Is This Love?

34 Para atuar é necessário, primeiramente, sentir


Notas iniciais
Mais um capítulo.
Boa leitura :)

Los Angeles – 08:00


Aeroporto de LAX


Enquanto caminhavam por entre o aeroporto foram seguidos por alguns paparazzi., seguiram pelo saguão em direção a área externa do local. Entraram no táxi que os aguardavam.



– Ficaremos em um hotel? – perguntou a jovem ajeitando-se no automóvel


– Vamos para minha casa – disse despreocupado enquanto olhava pela janela por entre seus inseparáveis óculos escuros



Chegaram a casa de Jared, Fernanda parou em frente ao imóvel analisando-o. Para sua surpresa, era uma típica casa norte-americana, esperava encontrar uma casa excêntrica, ou, no mínimo, diferente.



– Vem, vamos entrar – disse enquanto levava as malas para dentro.



O interior da casa era de um tom claro, havia muitas janelas que ajudavam a refletir a luz para dentro da residência. Pôde perceber o gosto de Jared pelas artes, haja visto a quantidade de quadros, pinturas, e esculturas por entre a casa.



A jovem, como tendo uma epifania, parou no meio da sala olhando o namorado seriamente.


– Que foi? – perguntou Jared observando a jovem


– Você não me trouxe pra sua casa pra se aproveitar de mim, não é senhor Leto? – perguntou ainda tentando manter sua expressão séria, cruzando os braços logo em seguida


– É claro que eu a trouxe aqui pra me aproveitar de você – afirmou rindo e aproximando-se da moça


– E eu posso saber como você pretende fazer isso? – perguntou provocando-o


– Bem, nós vamos fazer sexo. No quarto, na cozinha, onde quisermos. Vamos fazer muito sexo – brincou segurando – a pela cintura


– Desculpe senhor, mas as coisas não funcionam assim, você por acaso perguntou se eu quero ter relações sexuais com você? – perguntou zombando


– Claro que sim! No táxi, não se lembra?


– Ahh é? Que coisa, não me lembro...o que eu disse?


– Você disse “Jared eu sou completamente sua, me leve pra sua casa e me faça gritar seu nome”. E é claro que isso acontecerá – falou com um sorriso bobo nos lábios


– Eu disse isso? – questionou rindo


Jared assentiu com a cabeça – Na minha cabeça você disse – completou


– Cara, se eu soubesse que você era um tarado eu nunca teria transado com você na Itália – disse num tom sério


– Não teria? — O sorriso de Jared desaparecera, realmente havia acreditado no que a namorada acabara de dizer


– Não....teria feito antes – disse rindo em seguida


– Quer beber algo? – Ofereceu Jared


– Hum...um copo de água – disse enquanto seguia Jared até a cozinha


Jared parou no meio do caminho atrapalhando a passagem.


– O que foi? – perguntou confusa – Você não iria pegar um copo de água para mim?


– Eu perguntei se queria beber algo e não que eu iria pegar pra você – respondeu ainda de costas pra ela – Acho que você pode se servir sozinha garotinha — completou rindo debochado


– Até que eu iria.... – replicou – Se você não tirasse essa bunda do meu caminho! – exclamou dando-lhe uma palmada no traseiro


– Você me bateu? – perguntou Jared virando-se para olhá-la



Fernanda apenas beijou-lhe rapidamente os lábios, assentindo com um sorriso, passou por ele dirigindo-se até o gabinete onde supôs que encontraria algum copo.



– Você me espancou! – exclamou Jared


– Eu só queria beber água – respondeu Fernanda defendendo-se enquanto segurava o copo entre as mãos



Sem aviso Jared levantou-a fazendo com que a jovem instantaneamente contornasse sua cintura com as pernas. Levou-a dessa forma até a pia onde a mesma finalmente conseguiu encher seu copo, bebendo o liquido rapidamente.



– Pronto? — Perguntou segurando – a firmemente


– Pronto – respondeu deixando o copo na pia


Ao notar a intenção de Jared em beijá – la, a jovem soltou- se de seus braços.


– Quando você se tornou tão má? – perguntou encostando-se em um balcão


– Como assim? – perguntou fingindo- se de desentendida


– Anda me provocando muito senhorita, primeiro no show e agora aqui ... ahh e no táxi também – disse aproximando – se


– No táxi? Não fiz nada de errado, não tenho ideia do que você está falando – falou tentando permanecer séria


– Ahh não? Então me diga onde estava a sua mão enquanto estávamos no táxi?


– Segurando o cinto de segurança – respondeu rapidamente


– E a outra mão? – perguntou rindo malicioso


– Bem talvez, pelo movimento do carro, minha mão tenha escorregado para perto de você, mas não foi algo premeditado, foi espontâneo – disse prontamente



Estava divertindo-se com aquele jogo quase teatral entre os dois, até então não sabia que possuía tal talento para a dramatização



– E sua mão, espontaneamente, escorregou para minha coxa? Que coisa, não? — disse já puxando-a para perto de si


– Pois é, acidentes acontecem, além do mais eu sou uma boa menina, não colocaria minhas mãos em lugares impróprios – disse lançando seu melhor olhar inocente


– Quer que eu te mostre meu lado impróprio? – disse provocando-a. Sabia que a qualquer momento a garota ficaria com vergonha da conversa que estavam tendo


– Não senhor, já disse que sou uma boa moça – respondeu ficando levemente corada, agora estava sendo honesta em suas palavras


Jared levantou-a novamente – Sinto muito senhorita, mas hoje vou corrompê-la – disse próximo ao ouvido da jovem fazendo-a arrepiar.