Isabella Prydein Riddle
20 Capítulo 17
Notas iniciais
E ai o que acharam da prévia 66' rsrsrs
Então eu resolvi postar antes que algum avada me atinja a qualquer momento...
espero que gostem sorry se o cap ta ruim....
IPR16
Bella POV:
- Caramelos Cristalizados. – Sev disse quando paramos em frente à estátua da gárgula. Reprimi o riso, ele dizendo essa frase idiota com sua voz fria e assustadora era hilário. Vi de relance ele rolar os olhos antes de subir as escadas conosco logo atrás. Drake era um dos monitores, portanto, nos separamos assim que descemos da carruagem.
Sev bateu na porta e logo ouvimos um baixo ‘entre’ vindo de dentro. O velho estava sentado atrás de sua mesa, nos olhando por trás dos seus óculos de meia-lua.
- Obrigado por trazê-los Severo, será que você poderia avisar o resto dos professores, para prepararem os testes? Eu quero apenas conversar um pouco com eles e já os levo. – Sev assentiu e se retirou.
- É bom vê-los novamente, Srta Prydein, Cullens. Obrigado por ter aceitado meu convite Carlisle. – O velho disse
- Igualmente. – Respondi falsamente amável.
- É bom vê-lo também Dumbledore. E nós nunca deixaríamos um amigo na mão. – Carlisle falou sorrindo. Rolei os olhos para a eterna falsidade dele e me acomodei em minha cadeira com Kramisha no colo.
- Bom primeiro quero que passem pela seleção, assim saberemos em que casa ficarão. Depois vocês farão os testes para as matérias que irão cursar. É claro que somente a Srta Prydein fará os testes práticos, já que o resto de vocês não possui conhecimento em magia prática. – Assentimos e ele se levantou pegando o chapéu.
- Srta Alice Cullen, gostaria de vir primeiramente? – Perguntou indicando um banquinho para que ela sentasse. A baixinha saltitou até o banquinho e o velho colocou o chapéu na cabeça dela.
- Hmm... Você esconde muitos segredos... É corajosa e também é nobre, mas não mede esforços para ter o que quer... Seu companheiro é a prova disso... É muito astuta, daria uma ótima Sonserina...Maldito sangue-ruim! – Eu tenho que concordar que a baixinha esconde muita coisa. No trem eu olhei um pouco em sua mente e ela daria realmente uma boa Sonserina, agora a parte do sangue-ruim eu não sabia. Sorri maliciosamente, eu com certeza iria usar isso a meu favor. – O jeito é colocá-la na GRIFINÓRIA!
- Sr. Emmett Cullen
- Hummm... Daria um ótimo grifinório se não fosse... Humm... Você é bastante esperto... Merece estar na... SONSERINA. – Arregalei os olhos assim como os outros Cullens quando o chapéu disse a ultima parte. O Emmett na Sonserina? O chapéu devia estar chapado. OMM! E se ele me colocar na Lufa Lufa? Ou pior na grifinória? Eu acabo com a raça desse chapéu caduco. Apesar de eu ser descendente dos quatro fundadores eu prezava minha personalidade Sonserina. Talvez seja porque meu pai e minha mãe ambos eram descendentes de Salazar e ambos foram da Sonserina e eu herdei isso dos dois...
Emmett deu de ombros e sentou-se em sua cadeira novamente.
- Dumbledore... Você não disse que somente puros-sangues ou mestiços eram aceitos na Sonserina? – Rosalie perguntou.
- Sim, e isso é realmente verdade, não encontrei registros que mais de vocês fossem bruxos. Vou pesquisar mais sobre isso. – O velho respondeu.
- Tudo bem. – Ela concordou e o velho continuou a seleção.
Ele se levantou e voltou para seu lugar, em seguida o velho idiota me chamou.
- Srta. Isabella Prydein. – Levantei-me deixando Kramisha que observava tudo atentamente na cadeira, sentei no banquinho e o velho colocou o chapéu na minha cabeça. Imediatamente o chapéu começou a falar.
- Hummm... Há muito tempo não vejo uma mente como a sua... Muito poderosa... Mais até que os fundadores... Você tem a coragem e a nobreza de uma Grifinória... Tem a lealdade e generosidade de uma Lufa Lufa, embora, esse último seja muito pequeno... Você tem a beleza e a sagacidade de uma Corvinal... Mas prevalece sobre você a astúcia, ambição e força de vontade de uma Sonserina. – “É claro que sim!” Pensei em resposta. “Agora você será um chapéu bonzinho e colocará algumas duvidas sobre mim na mente do telepata não é?” Continuei em uma voz mental persuasiva. – Sim, sim... Você herdou muito do seu pai garota. – Ele resmungou e eu apenas sorri para isso. — Você tem um caminho longo a percorrer... Mas lembre-se, eles estarão com você – Eles? O chapéu não me deu tempo para perguntar e gritou. – SONSERINA.
Levantei-me confusa e voltei a sentar-me novamente, quem eram ‘eles’?
“Droga de chapéu inútil.” Praguejei. “É para colocar duvida na mente do Cullen não na minha!”
- Sr. Edward Cullen. – Sorri comigo mesma quando ele se soltou da Putânia, que estava pendurada em seu pescoço e sentou no banquinho. O velho botou o chapéu em sua cabeça e imediatamente ele começou a falar.
- Oh, você se daria muito bem na Sonserina... Mas assim como a outra o sangue atrapalha... Talvez a Corvinal? Não... Você não é tão inteligente assim, pensar nela como fraca foi sua maior burrice... Ohh sim, ela mesma... – Sorri mais ainda. O Cullen brocha-brocha estava perguntando sobre mim. Retiro o que disse esse chapéu é muito útil. – Ela está mais perto do que você pode imaginar... E com certeza você vai se arrepender... Mas, chega de perguntas. Melhor colocá-lo na GRIFINÓRIA!
“Eu sempre desconfiei que ele ‘gostava’ de dourado!” Pensei ironicamente.
- Sr. Jasper Halle. – Me inclinei um pouco para frente, prestando atenção, Jasper sempre foi o mais sombrio dos Cullens, o mais provável a mudar de lado.
- Você tem uma mente muito brilhante rapaz. Possui toda a astucia e estratégia de um Sonserino. Deveria usar mais desse talento para descobrir as mentiras ao seu redor... – Sorri novamente, esse chapéu estava me saindo melhor que a encomenda. — SONSERINA! – Jasper deu um meio sorriso confuso e sentou-se entre mim e Emmett.
- Srta. Rosalie Halle.
- Você é uma Sonserina nata, apesar de não lembrar-se de sua vida bruxa você se encaixa perfeitamente nesta casa. Portanto, SONSERINA. – Hmm, isso não é uma surpresa...
-Srta. Tânia Denali. – A Putânia caminhou rebolando para o banco praticamente gritando ‘Estou aqui, quer me comer?’
- Se ela rebolar mais um pouco quebra alguma coisa... – Comentei distraidamente. Ela me fuzilou com o olhar enquanto Emmett gargalhava e os outros prendiam o riso, inclusive o velho.
- LUFA LUFA. – O velho mal colocou o chapéu na cabeça dela e já gritou nos espantando.
- Eu sabia que ela não tinha nada na cabeça... – Desta vez provoquei propositalmente. Ela rosnou, mas se conteve.
- Muito bem já que todos passaram para a seleção, podemos nos encaminhar para a sala onde ocorrerá os testes não é mesmo? — O velho perguntou para ninguém em particular. Assentimos e o acompanhamos pelos corredores da escola. Somente Esme e Carlisle seguiram Filch o zelador, para os aposentos dos professores.
- Seu tio me disse que a Srta. Viveu todo o ano passado no mundo trouxa, isto é correto Srta Prydein? – Semicerrei os olhos para o velho, mas respondi.
- Sim.
- E qual o ser veredicto?
- Ser uma adolescente trouxa é muito chato e eu odeio ficar sem magia. Mas fora isso foi uma viagem de grandes descobertas. – Realmente... Muitas descobertas...
- Hmm... Teve algo que gostou em particular? – Perguntou tentando parecer desinteressado.
- Oh sim! Descobri muito sobre outras espécies... – Disse sabendo que isso atiçaria curiosidade dele.
- Outras espécies? – Os olhos do velho brilharam curiosamente.
- Sim, principalmente transformos e vampiros. – Sorri sentindo os olhos dos Cullens cravados em mim.
- Oh sério? Mas eu pensei que a Srta estava no mundo trouxa...?
- E eu estava. Mas talvez eu seja um imã para o perigo. – Sorri quando os Cullens engasgaram atrás de nós. Eu tinha modificado minha voz de volta a sonsa e tola Isabella Swan. Era tão divertido provocá-los. Ainda mais com a duvida que o chapéu colocou na mente do brocha-brocha.
- Perdão, mas... Em que lugar do mundo trouxa você estava? – O Dr. Presas perguntou.
- Em uma pequena cidade no interior dos EUA. – Respondi evasiva. Antes que eles pudessem perguntar mais alguma coisa o velho parou em frente a uma porta dupla e as abriu, entrando conosco em seu encalço. Lá estavam vários bruxos que pela aparência eram os professores, Sev havia me descrito cada um deles.
- Boa Noite. – O velho cumprimentou. – Os testes estão prontos Minerva? – Se virou para ela que apenas acenou com a cabeça indicando as mesas com vários pergaminhos em cima.
- Muito bem. Qual matéria vocês querem? – Perguntou para mim e os Cullens.
- Poções. Defesa Contra as Artes das Trevas, Herbologia, Transfiguração, Feitiços, Astronomia, História da Magia, Duelos, Runas Antigas, Adivinhação , e Estudos Espectrais. – Respondi rapidamente.
— Poções. Defesa Contra as Artes das Trevas, Herbologia, Transfiguração, Feitiços, Astronomia, História da Magia, Duelos, e Aritmância. – Jasper respondeu.
— Poções. Defesa Contra as Artes das Trevas, Herbologia, Transfiguração, Feitiços, Astronomia, História da Magia e Duelos e Trato de Criaturas Mágicas. — Emmett disse.
— Poções. Defesa Contra as Artes das Trevas, Herbologia, Transfiguração, Feitiços, Astronomia, História da Magia, Duelos e Estudos Antigos. – Rosalie disse monotonamente.
- Poções. Defesa Contra as Artes das Trevas, Herbologia, Transfiguração, Feitiços, Astronomia, História da Magia, Duelos, Adivinhação e Estudo dos Trouxas. – Alice falou.
- Poções. Defesa Contra as Artes das Trevas, Herbologia, Transfiguração, Feitiços, Astronomia, História da Magia, Duelos, Estudo dos Trouxas e Adivinhação. – Edward se pronunciou.
- Poções. Defesa Contra as Artes das Trevas, Herbologia, Transfiguração, Feitiços, Astronomia, História da Magia, Duelos, Estudo dos Trouxas e Adivinhação. – Rolei os olhos para a Putânia que sorria para o leitor de mentes.
- Certo vejo que todos desejam matérias extras, isso é ótimo. Qual teste vocês querem fazer primeiro?
- Defesa Contra as Artes das Trevas. – Eu e Jasper respondemos ao mesmo tempo.
- Feitiços. – Rosalie disse.
- Astronomia. – Emmett disse.
- Poções. – Edward e Alice responderam.
- Herbologia. – A Putânia respondeu.
Os professores nos entregaram os testes, e eu terminei-os rapidamente, eram todos muito fáceis e não demorou nem duas horas para terminarmos todos. A Putânia foi a ultima a entregar os testes, então o velho com um aceno de varinha fez as mesas e os testes sumirem.
- Agora a Srta irá fazer os testes práticos, como os Cullens não tem experiência colocarei um tutor para ensiná-los magia pratica. – Ele disse. – Por enquanto se juntem a nós para assistirmos o desempenho da Srta Prydein. – Os Cullens se juntaram aos professores e eu fiquei sozinha no meio da sala. – Qual o teste você quer fazer primeiro minha querida? – Perguntou para mim.
- Poções. – Respondi fingindo um tom de voz dócil. Eu passei as próximas horas fazendo todos os testes que os professores me davam, eu sabia que todos estavam perfeitos e não me incomodava em fingir alguma dificuldade, apesar de estar disfarçada eu não iria mesmo jogar de tímida. Seria eu mesma sob o disfarce é claro. Não sei quanto tempo depois faltavam apenas mais dois testes para mim fazer e eu estava extremamente entediada, eu pensava que o ensino em Hogwarts fossem mais avançados ou interessantes. Eu já sabia tudo o que eles me mandavam fazer, até melhor que eles. E não poder fazer magia forte de mais ou Artes das Trevas estava me irritando bastante. Fora o fato de que o velho me disse que a professora de Defesa Contra as Artes das Trevas, que por acaso não apareceu em nenhum momento, avisou que o teste de DCAT seria somente teórico.
- Agora você fará Feitiços e Duelos juntos tudo bem Srta Prydein? – O velho perguntou me olhando. Apenas acenei tediosamente e ele acenou para o professor chamado Flitwick que caminhou em minha direção se posicionando a dois metros de mim.
- Iremos começar com apenas alguns feitiços simples, depois quero ver como a Srta se sai em um duelo. Tudo bem? – Perguntou. Assenti com a cabeça e ele começou me mandando fazer alguns feitiços realmente simples como: Accio, Alohomora, Erecto, Immobilus, dentre outros.
- Muito bem, agora vejamos o que a Srta sabe sobre duelos? – Revirei os olhos. Ele acha que eu tenho quantos anos? Cinco?
- Em Duelos aprende-se a se defender e atacar os seus inimigos com precaução. – Respondi entediada.
- Certo, comecemos então. – ele disse fazendo uma reverencia exagerada. Eu apenas dei um aceno de reconhecimento sem me curvar ou reverenciar.
- Não vai me cumprimentar? – Perguntou.
- Um bruxo das trevas não vai parar para fazer reverencias e nem esperar você se curvar. Ele não vai trabalhar com feitiços fracos e na maioria das vezes vai jogar para matar. – Respondi circundando-o, ele seguiu meu movimento tomando distância.
- Muito bom Srta Prydein, mas estamos em um duelo formal aqui. E nem sempre os duelos serão contra bruxos das trevas ou mesmo inimigos.
- Não acho que duelos seja algo casual que fazemos para passar o tempo, temos sempre uma razão para iniciarmos um e nosso inimigo não vai ser educado e se preocupar com formalidades, portanto, nunca desvie a atenção do seu oponente , mesmo que seja só por um segundo, as vezes um segundo é muito tempo. – Meditei dando de ombros. Desafios é algo sério e só devem ser feitos se você realmente deseja-o, porque uma vez feito não tem como voltar atrás, pelo menos não com os bruxos das trevas. Talvez os bruxos da luz sejam tão frouxos como me disseram...
- Não vai me reverenciar? – Respirei fundo me acalmando, esse imbecil tem algum disturbio ou o que?
- Eu reverencio aqueles que são superiores a mim, você é meu professor e é mais velho, mas não é superior a mim. – Continuavamos nos circundando , mas o verdadeiro duelo ainda não tinha começado. Acho que eu teria que tomar a iniciativa.
- E tem quantas pessoas na sua lista? – Ele estava tentando me distrair, isso era fato, mas eu não sou tão idiota, treinei com os melhores comensais da morte, não seria um simples professor de duelos que iria me derrotar.
- Uma por enquanto. – Respondi sua pergunta focada em todos os seus movimentos.
- E esse alguém seria...?
- Meu pai.
- Rodolfo? – Tão idiota, que nem reparou que eu falei do meu pai no presente...
- Ele foi e sempre será um grande bruxo. – Falei evasiva, cansando dessa brincadeira iniciei o duelo. — Estupore. – Pena que eu não podia usar feitiços das trevas e nem as maldições impredoáveis.
- Protego. Expelliarmus. – Ele revidou a tempo.
- Protego. Incarcerous. – Argh odeio esses feitiços boiolas!
- Protego. Confundus. – Isso tá ficando chato... Acho melhor acabar com ele logo.
- Protego. Expellimellius. – Ele não conseguiu desviar desse, e as mangas de sua camisa começaram a pegar fogo. Ele se distraiu apagando o fogo me dando a brecha para acabar o duelo.
- Estupefaça. – Ele voou longe e caiu desacordado.
- Muito bom Srta Prydein, mudemos para mais de um oponente. – Sev disse com um sorriso frio e maldoso. Ele sabia que eu poderia derrotar todos naquela sala sem nem mesmo mexer a varinha. Sorri de volta e concordei com a cabeça. Todos na sala me olhavam admirados, , por eu ter derrotado Flitwick, fora Edward que me olhava confuso e preocupado mesmo sem entender o porque, e a Putânia que me olhava com raiva. Sev disse que Flitwick foi o campeão de duelos na sua época escolar e que nenhum aluno o tinha derrotado até agora, eu realmente acho que o nivel dos oponentes dele eram muito baixos...
Sev acordou Flitwick com um “Enervate” e os dois se posicionaram na minha frente.
- Obscuro. – Sev iniciou o duelo me atacando, tentando me impedir de vê-los.
- Protego. - Não tive tempo de atacar pois Flitwick foi mais rápido.
- Estupefaça. – Desviei rapidamente para o lado e lancei um ‘Verdimillious’ silenciosoem Flitwick que paralisou ao ver a luz verde saindo da ponta da minha varinha em sua direção. Era muito parecido com um ‘Avada’, por causa do jato esverdeado, e como eu não havia dito nada ele ficou apavorado. O feitiço bateu em seu peito e ele voou para trás caindo do outro lado da sala desmaiado.
- Esse é o professor de duelos de vocês? – Perguntei incredulamente me desviando de um ‘Sectumsempra’ silencioso que Sev lançou em mim. Ouvi alguém acordando Flitwick, mas não desviei meu olhar de Sev, em nenhum momento aumentamos nossas vozes para lançar os feitiços, não era preciso.
- Depulso. – Ele desviou facilmente.
- Protego. Speculum. – Dei um mortal para trás desviando do feitiço que ricocheteou no seu e voltou para mim. O ‘Depulso’ passou a centímetros de mim enquanto eu girava no ar. Cai sobre meus pés lançando um “Locomotor Mortis” Silencioso nele.
- Protego. Glacious.
- Protego. Inflatus.
- Protego. Ascendio.
- Protego.Tarantallegra. – Esse ultimo quase o acertou, ele desviou no ultimo segundo.
- Alarte Ascendere.
- Protego. Mimble Wimble. – Há! Esse ultimo o acertou em cheio no peito e ele imediatamente começou a gaguejar sem conseguir dizer um feitiço corretamente. Caí na gargalhada vendo-o gaguejar me olhando mortalmente. Vi alguns professores prendendo o riso outros já sorriam debochadamente. Fechei a cara para eles, apesar de eu mesma estar sorrindo dele, eu não gostava quando as pessoas debochavam dele, porque éramos amigos, ele sabia que eu gostava dele e ele também gostava de mim, eu não estava debochando eu apenas ria de uma situação inusitada que um amigo se encontrava, ao contrário desses inúteis que o julgavam como alguém sem sentimentos que não se importava em ser machucado, eu sabia do seu tempo em Hogwarts quando os Marotos o perturbavam e se Sirius e Tiago ainda estivessem vivos eu mesmo os mataria. Rabicho, esse eu sempre quis matar desde a primeira vez que vi, ele era um imbecil covarde e eu não gostava disso. E Remus... Bem ele era uma outra história.
- Finite Incantatem. – Disse apontando a varinha para Sev sem nem mesmo desviar o olhar de quem debochava dele.
- Algum problema Srta Prydein? – O velho perguntou inquieto com meu olhar fixo. Todos eles já haviam percebido e se remexiam desconfortavelmente com a frieza em meu rosto. – A Srta parece chateada... – Continuei apenas olhando-os considerando a hipótese de lançar alguns Crucios ou mesmo Avadas. Sev quase como se lesse meus pensamentos se aproximou rapidamente colocando a mão em meu ombro indicando com a cabeça que não valia à pena. Ele sabia que eu não gostava que insultassem meus amigos, muito menos minha família, da ultima vez que alguém, que não fosse do circulo intimo e seu amigo, riu ou tentou debochar dele perto de mim acabou morto e devo dizer que não foi uma morte lenta. Eu enviei a arcada dentaria do infeliz de presente para Sev. Eu também matei qualquer outro que ousasse ao menos pensar algo ofensivo em relação ao meu pai e ao circulo intimo.
Olhei para Sev como se pedisse motivos para não matá-los ali mesmo, eu já estava irritada com todos esses testes inúteis, rir dele foi a ultima gota para esgotar minha paciência. Senti ele pedindo passagem em minha mente, ele sempre fazia isso quando queria que eu conectasse nossas mentes, era muito mais útil que legilimens já que se eu abaixasse minha Oclumencia minha mente estaria vulnerável não somente para ele mas para qualquer um. Se bem que se alguém tentar entrar em minha mente eu poderia matá-los em um milésimo de segundo já que entrar em minha mente sem permissão é o mesmo que entrar no inferno sem a permissão do diabo.
Conectei minha mente com a de Sev e ele imediatamente disse.
“Não faça nada. Eles não valem apena seu disfarce, depois que sua missão acabar você pode fazer o que quiser, mas lembre-se do que eu disse muitos deles me odeiam, não só os professores, mas os alunos também. Por favor Belly prometa que não vai matar ninguém a qualquer insulto lançado contra mim.”
Considerei um pouco, ele não havia dito nada sobre torturar, além do mais eu sei ser discreta.
“Eu não vou matá-los agora, mas não prometo nada mais, você sabe que eu odeio quando mexem com você ou qualquer um dos outros. Ainda mais algum aluno impertinente ou um professorzinho que não sabe de merda nenhuma.” Ele suspirou e assentiu concordando.
“Só tente não matar todo mundo. Se você for matar qualquer um que não gostar de mim Hogwarts não terá mais ninguém vivo até o final do ano...” Isso me fez ficar ainda mais irritada e ele apertou a mão em meu ombro com mais força pedindo para eu me acalmar. Como eu disse antes não é bom quando eu fico irritada, ainda mais quando eu passo a linha da raiva impulsiva para a raiva fria e calculista.
“Promenta Belly.”
“Tudo bem, mas eu não tenho que gostar disso e eu posso não matá-los mais eu não vou deixar por isso mesmo.”
Ele assentiu novamente e retirou a mão do meu ombro enquanto eu desconectava nossas mentes. Todos na sala nos olhavam curiosos e um pouco assustados, talvez tenha sido a mão de Sev no meu ombro ou a troca de olhares que eu tenho certeza que pareceu algo mais intimo de fora, ou somente estavam preocupados com o longo silencio que tinha se formado.
- Não há nenhum problema por enquanto diretor. – Falei sem emoção. Ele arqueou uma sobrancelha, mas não perguntou nada. – Tudo bem agora o teste de Adivinhação. – A professora com um ar de louca se aproximou de mim me olhando intensamente.
- Oh minha querida... Você tem um destino terrível a esperando... Sua morte será dolorosa...
- Assim como a sua se continuar falando isso. – Assobiei em sua direção tão baixo que ela teve que se inclinar para ouvir. Ela engoliu em seco e assentiu rapidamente.
- Bom para o teste... Eu posso ver que você tem o dom da visão... Eu quero que você tente ler o futuro de alguém. Você pode escolher... – Ela não terminou pois quando ela segurou minha mão um choque passou por seu corpo e ela começou a falar em uma voz estranha rouca e grossa.
“Para libertar aquele que os guia;
Somente o sangue do escolhido servirá.
Aquela que finge descobrira seu poder
E para combatê-la os dois opostos devem se unir.
Muitos irão pagar com a vida,
Mas nem tudo é permanente nem mesmo a morte.
Pelas mãos do espírito eles devem voltar.
No dia de mais um milênio;
Escudos irão cair,
No coração puro o mal habitará.
Somente a Lealdade do ar,
A coragem da água,
A pureza do fogo,
A sabedoria da natureza,
E o poder do espírito,
Podem libertar aquela que foi corrompida.
Juntos na estrela,
Para o mal destruir,
Enquanto a guerra segue
E o castelo ruir.
Entre sangue do mesmo sangue tudo deve se resumir.”
Fim do capitulo.
Notas finais
Então eu queria saber o que vocês acham do Shipper Lucio/Bella.
É que uma ideia me veio a cabeça e eu comecei a escrever uma fic onde a Bella é filha do Voldy e a mãe dela morreu no parto. Então Bellatrix escolheu o nome dela que é Isa Bellatrix Raven Riddle, o Raven tem duas razões uma é que ela é descendente distante de Ravenclaw e era o 1° nome da mãe dela.
Mas então quando ela tinha 2 anos o Voldy perdeu sua forma fisica e Bellatrix foi para Azkaban. Dumbledore a encontou e a levou para morar com os Swan como uma trouxa comum criando uma barreira em seus poderes. Ela sempre soube de quem era filha e que era uma Bruxa, poie ela e seu pai tem uma ligação mental e ele fala com ela desde os 5 anos dela quando ele ainda estava em forma de espirito mas um pouco mais forte do que quando perdeu seu corpo. Ela odeia Dumbledore porque ele a impediu de assumir sua magia e de ir para o mundo bruxo, e odeia Harry por fazê-la perder seu pai e culpa os dois por ter que morar com os trouxas.
Quando Voldy recupera seu corpo ele queria Bella ao seu lado, mas então os Cullens aparecem e ele pede para ela investigá-los um pouco. Na meia noite do aniversário de 18 dela a barreira se rompe e ela assume seus poderes e sua verdadeira aparência, com a ajuda de seu pai ela esconde sua aparência para os Cullens não perceberem e planeja se livrar deles o mais rápido possivel e ir morar com seu pai, mas ela nem teve que trabalhar muito nisso. Edward a abandona e ela vai para a mansão malfoy junto com seu pai. Lá ele a ensina como domar sua magia e tall's. Os Cullens estão ajudando Dumbledore e Harry.
Há uma quimica entre ela e o Malfoy pai....
O que vocês acham? de primeiro eu fiquei em duvida. Bella X Sev? Bella X Lucio? Sev X Bella X Lucio? rsrsrs 66'
Valeu a atenção beijões.
P.E.
Fale com o autor