Is Only You... Forever

8 ... deixa alguns rastros... (part II)


Notas iniciais
Aqui ta o cap que eu fiz voces esperarem uma madrugada toda, sorry, tava sendo uma boa pessoa, lendo e mandando reviews ajudando as fics novas. Homenageio esse cap a Manu, que le a minha fic e me manda reviews (te amo sua fofa ~le abraça~).
Divirtam-se me esquartejando =D

Veronica's POV


Depois que a Zoe saiu, eu desliguei o fogão e chorei horrores. O lápis preto que eu tinha colocado antes deixou marcas em toda a minha bochecha e meu cabelo apontava para todos os lados. Trouxe o Sansão para dentro e fiquei o abraçando sentada no sofá, deixando manchas pretas no seu pelo branco.

Meia hora depois eu tomei coragem e liguei pro Harry.

– Alô? — ele atendeu com varias risadas atrás dele.

– Harry? — falei com a voz trêmula.

– Ve? Ta chorando?

– Não! To praticando pra quando eu ficar triste.

– Pesadelos?

– Não, a Zoe — ele parou um pouco e tudo ficou em silencio no outro lado da linha — Harry? Ta ai?

– To, o que ela fez contigo bebê?

– Me chamo de idiota anti-social quando eu tentei falar uma coisa.

– Do Henry né? Ela falou pra gente. Nem se preocupa, ela só tava brincando.

– A gente nunca brigou muito Harry! — desandei a chora de novo e puxei o Sansão pra mais perto.

– Mas ela disse que não tava falando sério — ouvi um estralo vindo do telefone — AI!

– O que deu?

– Nada, a gente vai entra no cinema agora. Mas fica bem ta, pequena?

– Vo tenta — e ele desligou o telefone. O problema é que eu não consegui. Chorei mais um pouco e fui pro banheiro no segundo andar. Mas lembrei que eu dei minha navalha pro Harry na quarta e prometi não comprar outra e não me cortar, então fiquei tentando faze a tontura passa.

O Sansão começou a lati lá em baixo feito um louco, e ele nunca lati. Eu fui desce pra ver que tava acontecendo e ele tava em modo de ataque, rosnando e mostrando os dentes pra cozinha.

– SANSÃO, PARA! — ele não me obedeceu, continuou rosnando pro nada — EU MANDEI PARA. VAI SE DEITA NO SOFÁ — ele finalmente olhou pra mim e correu pro sofá, mas nao tiro o olho da cozinha um único segundo. Eu caminhei hesitando até a metade, depois que eu olhei pros lados e quando tive certeza que não era nada me virei. Tudo ficou escuro e depois disso eu só me lembro de uma mancha preta vindo na minha direção.

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Niall's POV

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Eu fiquei em casa em vez de ir pro cinema, eu iria ter que convida a Ve pra faze dupla comigo, mas eu tinha vergonha e resolvi não ir, e ela acabou não indo também. Eu tenho uma queda enorme, ou melhor, um abismo pela Ve. Acho que ela foi feita pra mim. E tinha o Sansão, que me tratava melhor do que qualquer um de nós cinco.

Eu tava comendo um sanduíche de frango que eu achei na geladeira e fiquei vendo um filme deprimente sobre um cara que enlouquece e acho que a namorada dela tava traindo ela, nem lembro o nome, quando ousso meu telefone toca na mesinha do abajur. Era a Ve. Porque ela tava me ligando?

– Ve? — eu falei

– Ni-niall, ni-ni-ninguem ta atendendo o-o celu-lar — ela falou entra solução — cha-chama a ambulância pra c-cá – alguma coisa caiu e não ouvi mais nada.

– Aconteceu alguma coisa? — disse preocupado já colocando um casaco. Ninguém respondeu – Ve, aconteceu alguma coisa? — Sem resposta. Agora eu fiquei assustado. Desliguei o telefone e voei indo pro carro.

Atravessei as poucas ruas que eram entra a casa da Ve e o meu apartamento em menos de cinco minutos. Quando eu cheguei na casa da Ve, encontrei a porta aberta e o Sansão patrulhando a rua de um lado pro outro. Ele olhou pra mim rosnando quando desci do carro mas logo me reconheceu, agarrando a manga do meu casaco e me levando pra dentro da casa.

Quando entro, Sansão volta pra rua e encontro Ve deitada de pijama numa possa do próprio sangue com a camiseta branca manchada de vermelho, com olhos fechados, bochechas com traços negros de choro e o telefone caído.

– Ve? — entrei em choque, cheguei a senti a cor saindo do meu rosto, corri me ajoelhando ali mesmo, nem me importei de ficar sujo de sangue, Segurei ela no meu colo, balançando e chorando muito — VE! NÃO ME DEIXA VE! FICA COMIGO! — não para de não embalar e chorar com a cabeça grudada na dela. Não me importava se nós não éramos namorados, eu beijei ela muitas e muitas vezes, até consegui parar de tremer, pegar meu telefone e discar pro 190.

– 190, qual é a sua emergência — ouvi a voz de uma mulher que devia ter umas 40 anos atrás da linha.

– Minha amiga foi esfaqueada na Sant Monica Street, nº 527 — disse entre soluços — mandem uma ambulância o mais rápido possível.

Não esperei ela me dar uma resposta. Desliguei o telefone e guardei no bolso. Segurei com uma das mãos o rosto da Ve a beijando de novo.

– Euprometo - sussurrei com a testa colada na dela — que se você sobreviver, eu nunca vou te deixar sozinha de novo, nunca.



Notas finais
Qua'chorei escrevendo véi. Mas agora eu vo fugi pras montanhas antes que ces me matem. Se eu sobrevive, eu posto o proximo cap daqui a poco. Erros ortograficos só avisa que eu pareço uma analfabeta e sempre tem alguma coisa escrita errada -.-'