Irresistível Atração
2 Olhos Bicolores
Notas iniciais
Título: Irresistível Atração
Autora: Toynako
Anime: Katekyo Hitman REBORN!
Casal: Dino x Hibari
Classificação: +18
Gênero: Yaoi / Lemon — Universo Alternativo
Criada em: 18/07/09
—x.I.x––
Irresistível Atração
O vampiro daquela cidade acabara de ter sua primeira refeição do crepúsculo, já pensando no próximo a servir de alimento. Porém estranhava o fato que nesta noite sem luar, o caçador que sempre o seguia não tinha aparecido para atormentá-lo.
Em todo caso, não ligava muito para isso. Sabia que humanos se enjoavam das coisas com uma rapidez surpreendente, talvez pelo fato de possuírem uma vida tão curta.
Saiu lentamente daquele beco no qual tinha levado sua janta, deixando esta jogada no canto, em quanto arrumava sua roupa e limpando sua boca levemente manchada de tons vermelhos.
“Ainda tenho fome...” – pensou Hibari, tomando rumo à rua no qual sabia que sempre tinha presas fáceis.
Uma brisa mórbida passou por si, o fazendo parar de andar, olhou para cima, intrigado por aquela sensação que possuía. Parecia que algo de ruim iria acontecer. Estranhou quando um ser, como os da sua raça, pousou ao seu lado.
“— Há quanto tempo... Hibari.”
“— ...” – o moreno olhou, mesmo já sabendo de quem se tratava antes mesmo de fazer tal fato “— Rokudo Mukuro...” – vociferou o nome deste, controlando sua raiva.
“— Voltei para a cidade...” – aproximou-se felinamente do menor “— Sentiu minha falta?” – sorriu provocante.
“— Afaste-se ou o morderei até a morte!” – alertou, já segurando suas tonfas.
“— Calma.” – provocou “— Só vim aqui para ver sua maioridade. E te devorar quando esta acontecer.”
“— Desgraçado...” – estreitou o olhar.
“— Mas notando agora...” – aproximou-se mais, ignorando o olhar furioso sobre si “— Sinto um cheiro estranho em você...” – fora sua vez de ficar zangado “— Eu conheço esse tipo de cheiro...”
Com uma velocidade absurda, Mukuro joga Hibari na parede, quase como se este fosse apenas uma boneca de trapos, prendendo forte suas mãos ao lado da cabeça, não o deixando se mover mais.
“— Eu desapareço por poucos sessenta anos, e quando volto, sinto cheiro de outro em você?” – bufou e raiva “— Como ousa esfregar-se com um homem, sem minha autorização?”
“— Me larga desgraçado!”
“— O que está acontecendo aqui?” – falou Dino, aparecendo no local.
“—Nada que te interessa...” – respondeu Mukuro, com seu típico tom zombeteiro, não se afastando do menor.
“— Se afasta!” – grunhiu Hibari novamente, tentando com todas as suas forças fazer tal fato, não conseguindo.
“— Acha que um bebezinho como você, pode algo contra mim?”
Os olhos bicolores de Mukuro brilharam intensamente, com ódio por sua propriedade ter sido tocada por mãos de outro. Aproximou-se mais, respirando fundo, deixando seus sentidos captar o cheiro estranho que estava neste.
“— Ele disse para largar!” – mandou Dino, puxando-o pelos ombros, mas não conseguiu.
Sacou sua arma, segurando seu chicote pronto para desferir o golpe, mas para quando nota o outro vampiro afastar-se do menor.
“— Esse cheiro...” – falou, olhando para o loiro de modo divertido em seguida “— Vem de você...” – notou, falando com uma voz tão mortífera que fez até mesmo o experiente caçador tremer levemente.
“— O que você é dele?” – Dino quis saber, notando Hibari afastar-se cada vez mais deste, aproveitando o momento de distração.
“— Eu?” – soou irônico “— Não sou nada.” – continuou “— Ele que é meu.” – avisou, desviando seu olhar para o menor, que já estava mais atento e em posição de ataque “— Mas parece que andou me fazendo coisas que não devia...”
“— Desgraçado. Pensei que tinham te prendido...” – comentou Hibari, indo para mais perto do loiro.
“— Como se caçadores inúteis fossem nos prender por muito tempo.” – revirou os olhos, com descaso “— Tive meus meios.” – sorriu sensual.
“— Fugiu!?” – Dino deu um passo a frente “— Por acaso você é Rokudo Mukuro?”
“— Um caçador?” – riu irônico olhando para o loiro, ignorando a pergunta deste “— O que acha que pode fazer contra mim?”
“— O levarei de volta a prisão!” – avisou Dino, dando uma chicotada em direção a este.
Misteriosamente o golpe parece ter passado por este, como se fosse apenas uma ilusão. O italiano olhou com raiva para o sorriso de descaso no rosto daquele vampiro. Tentou atacar novamente.
“— Cansou caçador?” – falou sarcástico, quando este parou de tentar acertá-lo “— Agora é minha vez...” – com um pequeno gesto, um tridente se formou a sua frente “— Morra.” – mandou, indo com a arma para cima deste.
O loiro tentou se mover, sentindo como se algo prendesse seu pé, olhou rapidamente para o chão, estranhando de onde poderiam ter surgido aquelas correntes em volta de seu tornozelo. Olhou para frente novamente, vendo o ataque em sua direção, sabendo que não teria como esquivar deste.
Quando o caçador ia ser acertado, Hibari intromete-se no meio do ataque, fazendo Mukuro parar o golpe no mesmo instante. Este olhou feio para os dois, recuando um passo logo depois.
“— Quer morrer, caçador?” – falou baixo Hibari, ainda parado na frente deste.
“— Como?”
“— Se não quiser, cale a boca e fique parado.” – avisou o menor, sem nem olhar para este. Seus olhos estavam fixos no vampiro inimigo à frente “— Não importa o que queira, Mukuro...” – deu um passo em direção a este, notando que este recuou um “— Ainda não pode me tocar... Não possuo cem anos.”
“— Por pouco tempo.” – deu uma risadinha típica sua, antes de seu corpo desaparecer como nuvem “— Mas, aguarde...” – soou apenas uma voz, de modo baixo.
“Foi embora...” – pensou o menor, guardando suas tonfas.
“— Hibari...?” – chamou o loiro.
“— Fique quieto...” – rosnou baixo, virando-se para este.
“— Mas... –” – não pôde falar, fora jogado de frente na parede, batendo de leve seu rosto nesta.
“— Seria um desperdício, alguém com um cheiro tão inebriante, morrer tão cedo.” – falou Hibari, ficando nas pontas dos pés “— Me deixa te morder...” – sussurrou, afastando com uma mão o cabelo loiro, beijando a nuca deste “— Ainda tenho fome...” – prensou-o mais a parede.
“— Ahw...” – sorriu satisfeito “— Não me parece ser isso o que realmente quer...” – falou virando-se, abraçando-o rente ao seu corpo “— Você quer sentir aquilo novamente...” – suas mãos pousaram ambas na bunda deste, apertando com gosto, fazendo este tremer de surpresa “— Quer sentir bem mais daquele prazer...” – provocou.
“— Só quero seu sangue, caçador.” – avisou, abraçando este pelo pescoço “— Nada mais.”
“— Não adianta mentir, não para mim...”
Hibari mal teve tempo de retrucar algo, pois seus lábios foram atacados sem motivos ou avisos. Mas o que realmente o intrigava era que agora, sem estar sobre o efeito forte do sangue, ainda se entregava aquele beijo molhado que o levava.
Talvez fosse pelo cheiro tão único que sentia naquele humano, talvez pelas mãos ousadas que o apertavam em todas as partes ou talvez aquela língua tão excitante que bailava em conjunto com a sua.
De fato, os motivos ele ainda não conseguia encontrar, todavia, sentia como se cada vez mais quisesse experimentar aquela sensação tão tentadora.
“— Ahnwm...” – gemeu baixinho Hibari, assim que suas bocas se separaram “— Me largue...” – falou manhoso, ainda abraçado fortemente ao outro.
“— Não...” – suas mãos passaram apertando toda a costa, subindo até que as pousou em seus cabelos, empurrando a cabeça novamente em sua direção para beijá-lo.
E assim o fez, satisfeito em ver o empenho que o vampiro tinha em acompanhar aquele beijo arrebatador. Jubiloso pela entrega tão provocante do outro em seus braços. Tinha algo naquele vampiro, que realmente chamava sua atenção, que o fazia querer proteger e domar ao mesmo tempo.
“— Di-Dino...” – gemeu baixo o nome deste, quando suas bocas se afastaram novamente “— Larga...” – falou baixo, porem fazendo nada para se afastar. O corpo contrariava suas palavras “— Aqui não...”
O loiro olhou em volta, realmente não era um lugar muito adequado para aquilo, apesar da rua ser pouco movimentada, curiosos ainda poderiam passar. Sorriu, soltando o moreno de seus braços, oferecendo-lhe uma mão.
“— Vem cá.” – convidou sensualmente, ainda com a mão estendida.
“— ...” – abaixou o rosto, escondendo a vermelhidão deste, enquanto segurava a mão do caçador, deixando-se ser levado para onde este quisesse.
Se quisesse poderia simplesmente sair do lugar, e deixado aquela mão estendida sem respostas. Mas aquele humano, possuidor de um sorriso tão belo, o fez mal pensar em sair. Quando realmente deu por si, já tinha segurado aquela mão quente e acolhedora estendida em sua direção.
O loiro andou lento pela rua, segurando forte aquela mão pequena, que mesmo sendo um pouco gélida, ainda assim era muito boa de ficar segurando. Olhou rapidamente para seu relógio no pulso, sorrindo em saber eu não era muito tarde.
“— Quer ir para o meu apartamento...?” – indagou ao menor, parando e virando-se para este, aguardando a resposta.
“— Eu...” – corou absurdamente “— Não. Eu estou com fome...” – falou, virando o rosto.
“— Tenho bolsas de sangue lá... Tecnicamente era para eu estar te alimentando com elas...” – falou sorridente.
“— Tenho cara de cachorro ou gato, para você ter que alimentar?” – perguntou friamente, não esperando a resposta “— Não gosto de sangue frio...” – aproximou-se, lentamente “— Mas se me prometer que me dará o teu...”
“— Já te disse e provei que te darei coisas muito melhores...” – maliciou, tocando de leve com sua outra mão a face do menor “— Quer ir ao meu apartamento...” – perguntou novamente.
“— ...” – engoliu seco, por mais estranho que parecia ser, sentia-se tentado a ir com o loiro “— Não.” – avisou “— Eu estou com fome...” – virou o rosto de vergonha.
“— Certo...” – o caçador deu um suspiro, olhando melhor em volta, sorrindo ao ver um beco “— Vem.” – falou, guiando-o para aquele lugar.
Assim que chegaram lá, o loiro tratou de puxar o moreno para si novamente, beijando-o de uma forma extremamente lenta, saboreando cada canto daquela boca pequena com sua língua.
“— Nhw...” – gemeu baixinho Hibari, assim que o beijo terminou, descansando sua cabeça no ombro deste.
“— Seja meu namorado...” – pediu, adentrando com suas mãos na camisa do moreno, massageando sua barriga “— Seja meu, só meu...” – beijou-lhe os ombros, mesmo sendo por cima do tecido da roupa.
“— Me dê seu sangue...” – pediu também, lambendo-lhe o pescoço.
“— Não.” – respondeu de imediato, abrindo os botões da camisa do pequeno, deixando esta cair um pouco dos pelos braços.
“— Então... Não para seu pedido também...” – sussurrou aos nos ouvidos, mordendo levemente o lóbulo da orelha.
O maior apenas sorriu, retirando a camisa do menor, jogando-a no chão próximo onde estavam. Encostou-o na parece, não tardando em começar a beijar seus ombros e pescoço, escutando pequenos ofegos do ser da noite.
Suas mãos apertavam todos os lugares expostos, apertava-os de modo curioso e atrevido, enquanto sua boca descia lentamente com beijos e lambidas, dos ombros para o peito, indo para um dos mamilos, apertando-o um pouco forte entre os dentes.
“— Ahn!” – gemeu, jogando a cabeça para trás e fechando os olhos, arrepiando-se pelo prazer sentido.
Repetiu novamente o processo, alegre com outro gritinho de prazer escutado, para só depois beijar com insistência daquela sensível área, vendo-a ficar avermelhada pela insistência em que ora beijava ora sugava.
Continuou descendo com seus beijos, passando com lambidas e pequenas mordidas pela barriga, parando no umbigo para enfiar a língua ali, de modo ousado.
“— Hunw.” – levou suas mãos aos cabelos loiros, entrelaçando seus dedos nos fios tão sedosos que este possuía.
O caçador apenas continuou, ajoelhando-se no chão, sorrindo maroto ao ver a ereção que aquela calça tentava, inutilmente, ocultar. Levou suas mãos ao cós desta, retirando-a lentamente, olhando fixo para as expressões que o menor fazia.
Parecia que Hibari tinha se abandonado, deixando ficar a mercê daquele loiro, deixando este fazer o que quisesse. Respirou fundo, quando sentiu suas calças serem abaixadas junto com sua roupa íntima.
Atreveu-se a abrir os olhos olhando para baixo, deparando-se com o olhar quente que o maior tinha direcionado só para si. Envergonhou-se por ter se permitido dar tanta trela para aquele caçador, mas o fato é que de alguma forma não conseguia resistir a esse.
“—Ahnnw!” – gemeu baixo, já antecipando o prazer daquelas mãos em uma área tão sensível “— Dino...” – ofegou o nome deste, quando sentiu as mãos deste em volta de seu membro.
“— Farei algo melhor dessa vez...” – sorriu luxurioso.
Aquele humano era realmente tentador. Resistir a algo parecia completamente fora de lógica. Não havia sentido em nada que acontecia ali.
O loiro apenas continuou com aquele sorriso no rosto, não tirando seus olhos do rosto do menor, notando que este fazia o mesmo consigo. Lambeu os lábios, lambendo em seguida a ponta do membro do menor, notando um visível estremecer deste.
Segurou firme a base do membro do moreno, começando a lamber e beijar toda a extensão languidamente, deliciando-se com os gemidos mais altos que escapavam deste. Enquanto via seu rosto afogueado, a boca entreaberta por onde os gemidos não paravam de sair.
Lambeu mais os lábios, abrindo sua boca e acomodando aquele membro dentro, sugando-o forte.
“— Ahhhhnw!” – agoniou-se com o prazer recebido, segurando com mais firmeza nos cabelos loiros do outro, não ligado se machucar este ao fizer isso.
O caçador apenas intensificou tudo, enquanto suas mãos deslizavam pelas coxas, apertando-as provocadamente, sentindo o leve tremor que se passava por estas.
“— Está gostando, Kyoya...?” – perguntou malicioso, parando o que estava a fazer.
“— Por que parou, caçador desgraçado?” – tento fazer um tom ameaçador, inutilmente, sentindo sua respiração descompassada.
“— Por essa resposta, parece que sim.” – sorriu diante do que parecia uma súplica, voltando ao que fazia.
Não tardou muito e o moreno não aguentou a tudo aquilo. Gemeu alto, aliviando-se daquele prazer avassalador, que faz o corpo arder em brasa. Respirava lento ainda, sentindo beijos molhados em sua coxa.
Quando pensou que aquilo tinha acabado, sente-se ser virado, ficando com a cara na parede, olhou estranhando sobre os ombros, vendo Dino ainda ajoelhado atrás de si.
“— O quê...?” – indagou intrigado pelo sorriso tão mal-intencionado que o humano tinha.
“— Eu também quero... É injusto que só você se de bem...” – avisou, mordendo de leve uma das nádegas “— Preferia fazer isso com mais calma... Mas essa sua cara me deixou muito aceso...”
“— Eu...” – não sabia se deixava continuar ou se parava ali.
“— Prometo ser gentil...” – avisou.
“— Melhor não...” – abaixo a cabeça, lembrando-se de algo que poderia ser perigoso mais para frente “— Se eu ficar mais com seu cheiro... Mukuro fará alguma coisa contigo.” – alertou, temendo que algo de mal aconteça com o caçador.
“— Não ligo para ele.”
“— Mas eu sim, sei muito bem o que ele pode fazer...” – abaixou-se, ajoelhando-se no chão, ficando cara a cara com o loiro.
“— Preocupado comigo?” – falou sorridente e alegre.
“— ...” – avermelhou-se novamente “— Não quero que nada aconteça com seu sangue... Eu o quero muito.”
“— Tudo bem...” – deu um suspiro meio frustrado “— Deixo para a próxima... Eu consigo aguentar...”
Hibari permitiu-se sorrir para o caçador, dando um suave beijo em sua bochecha antes de se levantar do chão, vestindo sua calça.
Dino continuou no lugar, sorrindo pelo beijo dado espontaneamente do outro. Respirou fundo, acalmando seu corpo, ou pelo menos um pouco. Olhou para o lado, vendo o vampiro terminando de vestir sua camisa.
“— Anda logo.” – avisou o menor, já completamente vestido.
“— Certo.” – levantou-se, batendo na calça para tirar a poeira “—Mas da próxima vez que seus gemidos me deixarem neste estado, você terá que fazer algo.”
“— Eu?” – olhou com indagação para o meio das pernas deste “— Na próxima vez eu faço algo... Agora quero comer...” – falou, já saindo do beco.
—X—
Mukuro saiu de fininho do alto do prédio, não acreditando no que seus olhos viram. Realmente aquele cheiro era daquele caçador imundo... Como este poderia se atrever a tocar em uma propriedade sua.
“— Pensei que iria me aguardar puro, até o dia que eu fugisse daquele lugar...” – resmungou enquanto saltava de prédio em prédio “— Falta pouco para eu te devorar...” – falava para si mesmo “— Pensando bem...” – parou de saltar, ficando parado em cima de uma casa “— É mais fácil, me livrar daquele caçador primeiro.”
Voltou a pular mais pelos prédios, só que dessa vez, mais rápido. Chegou quase instantaneamente em seu esconderijo. Um parque abandonado. E assim que entrou fora recebido por seus subordinados.
“— Ken, Chikusa.” – chamou-os.
“— Mukuuuuroo–san!” – apareceu o loiro, feliz por este ter voltado.
“— Olá Mukuro–sama...” – o moreno também apareceu feliz também, porem mais recatado que o outro. Não deixou se transparecer tanto quanto Ken.
“— Tenho trabalho para vocês...” – avisou, sorrindo sarcástico “— Procurem o novo caçador e o mate.”
“— Certo.” – avisaram os dois juntos.
“— Mas se vocês não conseguirem com ele... Voltem.” – avisou, vendo o sorriso do loiro direcionado para si “— Eu não quero humanos gemendo de dor perto de mim...” – falou por final, vendo o sorrido de Ken desaparecer.
“— Já vamos então... Vamos, Ken.” – avisou Chikusa, saindo do lugar, sendo seguido pelo loiro.
“— Nada ficará em meu caminho...” – pronunciou quase mórbido, adentrando mais no lugar.
CONTINUA
(08/09/09)
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