Notas iniciais
Bem, a combinação de carência e desejo de Bill & RiRi acabou nisso aí: Um beijo até então inocente... Ou não né...
PS: Voltei um pouco da fic pro pdv da Rihanna ok?
PS(2): Muita preguiça de digitar, desculpa.

Rihanna pdv

Enquanto fazíamos a maior bagunça com o brigadeiro, fui buscar uma colher para bater nele, mas acabei escorregando e Bill no intuito de me segurar, acabou caindo por cima de mim. Um clima estranho invadiu aquele quarto. Nos olhávamos sem reação alguma, mas meus olhos gritavam de desejo, queria poder sentir seus lábios, foi então que desviei meu olhar para o chão, estava mais vermelha que pimenta.

Nos levantamos e fui para a cama. Bati na mesma chamando Bill para se sentar junto a mim. O silêncio era agonizante, até que resolvi acabar com aquilo.

Há quanto tempo você está sozinho?

Demorou um pouco para responder, acho que não sabia ao certo.

– Não sei... Talvez uns 3 anos. Já faz muito tempo que não me envolvo com alguém... – Sorriu maliciosamente para mim- Já sinto falta de certas coisas...

Ah, Bill! Deve ser foda toda noite ficar batendo uma no banheiro né? - Soltei uma gargalhada alta e fez uma careta sexy. Tive uma leve impressão de que ele gostou.

– Fazer o quê, né? Já que não tem uma menina, vai a mão mesmo... – Sorriu, mas em poucos segundos ficou sério — Na verdade, acho que ninguém vai gostar de mim pelo que eu sou.

Fiquei indignada. Como ele pode falar uma coisa dessas?

– Você é muito pessimista com isso, Bill. Já parou pra pensar em quantas garotas são apaixonadas por esse seu jeito?

Ele assentiu, mas não concordava comigo.

– Te garanto que todas elas projetam em mim qualidades que eu não tenho... Acham que eu sou perfeito, mas eu não sou. Não estou sempre com maquiagem e bem vestido, fora que não terei essa voz para sempre, uma hora ela vai começar a falhar... Sabe RiRi, acho que ninguém gosta realmente de mim. – Ele abaixou a cabeça, e nessa hora percebi a tristeza em seus olhos. E aquilo era verdade. Achar alguém que goste da gente pelo que somos é algo complicado.

Cheguei mais perto e o abracei. Até estava bom, mas estávamos grudentos por causa do brigadeiro, então logo o soltei.

Sabe Bill... Apesar de conviver com você há tão pouco tempo... – Levantou a cabeça e olhou em meus olhos — Te acho uma pessoa especial, por mais que não consiga acreditar. Na verdade, todo mundo é especial para alguém. — Esse era o meu ponto de vista, e querendo ou não ele se tornou especial pra mim em poucos dias, desde o dia daquela noite na mata.

– Se é pra me deixar melhor... Tá funcionando guria — Ele sorriu. A meu ver aquilo era tudo o que ele precisava ouvir – É a primeira pessoa que me diz isso além do meu irmão, meus pais, Georg e Gustav.

– Você sabe que isso é verdade... Pára de drama! — Abaixei a cabeça e sorri um pouco corada — Você é... Um fofo!

Ele levantou meu rosto e olhou em meus olhos. Depois de alguns segundos uma maldita mecha do meu cabelo caiu sobre meu rosto. Ele arrumou a mecha revoltada atrás da minha orelha e acariciou meu rosto delicadamente. Quanto mais os segundos se passavam, menor era a distância entre a gente, e aquilo era torturante. Queria sentir o gosto dele o mais rápido possível, até que nossos lábios finalmente se encontraram pela primeira vez.

Começou de um jeito suave, mas depois foi ficando intenso, um pouco mais feroz até. Ele colocou as mãos em minha cintura e entrelacei minhas mãos em seu pescoço. Procurávamos ar, e ao passar dos segundos era cada vez mais difícil se controlar. Aquele piercing brincando com minha língua me fazia arrepiar, estávamos numa sintonia perfeita. Não me sentia daquele jeito há um bom tempo...

Minha mão começou a deslizar por debaixo de sua camiseta, que era bem justa. O corpo dele era diferente de todos os outros que eu sentira antes, não era cheio de músculos e outras porcarias... Era tão macio e viciante... Quanto mais o tocava, mais eu precisava dele mais perto de mim. Não consegui evitar os arranhões em suas costas, que seriam bem visíveis por causa de sua pele branca.

Fui me deitando na cama e o puxei para cima de mim, e quanto mais nos aproximávamos, mais eu sentia que ele estava ficando cada vez mais excitado a cada movimento que fazíamos. Suas mãos arrancaram meu avental com uma certa violência e começaram a explorar o meu corpo, e já estava cada vez mais difícil controlar os gemidos ainda baixos que surgiam. Ele beijava o meu pescoço e ao mesmo tempo apertava meus quadris, e aquilo estava ficando insuportável, sentia que precisava dele dentro de mim o mais rápido possível. Não era normal eu agir daquele jeito, mas era mais forte do que eu, como um feitiço, e eu precisava dele aquela noite. Ele seria meu e eu seria dele. Eu achei que seria assim, até que ouço batidas na porta e uma voz de homem começa a berrar...

– Bill! Você ainda tá aí? – Era o Tom. Nunca senti tanto ódio dele como agora. Bill Se levantou e foi em direção a porta, e eu vesti o avental e fui pegar o brigadeiro.– Já está tarde mocinho! — Não pude deixar de rir. Bill era tratado como um bebê, e odiava isso. Abriu a porta e Tom estava um pouco cansado, talvez porque já tinha transado com três garotas nas últimas 6 horas. Haja energia!

– Atrapalhei alguma coisa? – Perguntou na maior cara de pau. "Não, imagina! A gente só estava se beijando e quase fazendo sexo até você aparecer, seu maldito!" Queria dizer isso, mas queria que fosse apenas um segredo nosso.

– Não, não...– Respondemos juntos, num tom um pouco irritado, o que assustou um pouco o Tom, mas no final ele nem se importou muito.

Vai lá Tom, já estou indo... Só vou ajudar ela com essa bagunça aqui.

– Ok. Vê se não demora... Boa noite, Rude Girl!

– Boa noite, Tom! — Bill fechou a porta. Eu sabia que não iríamos continuar o que começamos, o que me irritou e também vi uma frustração imensa no rosto dele . Arrumamos a bagunça e chegou a terrível hora de ele ir para seu quarto, iria me sentir sozinha outra vez, mas não tinha escolha.

Eer... A gente se vê amanhã? – Depois daquela loucura toda, acabei ficando com vergonha. Ele sorriu.

– Sim. Eu vou te fazer companhia até a Katy voltar, sua bobinha...

– Então não quero que ela volte mais...- Rimos juntos, e acrescentei — Te quero todas as noites aqui ,Bill.

Ele abriu os braços, como se fosse me abraçar e eu fui em sua direção, até que ele me puxou e me beijou. Aquele beijo foi mais doce, típico dele, paramos e ele segurou meu rosto e o acariciou de leve.

– Sempre que quiser estarei aqui , você sabe disso. – Sorri olhando nos olhos dele e ele retribuiu.

– É, eu sei... Boa noite Bill.

– Boa noite minha guria pevertida... — Sorriu e foi para seu quarto. Quando ia fechar a porta, vi uma mulher entrando no meu quarto, era a Katy. Estranhei porque ela só voltaria daqui a dois dias.

– RiRi, a gente tem que conversar. Preciso de um conselho teu. É urgente!

Mas o que diabos aconteceu? Pela expressão em seu rosto, a coisa não era nada boa...

Notas finais
Pooxa... Não foi dessa vez hein? Bem, agora a Katy tá de volta e Tom vai dar as caras aqui (é, depois de 5 capítulos é que ele aparece...)
É, parece que os próximos capítulos serão divertidos... hehe'