Irresistível Atração

4 Olhos Assustadores


Notas iniciais
Notas finais do capítulo foram atualizadas (2020) se puderem dar uma lida ao terminar, agradeceria!

Título: Irresistível Atração

Autora: Toynako

Anime: Katekyo Hitman REBORN!

Casal: Dino x Hibari

Classificação: +18

Gênero: Yaoi / Lemon — Universo Alternativo

Criada em: 18/07/09

—x.I.x––

Irresistível Atração

Hibari não vira o caçador nesta noite, a última vez que o vira fora naquela noite chuvosa do dia anterior. Estava com vontade de ir procurá-lo novamente, como fizera da última vez, mas desta vez seu orgulho estava falando mais alto.

“— Dino...” – mal notou que falou o nome deste, enquanto largava o pescoço da sua terceira janta.

Seu peito doía, como se alguma coisa estivesse errada. Todavia, preferia ignorar esta sensação, afinal, poderia ser apenas por causa da sua maioridade na noite seguinte. Não teria que se preocupar por nada, não havia nada errado, pelo menos era o que pensava.

O loiro apenas poderia estar ocupado demais, ou já tenha até desistido dele, já que seria adulto em um dia, não precisaria mais de uma ‘babá’, quem sabe a Associação dos Caçadores tenha o mandado para outro vampiro.

“— Aquelas palavras eram falsas...?” – indagou baixo, saindo do beco no qual estava; esquecendo mais uma pessoa ali “— Impossível...”

Preferiu parar de ficar se marfinizando pelo não aparecimento do outro. Já era vergonhoso um Vampiro Nobre como ele na noite passada ter ido atrás de um caçador, imagine ficar deprimido pro este não ter aparecido.

Olhou raivoso para outro humano passeando pela rua, não estava mais ligando se agora seria a sua sexta vítima, apenas queria esquecer-se de tudo. Só precisou ir atrás desta vítima, levá-la para um beco e se alimentar novamente...

X

Na noite seguinte, o dia de sua maioridade, esperou e novamente o louro que não apareceu. Aquilo já estava ficando estranho. Fora até o prédio deste, rodeando-o, o cheiro deste ainda vinha daquele lugar, ele não tinha saído.

Engoliu o orgulho e entrou. Afinal, queria muito o sangue daquele humano. Era só isso... Não era?

Dirigiu-se ao andar, indo rápido pelos corredores, já batendo na porta dele assim que a viu. Esperou alguns instantes, mas nenhum barulho de movimentos dentro do apartamento.

Fechou os olhos, apurando os sentidos, concentrando-se em notar qualquer detalhe. Sentia o cheiro deste vindo do lugar, mas não conseguia escutar nada, era como se estivesse vazio lá dentro.

Um tremor de medo o assolou...

Mukuro...” – este fora o nome que ecoou em sua mente, o fazendo abrir os olhos, assustado com seus pensamentos.

Forçou a porta e esta abriu. Tudo parecia estar em ordem se não fosse o guarda–roupa aberto e todas as roupas amontoadas em cima da cama. Sorriu cínico, era aquilo que vinha o cheiro, provavelmente todas as roupas sujas ou limpas estavam ali.

“— Onde ele está?” – olhou pelo lugar, só agora escutando um barulho do banheiro.

Rapidamente fora em direção a este, batendo na porta.

“— Dino?” – chamou o nome deste.

“— Errado...” – soou uma voz fria e sedutora de dentro.

Lentamente Mukuro sai de dentro do lugar, com um daqueles seus sorrisos provocantes no rosto, fechou a porta e ficou em frente ao outro ser.

“— Faltam apenas alguns minutos para a meia noite...” – ele comentou pensativo e meio irônico “— Será meu, assim que isto acontecer...” – melodiou.

“— Onde está o caçador?” – vociferou, pegando suas tonfas e ficando em posição de ataque.

“— Ele?” – seu olhar se estreitou “— Não sei. Mandei meus servos cuidarem dele... Não os vejo desde então.” – começou a rir “— Provavelmente aquele caçador deve estar morto agora.”

“— Vampiro imundo!” – partiu para cima.

O mais velho desviou facilmente, olhando para seu relógio de pulso o tempo todo, curvando os lábios em um sorriso provocante, desviando de todos os ataques que o menor tentava lhe causar. Não poderia contra-atacar, não por hora, mas logo poderia.

“— Faltam apenas três minutos...” – comentou deliciado “— Melhor começar a correr de mim, pois não terei piedade...” – falou malicioso, desviando de outro ataque.

“— Não sou um rato para fugir.” – resmungou, acertando com suas tonfas com força bem no rosto deste.

Mukuro pulou longe para trás, levando a mão na área atingida, sentindo um filete de sangue escorrer de sua boca. Aquele outro vampiro era realmente muito interessante. Lambeu os lábios, olhando para seu relógio.

“— Cinco...” – começou a contagem regressiva, notando o olhar furioso do outro em si “— Quatro...” – voltou a desviar dos ataques, sempre prestando atenção a seu relógio “— Três...” – sorria cada vez mais, com a proximidade de fazer seu aquele vampiro arisco que sempre o repudiou “— Dois...” – lambeu os lábios, criando rapidamente sua arma “— Um...” – gargalhou.

Rapidamente, com uma agilidade absurda, usou o cabo do seu tridente e acertou a cabeça do Hibari. O golpe fora tão forte, que este bateu com tanta força na parede que chegou a quebrar um bom pedaço.

“— Game over...” – falou Mukuro, parado em frente do outro vampiro que havia desmaiado.

X

Lentamente, Hibari abria os olhos, estranhando tudo em volta e uma súbita dor. Olhou melhor ao redor, uma escuridão absurda o rodeava, tentou se mexer, só agora notando estar preso por algo nas mãos e pés.

Suas mãos estavam acima de sua cabeça, olhou na direção, vendo-se amarrado na cabeceira da cama, por algum item de caçadores. Olhou para usas pernas, amarradas do mesmo jeito, só que separadas.

“— Onde... Estou...?” – sentiu sua garganta seca, com uma absurda fome o assolando.

“— Você?” – soou uma voz saindo da penumbra “— Em meu aposento...” – Mukuro o olhou como se fosse a refeição do dia.

“— Desgraçado...” – resmungou, tentando se soltar, só conseguindo se ferir.

“— Ohhh.” – a voz saiu melodiosamente maliciosa “— Agora, vampirinho, eu posso fazer o que quiser...” – avisou, aproximando-se da cama.

“— Afaste-se de mim, ser imundo.” – o encarou com ódio.

“— Não há ninguém para lhe salvar...” – comentou enquanto lambia os lábios, sorrindo de forma quase que diabolicamente “— Aquele caçador já está morto... Não há mais ninguém neste mundo que se importe contigo...” – provocou-o, sentando-se na beirada da cama.

“— Não preciso de ninguém.”

“— Não?” – acariciou-o o rosto “— Vamos ver para quem você pedirá socorro quando eu o torturar...”

Mukuro cravou com força suas unhas na bochecha, fazendo o sangue brotar daquele lugar assim como sair um lindo grito de dor do outro. Aproximou-se mais deste, sentando-se em seu abdômen, vendo o olhar assustado e raivoso deste para si.

“— Agora seu posto de ‘Nobreza’ não vai o salvar mais de um vampiro baixo como eu...” – o mais velho lambeu-lhe a bochecha, provando-lhe o sangue “— Como aguardei por este gosto...”

“— Me solte!” – ordenou Hibari.

“— Cala a boca!” – mandou, batendo-lhe forte em seu rosto.

“— Pensa que conseguirá algo de mim...” – estreitou o olhar “— Está enganado...” – virou o rosto.

“— Veremos...”

O mais velho abaixou-se mais, lambendo novamente o rosto do menor, arranhando-o vez ou outra com suas presas, só para provocar mais dor no outro ser. Deliciava-se com a agonia deste tentando escapar de suas mãos, que deslizavam por seu corpo em uma intimidadora curiosidade, apertando provocando e rasgando a roupa para ter passagem para a pele fria deste.

Hibari mordia os lábios para não deixar sair nenhum som deste, em quanto tentava desesperadamente escapar daquele ser diabólico, todavia não conseguia; suas tentativas só faziam o prazer deste aumentar, e seus pulsos doerem mais.

“— Me largue, estou mandando.” – falou o menor.

“— Qual a parte do, ‘cala a boca’, você não entendeu?” – rasgou quase toda a camisa deste em um único puxão “— Eu é que estou no comando, até a hora de sua morte.”

Mukuro segurou firme outro pelo queixo, o obrigando a olhá-lo, presenteando este com um de seus sorrisos provocante e sensuais, para logo em seguida forçar um beijo neste.

Mesmo tentando virar o rosto, a mão do outro segurava o menor com força. Sentia-se sujo, aquela língua em sua boca era nojenta, odiava o gosto daquele outro ser. Não fez nada, ficou que nem um defunto, deixando-o fazer logo o que queria.

“— Sem reações?” – o maior afastou-se um instante, vendo no rosto do outro nada menos que asco “— Vamos ver por quanto tempo seu corpo pode negar essas sensações...”

Lambeu-lhe o pescoço, demorando-se na área onde a veia jugular ficava, forçou suas presas ali, não muito, só a ponto de ferir a pele, notando o remexer dolorido abaixo de si.

Continuou lambendo-o, retirando do caminho de sua boca os restos do tecido do que um dia fora uma camisa. Lambia, deslizando sua língua que nem uma serpente traiçoeira, tentando atiçá-lo.

Ora ou outra, mordia a ponto de verter sangue do local, deliciando-se com o gritinho de dor que escapava dos lábios deste e do sangue que vertia lentamente do local, até ser cicatrizado naturalmente.

“— Você é meu...” – repedia baixinho o mais velho, arranhando-o a pele com suas unhas, fazendo-o arquear de dor “— Vou te punir por me ignorar todos estes anos.”

As mãos destes fora para a calça, abrindo-a em questão de segundos, tirando-a junto com sua roupa de baixo. Olhou deliciado para o corpo do vampirinho todo despido.

“— Pare com isso...” – tentou mandar novamente.

“— Sinto o cheiro daquele humano em você...” – vociferou com extrema raiva, seu olhar bicolor espreitou-se de modo demoníaco quase “— Quem mandou ficar se esfregando no primeiro que aparece?”

A voz dele saiu tão fria e malévola que o vampiro chegou a tremer, quando pensou em falar alguma coisa, gritou de dor, sentindo as unhas ser fincadas fundas em sua perna, subindo, arranhando-o com força até perto de seu membro.

“— Humm...” – gemeu Mukuro, lambendo o sangue das unhas.

Este lambeu todo o rastro de sangue que fez, parando com sua língua perto do membro, lambendo os lábios, dando pequenas mordidinhas na area. Querendo atiçá-lo, fazê-lo implorar pelo gozo.

“— Para...” – pediu o vampirinho, trincando os dentes com força.

“— Não.”

O mais velho fazia de tudo para atiçar o outro, lambia, mordia, beijava tudo com certa brutalidade. Já este, respirava fundo, ignorando os toques naquela sua área, não era a mesma sensação que tinha com o loiro.

Dino...” – chamou-o em pensamentos

“— Inferno...” – reclamou o outro, vendo que seus toques não faziam nada ao outro “— Você irá gritar, para ser fodido por mim...” – encarou-o com raiva, saindo de cima deste.

“— Não tirará nenhuma reação de meu corpo.” – sorriu cínico o Hibari.

“— Me aguarde...” – informou Mukuro, saindo da vista do menor preso.

Hibari olhou em volta, tentando achar um jeito de sair dali antes que aquele louco voltasse com algum truque na manga. Puxou com força os braços, não conseguindo se soltar; tentou as pernas e novamente nada.

Pensou no caçador por um instante, era impossível este estar morto... Ainda sentia o calor do toque quente em sua pele dos beijos suaves e carinhosos em si...

“— Voltei...”

Mukuro voltou agora vestido apenas uma calça, portando um vidrinho vermelho em mãos, andou lento com passos provocantes até a ponta de cama, subindo nesta em seguida, voltando a sentar-se no abdômen do menor.

“— Bebe isto.” – falou o maior apontando para o vidrinho.

“— Nem que eu morra, eu tomarei algo que me der.”

“— Você vai tomar...” – profetizou.

Colocou o vidrinho no lado deles por um tempo, juntando seu corpo ao do vampirinho, lambendo-lhe o pescoço. Não avisou nada, apenas mordeu com força o pescoço deste, tomando-lhe o sangue com selvageria, aprofundando suas presas o máximo que pode.

“— Argh!” – o moreninho arqueou ente a dor que sentiu.

O maior apenas deliciou-se com o gosto do sangue do outro, excitando-se com os gritos de dor que este dava. Sabia que se continuasse mordendo-o assim, com tanto ímpeto, iria acabar matando-o, já que não havia se alimentado, além de ser aniversário deste.

“— Laaargaaa!” – debateu-se, sentindo uma dor absurda pela falta de escrúpulos que era mordido.

Deleitava-se com o sofrimento alheio, adorava causar-lhe dor, física ou mental. Mordia-o fundo, em quanto suas unhas arranhavam-lhe o peito, lambuzando ambos com mais sangue.

Afastou-se, quando notou a respiração deste começar a ficar lenta, notando os olhos antes tão vivos que lhe olhavam com ódio, agora estarem opacos não transmitindo vivacidade. Acariciou-lhe os cabelos, em quando lambia seus lábios, aproveitando o resto do gosto deste.

“— Está com fome?” – indagou sarcástico, sabendo que era lógico este estar “— Você deveria agradecer a minha bondade...” – riu cínico “— Te darei um pouco do meu, eu estou mais que cheio.”

“— Não... Quero...” – respondeu ofegante, sentindo sua vista escurecer um pouco.

“— Quer sim...”

O mais velho cortou forte seu pulso com os dentes, vendo o sangue escorrer dali fortemente. Aproximou da boca do moreninho, deixando-o pingando em cima de seus lábios. Aos poucos pôde ver a boca se abrir, deixando que seu sangue entrasse.

Perfeito...” – pensou Mukuro, alcançando com sua outra mão o vidro vermelho.

Notou o vampiro preso fechar seus olhos e não tardou em abrir o vidrinho com seus dentes, despejando-o na boca junto com seu sangue, camuflando este. Sorriu deliciado, vendo o vampirinho tomar tudo, jogando em seguida o vidro vazio no chão, escutando o barulho deste se quebrar.

“— O que... Foi isto?” – indagou Hibari, abrindo os olhos.

“— Você apenas bebeu afrodisíaco...” – avisou malicioso, lambendo os lábios, retirando seu pulso de perto do outro, lambendo ate este cicatrizar “— Agora, não poderá negar nada do que eu fizer...”

“— Não...”

Hibari estranhou um calor que se apossou de uma hora para outra em seu corpo, engoliu seco, tentando se acalmar. Aquela droga era poderosa demais, e de ação mais rápida ainda.

“— Ahnnn...” – gemeu sem nem notar, quando sentiu um beliscão em um de seus mamilos “— Me... Larga...” – pediu ofegante, com o rosto levemente vermelho.

“— Agora que está tão receptível a mim, quer que eu o largue?” – perguntou malicioso, lambendo-lhe o pescoço, fazendo-o gemer baixinho “— Ainda o farei implorar por meus toques.”

“— Nunca.” – avisou, tremendo fraco.

“— Quero ver até quando conseguirá falar sem gemer...” – falou perverso, lambendo-lhe o peito agora.

Desceu com a mesma selvageria indomada, lambendo-o em todos os lugares, notando o corpo agora de Hibari tremer aos seus toques, aos seus avanços. Parou encantado em seu umbigo, enfiando-lhe a língua nesta área sensível.

“— Hummm...” – o menor gemeu, jogando a cabeça de um lado a outro.

“— Como uma melodia...”

O outro continuou, atiçando-o mais, lambendo-o mordendo-o, saboreando em todos os cantos, escutando mais e mais gemidos. Desceu mais com sua língua, notando satisfeito agora o membro deste ganhando vida.

“— Ohhh...” – deu um daqueles seus típicos risinhos, acariciando de leve com seus dedos o membro deste “— Para quem disse que eu não tiraria nenhuma reação... Esta coisa ficou bem grande...”

“— Ahnwmm...” – Hibari só conseguiu gemer, sentindo nojo de si mesmo por estar reagindo àqueles toques.

Mukuro sorriu mais ente ao gemido do outro, lambendo fortemente o membro deste, deliciando-se com os gemidos sem controle do menor. Lambia-lhe toda a extensão, cravando tão firme suas unhas na cintura deste que estas já estavam totalmente sujas com o sangue deste.

“— Nã-Ahnnn!-não...” – o vampirinho ainda reunia forças para tentar negar, não conseguindo controlar lágrimas saírem de seus olhos.

“— Chorando?” – sentiu-se imensamente satisfeito, abocanhando-o com gula o membro.

Sugava com força, não ligando se seus caninos ferirem a pele sensível, notando que isto o fazia se contorcer entre a dor e o prazer sentido. Sugando-o forte, arranhava suas coxas, direcionando seus dedos sujos de sangue para o meio das pernas deste, alisando a sua entrada.

De repente um barulho alto é ouvido, Mukuro se afasta curioso, olhando em direção a porta de seu quarto, porta esta, que em instantes fora destruída.

“— Hibari! Você está ai?!” – falou o caçador, aparecendo na porta, carregando nos braços os servos do Mukuro.

“— Dino...” – chamou-o baixo e choroso.

CONTINUA

(22/10/09)

Notas finais
Heya~ Agradeço por terem lido e ficaria contente se deixassem um comentário sobre o que acharam! Esse ano (2020) comecei a fazer commissions de fanfics, se tiverem interesse deem uma olhadinha~ Commission de Fanfics — Tabela de preços: > 1.000 palavras -> 20 reais > 2.000 palavras -> 25 reais > 3.000 palavras -> 30 reais > Acima de 4.000 palavras negociar sobre preço. > Observação: A quantidade de palavras pode ser alterada para finalização da história, sem custos adicionais. Ex: 1000 palavras virar 1100 palavras. — Qual gênero é permito? > Ação; Amizade; Angust; Aventura; Comédia; Crossover; Darkfic; Death Fic; Drama; Ecchi; Ficção Científica; Furry; Humor; Humor Negro; Lemon; Paródia; Poesia; Romance; Shoujo-ai, Shounen-ai; Songfic; Suspense; Terror; Tragédia; Universo Alternativo e Yaoi. > Basicamente todos, no entanto conteúdo adulto +18 apenas no gênero Boys Love/Yaoi. > Conteúdo adulto não pode ser comissionado por pessoas menores de 18 anos. — A fanfic após finalizada será postada no Nyah e Spirit. Caso queira que esta seja de teor pessoal, será cobrado 10 reais a mais do total, até 3.000 palavras. Após isso negociar sobre. — O prazo para a entrega da fanfic (até 3.000 palavras) será de até dois dias úteis. Acima de 4.000 palavras negociar sobre prazos. — O pagamento será realizado no ato do pedido, via Paypal, da preferência do cliente. Para pedidos acima de 4.000 palavras, pode haver dois parcelamentos. — Será conversado a respeito da commission apenas por Twitter: @Toynako.