinho, ou melhor, brinquedão, e passando as mãos em seu peitoral sussurrei maldosamente no vão de seu pescoço enquanto mordiscava o lóbulo de sua orelha.

– E você hein Lobo Mau...? Ouvi dizer que há muitas candidatas para Chapeuzinho vermelho... Principalmente uma auror bem esquentadinha... – Dei um baixo risinho vendo-o se arrepiar.

– Não se preocupe Princess, até agora nenhuma delas têm chance... – Ele sussurrou de volta e com um rosnado baixo ele nos rodou desta vez colocando-me imprensada entre seu corpo e a parede. Um baixo ronronar escapou de meus lábios quando suas mãos seguraram meus braços acima da minha cabeça com uma força desnecessária, mas que só aumentava a diversão da brincadeira. O que estávamos fazendo era proibido afinal ele muito mais velho, meu pai tinha deixado claro que não gostava que eu ficasse com os comensais, e nós dois tínhamos outros ficantes. Mas, como ele apenas fingia namorar a miolo mole da sua namorada e a relação entre Drake e eu era apenas pegação, bem, ele não me pediu em namoro, portanto eu posso ficar com quem eu quiser. – Não devia provocar um lobo perto da lua cheia Princess... – Ele rosnou mordendo levemente minha mandíbula. O Lobo Mau deu uma mordida particularmente forte no meu pescoço, com certeza deixaria marca, graças a Salazar que eu podia fazer um feitiço de ocultação...

Deixei escapar um gemido baixo e senti-o sorrir contra meu pescoço.

– E você não devia provocar a Princesa das Trevas... – Retruquei virando-nos novamente e o prensando na parede. Sem esperar mais lhe lancei um sorriso malicioso e avancei devorando seus lábios com os meus.

Da ultima vez que nos pegamos meu pai entrou na sala bem na hora, foi hilária a cara de medo do Lobo Mau, mas meu pai apenas o ‘avisou’ para não fazer nada que eu não queira e fez uma ameaça básica de pai ciumento, isso é claro, porque era obvio que eu estava seduzindo ele e não o contrário. Apesar de Meu pai e o Lobo Mau não terem sido amigos antes dele se tornar um comensal, agora eles eram amigos, como todos os bruxos do circulo intimo, esta era a nossa família meio desregulada e disfuncional, o resto eram conhecidos ou apenas seguidores.

(N/A: Sorry, mas eu não to com saco e nem criatividade para descrever os pegas deles, além do mais eu acho que não fica bem descrever essa cena enquanto a fic é de outra shipper, eu prefiro escrever somente com o shipper principal, talvez haja alguma exceção ao longo da história *O que eu não acho provável*, mas em nenhum deles conterá a Belly com mais alguém exceto o Drake, ou o Drake com mais alguém que não seja a Belly)

Fim do Capitulo.



Notas finais
Bom eu estou um pouco sem criatividade pra prolongar esse capitulo então fica por aqui mesmo, vou tentar fazer o próximo bem melhor ok?
MAs diga aí, quem vocês acham que o Lobo Mau? 66'
Eu sei que deve ter muitas leitoras irritadas pelos pegas da Bellinha com o Lobo Mau, mas era necessário, para mostrar que ela mudou mesmo, e que mesmo que alegue sentir somente desprezo e raiva pelos Cullens, ela ainda está machucada pelo que aconteceu, afinal ela foi abandonada como lixo, então ela tem medo de entrar em um relacionamento sério com alguém e acabar não dando certo, é perceptível quando ela repete duas vezes que o relacionamento entre ela e Drake não é oficial e que ela pode ficar com quem quiser que ela tenta convencer a si mesma disso, ao invés de apenas afirmar. Então ela, mesmo que inconscientemente percebe que a relação com Drake está ficando séria de mais, pelo menos pra ela, e tenta se livrar disso nesses pegas com outros caras.
Além do mais, é verdade que o Drake ainda não pediu ela em namoro, e ninguém garante que ele também não esteja de pegas com mais alguém não é? Hmmm será que tem hipogrifo nesse mato?
Beijões, e como eu anunciei em A Herdeira Elementar eu só posto a partir de agora a base de Reviews e recomendações. Então sebo nos dedos e até o próximo capitulo.
P.E.