Isabel
11 O chamado da Meia Noite e Meia
Notas iniciais
Isabel recebe uma mensagem escrita dizendo:
"Boa Tarde, Isabel!
Quero que você queima o corpo da cachorrinha, e ai sim vou te visita, meia noite e meia vou esta ai.
Atenciosamente!
Jaburu”
Isabel coloca um bano na boca, e corre para fazer o que Jaburu ordenou desenterra a cachorrinha, faz uma fogueira coloca o corpinho da cachorrinha e reza ajoelhada pedindo desculpas para Deus e para sua fiel companheira. Faz todas as suas tarefas e aguarda da a hora para encontra seu amado.
Meia noite e meia vem ele chega com o mesmo dilema:
— Jaburu, Jaburá riqueza vou te dá!
A cachorrinha Beijoca com uma voz bem abafada responde:
— Isabel tá dormindo o que vem fazer cá?
— Mata seu cachorro Isabel com a mão direita do mal! (Diz furioso e dando uma ordem)
Isabel com voz de choro responde:
— Eu já matei Juburu com a mão direita do mal.
Isabel recebe uma outra mensagem escrita dizendo:
“Boa Tarde, Isabel!
Pegue todas as cinzas de sua cachorrinha e jogue na água corrente, e ai sim vou te visita, meia noite e meia vou esta ai.
Atenciosamente!
Jaburu”
Isabel faz o que Jaburu ordenou varrer as cinzas da cachorrinha coloca em um frasquinho e leva a beira do Rio dos milagres e despeja, volta para casa, mas ainda no chão tinha um pouquinho das cinzas da cachorrinha e no frasquinho também ficou um pouco das cinzas de Beijoca.
Meia noite e meia vem ele chega com o mesmo dilema:
— Jaburu, Jaburá riqueza vou te dá!
A cachorrinha Beijoca com uma voz bem abafada e quase sumindo responde:
— Isabel tá dormindo o que vem fazer cá?
— Mata seu cachorro Isabel com a mão direita do mal! (Diz furioso e dando uma ordem)
Isabel com voz de choro responde:
— Eu já matei Juburu com a mão direita do mal.
Isabel recebe uma outra mensagem escrita dizendo:
“Boa Tarde, Isabel!
Varrer seu quintal e pegue todos os restos mortal de sua cachorrinha e jogue na água corrente, e ai sim vou te visita, meia noite e meia vou esta ai.
Atenciosamente!
Jaburu”
Isabel faz tudo que o jovem manda, sem pensar em nada, apenas obedece e prossegue com sua meta, que é casar e ter filhos, mas sem destino está cada vez mais em uma forca sem saída. Em quanto isso Jaburu planeja seu ataque, sem deixa arrastros pois seu último ataque não foi bem-sucedido, porém decidiu continua com seu plano final e procura Marina que conseguiu escapa de suas garras e finalizar com seu plano final que é o fim da jovem Isabel.
Isabel faz a faxina do ano inteiro deixa tudo bem limpinho, faz tudo que seu amado ordenou, esta cega de amor ou hipnotizada pelo desconhecido, pois sua beleza enfeitiça todas as meninas que o chama, mais quando realmente vê sua forma original se arrependem de tudo que falou e fez, pois por trás de toda beleza há um mistério, um disfarce, uma mentira ou verdade, depende da forma que você olhar. Isabel vai fazer suas entregas. Começa a procurar Marina e seu corvo avisa que Isabel saiu de casa:
— Mestre, Isabel saiu de casa esta indo fazer entregas para as clientes (Diz o corvo seriamente)
— Obrigado, meu corvo, segue ela e não deixe que perceba que está sendo seguida e observada e me avisar tudo que estiver acontecendo, não deixa percebe sua presença, vai! (Diz seriamente)
— Sim, senhor mestre! (Sai com objetivo de continuar perseguindo os passos de Isabel)
Com seus pensamentos Jaburu tenta adivinhar pra onde foi Marina para concluir com sua sede de matar e tê-la sua alma aprisionada:
“Onde ela esta? Não deve ter ido muito longe, vou achá-la e acabar com seu sofrimento de vez e ter sua alma pra mim para sempre. Como está machucada, bem ferida não foi pra longe, posso sentir seu cheiro, o sangue me atraindo, preciso encontrá-la imediatamente."
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