Irmandade

81 Gantz


Gantz não sentia a perda de seus companheiros Abdul e Selim. Na verdade, não queria sentir.

Pensava apenas em matar e não ser morto. As mortes dos outros alquimistas não lhe importavam nem um pouco.

Queria apenas que eles descansassem em paz.

Um grupo de ceiferos o cerca.

Ele os olha sem qualquer emoção.

Ceiferos eram velozes, precisos e mortais.

Prepara-se para o embate.

Sobreviveria a mais uma luta? Ficaria bem?

Não sentia cansaço, já não sentia mais nada.

Enquanto luta, pensa em tudo que ocorria.

Seria sempre um peão? Seria sempre assim?

Segura um ceifero pelo pulso, depois o arremessa contra os demais.

Afasta as duvidas da mente não precisava delas. Não as queria.

Gantz não consegue parar os ataques de alguns ceiferos que lhe cortam o braço direito, o arrancando froa, e um corte na altura do peito.

Cospe, seu sangue escorria pela boca.Seu braço começava á ser reconstruindo.

Gantz sabe que o golpe é fatal. Pega sua fita marrom, outra transmutação rapida.

Sua morte acreditava que passaria despercebida.

Fecha os olhos e espera a morte o levar pelas mãos daqueles ceiferos.