Notas iniciais
Amores se tiver alguém lendo por favor comenta. Eu fico muito triste quando não comentam. Sei que errei pela demora de postar, mas estou continuando a história e seria maravilhoso e um ótimo incentivo saber o que estão achando. Como posto pelo celular resolvi colocar * para separar o parágrafo. Espero que gostem e que ainda tem alguém lendo. Boa leitura.

* Draco Malfoy havia descido da vassoura quando pousou os pés no gramado do campo. Olhou para arquibancada procurando Hermione, mas apenas encontrou o banco vazio.

– Alguém viu Hermione? — Draco perguntou observando ao redor tentando encontrar a namorada.

– Perdeu a namorada Draquinho? — Blás perguntou zoando ele.

– Cala a boca Blasio. — Malfoy respondeu. — Vou procurá-la. Enquanto vocês continuem o treino como combinamos. Estou sendo o capitão do time e quero a sonserina campeã da taça esse ano, então treinem bastante.

– Como quiser Draquinho. — Zabini disse fazendo voz feminina fazendo todos rirem.

* Malfoy apenas mostrou o dedo do meio para o amigo continuando o caminho entrando no castelo. Draco procurou na biblioteca, na torre, no pátio, jardim e nada.

* Resolveu ir para ala hospitalar finalmente encontrando, mas travou o maxilar quando notou a mão dela entrelaçadas com Rony.

– Posso saber que palhaçada é essa? — Draco gritou possesso de raiva e mesmo querendo negar, ciúmes.

– Shiu. Fala baixo. Se ainda não percebeu isso aqui é um hospital. — Falou Hermione se levantando.

– E se ainda não percebeu Granger, você não é enfermeira. — Draco retorquiu a encarando seriamente.

– Eu estava na arquibancada quando Harry apareceu desesperado, dizendo que Rony estava na ala hospitalar e resolvi vim...

– Sei, resolveu vim aqui e ficar se agarrando com o pobretão.

– Agarrando? Ele está doente e quer saber...é melhor conversar outra ela. Você está nervoso e aqui não é um lugar certo para conversas.

* Malfoy virou às costas saindo dali passando pelos corredores lotados de alunos esbarrando em quem passasse perto, sem ao menos se desculpar. Entrou no salão comunal sonserino jogando a vassoura com raiva no chão.

– Pobretão maldito. — Ele gritou.

– Cara o que houve? Quer matar todo mundo? Se for fala logo que corro. — Blasio falou pegando a vassoura do loiro e colocando encostada na parede.

– O único que quero matar é aquele pobretão miserável. — Draco disse andando de um lado para outro.

– Ok, nunca gostei do Wesley mesmo. — Zabini deu de ombros. — Mas caso queira saber fazer um buraco no chão não vai resolver cara.

– O quê? — Malfoy perguntou confuso, antes de entender e se jogou no sofá.

– Ciúmes da Granger? — Zabini perguntou também sentando.

– Ela está na ala hospitalar com o cabeça de cenoura.

– Está ficando maluco Draco? Quer parar em azkaban? As pessoas ficam louca quando vão pra lá e você já não é muito bom e se...

– Cala a boca Blás. Não fiz nada com o morto de fome.

– Menos mal. O que aconteceu?

– Eu não sei, Hermione estava com as mãos entrelaçadas nele e parecia tão preocupada...Ela nunca me olhou daquele jeito, mas esse era o plano não? Ela ficar com o cenoura ambulante. Quer saber que se dane aqueles dois.

– Draco, eu não entendo nada. — O moreno confessou confuso.

* Malfoy explicou tudo desde o começo, o plano e até a troca de corpos.

– Draco, mano você se ferrou. — Blasio disse finalmente entendendo a situação.

– Como assim? — Ele perguntou confuso.

– Você se apaixonou pela Granger.

– Blasio, isso que dar passar tanto tempo com a Pansy, você está perdendo sua sanidade mental de vez. — O loiro começou achando absurdo o que ele acabara de dizer. Draco não queria enxergar a "verdade".

– Mas...

* Blás fora interrompido pela curuja, era grande, preta, olhos azuis e porte superior.

* Draco havia reconhecido por ser a curuja da sua família. Se levantou e abriu a janela, a curuja voou o salão pousando em cima do sofá. Malfoy pegou a carta e a curuja saiu sobrevoando no céu desaparecendo de vista.

* Quando ele abriu a carta lendo o conteúdo engoliu em seco ficando pálido, é realmente ele estava ferrado.

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* Dois dias depois, Rony havia tido alta do hospital e o trio de ouro estava tomando café da manhã.

* Hermione olhou pela milésima vez para mesa da sonserina e não encontrou o loiro. Malfoy havia sumido, não compareceu às aulas, não ia para as refeições, ela estava bastante preocupada. Quase perguntou sobre ele para Zabini, mas repensou e resolveu deixar quieto. Estava se sentindo mais culpada por não desgrudar do Rony um só minuto desde ala hospitalar.

" Mas o quê estou pensando? Nosso namoro é de mentira, não é? Onde aquele loiro arrogante se meteu?" Ela pensou olhando mais uma vez para a mesa do namorado.

– Como foi que eu terminei com a Lilá mesmo? — Rony perguntou olhando ela que parecia que iria esganá-lo a qualquer momento.

– Você não se lembra? Quero dizer, não se lembra de nada? — Hermione perguntou sentindo um misto de tristeza e mesmo confusa, alívio.

– Bem, lembro de uma coisa, mas não deve ser verdade, eu estava delirando, não é?

– É, delirando. — Ela disse tristemente.

* Harry apenas observava os dois, incrédulo pela situação. Quando pensou que realmente iriam ficar juntos. Mas resolveu não se intrometer na vida dos amigos e dera outra garfada no banco com ovos.

* A porta do salão principal abriu e Draco entrou mais pálido que de costume, mas mesmo assim era ele. Se sentou na mesa da sonserina sem olhar para Hermione uma única vez.

– Malfoy? Ainda estuda nessa escola. — Rony disse com expressão triste. — Estava pensando que a lula gigante tivesse o devorado ou se debruçou demais quando estava na torre de astronomia e despencou de lá.

* Hermione e Harry olharam para o amigo incrédulos.

– O quê? Isso pode acontecer, não pode? — Rony disse se encolhendo, numa expressão sonhadora.

– Vou para aula. — Harry disse se levantando. — Vamos?

– Vão vocês, eu vou depois. — Hermione disse fitando Draco que estava engolindo a comida rapidamente num canto afastado da mesa.

* Eles concordaram saindo do salão principal.

* Ela respirou fundo tomando coragem e se aproximou da mesa dele.

– Precisamos conversar. — Ela disse em frente dele.

– Estou comendo Granger, me encontre depois da aula na sala precisa. — Ele disse depois que engoliu a comida.

* Ela assentiu e foi para aula de DCAT, com o atual professor Snape.

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* No fim das aulas, o trio estava andando pelos corredores.

– Eu não suporto o Snape. — Harry disse furioso. — Por que ele tem que me odiar tanto? Tomara que esse cargo esteja mesmo amaldiçoado e ele seja expulso igual aos outros cinco professores.

– Harry! — Hermione o repreendeu incrédula.

– Ótimo, o dia não poderia ficar pior. — Rony disse fazendo careta vendo Malfoy se aproximar deles.

– Vamos Granger. — Malfoy disse fazendo o caminho contrário deles, indo para o terceiro andar.

– Vejo vocês depois. — Ela disse seguindo o sonserino.

* Foram o caminho inteiro em silêncio e quando chegaram no terceiro andar. Malfoy pensou num lugar e a porta da sala precisa apareceu e entraram no lugar.

* Hermione bufou quando reconheceu sendo uma cópia exata do salão comunal da sonserina.

– Desapontada Granger? Achava que iria imaginar aquele salão grifinório sem graça? Que não cabe nem cinco pessoas juntas?

– Não importa o lugar. — Ela disse furiosa por insultar o salão dela. — Onde você esteve? Tem noção do quanto fiquei preocupada?

– Granger, estamos sozinhos aqui não precisa mentir.

– Eu não estou mentindo, eu me preocupo com você sua doninha.

– Isso não faz diferença Granger. Não mais. — Ele mumurrou baixinho. — Nosso plano deu certo não é? O pobretão está apaixonado por você.

– Acho que não, ele não falou nada, disse que estava delirando. — Ela confessou triste.

– Isso não é novidade, ele sempre está. Mas eu tenho certeza que ele te ama, qual é Granger é só olhar para cara de retardado que ele faz quando te olha ou quase me estrangula todas às vezes que me vê pelos corredores. — Ele disse secamente sem olhá-la nos olhos.

– Acho que devemos continuar o plano, quero dizer, até as festas é daqui a duas semanas.

– Admiti logo Granger, você vai sentir falta dos meus beijos. — Ele disse por fim dando um sorrisinho de canto.

– Mas como você é convencido eu...

* Mas ela não pôde terminar a fala, pois Draco havia a beijado. Ele a empurrou emprensando-a contra parede sem desgrudar os lábios macios que pareciam devorar um ao outro no encaixe perfeito, como se suas bocas tivessem sido feitas para eles.

* Draco estava passando a mão na cintura dela descendo vagarosamente pelo bumbum,enquanto Hermione descera sua mão que estava até aquele momento no cabelo do loiro o bagunçando ainda mais, agora alisava o abdômen definido dele por causa do quadribol.

* De repente uma cama apareceu na sala precisa. Ele não perdeu tempo a conduzindo pra lá sem interromper o beijo, enquanto Hermione entrelaçou as pernas na cintura dele fazendo ambos os sexos se encontrarem ainda por cima da roupa e gemeu baixinho vendo o quanto ele estava excitado.

* Ele a deitou sobre a cama de lençol vermelho macia ficando por cima dela sem colocar todo o seu peso. Ele voltou a beijá- lá dessa vez com mais desejo passando a mão sem pudor algum pelo corpo dela, desceu os beijos para o pescoço e colo dela. Tirou a blusa do uniforme observando atentamente a imagem da garota de sutiã como se tivesse querendo gravar na memória. Ela também não perdeu tempo tirando a blusa dele o deixando de peitoral definido a mostra que ela passou a mão demoradamente. Ela o queria, era fato que ele também. Mesmo sendo a primeira vez dela não sentiu medo, pois sabia que ele era o cara certo.

* Mas quando ele estava prestes a tirar o sutiã dela, deve um estalo parecendo que lembrara de algo, se afastou dela rapidamente colocando a blusa.

– Desculpa Hermione, mas eu não posso. — Draco disse saindo dali, deixando uma grifinória seminua confusa para trás.

Notas finais
Comentem please. Isso me deixa animada para continuar. Eu vou tentar postar uma vez por semana e vou escrever muito até o final, mas do que nunca preciso de vocês comentando. Um beijo e até o próximo capítulo e muito obrigada por ler ❤