Invisible Love

10 You're Perfect For Me & Let's Start The War


Notas iniciais
Oii Goxxtosas. Tudo bem? FELIZ ANO NOVO!!!! Que o ano de 2016 seja muito bom para vocês minhas lindas. Amo vocês, tá!? Antes de vocês lerem o capítulo, eu vou dar uns recadinhos e agradecer a quem comentou no Cap anterior Vamos lá.. Gostaria de agradecer as minhas goxtosas que comentaram: - Bellynch ❤ - Good Girl ❤ - Sleeping Beauty ❤ (Um beijo minha doidinha) - Maria Isabel ❤ - Jujardim2015 ❤ Muito obrigada lindas do meu ❤ Gostaria de agradecer as pessoas que leram e não comentaram. Só peço que comentem, meus amores, para que eu saiba o que vocês estão achando da história. Tá? Agora vamos aos recadinhos. Primeiro recadinho: Gente, eu escrevi todos os capítulos da fic em uma folhinha aqui e ficou bem legal. Os Capítulos que eu montei estão a partir deste. Espero que vocês gostem e que se emocionem junto comigo e com nossos lindos personagens. Segundo recadinho. Então, gente... Nesse Cap tem uma parte Hot. Quem não gosta desse tipo de escrita, pode pular. É o primeiro Hot que eu escrevo, então, qualquer coisinha errada me perdoem. Terceiro e último recadinho: Eu escolhi uma música para deixar a parte hot mais "romântica". Eu irei avisar quando vocês devem ligar a música. Espero que vocês gostem do capítulo. Boa leitura e nos encontramos lá em baixo nas notas finais. Um beijo meus amores e até mais. Música do capítulo: Hands To Myself - Selena Gomez

Leiam as notas iniciais, são importantes.

~um mês depois~

P.O.V Autora

A turma continuou muito unida, todos dispostos a ajudar Austin, que não sabia nada sobre isso. Trish e Ally continuavam com seus treinos diários toda madrugada.
Marie Maleville observava a turma de longe, porém não sabia onde Trish e Ally iam toda madrugada, pois seu foco era Austin. Isso poderá levá-la a sua ruína. Cassidy começou a treinar com as meninas, pois Ally precisava saber usar seus poderes.

P.O.V Ally

E mais uma vez eu estou no chão. Nocauteada por uma valentona que Trish chamou para que eu pudesse testar tudo o que eu aprendi. Estou vendo que isso não tá rolando.

–LEVANTA, ALLY. MOSTRA PRA ELA DO QUE VOCÊ É CAPAZ. — Gritou Trish

–EU NÃO CONSIGO, TÁ LEGAL!? NÃO DÁ. — Gritei ainda jogada no chão.

Trish me olhou com uma cara de poucos amigos e entrou no ring. Ela se abaixou até onde eu estava jogada e disse:

– Escuta, Ally. A vida do Austin, seu namorado, está nas suas mãos. Imagine que ela é a Marie e que você precisa a derrotar. Se concentre e você irá conseguir. — Trish se levantou e deu dois tapinhas nas minhas costas.

Ela tem razão. Austin precisa de mim.

Reuni todas as forças que eu tinha e me levantei. A valentona me olhava com olhar de deboche.

– Até que enfim levantou para eu poder acabar com você de uma vez por todas. — A imagem de uma suposta Marie Maleville apareceu na minha frente. Não conseguia mais conter a minha raiva — Eu vou adorar ver o Austin morrer aos poucos e depois que isso acontecer, você vai levar esse peso para o resto da sua vida.

Reuni minhas forças e parti para cima dela.

Dei um soco em sua face, fazendo a mesma virar por conta da força aplicada. Ela me olhou e em seu nariz escorria sangue. Aquilo só me deu mais coragem ainda.

"Procure um ponto fraco em seu adversário"

Olhei atentamente para a mulher a minha frente e vi uma cicatriz em sua cintura. Com certeza ela deve ter quebrado algo ali. Quando menos espero ela consegue me dar um soco. Me recupero e começo a investir em socos no seu abdômen e onde se encontrava a cicatriz. A mulher começava a urrar de dor. Eu não podia parar.

"Quando você derruba seus adversários é mais fácil de nocautear."

Assim fiz. Parei de socar seu abdômen e dei uma rasteira na mulher que insistia em ficar de pé. Ela não caiu da primeira vez, então tentei algo mais forte. Peguei em seu braço e dei um impulso. A mulher rodou no ar caindo de costas no piso do ring, que na minha opinião não era nada macio. Ela deu um grito de dor e eu subi em cima dela.

–Nunca mais me desafie. — dei meu último soco fazendo a mulher apagar. Levantei-me e logo Trish e Cassidy vieram em minha direção.

–Caramba, Ally. Eu não sabia que tinha toda essa força. A Ronda vai ficar com seqüelas pro resto da vida dela. — Disse Trish olhando para a mulher caída.

– Eu vi a Marie Maleville. E ela disse algo sobre o Austin morrer aos poucos. — Disse meio confusa.

Trish e Cassidy se olharam e foi a vez de Cassidy explicar.

–Ally, você precisa treinar seus poderes. O que a suposta Marie Maleville disse para você é verdade. Mas eu não entendo como você escutou isso se a Ronda não disse nada antes de você dar o soco inicial. — Disse Cass tentando achar uma explicação para isso.

– Não precisa tentar me explicar. Quando iremos começar o treino dos meus poderes?

– Agora mesmo.

........

– Concentre-se Ally. Você consegue. Foque em uma pessoa e tente ver sua maldição.

–Tudo bem, eu vou tentar.

Fechei meus olhos e me concentrei. Quando os abri novamente comecei a enxergar coisas que eu não vejo normalmente.

Meus olhos encontram uma mulher já de idade sentanda em um banco de madeira semelhante ao que eu me encontro. Ela estava jogando migalhas de pão para os pombos e os outros pássaros que estivessem ali. Olho para a mão dela e vejo uma aliança, porém já está bem velha e a mesma se encontra desgastada. Em volta da mulher eu enxergava um laço, que a envolvia pelo pescoço e amarrava fortemente na aliança em seu dedo. Ela não conseguia se desprender deste laço que parecia ser um amor antigo. A mulher se encontrava muito triste.

Me desprendo da mesma e foco em um homem todo atrapalhado tentando falar ao telefone e carregar várias pastas com folhas que já estavam quase caindo de suas pastas. O moço então cai levando tudo e ainda esbarrou em uma mulher que passava, que ficou muito brava. Em seu pescoço, pernas e braços possuíam uma corrente de aço que tinha um gancho que ficava pendendo em algum lugar sempre que dava, fazendo-o cair. Ele foi amaldiçoado para que tudo que ele pegasse para fazer não desse certo.

Fecho meus olhos novamente e tudo volta ao normal. Já estava me assustando com aquilo.

–E ai, Ally? O que você viu? — perguntou Trish

– Eu vi pessoas presas a algo, ou algo feito para que nada desse certo na vida de alguém. Foi horrível. — Disse olhando para o nada a minha frente.

– É normal você se assustar, Ally. É a primeira vez que você faz isso. Amanhã você irá aprender como retirar maldições pequenas. Até lá, não tente ver mais nenhuma maldição, entendido? — Disse Cass e eu assenti. — Ótimo, agora vai pra casa e descansa, o dia já clareou, mas você precisa descansar.

Nos despedimos de Cass e fomos para casa.

– Trish. — chamei

–Sim? — respondeu sem olhar para mim pois estava dirigindo.

– Você acha que eu sou capaz de salvar o Austin?

– Lógico que sim, Ally. Por que você está me perguntando isso? — perguntou

– Eu não me sinto pronta. — digo de cabeça baixa.

– Olha, Ally. — Disse estacionando na garagem de casa e se virando para me encarar. — Você é a garota mais forte que eu já conheci em toda a minha vida. Não só fisicamente, mas também mentalmente. Você vai conseguir dar uma surra naquela velha coroca que ela vai desejar não ter mexido com sua família, que agora é o Austin. — Suas palavras me fizeram sorrir e eu abracei minha amiga.

Saímos do carro e eu fui para o meu quarto ver se eu conseguia dormir pelo menos um pouco.

Quando chego em meu quarto me deparo com a cena mais linda que eu já vi na minha vida. Austin estava dormindo tranquilamente em minha cama. Ele parecia um anjinho.

Pensei em algo que eu quero fazer desde que eu descobri esse negócio de conseguir ver as maldições.

Ver como é a maldição do Aus.

Me concentrei novamente e me "teletransportei" para o segundo mundo, eu o apelidei disso.

Abro os olhos e vejo Austin sendo sufocado por uma fumaça negra. A fumaça entrava por seus pulmões e era como fumaça de cigarro. Ele estava morrendo aos poucos. Ele está preso a um tipo de caixa de vidros, ele batia e tentava gritar por socorro, mas a fumaça estava o deixando cada vez mais fraco.

Sou acordada de meu segundo mundo por Austin tossindo. Corri até ele e o levantei para que não morresse engasgado ou algo assim.

– Respira, Aus. — Disse o acalmando

Ele respirou e inspirou lentamente e logo se acalmou.

– Onde você estava, Alls? Senti sua falta aqui na cama. Desculpa ter invadido seu quarto, é que eu queria que você estivesse abraçada comigo, e ai eu vim para cá pra poder sentir seu cheiro e dormir tranquilo. — Disse todo fofo. Como não amar esse loiro gato?

– Eu estou aqui agora, meu loiro. — me deitei ao seu lado e ele me aninhou em seu peito. Era tão bom sentir sua pele contra a minha. É uma sensação inexplicável.

– Eu te amo tanto, minha pequena — Disse Aus me beijando.

Não consegui responder, pois o loiro logo pediu passagem com a língua e eu cedi. Coloquei meus braços em seu pescoço e ele se colocou em cima de mim, ainda apoiado em seus braços para não deixar seu peso todo sobre mim. Com uma de suas mãos, agarrou minha cintura.

Dava leves puxões em seus fios loiros tão macios. Nossas línguas travaram uma batalha deliciosa e eu não queria saber quem iria ganhar tão cedo.

Logo o ar nos faltou e paramos o beijo, mas continuamos com as testas coladas.

– Isso tudo era saudade? Tá atacado hoje, ein loiro!? — disse sorrindo para ele.

– Você não tem noção da saudade que eu estou de sentir sua pele na minha. Você não dorme mais comigo, pequena. Sempre sai de madrugada. — Droga, agora ele vai começar a perguntar o que eu faço de madrugada. — Mas tudo bem, eu consigo matar essa saudade — sinto seus lábios quentes em meu pescoço e Austin então chupa a pele do mesmo. Vai deixar uma bela de uma marca.

– Vamos dormir, pequena. — disse com um sorriso galanteador em seu rosto. Loiro safado, ele fez isso só pra me provocar.

Voltei a deitar em seu peito e o loiro abraçou-me pela cintura. E assim adormecemos.

.....

Acordo e olho para a janela em meu quarto, está meio escuro. Pego meu celular que estava debaixo de meu travesseiro e olho as horas. Caramba, já são 16:00. Austin ainda dormia ao meu lado. Sentei-me na cama e passei a mão pelo meu pescoço. Ali estava a danada da marca que Austin deixará em meu pescoço. Olho para o loiro e logo decido retribuir a provocação.

Subo em cima dele, chego bem perto de sua orelha e sussurro:

– Amor, acorda. — disse mordendo o lóbulo de sua orelha.

O loiro acorda atordoado e me olha nos olhos.

– Nossa, se você me acordar todo dia desse jeito eu juro que não respondo mais por mim. — disse ele me dando um beijo.

– Por que? Você se segura quando está perto de mim? — disse tentando fazer uma voz meio sexy e acho que funcionou, pois o loiro tentou me ajeitar em seu colo.

Beijo seu pescoço e vou dando beijinhos até chegar em sua boca.

– Ally, não faz isso comigo. Você sabe que eu não resisto a você. — disse o loiro fechando os olhos.

– Então não resista. — disse sussurrando em seu ouvido

Nesse momento o loiro me empurrou, ficando por cima de mim, e me deu um beijo sem aviso nem nada. Envolvo minhas pernas em sua cintura e suas mãos vão para a minha cintura. Faço carinho em seus fios macios por entre meus dedos e percebo que se eu não parar agora irá acontecer... vocês sabem o que.

Paro o beijo e saio debaixo de Austin com um sorriso sapeca. Afinal, eu só estava o provocando.

– Onde você vai, Ally? Volta aqui.

– Isso foi o troco pelo que você fez comigo ontem. — Disse levantando meus cabelos e mostrando a marca em meu pescoço.

O loiro levanta da cama e vem até mim, mas antes que ele chegasse, começo a andar em direção à cozinha deixando o loiro com a maior cara de tacho.

– Boa tarde, Trish. — disse entrando na cozinha.

– Eita, Ally de bom humor assim do nada? Rolou alguma coisa com o Austin, né sua safadinha!? — Trish me olhou como se eu tivesse aprontado.

– Não rolou nada, eu apenas estou de bom humor. — respondi indiferente

– Sei. E essa marca no seu pescoço? O que é? Sangue suga que não foi. Só se for um sangue suga chamado Austin. — disse segurando o riso.

Não me aguentei e dei risada pelo o que a morena tinha dito.

– Boa tarde, amor — Dez apareceu de não sei aonde, abraçou Trish por trás e deu um beijo em sua bochecha.

– Pelo visto não foi só eu que aprontei. — disse pegando uma bandeja com um lanche e suco de laranja para Austin. — Boa tarde, Dez — disse deixando a cozinha e subindo as escadas rumo ao meu quarto.

– Boa tarde, Ally — gritou Dez da cozinha.

(Play na música)
Dou risada e entro em meu quarto. Austin não estava em minha cama. Coloco a bandeja na cômoda e me viro para sair pra procurar o loiro, porém ele me surpreende me colando na parede e beijando meu pescoço.

– Sua danadinha, você me provoca, me deixa em um estado totalmente crítico e ainda sai rindo!? Acho que merece ser punida rigorosamente. — disse o loiro contendo um sorriso.

– Qual seria minha punição, senhor Austin Moon? — perguntei olhando para seus lábios e sorrindo.

Ele sorriu após perceber meu ato e colou nossas bocas. Austin me deu impulso para pular em seu colo, trancou a porta e nos direcionou até minha cama de casal.

Sem descolar nossas bocas, ele me deitou cuidadosamente e beijou toda a extensão de meu pescoço.

Puxei sua camisa e a joguei em algum lugar do quarto. E voltei a beijar seus lábios.

Austin passava as mãos por minhas coxas e voltava para a minha cintura repetidamente, o que estava me deixando louca. Até que ele resolve retirar minha camisola a jogando por ai.

Seus olhos percorreram por meu corpo seminu e eu corei. Ele percebeu minha vergonha e deu um sorriso de lado.

– Você é linda.- sussurrou em meu ouvido.

Ele beijou meu pescoço e o lambeu. Agarrei sua nuca e puxei fortemente seus cabelos por entre meus dedos. Era uma mania que eu tinha.

Tomei coragem e o empurrei, ficando assim por cima dele.

– Acho que eu estou em desvantagem. — disse me referindo a sua calça.

Me inclinei e o beijei. Com minhas mãos livres e sua ajuda, retirei sua calça e ele nos virou novamente.

Seus olhos pararam em meus seios e era como se estivesse pedindo permissão para continuar. Nossos olhos se encontraram, e sem eu precisar dizer uma palavra ele já havia entendido que meu corpo ansiava por mais de seu toque tão macio e cuidadoso em minha pele.

Ele tateou minhas costas em busca do fecho de meu sutiã, retirando-o logo em seguida.

Senti seus lábios em um dos meus seios e sua mão no outro. Minhas costas arquearam quando senti seus lábios quentes em contato com minha pele.

Cravei minhas curtas unhas em suas costas por conta do prazer que nosso contato estava gerando em mim.

Austin desceu seus beijos para a minha barriga, chegando perto de minha intimidade. Antes de retirar minha calcinha ele olhou-me diretamente e me perguntou

– Tem certeza de que você quer isso, Alls? Não quero te forçar a nada. — perguntou preocupado.

– Desde que seja com você, eu tenho toda certeza do mundo.

– Eu prometo que serei cuidadoso com você, pequena. — disse subindo seu corpo para encontrar minha boca de depositar um beijo na mesma.

Ele largou meus lábios e retirou minha calcinha. Austin investiu seus dedos em minha intimidade e eu, novamente, arqueei minhas costas ao sentir seu toque.

Nos virei e puxei a última peça de roupa existente em seu corpo naquele momento.

Austin nos virou, ficando por cima de mim novamente. Nos beijamos e ele me olhou sem desgrudar nossas testas.

– Eu te amo, Ally.

– Eu te amo, Aus.

Ele entrelaçou nossas mãos e senti ele entrar lentamente em mim. Senti uma dor no começo, mas logo essa dor se transformou em prazer.

Austin começou lentamente, para que eu me acostumasse. Logo aquilo estava virando uma tortura. Movimentei minha anca em sinal de que ele poderia ir mais rápido.

Ele logo entendeu e começou a investir rapidamente dentro de mim. Arranhei suas costas inteiras por conta do prazer que estava sentindo.

Senti minhas pernas ficarem meio trêmulas e cheguei ao meu ápice de prazer. Austin deu mais duas estocadas e logo caiu sobre mim.

Ele saiu de dentro de mim e se deitou ao meu lado nos cobrindo com um fino lençol. Puxou-me para seus braços e beijou o topo de minha cabeça.

– Dorme pequena. — Disse afagando meus cabelos.

Logo adormeci nos braços do meu loiro.

.....

Escuto meu celular tocar em cima da minha cômoda. Tento me levantar, mas dois braços fortes me abraçam fortemente pela cintura. Lembro-me da tarde perfeita que tivemos. Eu com certeza amo esse loiro. Com todas as minhas forças. Me enrolei em um dos lençóis e com cuidado retirei seus braços de minha cintura para não acordar meu anjinho loiro. Caminhei até a cômoda e peguei meu celular. Tinha uma mensagem de um número desconhecido.

"Olá, Ally. Será que você poderia me encontrar no Starbucks do shopping de Miami? Traga suas duas amigas também, pois o que tenho a falar é de interesse das duas também.
Abraços Mimi M. "

Meu Deus. Será que é mesmo Mimi Moon? O que ela tem de tão importante assim para nos falar?

Abri minhas mensagens e enviei uma mensagem para Trish e Cass para que me encontrassem no Starbucks do shopping de Miami.

Tomei um banho rápido, escovei meus dentes e penteei meus cabelos. Quando saio do banheiro, lá está Austin sentado em minha cama me encarando com o sorriso mais lindo que eu já vi na face da Terra.

Andei até ele e ele se levantou. Ele encontrava-se apenas com sua cueca box e tinha suas mãos em minha cintura.

– Como você está se sentindo? — perguntou preocupado

– Eu me sinto a mulher mais sortuda e completa desse mundo — disse lhe dando um selinho

– Eu não te machuquei?

– Não, Aus. Você foi perfeito.- disse lhe dando um beijo.

– Obrigado por me fazer o homem mais completo desse mundo, Ally. Eu te amo muito, muito mesmo, minha pequena.

– Eu também te amo muito, muito, muito mesmo, Aus. — disse roçando nossos narizes e sorrindo.

Austin tomou meu rosto em suas mãos e me puxou para um beijo apaixonado.

– Aus, eu preciso me trocar. As meninas estão me esperando. — disse me desvencilhando de seus braços.

Me arrumei e me despedi de Austin dizendo que voltaria logo e que a Trish só queria comprar uma blusa que ela tinha gostado.

Chegando no shopping encontrei as meninas logo na porta.

– E ai, Ally? O que era tão importante para nos chamar aqui? — perguntou Cass

– Venham comigo e eu vou explicando — disse começando a andar. — Então, eu recebi uma mensagem de Mimi Moon antes de eu as chamar. E ela é o motivo para estarmos aqui agora. Segundo ela, o assunto era do interesse de nós três. — disse para as duas ao meu lado

– Eu não acredito que Mimi Moon está mesmo aqui. É muito arriscado para ela. Marie Maleville sente sua presença. — explicou Trish

– Isso significa que o assunto é importante de verdade.

Chegando no Starbucks, avisto uma mulher loira e com óculos escuros sentada em uma mesa tomando um frappuccino. Chegamos mais perto e ela logo levantou o olhar.

– Olá meninas, sentem-se, por favor.
– Ok. Viemos para saber qual é a informação tão importante.

– Eu sei que vocês tem treinado bastante, pois eu acompanho o treino de vocês. Ally, meu amor, você ainda é muito insegura sobre isso. Sua insegurança poderá te prejudicar e muito na hora de duelar com a Maleville. Mas além disso, eu vim avisar vocês de que os capangas de Maleville estão soltos por aí, eles já não possuem forma de gárgulas como realmente são, e sim de pessoas. Cuidado com tudo o que vocês fazem. Ela poderá usar isso contra vocês. Principalmente contra você, Ally. — concluiu Mimi

– Entendemos. Mas agora se me permite, eu queria lhe fazer uma pergunta. — disse Trish

– Claro, querida. Pergunte

– Como você está aqui se a Maleville consegue sentir sua presença? E onde está o pai de Austin? — perguntou

– Sempre que eu me disfarço, ela não consegue sentir minha presença. E o pai de Austin... — suspirou pesadamente — ele se uniu a Maleville na caçada a seu filho com a esperança de que ela fosse o libertar, mas ele não sabe que ela só quer o mal do meu pequeno Príncipe. Eu já tentei o alertar, mas ele não me escuta. Aliás, ele não escuta ninguém.

– Não acredito nisso! — disse Cass boquiaberta.

– Pois acredite minha querida.- disse Mimi — Bom, meus amores, eu preciso ir. E fiquem de olhos abertos com tudo e todos.

– Pode deixar, Mimi — disse me despedindo dela.

Nos viramos para irmos embora quando escuto Mimi dizendo baixinho

– Que a guerra comece.

Notas finais
Então... O que acharam? Gostaram? Comentem, amores. Eu não mordo não, tá!? Até o próximo capítulo, goxtosas. Um beijão
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.