Irmandade

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Nara atravessava alguns campos, não repara do que eram. Queria apenas encontrar os Maniacs e os Storms.

Já tivera matado alguns demônios que azaradamente cruzaram seu caminho.

O clima campestre parecia calmo, leve. Não parecia que a guerra tinha chegado por essas bandas.

Nara para em frente á um casebre rustico, onde vê na varanda uma cadeira de balanço se balançar sozinha. Respira fundo e grita:

-Olá!

Ninguém responde. Nara repete:

-Olá!

-Hei garota — diz um vindo na sua direção ao lado esquerdo — Não grite desse jeito.

O homem a olha da cabeça aos pés. O que uma tenente queria com eles?

-Senhor Sapore — diz Nara o olhando seria — Creio que vocês não saibam o que está acontecendo nesse momento no mundo inteiro.

-Se refere a guerra? — indaga Sapore — Escute, tenente, se veio aqui pedir por nossa ajuda, saiba que deu viagem perdida.

-Não diria isso — discorda Nara seria — Acho que devem saber que uma conspiração tivera inicio na Irmandade.

Sapore a olha surpreso. Traidores? Na Irmandade? Não podia ser possivel!

-Traidores não são tolerados na Irmandade — diz ele num tom sombrio.

-Exatamente — concorda Nara

Ela conta sobre todos os traidores e o destino destes. Nota que Sapore tornava-se flexivel á uma acordo. A uma ordem.

Aqueles alquimistas sabiam do iminente perigo da Irmandade estar exposta.

Esperava que aceitassem e que rumassem para guerra.

Agradece aos Generais por Sapore aceitar em nome de todos á volta á Irmandade.