Irmandade
79 Aceito
Nara atravessava alguns campos, não repara do que eram. Queria apenas encontrar os Maniacs e os Storms.
Já tivera matado alguns demônios que azaradamente cruzaram seu caminho.
O clima campestre parecia calmo, leve. Não parecia que a guerra tinha chegado por essas bandas.
Nara para em frente á um casebre rustico, onde vê na varanda uma cadeira de balanço se balançar sozinha. Respira fundo e grita:
-Olá!
Ninguém responde. Nara repete:
-Olá!
-Hei garota — diz um vindo na sua direção ao lado esquerdo — Não grite desse jeito.
O homem a olha da cabeça aos pés. O que uma tenente queria com eles?
-Senhor Sapore — diz Nara o olhando seria — Creio que vocês não saibam o que está acontecendo nesse momento no mundo inteiro.
-Se refere a guerra? — indaga Sapore — Escute, tenente, se veio aqui pedir por nossa ajuda, saiba que deu viagem perdida.
-Não diria isso — discorda Nara seria — Acho que devem saber que uma conspiração tivera inicio na Irmandade.
Sapore a olha surpreso. Traidores? Na Irmandade? Não podia ser possivel!
-Traidores não são tolerados na Irmandade — diz ele num tom sombrio.
-Exatamente — concorda Nara
Ela conta sobre todos os traidores e o destino destes. Nota que Sapore tornava-se flexivel á uma acordo. A uma ordem.
Aqueles alquimistas sabiam do iminente perigo da Irmandade estar exposta.
Esperava que aceitassem e que rumassem para guerra.
Agradece aos Generais por Sapore aceitar em nome de todos á volta á Irmandade.
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