Isabella Prydein Riddle
28 Capítulo 23
Notas iniciais
Espero não ter demorado, eu estou terminando os outros caps das outras fics ok?
Boa leitura
P.E.
No capitulo anterior:
- Agora meu querido, você está muito tenso não é? Precisamos distraí-lo. – Ele estremeceu um pouco e antes que ele pudesse dizer qualquer coisa eu grudei meus lábios nos seus colocando uma perna de cada lado de sua cintura e aprofundando ainda mais o beijo.
Bella POV:
Lentamente o fiz deitar sob a grama verde e saudável dos Jardins, sem desfazer o beijo, que se tornava cada vez mais feroz. Ele me beijava, como se ele estivesse tentando rastejar dentro de mim através da minha boca, com lábios, língua, dentes, algo entre me beijo e me comer.
Quando ele já estava deitado à minha mercê, desgrudei nossos lábios fazendo-o soltar uma pequena lamuria de frustração, sorri maliciosamente descendo meus lábios por sua mandíbula, dando pequenas mordidas, apenas o suficiente para deixar leves marcas, abri lentamente os botões de sua camisa saboreando sua pele em minha boca, desci em uma linha quente e molhada por seu estômago, dando alguma atenção especial a seus mamilos rolando-os em minha boca trazendo gemidos de seus lábios. Cheguei ao começo de suas calças e sorri perversamente olhando em seu rosto como eu desfiz seu cinto e desci suas calças deixando minhas unhas arranhar levemente sua pele.
Sua face continha puro desejo, crua luxúria, não havia mais nada, exceto as sensações, os toques, o desejo.
Eu continuava olhando em seu rosto, não ousava desviar os olhos de suas reações. Abaixei o meu rosto para ele, ainda olhando para cima. Lambi-lhe através da seda, e observei seu rosto, enquanto eu o fiz. Lambi ao longo de seu comprimento até que ele jogou a cabeça para trás, de olhos fechados. Ele estava tão forte, tão firme contra a minha boca, debaixo do tecido de sua broxer. Enrolei minha boca em volta da cabeça dele através da seda azul clara, rolando-o na mão para segurá-lo, sólido e espesso.
Ele fez um ruído como se quisesse dizer algo, mas não tinha fôlego o suficiente para nada exceto um grunhido primitivo vindo do fundo de sua garganta. Ele olhou para mim e seus olhos eram selvagens.
Eu afastei-me dele, e vi o tecido azul escuro onde minha boca o havia tocado. Fiz um leve, quase imperceptível movimento de mão e o tecido se partiu deixando-o exposto a mim. Nu e glorioso, olhando-me com seus olhos tempestuosos que enviavam arrepios de luxúria por todo meu corpo.
Levei-o em minha mão, e sua respiração acelerou. Massageei-o por alguns segundos, apenas provocando-o, em seguida tornei a baixar meu rosto para ele apenas o suficiente para que eu pudesse colocar a minha boca sobre a cabeça dele, enrolando a língua ao longo dessa curva graciosa. Ele estremeceu sob meu toque, outro grunhido escapando de seus lábios. Eu levei mais dele em minha boca, deslizando minha mão em sua base para firmar meus movimentos. Ele era suave ao toque, onde quer que eu tocasse com a mão ou a boca, não havia nada, mas a perfeição suave e aveludada dele.
Cada toque, cada carícia, cada lambida, parecia trazer novo ruído de seus lábios, um choramingo, baixos gemidos, gritos macios, palavras sem fôlego. Tornou-se um jogo para ver quantos sons eu poderia tirar dele.
Raspei levemente meus dentes em sua espessura, ao mesmo tempo em que o apertava em minha mão, não forte o suficiente para machucá-lo apenas deixando-o sentir o toque, para deixá-lo mais atento ao que eu fazia.
Ele soltou um grito áspero de prazer que foi como musica aos meus ouvidos, afastei-me dele novamente, arrancando lhe um pequeno choramingo, massageei-o por mais alguns segundos, sentindo o gosto de sua carne em minha boca, sentindo o seu calor em meus dedos. Levei-o em minha boca novamente, tanto quanto eu podia por esse ângulo, envolvendo os meus dedos em torno dele, minha outra mão acariciando seus testículos. Sua respiração vinha entre arfadas cada vez mais rápidas. Seu corpo tremia contra mim.
Ele agarrou um punhado do meu cabelo, e puxou-me de seu corpo. Ele olhou para mim como um homem se afogando. Seus olhos mais cinzas do que eu jamais tinha visto, ele tinha uma escuridão em seu olhar, que era toda relacionada a sexo, e que fazia os pelos do meu corpo se arrepiarem.
- Eu não... – Ele sufocou em suas palavras como eu o apertei mais forte entre meus dedos. Eu entendi o que ele queria dizer, ele não suportaria por muito mais tempo. – Suba. – Ele grunhiu, e sem esperar que eu o fizesse puxou-me de encontro aos seus lábios que devoraram os meus furiosamente.
Suas mãos deslizaram por minha cintura subindo por meus ombros levando minha camiseta consigo expondo meu sutiã meia taça preto, suas mãos deslizaram pelas minhas costas, seguindo a curva da minha coluna, então sobre o suave de meus quadris por sobre a saia, até que seus dedos encontraram minhas coxas. Ele levantou-me, apenas com as mãos nas minhas coxas, nossas bocas ainda juntas em um beijo que enviava correntes de calor diretamente ao centro do meu corpo. O movimento de suas mãos a espalhar minhas pernas, apertou-me contra ele. A sensação dele tão difícil, tão pronto pressionada contra meu corpo, fez-me dar-lhe pequenos gemidos em seus lábios, e ele abafou aqueles sons, direto dos meus lábios, enquanto ele explorava cada canto da minha boca.
Com um só movimento de suas mãos ele partiu o tecido da minha saia deixando-me apenas de roupa intima diante de sua nudez. Ele nos girou ficando por cima e seus lábios desceram para meu pescoço e ombros, ele mordiscou e beijou seu caminho para meus seios ainda moldados pelo sutiã, que ele, rápida e agilmente se livrou. Seus lábios caíram em meus seios sugando-os como uma criança com um doce, eu gemia puxando com força seus cabelos em meus dedos forçando-o a continuar o movimento. Uma de suas mãos traçava as bordas do tecido fino de minha calcinha trazendo ondas de calor mais fortes por meu corpo e me fazendo arquear a coluna em sua direção em busca de mais contato.
- Drraakeee... – Prolonguei seu nome por entre meus gemidos, ele rolou seus olhos para cima, olhando em meus olhos, o desejo nas profundezas cinzentas de seus olhos era quase de mais para mim, e ao que parece ele sentia o mesmo, pois seus dedos cravaram no tecido da minha calcinha o forçando até que o mesmo se rasgou deixando mais nada entre nossos corpos. Ele se estabeleceu entre as minhas pernas e seus lábios voltaram aos meus, dessa vez o beijo estava suave, e um pouco hesitante, como se perguntasse se eu realmente queria aquilo. Eu rocei meu quadril ao seu em resposta envolvendo seu pescoço com meus braços e aprofundando o beijo, ditando o ritmo selvagem e sensual que nossos lábios se moviam.
Ele entrou em mim, e nesse momento ele não estava hesitante, ou suave. Ele lutou contra o aperto do meu corpo molhado, as duas mãos sobre as costas das minhas coxas, me puxando para ele, ele empurrou-se dentro de mim trazendo pequenos gritos da minha garganta, um após o outro, que eram engolidos por seus lábios.
Ele chamou a si mesmo fora do meu corpo, lentamente, um centímetro de cada vez até que somente a ponta dele ainda estava em mim, então ele empurrou-se para trás e me fez gritar de novo, mas não foi um grito de dor. Ele encontrou um ritmo que foi rápido, profundo, e duro, como se ele estivesse tentando empurrar-se através de mim.
Eu movia meus quadris contra ele encontrando suas estocadas com as minhas próprias, meus pulmões queimavam por ar, mas eu não larguei seus lábios, e ele não fez nenhum movimento para se afastar, como se estivesse se alimentando do nosso beijo.
Eu sentia a pressão do orgasmo construindo através de mim, bem como o sentia ir cada ver mais rígido contra mim, seus movimentos indo mais frenéticos. Mais profundos.
O orgasmo me acertou avassaladoramente, obrigando-me a soltar nossos lábios e deixando escapar um grito de prazer, quase por vontade própria minhas unhas desceram por suas costas arranhando-o com tal força que com certeza machucava. E isso foi a ultima gota para ele.
Drake convulsionou acima de mim, um gemido gutural saiu de seus lábios, e ele deixou-se levar pelo prazer derramando-se em mim. Estremeci ainda ofegante e um pouco fora da orbita com tanto prazer, e ele caiu por cima de mim lutando contra sua respiração ofegante.
- OH... MERLIN!... – Minha voz saiu um pouco soprosa, e um pouco abafada por seu peito. Ele rolou para o lado puxando-me junto a seu peito.
- Incrível... Você é... Incrível... – Ele sorriu para mim, por entre sua respiração entrecortada. Devolvi o sorriso com o meu próprio sorriso malicioso e perguntei controlando melhor a minha respiração.
- Será que isso foi relaxante o suficiente? – Ele sorriu de uma forma que a serpente deve ter sorrido para Eva e dito: Pegue essa doce e inofensiva maçã, não fará nenhum mal.
- Oh, sim. – Ele me respondeu com um tom de voz que correspondia ao seu sorriso.
- Então não há problemas em um segundo Round, não é? — O sorriso morreu em seu rosto e novamente aquela mesma escuridão primitiva e sexual tomou sua expressão. Sem nenhuma palavra ele colou nossos lábios novamente e eu poderia dizer que ele com certeza estava pronto para um segundo Round.
Fim do Capitulo.
Notas finais
Perdoem qualquer erro ok?
Bjs
P.E.
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