Is Prohibited

17 Felicidade e Angústia - Bônus


Notas iniciais
Hey amores! Antes de tudo eu queria agradecer a todos que sempre comentam e à juhjackson que comentou em todos os capítulos *u* cara, ainda pirando... Bom, uma leitora diva me deu um toque: o capítulo 7 teve que ser editado porque eu mudei o final da história. deem uma conferida. E quanto ao tempo da fic: os capítulos 14, 15, 16 e 17 se passam no mesmo dia, mas são contados com perspectivas diferentes, em momentos diferentes. Confusos? Eu também '-' gente, eu queria recomendar a leitura de uma fic Crosshover diva, com uma autora maravilhosa. Quem gosta desse estilo, vai amar a fic, link nos comentários ok? Acho que é isso, boa leitura!

POV THALIA

─ Pessoal, meu pai pirou. Hoje ele deu folga pra equipe principal, disse que com a gente babando em cima dos arquivos, sem conseguir manter os olhos abertos por mais de cinco minutos, vamos acabar fazendo merda nessa porra. ─ Eu irrompi pela porta metalizada do laboratório, falando tudo muito rápido. Quando percebi que todos me encaravam com uma expressão de retardados mentais, revirei os olhos e disse: ─ Zeus deu folga para a Equipe 1. Disse que a Equipe 2 pode cuidar de toda a burocracia por enquanto, ele vai precisar de nós inteiros quando a diversão começar. ─ Sorri já pensando em tiroteios e prisões, assim que descobríssemos quem está fazendo isso.

─ Thalia, tira esse sorrisinho maquiavélico da cara que você está me dando medo! ─ Ouvi Valdez reclamar enquanto tirava o jaleco e se espreguiçava.

Annabeth riu enquanto saía:

─ Ótimo, eu estou morta e ainda é madrugada. Vou voltar pra casa e dormir. ─ Sorri maliciosamente ao me lembrar daquele pecado em forma de gente que a Annabeth namorava. Ela tinha me contado algumas coisas sobre Percy Jackson. Eu fiquei feliz por ela ter alguém nesse momento. Deveria estar sendo difícil lidar com todas essas mortes e eu sabia que ela ainda sentia alguma coisa pelo Castellan. Bem, sentia. Ela chegou mais perto de mim, com um brilho pervertido no olhar e disse de modo que só eu pude ouvir. ─ Vou aproveitar e passar o dia com meu namorado. Não me incomode.

Ela deu beijo na minha bochecha, me fazendo rir e saiu toda feliz pela porta.

Bianca me encarava com uma sobrancelha erguida, eu sorri e fiz um gesto com a cabeça indicando que depois contava. Afinal, todos sabia o quanto Annabeth estava tensa com todo esse caso Castellan... Estava, até encontrar o Jackson.

─ Ah, se é assim... Bianca, pode ser agora? ─ Valdez disse, e todos nós o encaramos. Ele olhava fixamente para uma Bianca corada, com um sorriso gentil nos lábios.

Hmmm, aí tem!

─ Claro, Leo. Só um minuto, vou pegar minha bolsa no escritório de Afrodite. ─ Ela saiu pela porta, assim que Valdez assentiu sorrindo. Ele se sentou na poltrona em frente ao seu computador e deu um sorriso tão grande que sua cara ficou parecia com a de um babuíno. Pena que essa careta medonha sumiu assim que ele viu Nico o encarando gelidamente. Sorri, agora sim a coisa ia ficar boa.

─ Te dou 5 segundos. ─ Nico simplesmente disse e Leo se levantou, correndo para trás de Apolo que começou a rir.

─ Calma Nico! Eu só vou levar Bianca pra tomar um sorvete, não vou vendê-la para o tráfico de pessoas internacional! ─ Leo levantou os braços e gritou para o Di Ângelo. Comecei a rir.

Nesse momento, Bianca chegou na sala e viu Leo atrás de Apolo, com Nico parado ali, de braços cruzados, o ameaçando com o olhar.

─ Nico, para de implicar com o Leo! ─ Ela repreendeu o irmão, que olhou para ela confuso. ─ Você mesmo que vive me dizendo que eu preciso sair mais. O Leo me convidou, ele é uma boa compania e você o conhece.

─ Exatamente por isso que eu não quero você saindo com ele. Eu o conheço bem, bem até demais! ─ Nico retrucou e Bianca fez um gesto de desdém.

─ Vem, Leo, não ligue para o meu irmão. Ele só está com ciúmes. ─ Valdez sorriu e foi até Bianca, que continuava parada na porta. Eles trocaram um sorrisinho meigo que me deu vontade de vomitar e se despediram de todos, saindo da sala.

Um momento de silêncio enquanto todos desligavam os equipamentos e se preparavam para sair. Até Nico gritar embasbacado.

─ Mas é madrugada! Caralho, como assim eles vão tomar sorvete de madrugada?! ─ eu não aguentei e comecei a rir descontroladamente. Parece que Bianca não é tão santa assim.

─ Relaxa, Di Ângelo. Ela é de maior e vacinada, você não vai poder protegê-la pelo resto da vida. Vocês nem moram mais na mesma casa, caralho! ─ Eu retruquei quando ele fez menção de ir atrás da irmã.

Nico me encarou confuso e depois relaxou. Quer dizer, cedeu, pois ele ainda estava com traços de preocupação em seu rosto e os olhos furiosos. Adoro quando exerço esse poder de persuasão sobre as pessoas. Ter todo mundo me ouvindo é uma sensação maravilhosa. Sorri e caminhei até ele.

─ Sabe, você deveria fazer o mesmo que a Bianca.

Ele arregalou os olhos quando olhos e me encarou estupefato.

─ Eu não vou transar com o Valdez, Thalia, que ideia, porra! ─ eu não sabia se ria ou se chorava.

Coloquei a mão na testa e suspirei enquanto ouvia o pessoal ainda rindo.

─ Seu inútil, eu estava falando de sair, se divertir, projeto de harpia! Mas acho que antes você precisa dormir, o sono está queimando seu neurônio e sua capacidade de raciocinar.

Eu reclamei, e dei as costas para Nico, pegando minha bolsa e saindo do laboratório.

─ Ei, espera. Eu te dou uma carona Thalia. ─ Era Di Ângelo no corredor.

─ Quem disse que eu preciso de carona? ─ Retruquei gélida. Na boa, eu estava estressada, com sono e dor de cabeça. Ao invés de Nico aproveitar o tempo livre comigo, fica se lamuriando pela pobre irmãzinha, que de pobre não tem nada, que está muito bem, obrigada.

─ Eu vi quando Jason trouxe você e a Piper. ─ É verdade.

─ Aham, mas eu vou voltar com Jason também.

─ Piper ligou pro seu irmão e eles vão para o apartamento dela. Você deveria seguir seu próprio conselho e não ser uma estraga prazeres para seu irmão. ─ Droga, eu odeio Nico Di Ângelo.

Suspirei irritada e cedi.

─ Tudo bem. ─ Pude vê-lo sorrir.

A verdade é que eu poderia ter pego um táxi. Mas eu queria resolver minha situação com Nico. Quer dizer, nós já ficamos algumas vezes e Valdez e Annabeth já me disseram que ele gosta de mim. Apenas é orgulhoso o bastante para não admitir. Bianca e Annabeth sabiam que eu sentia atração por ele.

O fato é que eu não gosto de coisas mal resolvidas. Eu preciso saber se eu e Nico temos chances, ou se eu devo partir pra outra.

–-X--

─ Nico, por que você está no seu prédio? Achei que fosse me dar uma carona pra casa. ─ Eu o encarei, confusa. Ele suspirou, desligou o carro, já dentro da garagem do residencial, se virou e me olhou nos olhos.

─ Olha Thalia, eu sei que você não gosta de enrrolação, então eu vou direto ao ponto. ─ Ele suspirou e fechou os olhos. Senti o meu estômago se revirar. ─ Eu sei que nós já ficamos algumas vezes, sei também que você sente alguma coisa por mim, Bianca me disse que é atração e Annabeth já cansou de pedir pra eu falar com você. ─ Ele começou a falar muito rápido e eu tive que me concentrar para entender o que ele dizia. ─ Thalia, eu queria de dizer que eu também sinto alguma coisa por você. Eu adoro o seu jeito de encarar o mundo e as pessoas, o modo como você lida com o fato de ser filha do seu chefe, como você sempre apoia suas amigas e toda vez que eu preciso de alguém. Eu acho que... ─ Ele abriu os olhos e eu vi a expectativa e a convicção batalhando por espaço dentro daquelas órbitas negras que eu tanto amava. ─ Acho que...

─ Estou apaixonada por você. ─ Eu terminei por ele. Eu sorria de um jeito que nunca tinha sorrido na vida, eu sentia meu corpo nas nuvens, meu coração parecia uma britadeira em meu peito. A única coisa que eu conseguia pensar era: “PUTA QUEPARIU EU NÃO ACREDITO NISSO, EU DISSE QUE TÔ APAIXONADA PELO DI ÂNGELO, CARALHO! ELE TÁ SORRINDO, PORRA!”

Depois disso eu só lembro dos seus lábios nos meus, do melhor beijo da minha vida, enquanto nossas línguas dançavam, eu podia sentir nossos sorrisos entre o beijo.

POV BIANCA

Tomar sorvete de madrugada? Não acredito que a gente inventou isso. Não acredito que meu irmão caiu nessa!

É, acho que todos dentro daquele Instituto estamos com um caso gravo de sonite aguda.

Leo tinha estacionado seu carro na entrada do Central Park. Agora eu e ele caminhávamos pelo parque, de mãos dadas, esperando o sol nascer. Enquanto isso, ele me contava piadas idiotas e eu ria bobamente.

─ Toc, toc.

─ Quem é?

─ Repete.

─ Repete quem?

─ Quem, quem, quem, quem...

Era idiota, mas eu ria.

É tão bom ficar com o Leo, é fácil estar com ele. Um garoto gentil e carinhoso, sempre fazendo de tudo pra você rir. O jeito como ele falava comigo, toa cuidadoso e sincero, me encantava cada vez mais.

Já tinha algum tempo que ele e eu estávamos saindo. Já que na maioria das vezes éramos nós que sempre fiávamos no laboratório, acabamos ficando amigos. E então, ele me chamou pra sair um dia desses e eu aceitei. Eu sabia que ele queria dar um passo a mais. Mas eu ainda não tinha certeza. Eu amava o fato de ele entender isso. Bastava olhar para os seus olhos pra saber que ele sentia uma coisa mais forte que amizade por mim, mas não forçava a barra.

Isso era maravilhoso. Uma das coisas que eu mais adorava em Leo, fora o fato dele ser carinhosamente engraçado, o fato dele ser a pessoa mais compreensiva que eu conheço.

Your lipstick stains (As manchas do seu batom)

On the front lobe of my left side brains (No lóbulo frontal do hemisfério esquerdo do meu cérebro)

I knew I wouldn't forget you (Eu sabia que não ia te esquecer)

And so I went and let you blow my mind (Então deixei você pirar a minha cabeça)

─ Hey Soul Sister, Leo? ─ Eu ri e ele deu de ombros.

─ Eu gosto dessa música. Além disso, ela está na minha cabeça desde que eu acordei. Achei ela apropriada para o momento. ─ Ele disse olhando pra mim, piscou, soltou minha mão, parando na minha frente e começou a cantar e danças.

Queria dizer que Leo dançando parecia um pinguim com artrite. Mas a verdade é que ele dançava bem. Muito bem. Eu ri.

Your sweet moonbeam (O seu doce luar)

The smell of you in every single dream I dream (O seu cheiro em cada sonho que tenho)

I knew when we collided (Eu soube quando nós nos encontramos)

You're the one I have decided who's one of my kind (Foi você quem eu decidi que fazia meu tipo)

Hey, soul sister (Ei, alma gêmea)

Ain't that Mr. Mister on the radio stereo (Não é o Sr. Mister no radio estéreo.)

The way you move ain't fair, you know (O jeito como você se mexe não é justo, sabe)

Comecei a dançar com ele, me mexendo desajeitadamente. Era uma coisa infantil, mas era bom estar dançando e cantando Hey Soul Sister com Leo no meio do Central Park.

─ Leo, você canta horrivelmente mal! ─ Ele fez uma cara de falso ofendido e eu ri, começando a cantar a segunda parte.

Hey, soul sister (Ei, alma gêmea)

I don't wanna miss a single thing you do (Eu não quero perder nada do que você faça)

Tonight ( Essa noite)

Hey, hey, hey

Just in time, I'm so glad (Bem na hora, estou tão contente)

You have a one track mind like me (Você tem uma linha de pensamento como a minha)

You gave my life direction (Você deu direção à minha vida)

A game show love connection (Uma conexão amorosa de programas de televisão)

We can't deny (Não podemos negar)

Eu ri ao ver sua expressão embasbacada.

─ Você canta tão bem. Sua voz é perfeita. Eu poderia ficar o dia todo ouvindo ela e não iria enjoar, sabia? ─ Como é exagerado.

Eu sorri e abracei seu pescoço. Ele envolveu seus braços em minha cintura e enterrou a cabeça na curva do meu pescoço. Não sei por quanto tempo ficamos assim.

Só sei que quando eu abri os olhos outra vez, os primeiros raios de sol dançavam por entre os galhos das árvores.

─ Hey, vamos ver o nascer do sol? ─ Eu sussurrei e ele ronronou no meu pescoço me fazendo rir. Separei nossos corpos e ele fez um muxoxo. ─ Vamos, Leo.

Eu saí correndo, o deixando protestar lá atrás. Ri quando ele começou a correr também. Eu desviava das árvores, tentando achar um lugar onde pudéssemos ver o sol.

Parei bruscamente quando vi o sol nascente esticar seus raios entre os prédios de NY, quando encontrei uma brecha nas árvores. Mas Leo não percebeu que eu tinha parado e trombou nas minhas costas, nos derrubando no chão.

Rapidamente, ele no virou na grama, de modo que seu corpo ficasse sob o meu. Então ele capturou meu olhar, e eu sorri. Mais uma vez olhamos para o sol e então eu puxei seu queixo contra o meu, nos envolvendo num beijo doce e calmo.

─ Talvez eu esteja apaixonada por você. ─ Ele sorriu e me beijou mais uma vez.

─ Talvez eu também esteja apaixonado por você.

Ficamos sentados no parque por um bom tempo, até ficarmos com fome e Leo nos levar em uma confeitaria.

Talvez fosse uma boa escolha estar apaixonada por Leo, afinal.

POV CHARLES

Eu era o único que havia sobrado no laboratório. Tinha um tempo já que Piper havia saído com Jason. Thalia e Nico, ao que parece, foram pra casa juntos e Bianca e Leo deveriam estar aproveitando essa folga.

Eu também estaria aproveitando a folga, se não estivesse preocupado. Silena não apareceu para trabalhar hoje, nem avisou ninguém sobre o motivo. Por isso decidi ficar e esperar o próximo turno começar, quem sabe ela tinha feito confusão com os horários.

─ Mas que porra é essa? Ninguém trabalha nesse inferno, não? ─ Clarisse, sempre tão delicada, irrompeu a porta já xingando.

─ Não Clarisse, Zeus decidiu que estávamos precisando de uma folga, por isso liberou todo mundo. A Equipe 2 vai assumir hoje, amanhã nós voltamos e retomamos o caso. Mas por que você chegou só agora? ─ Indaguei um tanto confuso.

─ Ah caralho, se eu soubesse nem tinha acordado. ─ Ela murmurou rabugenta. ─ Eu troquei os horários. Merda, nunca mais reviso com a Silena!

Ela já estava saindo, quando a chamei outra vez.

─ Você viu a Silena, conversou com ela..?

─ Não babão apaixonado. Desde ontem que não a vejo. ─ Sem esperar, ela saiu da sala, me deixando sozinho, frustrado e um tanto assustado.

Fiquei mais meia hora lá, até que Silena aparecesse.

Ela estava desarrumada, o cabelo preso e sem o uniforme. Eu franzi o cenho ao vê-la naquele estado.

─ Lena, o que foi que aconteceu? ─ Ela não disse nada, apenas me abraçou forte. Eu retribui o abraço e depois de um tempo assim, senti seu corpo se sacudir forte.

─ Lena, você está chorando? ─ Em resposta, seus soluços aumentaram e eu me sentei na cadeira, a colocando em meu colo e esperando ela se acalmar.

─ Charlie, eu sei que você está confuso e preocupado, mas presta atenção. Eu não posso explicar nada agora, eu só precisava te ver uma última vez. Não me procure, eu preciso te manter seguro, não posso colocar voe em risco por causa da minha vida inútil e sem valor. ─ Eu tentei protestar quando ouvi aquilo, mas ela colocou a mão direita em meus lábios e com a esquerda afagou minha bochecha. ─ Não fala nada, só me escuta. Eu fiz muitas coisas erradas na minha vida, eu não sou quem você pensa. Minha alma é negra, Charles e meu coração bombeia sangue maldito. Eu só quero que você me prometa que vai ficar seguro, que quando chegar a hora vai entender o que eu fiz e não vai tentar me ajudar. Só me prometa isso. ─ Eu assenti e ela suspirou, me abraçando mais uma vez.

─ Silena, eu não estou nem aí se sua alma é negra e seu sangue maldito, eu só sei que te amo e preciso de você comigo. ─ As palavras saíram de minha boca sem pensar.

O sorriso de Lena foi tão verdadeiro e lindo que tive vontade de congelar o tempo nesse exato momento.

─ Eu também te amo Charlie. Mas existem coisas que precisam ser feitas para que tudo acabe bem... ─ Ela disse isso e me beijou.

Eu nunca pensei que pudesse sentir algo assim por alguém. Mas Silena conseguiu me mostrar uma parte desconhecida pra mim. um Charles que só existia com ela.

Eu havia feito uma promessa precipitada, mas eu confiava totalmente em Lena, tenho certeza de que ela tem seus motivos.

Ela parecia tão assustada que achei melhor não discutir por agora. Teríamos tempo para nós dois ainda.

─ O seu celular tocou, interrompendo nosso beijo e eu gemi frustrado, fazendo Lena sorrir. Só por isso valeu a pena.

Ela ouviu durante alguns minutos e eu vi sua expressão se transfigurar: do sorriso doce que eu tanto amava para uma careta de angústia e apreensão. Ela se levantou do me colo e me olhou ansiosa.

─ Grover, me espere aí. Eu vou buscar Juníper, mantenha Liesel segura. ─ Ela desligou o telefone e me beijou mais uma vez. ─ Não pergunte nada e não me siga.

E então, ela saiu correndo o laboratório, me deixando mais tonto que antes.

Notas finais
Bom, capítulo não revisado, perdoem errinhos bobos. Reta final, gente quem não comentou é a hora ;) tenho 60 leitores fantasmas '-' Link da fic: http://fanfiction.com.br/historia/402050/A_Viajante Mais uma vez, obrigado meu leitores maravilhoso que comentam u.u E desculpem eu ser chata por causa dos comentários... :/ Mas poxa, eu tô sem tempo, fiz o capítulo correndo, mas caprichei o máximo que eu pude beijim