Irresistível
15 Capitulo 15
—Você é linda.
Agarrando o que eu achava que era a garota dos meus sonhos olho em seus olhos mel e lhe dou um beijo apaixonado.
—Ei casal.
Sorrindo Kate acena para Bernardo ao meu lado enquanto ele vem ao nosso alcance é muito gratificante saber que minha namorada se dá tão bem com meu amigo.
Sorrindo no meio do parque lembro de momentos bons que se tornaram ruins.
—Pelo jeito vocês sempre se deram bem mesmo.
Falo comigo mesmo sentado naquele banco solitário olhando aquele parque vazio que fica perto de meu apartamento me pergunto por que vim até aqui deve ter sido a necessidade de ficar um pouco sozinho parar para pensar em tudo que aconteceu e no que vai acontecer a ideia de desistir de me vingar martela em minha cabeça dia e noite não quero ser ruim e muito menos descer no nível deles porem quando falei com meu irmão vontade era o que não faltava.
—O que eu faço?.
—Sobre o que ?
Parada em minha frente esta no mínimo uma garota bem estranha com cabelos castanho escuro totalmente cacheados porem lisos de uma certa maneira olhos incrivelmente grandes e azuis usando uma blusa de frio branca onde o capuz é um rosto de um panda uma calça jeans totalmente rasgada e um tênis roxo deve ter no mínimo uns 16 17 anos.
—Estava pensando auto desculpe passar a impressão de que falei com você.
—Eu sei que você não estava falando comigo , mas perguntei assim mesmo.
Arqueio uma sobrancelha para ela me questionando se ela é maluca ou é só impressão mesmo cruzo meus braços em frente ao peito.
—Seus pais não te ensinaram a não falar com estranhos.
Não dando atenção para o que eu falei ela vem e se senta ao meu lado como se nos conhecêssemos a anos e desaba a falar.
—Eu sei que você não vai fazer nada comigo e mesmo se fizesse eu acabaria com você é serio eu faço aulas de luta desde os meus seis anos de idade.
Ela e diz fazendo gestos extravagantes com as mãos e arregalando os olhos .
—Eu acredito. digo rindo me contagiando pela a alegria dessa criança.
—Mesmo assim você não pode ver um homem em um banco e começar a falar com ele como se fosse normal eu poderia ser muito bem um pedofolo mas para a sua sorte não sou uma pessoa ruim e nem pretendo ser.
Me levanto arrumando minha roupas para voltar para casa .
—Qual seu nome.
Ela se levanta toda abobalhada e vem em minha direção cristo ela não ouvi-o nada do que eu disse.
—Lucas.
Continuo andando até meu carro ouvindo seus passos apressados atrás de mim.
—Sou Phoebe, Phoebe Mitchell então Lucas você poderia me dar uma carona até minha casa.
—Não.
Destravando meu carro abro a porta para entrar mas sou parado por mãos minúsculas e gordinhas no meu braço respirando fundo digo serio.
—Phoebe Mitchell foi um prazer te conhecer mas nos despedimos aqui ok.
Falo lentamente para ver se alguma palavra entra em sua cabeça.
Ela me cala ao me mandar um olhar suplicante em minha direção com as bochechas extremamente rosas e gordinhas.
—Eu meio que fugi de casa por que briguei com meu pai e acabei parando aqui estou perdida meu pai já deve estar preocupado mandando seguranças para tudo quanto é lado para me achar.
Passo minha mão na testa exasperado com a situação não acredito que estou lidando com uma criança mimada mas não posso deixar ela aqui perdida.
—Entra logo e não me encha o saco.
Sorrindo ela corre para o lado do passageiro e se acomoda.
_Onde você mora?
Pergunto dando partida no carro.
—Sabe o parque Bela vista que tem um chafariz enorme?
—Claro.
—Moro na rua da frente.
—Garota como você veio parar aqui da no mínimo trinta minutos de carro.
—Vim correndo Lucas, agora me fala um pouco sobre você.
—Você não precisa saber nada sobre mim.
—Qual é não nos veremos mas pode falar.
—Não estou afim mas se você quiser falar fique a vontade.
Bendita hora que eu soltei essa frase a garota não parou de falar um minuto se quer falou do pai da escola dos dois únicos amigos que tem e de como as pessoas não gostam dela por motivo nenhum disse também que a família é muito rica e mas alguma bobagens que eu parei de prestar atenção depois de vinte minutos.
—Meu pai é dono de uma editoria que fica um pouco perto da onde estávamos .
Estanco ao ouvir essa frase que Deus me ajude e que isso não seja possível como eu não percebi antes a semelhança o sobrenome tudo sendo esfregado nos mínimos detalhes na minha cara e eu não percebi.
—Qual o nome da editora .
Pergunto baixinho temendo sua resposta .
—EDS. Mitchell.
Merda então quer dizer que eu estou conversando com a filha do meu chefe tem coisa pior que isso maldita hora que eu fui escolher ir para aquele parque.
—Você conhece?
—Não só conheço como trabalho lá como subchefe do seu pai.
—Nossa que legal significa que vamos nos ver mas vezes.
—Pode ter certeza que evitarei o máximo isso.
Ela ri segurando a barriga.
—Santo Deus como é chato.
Não dando muito atenção para o que ela diz continuo dirigindo quando chego na frente do parque mas como sei onde meu chefe mora sigo direto virando algumas ruas e estaciono na frente da casa mas denominada mansão que esta cheios de homens de vestidos de terno com meu chefe no meio jogando instruções para todos mas como meu carro tem sufilme ele não ve quem esta dentro mas para de falar olhando em minha direção.
Abro a minha porta e vejo meu chefe vindo em minha direção.
—Lucas o que esta fazendo aqui?.
—Encontrei uma pessoinha andando pelo parque.
Me viro para o lado no mesmo momento em que Phoebe abre a porta e olha excitantemente para o pai que da a volta no carro e aperta ela em um abraço beijando incontável vezes sua cabeça perguntando se ela esta bem para logo depois disparar broncas para cima dela dizendo que ela ficara de castigo.
Ele vem até mim agarrado com a filha e me pergunto como fui idiota por não perceber os mesmos olhos o cabelo castanho escuro até o nariz é igual uma copia fiel do pai.
—Muito obrigado Lucas por trazer minha filha irresponsável para casa mas como você sabia que ela era minha filha vocês nunca se viram.
—Não sabia só fui saber no meio do caminho e devo dizer sua filha tem um péssimo abito de falar com estranho ela teve sorte de ser eu mas na próxima.
—PHOEBEEE.
Contenho minha risada ao ver meu chefe gritar com a filha e disparar inúmeros sermões para cima dela.
—Bom já deu minha hora tenho que ir e Phoebe não fuja mas de casa.
Me preparo para entrar no carro mas sou parado pelo voz do meu chefe.
—Fique e almoce com a gente.
—Não quero atrapalhar.
—Eu insisto.
—Tudo bem.
—Pai esse Lucas é muito chato.
Phoebe diz e lhe dou um olhar cortante juntamente de seu pai.
—Olha o respeito Phoebe.
—A não falei por mal é só que ele é ranzinza de mas. Fala como não quer nada .
—Você sempre diz a primeira coisa que passa pela sua cabeça. Pergunto como se não fosse nada.
—Na maioria das vezes sim.
—Deve ser por isso que não tem amigos
Respondo com o olhar atento do meu chefe e pai dessa criatura como se não estivesse aqui minha sorte é que somos amigos.
Ela ri e responde como se acha-se graça .
—Deve ser mesmo.
Chegando na sala de jantar nos sentamos na mesa enquanto esperamos a comida ficar pronta.
—Vocês conversão como se fossem velhos amigos.
Pedro pai daquela estranha garota fala.
—Só a sua filha que fala de mas.
—Ela realmente fala o difícil é fazer ficar quieta puxou a mãe.
—Mas viramos amigos sim pai ele disse pra mim ir visitar ele na empresa.
—Quando foi que eu disse isso? Não estou me lembrando desculpa.
Ela ri novamente e me mostra a língua enquanto seu pai nos observa e começar rir também.
Santo Deus eles só sabem fazer isso penso me lamentando por ter aceito almoçar aqui.
~///~
—Somos tão burros.
—Porque ?
Adam me pergunta se virando para mim deitado na areia em baixo do guarda sol.
—Você deu a ideia de ficar mas um tempo na praia por que não vai ter aula mas esquecemos que eu tenho que trabalhar então teremos que voltar amanha antes do meio dia.
—Porra é mesmo esqueci completamente, mas dá pra aproveitar hoje e um pouco amanha.
—Bora cair na agua.
Ele não me responde simplesmente me empurra e sai correndo na minha frente corro atrás dele e quando me aproximo empurro ele na arei e continuo correndo até chegar na beira do mar onde todos estão nos observando e espero Adam chegar até mim cheio de areia .
—Você é má Elizabeth.
Não o respondo e começo a nadar até uma o fundo do mar longe dos banhista Adam me segue e começamos a boiar na mare calma que esta hoje.
—Isso é tão bom.
—Com certeza.
—Não quero voltar pra casa.
—Eu também Liza mas temos obrigações.
—Eu sei.
Depois desse pequeno dialogo ficamos em silencio apreciando a voz da natureza o som do canto das aves o balançar de galhos e o cheiro do mar.
—Posso te perguntar uma coisa?.
—Claro.
—Não vai ficar chateada comigo
—Pergunta logo Adam.
—Você gosta do Ethan?.
—Defina gostar?.
—Gostar do tipo homem e mulher para um futuro relacionamento.
—Olha Adam Ethan é o sonho de qualquer uma ele tem tudo para ser um bom namorado e é atraente, isso é o que eu penso dele mas não significa que eu goste dele eu nunca nem pensei em ter um relacionamento muito menos com o carinha popular da escola.
—Mas se ele pedisse para namorar com você?
—Sem motivo ? por que ele faria isso, mas se futuramente ocorrerem coisas que fação eu ter esse tipo de sentimento por ele eu namoraria sim.
Depois dessa minha resposta Adam afunda do meu lado mas volta momentos depois cuspindo a agua salgada.
—Serio mesmo?.
—Sim qual o problema.
—Não é a primeira vez que eu te falo isso ele gosta de você só é burro além da conta por fazer as merdas que só ele faz.
—Não acho que ele goste de mim.
—O pior cego é aquele que não quer ver.
—Pensa comigo Elizabeth ele nunca te tratou mal teve uma crise de ciúmes quando aquele primo do Isaac te convidou pra sair comprou comida pra você coisa que ele nunca fez por garota nenhuma dessa escola que ele já pegou e olha que ele tem fama fez uma puta de uma merda transando com Emma atrás da escola e depois veio que nem um cachorrinho com o rabo entre as pernas tentando te pedir desculpa do jeito dele mas foi e ainda com isso tudo você acha que ele não gosta de você.
—Ual são muitos argumentos, pode até ser mas não consigo sentir o que uma garota apaixonada deveria estar sentindo neste momento você me intende?
—Sim você não consegue transmitir esse sentimento de volta para ele quem sabe ele não te conquiste.
Reflito sobre isso será que eu quero mesmo ser conquistada vivi tanto tempo na minha própria bolha com medo de sair da zona de conforto e conhecer coisas novas que quando finalmente saio pareço um ratinho assustado mas é como dizem as melhores coisas estão fora da nossa zona de conforto a ideia te ter alguém me conquistando me traz euforia que penso que mal faz tentar um relacionamento com uma pessoa que parece gostar de mim , pronto esta feito vou ser mas razoável com Ethan e comigo mesmo.
—É Adam quem sabe ele não me conquiste.
—Antes ele precisa de um puxão de orelha onde já se viu ser tão lerdo.
Rio de sua fala e não tenho como não concorda o garoto era realmente lerdo quando queria.
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