Notas iniciais
Paciência tem limites e até os mais calmos a podem perder! Mais orgulhosos do que nunca, travam uma guerra dos sexos! Mas até quando vai durar todo esse orgulho ferido? Boa leitura e espero que gostem!

Shiva se afastou e deu um tapa bem forte em Afrodite. O Cavaleiro se irritou com a mudança de atitude da pisciana. Quando ela se virou para ir embora ele a agarrou pelos cabelos atraindo-a para perto, quase fazendo-a perder o equilíbrio. Se aproximou do ouvido da Aspirante.

– Acho melhor controlar os seus instintos, senão da próxima vez vou te devolver a agressão com a mesma intensidade que você devolveu o meu beijo. — diz com a voz rouca largando os cabelos de Shiva. Ela ficou imóvel perdida com aquela promessa.

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Mais tarde Aiólia apareceu de bicicleta e convidar Mia para dar uma volta.

– Ora mas qual é o problema? – Ele não entendia o por quê da resistência dela.

– Promete não rir? Ok lá vai, eu não sei andar de bicicleta, ou melhor eu sabia mas não me lembro mais. – ela confessa.

– Você está insinuando que esqueceu como se anda de bicicleta? – Ele não podia acreditar.

– Sim! – Ela estava se irritando.

– Mas isso é impossível, ninguém esquece como se anda de bicicleta. – Ele já estava rindo.

– Eu não sou ninguém! – Mia perdeu a paciência.

– Minha querida, não precisa se irritar, eu te ensino, ou melhor te reensino. Isso só comprova que você é sem dúvida uma exceção a regra. A minha exceção. – Aiólia dizia enquanto lhe beijava a ponta do nariz.

A raiva se esvaneceu no coração da leonina.

– Tudo bem então professor. Prometo prestar bastante atenção na aula. – Disse se sentando no cano da bicicleta com o corpo colado ao de Aiólia.

– Eu já não posso garantir que conseguirei manter a concentração com tanta maestria. – Disse bem próximo ao ouvido de Mia e parte.

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Bella foi almoçar com Dona. A canceriana estranhou a ausência de Shura.

– Que estranho, cadê o Shura? Acho que eu estou me acostumando com a perseguição daquele maluco. – Bella riu baixinho.

Dona suspirava só de pensar no capricorniano mas decidiu guardar segredo, afinal não sabia se a amiga estava interessada e para ela a amizade estava acima de qualquer coisa.

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Tenma tirou o dia para se dedicar intensamente ao treino. Enquanto estava concentrado elevando todo o seu cosmo e diferindo golpes contra um rochedo escutou um grito de mulher. Correu e encontrou estirada no chão uma Amazona. Ele a segurou entre os braços.

– Por que você entrou bem na frente do meu golpe, está louca? Ei me responda, você está bem garota? – Ele estava preocupado.

Quando ela recobrou a consciência se deu conta que sua máscara havia se partido ao meio e se encontrava deitada no colo do Cavaleiro de Pégaso que olhava preocupado para seu rosto descoberto.

Shaina completamente irritada com a situação lhe deu um chute, ele cai e ela foge.

– Uuuuhhhrrr, parece que você está bem! – Tenma gemeu e se levantou. “Mulheres! Quem é que as entende?”

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Bella voltou para casa e Dona resolveu fazer uma caminhada até a casa de Yato. Os dois depois do mal entendido haviam se tornado bons amigos. Mas no meio do caminho encontrou Shura, Máscara da Morte e Milo. Dona envergonhada tentando evitar o encontro, vira-se e vai por outra direção.

– Ei Dona! — Shura a chamou.

– Sim? — Ela parou com o coração acelerado.

– Viu a Bella por algum acaso? – Ele pergunta pela Amazona.

Máscara da Morte olhou entediado para o escorpiano. – É melhor a gente apertar o passo porque daqui a pouco fechará o comércio.

– É Shura, fique aí choramingando pela sua garota se quiser, nós vamos na frente. – E parte com o canceriano até a cidade para comprar umas besteiras para mais tarde.

– Ela voltou para casa. – Dona informou Shura do paradeiro da amiga.

– Então eu acho que vou dar uma passadinha por lá. Você estava voltando para a casa? – Ele quis saber. – Posso te acompanhar se não for incomodar.

– Sim, eu estou voltando. – Mentiu Dona.

Conversavam durante o trajeto.

– Shura posso te pedir uma coisa? Não me leve a mal por favor. É que acredito que o que você sente pela Bella seja sincero. – Dona tentando ajudar a amiga, mesmo que isso só a afastasse ainda mais do Cavaleiro.

– É... sincero! – O próprio Shura se assustou com aquilo.

– Por isso. Gostaria que você fizesse a minha amiga feliz, ela já sofreu muito na vida. Merece ser feliz! Às vezes ela pode parecer desinteressada, fria, mas na verdade ela tem um coração enorme e caloroso. Só precisa de alguém disposto a reaquecê-lo. – Dona disse fitando o chão.

Shura parou e a segurou pelos ombros, fazendo-a virar de frente para ele.

– Eu juro por Atena que se ela me aceitar, vou fazer da sua amiga a mulher mais feliz do mundo. – Shura disse com uma intensidade que fez encher os olhos da Amazona de lágrimas.

– Obrigado Cavaleiro. – Se virou rapidamente para que não notasse as lágrimas que já rolavam por debaixo de sua máscara.

– Quero que saiba que estou impressionado com sua lealdade com a Bella. É admirável Dona, não se vê mais pessoas como você em giro pelo mundo. – Disse sinceramente.

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San decidiu fazer uma visita à Lizzy. Ao chegar a 13ª casa o próprio Saga a acompanhou aos aposentos onde se encontrava a amiga e as deixou sozinhas para que conversassem com privacidade.

– Lizzy? Você está bem? – San se sentou na beirada da cama.

– Foi só uma indigestão, mas o médico pediu que eu repousasse. – Lizzy estava pálida.

– Mas que estranho, você é tão forte. – A escorpiana desconfiava da situação.

– Talvez eu não seja tão forte assim! – Ela estava pensativa.

– Ei pare, não fique assim, não foi para isso que eu vim. As meninas estavam preocupadas e queriam saber notícias suas. Tem previsão de quando voltará para casa? – San simpatizava com a geminiana.

– Alguns dias mais, isso foi o que Saga disse. – Lizzy não se importava.

– Saga? Já estão tão íntimos assim? Não quero parecer intrometida mas ele parece estar feliz por te ter aqui. – San dizia em baixa voz.

– Sangmu! – Repreende Lizzy. – Você acha mesmo?

– Acho sim! Acho também que foi ele que te intoxicou para te manter presa no seu castelo. – San sonhava alto.

– Será que dá para você voltar ao planeta terra senhorita conto de fadas? – Lizzy sorria.

– É você está certa, desculpe me deixei levar. – San sorriu tímida, mas o sorriso morreu com o próximo comentário da Amazona.

– Não precisa se desculpar San! Eu torço para que você encontre esse homem romântico e gentil. Quem sabe ele não esteja te esperando no Santuário? – Lizzy percebeu a mudança de comportamento da Aspirante.

– Bem eu não quero te incomodar mais, então já vou indo. – Deu um beijo no rosto semi coberto pela máscara de Lizzy e se retirou pensativa.

Electra e Larissa encontravam-se na copa e confessavam uma para outra o quanto detestavam as garotas novas, principalmente essas duas.

– Ela bem que poderia ter morrido! – Larissa estava rancorosa.

– Não exagere Larissa! Falando assim um poderia até desconfiar que você está envolvida com o que aconteceu com a Amazona. – Electra diz levantando a sobrancelha.

– Se eu estivesse envolvida teria feito melhor que isso! – Tentou disfarçar.

– A outra também não me desce. Se fazendo de puritana, ora por favor! – Electra se referindo a San. – Aquela Bella também não me engana.

– São todas umas vagabundas! – Termina Larissa.

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Os Cavaleiros já haviam retornado a suas casas e Milo começou a preparar tudo para o carteado.

– Por que você já não fica aqui? – Milo pede à Máscara da Morte.

– Porque o primeiro a chegar ajuda a arrumar e o ultimo a sair ajuda a limpar. – O canceriano disse indo embora. – Até mais tarde.

– Aff! – Reclama Milo. – O próximo será na sua casa!

– Só se você chegar antes para ajudar. – Zombou o canceriano.

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San se despediu de Lizzy e agradeceu ao Grande Mestre pela generosidade e compaixão para com a amiga.

– Muito obrigada. Fico mais tranquila em ver Lizzy sendo melhor tratada do que se estivesse na sua própria casa. – San agradeceu.

– Não estou fazendo nada além da minha obrigação. — Saga corou levemente.

– Mas é claro. Tenha uma boa tarde. – San se despediu e partiu.

A escorpiana passava por todas as doze casas seguindo o protocolo. Quando pediu permissão para passar pela casa de Sagitário, Aioros sempre muito educado e gentil lhe concedeu a passagem. Ela suspira e pensa “por que os outros não eram assim” e aproveita para perguntar.

– Éhhh... Cavaleiro? Por acaso existi algum atalho para saltar alguma Casa do Zodiaco? – San tentando não parecer nervosa.

– Alguma em especial? Posso apostar que se trata de Câncer, Capricórnio ou Escorpião? – Aioros sorri.

– Éhhh... não, claro que não! Eu só queria chegar mais rápido. – Ela tentou disfarçar.

– Senhorita, lamento informar que terá que passar por dentro de todas as casas. Mas você foi treinada no Tibet pelo que ouvi dizer. Por que não usa a telecinese? – O sagitariano sem entender.

– Oh, eu não a tenho tão clara, parece que só funciona quando estou fora de controle. – San baixa a cabeça ao dizer.

– Por que não pede ajuda ao Mú? Quem melhor do que ele não? – Sugere Aioros.

– Farei isso! – Agradeceu o conselho e partiu.

San parou em frente a casa de Escorpião. Ele não se encontrava na vinda e esperava que não se encontrasse agora também. Respirou fundo e entrou. Milo ao sentir o perfume inconfundível da garota sorri e foi ao seu encontro.

– Onde pensa que vai sem pedir autorização? Não conhece as normas San? Pela sua ousadia não permitirei que passe, a não ser é claro que queira me enfrentar? – Milo não perdia a oportunidade.

– Ei Milo cadê você cara? — Dohko de Libra entrou. – Aí está você! Vim te dar uma mãozinha.

Milo se irritou com a intromissão do libriano e a deixou ir. – Garota de sorte. – Ele diz baixinho quando ela passou por ele.

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Shura entrou na cozinha com Dona que se retirou logo em seguida para deixar os dois sozinhos. Bella que se encontrava perto da bancada preparando café e não o vê entrar. Shura se aproximou e lhe deu um beijo no pescoço, ela se assustou e derramou o café fervendo sobre o Cavaleiro.

– Aaaaaah! – Shura grita.

– Por todos os Deuses! – Bella tentava limpar o braço do caprocorniano.

– Não faça isso! – Dona havia voltado para a cozinha após ouvir os gritos. – Ele está com o braço queimado.

– Dona será que você poderia acompanha-lo no centro médico no meu lugar por favor? – Bella pede a amiga. – Eu tenho que estar na arena em dez minutos. – Ela se justificou.

– Sim mas é claro. – Dona se aproximou do Cavaleiro para ajudá-lo.

Ele se soltou do braço de Dona. – Eu sou um Cavaleiro de Ouro, não preciso da ajuda de ninguém! – Estava com o orgulho ferido com a falta de interesse de Bella.

– A culpa foi minha! – Bella tenta explicar.

– E daí você manda a coitada da Dona no seu lugar. Tchau Bella. – Ele sai da casa.

– Shuraaaaa! Por favor deixa a Dona te acompanhar, vou ficar mais tranquila. – Ela quase implora.

– Eu vou do mesmo jeito Bella. – Dona foi atrás dele.

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Aiólia deixou Mia em casa toda suja de terra após varias tentativas de reaprender a andar de bicicleta. Lhe deu um beijo rápido e se virou para ir embora mas parou. Ao olhar para trás, viu a garota parada cheia de terra por todo lado. “Como ela pode ser tão linda toda suja”, Aiólia voltou, lhe agarrou pela nuca quase derrubando-a no chão e lhe deu um beijo cinematográfico. Todos os que passavam pelo local pararam e bateram palmas, inclusive Bella e Shiva que partiam em direção à arena para se encontrar com Kat.

– Se tem uma coisa que eu admiro na Mia é que ela não perde tempo! – Bella comenta deixando Shiva vermelha da cabeça aos pés ao se lembrar da manhã após o treino.

Ao chegar na arena encontram Kat treinando sozinha.

– O que está fazendo? – Bella se aproxima com Shiva.

– Eu preciso da sua ajuda para aperfeiçoar meus golpes Bella! – A determinação nos olhos da russa chegava a ser comovente.

Bella via toda essa força de vontade com bons olhos pois também era assim, portanto não perdeu tempo e decidiu levar as duas para treinarem nas muralhas de pedra. Shiva se assustou um pouco pois estava mais acostumada a treinar contra a força das águas nas grandes cachoeiras da China.

– Shiva você também. – Bella a encoraja.

As duas começaram o treino com duros golpes contra a muralha. Kat estava se saindo muito bem, sabia até controlar seu cosmo energia, mas Shiva que encontrava-se um tanto distraída nesses últimos dias acabou sofrendo uma fratura na mão.

– Aaaaahhhh a minha mão! – Shiva caiu de joelhos segurando o pulso.

– Shiva não se preocupe, vamos te levar imediatamente ao centro médico. – Bella ajudando a amiga a se levantar.

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– Shura por favor não se zangue com a Bella, ela é assim quando se trata das suas responsabilidades, não quer dizer que não se importa com você. – Dona pede um pouco de paciência à Shura.

– A maneira com ela demonstra afeto não me agrada. – Confessa o Cavaleiro.

– Eu já te disse que ela era assim, mas não quer dizer que não goste de você. – Ela tenta arrumar as coisas.

– Por que você faz isso? O que ganha bancando a advogada dela? Ela nem liga para você! – Ele descarrega.

– Não diga o que você não sabe Shura! – Aquelas palavras a haviam machucado.

– Me desculpe! Estou descontando na única pessoa inocente nesta história. – Ele estava segurando Dona pelos ombros.

– Você está enganado, sobre mim, sobre ela. – Ela ainda a defendia.

– Eu admiro a sua lealdade para com ela, até invejo, mas algo me diz que a sua amiga não é capaz de amar, muito menos um homem como eu! – Ele se lamentava.

– Posso te garantir que mais uma vez está enganado. – Dona lembrava de como a amiga reagia ao Cavaleiro de nome sinistro, “se aquilo não era amor então o que era?” Preferiu ocultar este detalhe.

As portas do centro médico se abrem, Bella e Kat entram com Shiva que chorava de dor.

– Shiva? – Dona se assustou com os gritos da Aspirante.

– Ela machucou a mão. – Bella olhava para a mão enfaixada de Shura.

– Diga a verdade, você fez a garota se machucar de propósito só para vir me ver aqui. – Shura parecia já ter esquecido toda a magoa só de olhar para sua Amazona.

– Você só pode estar... – Bella acaba sorrindo para ele que retribui.

Minutos depois Afrodite que veio ver se o amigo estava bem e acompanha-lo até a casa de Escorpião, se deparou com Shiva com um gesso na mão direita.

– Espero que tenha aprendido a lição e não tente mais agredir um Cavaleiro Sagrado de Atena. Os Deuses castigam! – Ele se aproxima olhando para a mão dela. – Mas como somos seres caridosos e que não guardam rancor, amanhã passarei na sua casa para curar essa sua mão esperta. – Ele a mediu de cima a baixo, deu meia volta e foi procurar por Shura, deixando Shiva roxa de raiva.

– Você tem que ser mais gentil com ele. — Dona pede para Bella.

– Pare de bancar a boa samaritana Dona. Ok eu vou tentar, mas não prometo nada. E nós estamos bem, você mesma viu ele brincando comigo agora pouco. – Bella gira os olhos.

– Sim mas ele estava bravo com você antes, não sei o que fez ele mudar de ideia. – Dona estava confusa.

– Não se preocupe. Olha, lá vem ele, vou te mostrar. – Ela se aproximou de Shura.

– Você ainda está aqui? – Ele pergunta sem tanto interesse.

– Eu digo o mesmo, se quiser posso te fazer companhia. – Ela se oferece.

– Não se preocupe Bella, o médico já me deu alta. Afrodite veio me buscar. – Shura apontou para o amigo.

– Ah claro! Esta noite talvez você queira fazer alguma coisa? – Bella tenta.

– Esta noite eu já tenho um compromisso, aliás estou atrasado. –Shura se desculpou e partiu com Afrodite deixando Bella de boca aberta.

– Eu juro que nunca mais darei ouvidos aos seus conselhos idiotas. – Bella apontou o dedo para Dona irritada.

– Eu disse que ele estava magoado com você. – Dona ainda assim o defendia.

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Já na casa 8ª casa do Zodiaco se encontravam Milo, Máscara da Morte, Camus, Aioros, Aiólia, Dohko e Aldebaran sentados, bebendo e rindo quando chegou Afrodite com Shura.

– Até que enfim as donzelas chegaram. – Aiólia levantou as mãos para o céu.

– Os mais importantes chegam por ultimo! – Afrodite explica.

– E eu posso saber o que você está fazendo aqui Touro? – Shura indaga Aldebaran.

– Fica tranquilo cabrito, eu já estou indo e antes que você me faça uma pergunta idiota, não, o Kanon não sabe de nada, ou seja vocês não vão ser dedurados para o irmãozinho dele ok! – Aldebaran dá um ultimo gole na sua cerveja e começa se levantar para descer até sua casa.

– Nossa chifrudo, você está andando demais com o Mú viu! Está até lendo os meus pensamentos idiotas. – Shura se diverte. – Boa ronda, divirta-se, tomara que você encontre um espectro que quebre esse seu chifre!

Aldebaran acena com a mão sem se virar e continua a descer. E estranha ao ver Mú se materializar na frente dele e seguir em direção a casa de Escorpião, já que o Cavaleiro nunca participava destas festinhas.

Sem que ninguém esperasse o Cavaleiro de Áries entra já explodindo seu cosmo. Ao sentirem a energia todos se giram.

– Revolução estelar! – O Cavaleiro de Áries direciona o golpe à Milo que é arremessado contra uma coluna. Em um piscar de olhos Mú já se encontrava sobre o Cavaleiro com o pé em seu pescoço, um movimento e ele o teria quebrado, mas não o fez. Se abaixou até ficar bem próximo ao o ouvido do escorpiano e disse calmamente.

– Tenha mais cuidado com quem você se mete Milo de Escorpião. Sangmu é uma garota de respeito e não uma de baixo calão com as quais você está acostumado. De hoje em diante comporte-se, pois não quero desrespeitar Atena e travar uma batalha de mil dias, mas saiba desde já que se for preciso não pensarei duas vezes. – Sendo assim se levanta calmamente e desaparece.

Milo de Escorpião se sentou massageando a nuca enquanto os outros trocavam olhares.

Notas finais
Alguém acredita que Milo de Escorpião vai deixar barato essa humilhação? Mas quem será o alvo da sua vingança? Espero que tenham gostado, até a próxima...