Notas iniciais
HI GENTE!
ESPERO QUE GOSTEM DA HISTÓRIA, E QUE A LEIAM PORQUE ELA DEU UM TRABALHO DESGRAÇADO!
QUALQUER DÚVIDA SOBRE A HISTÓRIA ME MANDEM UM MP!
JENNY

A menina miúda de cabelos pretos presos nas famosas marias-chiquinhas, estava fascinada pela sua nova casa, tanto que seu pirulito favorito — o POP redondo de cereja — estava quase acabando, só uma mordidinha e ele viraria chiclete e açúcar. A mansão tinha um comprimento de um prédio de seis andares; em seus dedos contou quantas janelas davam para o seu lado, exatamente dez. As cores variavam entre vermelho, bege, e azul marinho. Perto dali havia um estreito de pedras que levava ao jardim muito bem cuidado, grama verde sintética ao natural e vários carros importados (inclusive o de sua mãe Tyana) estacionados em fileiras.

- Vamos Theresa, a sua tia irá reclamar se nos atrasarmos. — A mãe também não era uma pessoa com grandes metros de altura, com os mesmos cabelos pretos enormes que a filha, e os olhos castanhos beirando a mel. Apesar da mãe ter dito isso, tanto Theresa auto-intitulada "mocinha" quanto ela mesma sabiam que, a tia tinha etiqueta e por mais que os seus olhos transmitissem outra coisa, iria apenas dar um sorriso falso gentil e as acomodar dentro do seu casarão luxuoso.

Na estradinha de pedra que Theresa não reconheceu, caminha em sua direção uma garota um pouco mais velha do que ela, que parecia mais um anjo.

Loira, branca quase pálida, com os cabelos levemente ondulados até a cintura num corte reto perfeito, tiara vermelha lisa, olhos azuis bem claros como o azul do tom do seu lápis de cor, nariz pequeno e arrebitado além de ter o corpo esbelto coberto por um vestido branco comportado.

Ignorando completamente os chamados e reclamações da mãe, Theresa correu até a menina e abraçou suas pernas finas.

- Você é muito bonita! — Theresa elogiou na sua voz de criança. — Quero ser como você quando crescer!

Monique riu encantada com a criança, parecia ter uns oito anos, porém sua voz aveludada e fina denunciara sua verdadeira: quatro anos apenas. Pela primeira vez ouviu um elogio da sua beleza de alguém que não queria nada dela, ou de seus pais. E se mesmo que essa criança fosse coagida pelos seus responsáveis a fazer tal ato, perdoaria essa princesa que a abraçara.

Era como se visse seu próprio espelho, e decidiu então que protegeria essa pobre menininha até seus últimos segundos de sua vida.

E assim o fez.

Notas finais
GOSTARAM? AMANHÃ POSTO O PRIMEIRO CAPÍTULO!
JENNY