Isabel
13 Um mistério no Vilarejo.
Notas iniciais
Mostrando o começo de tudo, das palavras ditas, ele rir juntas com suas esposas montrinhas, Marina desesperada, chora e diz:
— Eu me arrepender, de tudo que fiz e falei, Misericórdia, rei das trevas (Cai as lágrimas de seus olhos e Jaburu rir e diz:)
— Não tenho misericórdia! (Diz seriamente) — Vamos brincar de caça e caçador, sou o lobo mal que vou te caça me alimentar de sua alma. (Rir debochando da jovem). Vou contar até três para você!
Marina responde:
— Você sabe que não posso correr, que você já me imobilizou, estou morrendo... (Chorar desesperada)
— Reza para o seu Deus que esse é o seu fim.
Ataca a jovem e a mata sem dó e sem piedade, e prossegue com seu plano maligno. Um mistério no Vilarejo aparece, em frente ao hospital Santa Fé, uma jovem muito machucada, arranhada, morta aparece, vestida de preto, não dá para reconhecê-la todos estão espantados, com a cena e começa uma investigação, porém não encontra nenhuma pista para o acontecido e arquivo morto. Isabel ao desperta sentiu uma tristeza profunda, pois no fundo se arrependeu do que fez com beijoca, olha para o seu redor e ver que suas entregas continuam na cesta no lado de fora, decide fazer as entregas caminhando pela estrada escuta os boatos e ficou tensa e assustada, pois nunca tinha acontecido algo desse gênero no vilarejo, pois sempre foi um lugar calmo e tranquilo, sem mistério e agora do nada aparece um caso um mistério a ser descoberto.
Terminando de fazer suas entregas vai para casa mais tranquila, chegando começa a arrumar a casa, Varrer direitinho o quintal joga tudo no lixo, colocando no lado de fora, onde fez a fogueira e queimou beijoca choras e varrer pega o restinho das cinzas e vai até o rio e joga, volta para casa começa a fazer a janta, toma banho, pega o potinho onde ainda tem as poucas cinzas de beijoca e coloca flores do lado e acende uma vale, faz uma oração, janta, está um pouco agitada decide costurar acaba adormecendo, meia noite e meia Jaburu começa a cantar.
— Jaburu, Jaburá riqueza vou te dá!
A cachorrinha Beijoca com uma voz bem abafada, sumindo aos poucos responde:
— Isabel está dormindo o que vem fazer cá?
— Mata seu cachorro Isabel com a mão direita do mal! (Diz furioso e dando uma ordem)
Isabel sonolenta responde:
— Eu já matei Jaburu com a mão direita do mal.
Isabel recebe uma outra mensagem escrita dizendo:
“Boa Tarde, Isabel!
Se desfaz de tudo que for de sua cachorrinha Beijoca, não deixe nenhum rastro, nada, caso a contrário desistirei de você e procurarei uma outra jovem bonita para se casar comigo.
Atenciosamente!
Jaburu”
Isabel acorda assusta, começa a retirar de tudo que era de beijoca, até o fraco onde ainda tinha o resto das cinzas de beijoca, faz uma verdadeira faxina, vai até o rio que fica próximo ao seu sítio, e se desfaz de tudo sem olha para trás, inocente não sabe nada do que vai acontece, prossegue sua caminha, de repente sente um cala frio, uma sensação estranha, olha para trás e continua sua caminha de volta para casa, lágrimas sai dos seus olhos azuis, mas faz tudo que Jaburu ordena, novamente sente a sensação de estar sendo vigiada, olha para todos os lados e não encontra ninguém, corre para sua casa se tranca e fica aguardando o chamado de Jaburu. Em quanto isso todos ainda estão se perguntando o que aconteceu? Que monstro atacou a jovem que apareceu na porta do Hospital Santa Fé? Há um mistério para desvendar mais ninguém sabe por onde começa.
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