Notas iniciais
HEY!!! Chegay com mais um capitulo para meus amores! Quem sentiu minha falta? Cri cri cri kkkkkkkkk. Parei. Então, queria dizer que fiquei MEGA MEGA feliz com os comentários e pedir que vcs continuem assim, me fazendo feliz, ok? BOA LEITURA.

Capitulo 34

POV Pedro

Desci as escadas da Ribalta balbuciando palavrões destinados a mim, Luara e todos seus ancestrais. Que garota mais cínica, se fazendo de amiga pra depois me agarrar. Mereço!
Vou correndo falar com a K, não vou deixar esses... esses... ridículos nos separarem. Não mesmo.
Depois de assistir duas aulas da ribalta eu não aguentei e sai dali.
Não queria olhar para a cara de Luara.
Atravessei a praça correndo e abri a porta, subi as escadas da casa da minha namorada e bati na porta, mas ninguém me atendeu, bati de novo e de novo e nada, quando já ia descendo, ouço a porta destrancar revelando minha namorada só de toalha com os cabelos molhados e um sorriso inseguro.

– Oi. — Falei tímido e com medo que a K me jogasse das escadas e depois fosse me chutar quando eu já estivesse lá em baixo. [frouxo sim ou claro?]

– Se veio pra brigar comigo, pode ir embora. — Falou somente fechando a porta na minha cara, mas fui mais rápido e a segurei (a porta não a K) com o pé.

– Não, obvio que não vim pra brigar. Fiquei malzão de ter brigado contigo, amor. Você me desculpa? — Sorri pidão me encostando na batente da porta.

– Você é quem tem que me desculpar por não ter acreditado em você. — Ela me abraçou. "Mas eu também não acreditei em você!" Mas é claro que eu não disse isso! K esfregaria minha cara no chão e depois iria bater em Luara, não que ela nao merecesse, mas sou contra violência.
Mesmo sendo um abraço carinhoso e inocente, eu não pude impedir alguns pensamentos maliciosos, destinados a K. Poxa, minha namorada (mega gostosa) esta abraçada em mim, só de toalha. Cara, eu sou homem. [será? Kkkk brinks]

K cortou o abraço e sorriu pra mim.

– Em que mundo você esta, Pedro? — Perguntou.

– O quê? Como assim?

– Eu falei com você, e você nem tchun.

– Tchun? — Perguntei. K riu marota e me deu um selinho.

– Nem tchun, nem aí. — Explicou.

– Ah! — Eu ri. — E o que você disse que eu não escutei?

– Falei pra você entrar, que eu vou vestir uma roupa, para conversarmos melhor. — ela abriu a porta por completo, para que eu entrasse e assim fiz, entrei e me joguei no sofá, K foi indo para o quarto vestir uma roupa. (Que pena!)

– Cade seu pai?

– FOI PRA ACADEMIA! — Ela gritou de longe. Menos mau.


Alguns minutos depois K reapareceu na sala, trajando um shorts preto de malha, bem colado, realçando sua bunda (e que bunda), e uma blusa meio larga dos simpsons que deixava aparecer parte do seu top, sexy, na minha opinião.

– Fiu fiu. — Assobiei. K corou na hora e eu ri de sua timidez.

– Pára, Pedro. — Pediu ainda vermelha.

– Ah, vem cá, K. — Eu a puxei para meu colo. — Foi só um assobio eu nem te chamei de gostosa, mesmo você estando, muito. — recebi um tapa certeiro no braço, gemi um pouco, mas tapa de amor não dói. [haha]

– Bobo.

– Linda. — Sorri a fui para beija-la mas K desviou. [Karina bipolar mode on] — O que foi? — Perguntei.

– Você me desculpou, eu te desculpei, mas eu não esqueci o que você fez!

– E o que foi que eu fiz?

– Me expulsou da Ribalta e defendeu a Luara! — K disse Luara com uma voz estranha, eu ri, e logo me seguida recebi outro tapa.

– Au! — Reclamei. — Desculpa, tá? Eu só não queria brigar. E eu não defendi a Lu.

– Lu é o caralho. — K falou nervosa. Juro que fiquei com medo. Mas tive vontade de rir.

– Luara, desculpa. — Pedi.

– Você defendeu aquele coisa, sim!

– Já pedi desculpa, ok? Nunca mais vou defende-lá. Juro.

– Ah, então você admite que a defendeu? — K se levantou na velocidade da luz e me encarou.

– Não! Não, eu só queria finalizar a conversa sobre ela.

– Pedro Ramos, eu estou de olho em você. — K falou fazendo um gesto com as mãos tipo "tô de olho".

– Você pareceu seu pai falando. — falei sorrindo. K me acompanhou e voltou a sentar no meu colo.

– Agora posso saber o motivo qual você me perdoou tão rápido? — Ela me perguntou. Engoli em seco. Não quero falar pra K que a Luara gosta de mim. Ela vai ficar uma fera e jogar na minha cara que me avisou.

– Er... er... Por que eu não aguento ficar brigado com você, oras. — Sorri convincente. K pareceu acreditar por que sorriu também. — Mas olha, eu não quero você conversando com o Marcos, ok?

– Eu não quero papo com ele, fica tranquilo.

– Babaca.

– Falso. Mas vamos parar de falar dele? — K sorriu engraçado.

– O que foi? — Perguntei desconfiando daquele sorriso.

– Hoje não tem chocolate? — Perguntou. Que draguinha! Eu comecei a rir.

– Você não existe! — Ri mais um pouco, mas percebi que K nao estava rindo. — O que foi?

– Queria chocolate. — Ela fez bico.

– Oh, que tal irmos tomar um milk shake de chocolate, hein?

– Não. Milk Shake me lembra sua ex. — Ela cruzou os braços.

– Bolo de chocolate? Pavê de chocolate? Musse de chocolate?

– Eu estava brincando, Pedro. Ainda tem chocolate. — Ela riu. — Acho que vai demorar acabar.

– Então vamos comer! — Falei me levantando e quase jogando minha namorada no chão. Mas a segurei a arrastei para a cozinha.

– Tive uma idéia. — K falou.

– Diga.

– Tem sorvete. Que tal derretermos uma barra e fazermos calda quente?

– GRANDE IDÉIA! — Me animei.


E assim fizemos, K pegou uma barra de chocolate, cortou em alguns pedaços e colocou no microondas para derreter, uns minutinhos depois só havia chocolate derretido na vasilha.
Pegamos dois potes (grandes, claro) e enchemos de sorvete, jogamos a calda por cima e tcharam. Uma verdadeira bomba de gostosura. Comemos sentados no sofá assistindo algum programa aleatório.

– Meu deus. Acho que vou explodir. — Disse K com a mão na barriga. Sorri.

– Quem diria, Karina Duarte cheia. Meu pai, é um milagre. — Debochei e mais um vez levei um tapa.

– Cala a boca.

– Amor, os tapas estão ótimos, mas tenho que ir. Vou ver se assisto ao menos a ultima aula. — Falei me levantando.

– Tudo bem, só espera eu trocar de roupa.

– Pra quê?

– Vou no QG. — Ela gritou já correndo pro quarto. Esperei alguns minutos e logo K entrou na sala. Ela trajava um shorts jeans, não muito curto, uma regata do Guns N Roses preta e no pé um all star.

– Uau. — Falei. — Pra que isso tudo?

– Ah, pára. — Ela sorriu encabulada. — Vou chamar o Cobra para sairmos.

– Hum. E seu namorado aqui você não chama né?!

– Pára de ciúmes, tuti. — Ela me abraçou. Não resisto a ela, ainda mais quando me chama de tuti.

– Tudo bem, vamos logo, antes que eu te agarre aqui. Cê ta muito gos... linda com essa roupa.

– Obrigada. Vamos. — Descemos as escadas rapidamente e paramos na praça.

– Nos vemos a noite? — perguntei.

– Claro. Te espero aqui na praça.

– Não. Que tal você ir jantar no perfeitão? — Sugeri.

– Oba! Comida. Vou sim. — Ela riu animada.

– Tchau minha draguinha. — Dei-lhe um beijo, calmo, mas com pegada.

– Tchau, Tuti.


POV Karina


Fui em direção ao QG, queria conversar com cobra e perguntar por que ele faltou a aula de hoje. Atravessei a rua e entrei no QG recendo uma, péssima, surpresa.

– O que ele esta fazendo aqui? — Perguntei olhando para Cobra que conversava com Marcos.

– Oi, K. — Cobra me cumprimentou ignorando minha pergunta.

– Respondi.

– Ue, K. O Marcos é meu amigo, ele veio conversar.

– Manda ele ir embora, agora. — Pedi.

– Ow, não vamos ignorar o Marcos aqui. Vocês falam como se eu não estivesse presente. — O duas caras se entremeteu.

– Cobra. — Falei.

– Cara, é melhor tu ir. Não sei o que você fez com ela, mas eu já não gostei. — Disse Cobra.

– Eu não fiz nada, valeu? Mas tudo bem, eu vou. — O idiota foi saindo. — Tchau K. — Falou e depois fechou a porta. Xinguei todas a gerações futuras dele. Que desgraçado.

– Pode começar. — Cobra falou já puxando uma cadeira.

– Aqui não. Eu quero sair.

– Pra onde a madame quer ir?

– Qualquer lugar. — Sorri.

– Então, ok. Só vou trocar de roupa, por que não vou sair como um mendigo quando minha melhor amiga esta parecendo uma modelo. — E ele desapareceu atras da cortina que dividia o QG de sua "casa".

– Imbecil. — Balbuciei.


Alguns, longos, minutos depois Cobra voltou para a loja, ja arrumado, ele trajava uma calça jeans escora e uma camisa preta com escritas em branco. Seu perfume exalava.

– Vai a onde, gato? — Perguntei fingindo mascar um chiclete.

– Encontrar um gatinho. — Ele incorporou a bicha.

– Ui. — Nos rimos.

– Vamos logo, antes que fica a noite. — Ele passou o braço no meu ombro e me puxou pra si de dando um beijo ma testa. Saímos do QG, assim, grudados.
Quando Cobra esta trancando a porta eis que surge um furacão, chamado Jade.

– Que lindo! Os dois amantes já vão se agarrar em algum lugar? — Ela perguntou. Senti meu sangue ferver. O Cobra que me seguro, se não eu não respondo por mim.

Notas finais
É muiito barraco, Brasil. Kkkkkkk. O que será que a K vai fazer? Kkkkk aguardem, pq nem eu sei ainda kkkkkkk. PERGUNTINHA!!! Quem aí ja comprou os lenços e o chocolate? Eu ja. Pq essa semana vai ser de matar qualquer um. Meus dois casais vão se separar, algum me "helpa"? Ja quero a reconciliação Perina e Cobrade, obrigada de nada. BEIJOOCAS! E comentem.