Isabel

15 O triste fim de Isabel


Notas iniciais
Imaginar diferente é tornar claro seu arrependimento pelo que já foi feito

Jaburu rir mais rir sem parar, descontroladamente e diz seriamente:

— Agora não tem volta, Isabel você me escolheu e estou aqui, prontinho para ser seu (Rir sem parar) – Não tenho piedade com ninguém (Olha seriamente, seus olhos sai fogo e solta um enorme gargalhada com um toque de mágica mostra tudo que Isabel fez)

Gemendo de dor Isabel rebate e diz:

— Estava cega, você me enfeitiçou, e fiz tudo que você mandou, não tinha intenção de mata Beijoca, me arrependo seriamente. (Chorar desesperada enquanto Jaburu a tortura) – Marina, ela tentou avisar do perigo e eu não acreditei nela e simplesmente ela morreu, e foi você que a matou, então era você o médico que apareceu e terminou de matá-la, assassino, maldito, vai para o inferno!

Jaburu rir e chama seu capanga, Isabel se assustar ao ver um Corvo se transformando em um homem, sua expressão de rosto a deixa paralisada, sem reação. E novamente, solta gargalhadas assustadoras e diz:

— Não era eu, era Denzimol, meu fiel corvo que observa tudo, pois não posso me expor, sou da noite, da escuridão, não ando na luz do dia, tola. (Dois rir sem parar e Isabel Chorar se sentindo culpada).

Isabel mesmo muito ferida tem reagir na tentativa de fugir e pedir ajuda, mas não consegue, pois, os ferimentos são graves. Jaburu gruda em seus cabelos longos, loiros dourados que faz Isabel cair no chão em baixo dos pés de Jaburu, a jovem pergunta seriamente, chorando em desespero:

— O que vai fazer comigo?

— O mesmo que fiz com Marina. (Rir) – Nos casaremos como você queria. (Um toque tudo se transformou lavas e fogos ao redor, aparecendo todos os monstrinhos e mulheres monstras, urubu e o corvo Denzimol, vestido todo de preto, olha seriamente e começa a cerimonia)

Isabel está com as mãos amarradas vestida como noiva, o vestido que fez para se casar com seu futuro marido, seus sonhos perdidos, chorar de arrependimento, chora, pois, sabe que não terá uma segunda chance, pois todas as suas chances ela jogou fora, jogou pelo ar, deixando o vento levar com a neblina do amanhecer, com a escuridão do anoitecer, faça suas últimas preces e ver o jovem que a seduziu, enfeitiçou, que agora se torna seu pior pesadelo.

— Isabel aceita Jaburu com seu legitimo esposo? (Diz: Denzimol, zombando da jovem)

— Nunca, Deus é mais (Diz com tom superior, Jaburu não gostou e bate fortemente em seu rosto, Isabel sagra e chorar pedindo piedade) – Tenha piedade de mim, piedade!

— Eu aceito Isabel como minha Legitima esposa, terei tudo que preciso para continuar jovem e conquista milhões de jovens bobas, apressadas em se casar de qualquer maneira seja com quem for e me escolhendo sem se arrependerem das palavras que dizem, e fazendo tudo que ordeno sem saber o seu final, o conto de fadas dessas jovem acaba por aqui, é o seu fim Isabel, você é minha esposa e seu sangue está no contratado (Forçando uma picada no dedo polegar de Isabel, e assinando com sangue o contrato, finaliza rindo e tudo se desfaz, Isabel sendo tortura, e Jaburu olha e pergunta:) – Qual seu último pedido? Ou melhor reza pois chegou seu fim!

Isabel reza, e com seus pensamentos pedi desculpas, pois no fundo sabe que teve chances para se redimir, porém preferiu seguir em diante, não quis ouvir conselhos, e fez tudo de certa forma consciente, seu último suspiro, doloroso suspiro em sua volta tudo começou a se desfazer, o encanto, a verdadeira forma de Sr. Jaburu, tudo faz sentido, porém não teve chances nenhuma. Ao amanhecer, urubus em volta do sitio de Isabel, tudo destruído, Dona Norma olha seu celular e ver que tem 15 chamadas de ligações de Isabel e uma mensagem em sua caixa postal: “Socorro, me ajude estou sendo atacada por um monstro”, apavorada, se levanta correndo da cama e tenta ligar para Isabel, porém só da caixa postal no telefone residencial de Isabel: (No momento essa ligação não poderá ser atendida, por favor deixa seu recado na caixa postal.)

Dona Norma decide ir até a casa de Isabel, acorda seu marido toma um banho rápido e vai para casa da Jovem, chegando lá encontra tudo aberto, chama Isabel, mas Isabel não responde, prossegue com seu marido até a porta de entrada da sala e se assusta com o que vê.

— Está tudo revirado, meu Deus, porta foi derrubada, o que será que aconteceu (Assustada olha para o marido que diz:)

— É melhor chamar a polícia, vamos ligar... (Norma diz preocupada:)

— Mais Isabel pode estar ferida, precisamos entrar e procurar Isabel.

— Não, Norma e se o monstro, ou seja, lá quem for ainda estiver aí, precisamos ter cautela, temos filhos para criar (Diz baixinho) – Vem vamos ligar para polícia. (Norma não aceita e diz:)

— Vou entrar e ver se Isabel está bem, sinto um cheiro forte de enxofre, é estranho, mas vou entrar mesmo assim, você liga para polícia e eu vou ver se Isabel está bem e o que posso fazer para ajudar.

— Eita, mulher teimosa, espera que vou entrar com você.

Notas finais
Triste o fim de Isabel, porém uma mensagem deixou bem claro cuidado com o que diz, pois pode se tornar realidade e não adianta se arrepender, pois será tarde demais. Beijos até o último capítulo dessa história.