Irmãos Hunters
2 O novo Chefe
—achei que disse que eram soldados capitão, eu só vejo crianças -Zest sorriu indo para atrás do segurança e colocou uma faca no pescoço dele
—isso foi grosseria, que tal pedir desculpa? —me desculpa —não me pareceu sincero, e pra você? —seria melhor se eu o visse por dentro —que nem um coelho? —vermelhinho —solta ele-um homem colocou a arma apontada pra Zest, os olhos dela ficaram vermelhos e a arma disparou no segundo que Zest se abaixou —coisa feia, você acabou de matar seu amigo —hora sua....-o homem apontou a arma pra Zest, mas antes que disparasse Lucian jogou uma faca em sua perna —bom se mais ninguém vai tentar qualquer tipo de insulto por sermos jovens eu gostaria muito que o senhor me adiantasse, por que eu ainda 3 preciosos alvos marcados- os olhos de Zest ficaram vermelhos quando a faca saiu da perna do homem e veio pra sua mão—o presidente sofreu um atentado hoje- começou o capitão — e o que a gente tem haver com isso? —ele quer que a gente sirva de babá —sweet, já disse pra não ler a minha mente —também disse pra eu ir pra escola, acha mesmo que eu escuto alguma coisa do que você diz?-respondeu Lucian com um sorriso debochado —sadist ponha um pouco de juízo na cabeça do seu irmão —quem disse que eu vou querer cuidar de quem não liga a mínima pra minha fodida vida?-falou Zest enquanto jogava a faca pra cima e voltava a pegar- me diga James Sulivan Gordon, o que fizeram quando meus pais foram mortos na minha frente, o que fizeram quando meu irmão e eu fomos levados pra um laboratório pra servir como cobaias, o que fizeram quando meus ossos se partiram milhões de vezes durante os treinamentos. Eu não me importo se ele vive ou morre, que se foda se ele é o presidente ou o dono do mundo, a resposta é não —por favor- disse o presidente- não peço que me protejam, peço pra proteger o meu filho, por favor —senhor eu.... —basta Sr. Gordon, Sadist eu te.... —meu nome é Zest, odeio que me chamem assim —Zest. Proteja o meu filho- Zest olhou pra Lucian que encolheu os ombros e se jogou em uma cadeira — tudo bem, a gente faz- Zest se virou e andou até onde seu irmão estava e sentou em seu colo- até amanhã senhor
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