Intrigas De Uma Vida Sem Roteiro
32 Capítulo 32 - Por Que Ele Não Me Liga?
Notas iniciais
Ta ai mais um!!!
Espero que gostem e leiam as notas final!!
É importante!!!
Besitos xx
[BIA NARRANDO]
Depois dessa ultima semana, que rendeu muita coisa, as aulas começaram novamente, mas agora pra valer, meter a cara nos livros, já que é, graças a deus, meu ultimo ano no colégio e depois “helo, faculdade de produção musical” e “helo, futuro incrível”.
- Helo dudes, como vocês tão – eu disse quando encontrei todos sentados no pátio do colégio esperando o sinal tocar.
- Eu preciso de uns dias de folga – Leo disse, ele estava com um óculos escuro e uniforme dele estava acabado.
- A gente acabou de sair de um feriado – Roberta disse.
- Exatamente eu preciso de folgas pras folgas – Leo disse.
- Não entendi mas não tente explicar – eu disse.
- Ele precisa de uma namorada – Dani disse.
- Olha quem fala o que tem varias namoradas – Leo retrucou.
- Cala boca – Dani disse.
- Borá galera o sinal tocou – Miss disse.
- Pêra Miss, você e o Pedro tão bem de novo né? – Mary disse.
- É estamos – miss disse sorrindo.
- Que lindo – Leo disse com uma voz afeminada.
- É mesmo, que lindo – eu disse imitando a voz do Leo.
- Bia você sabe do Renan? – Roberta disse – ele não foi com a gente pra casa da tua mãe e não veio hoje.
- O Renan? Eu não lembro direito, mas eu acho que ele ia me ligar mais tarde, pra dizer alguma coisa – eu disse. O Renan me ligou super cedo, pra dizer que iria me ligar de tarde, então pra que ele me ligou de manhã se ele iria ligar de tarde? Ihhh coisa enrolada não é comigo.
- Roberta querendo saber do Renan, que isso hein menina? – Dani disse.
- Nada só queria saber, ele é da nossa sala e anda com a gente – Roberta disse.
- Galeraaa, não tem mais ninguém aqui borá pra aula? – Miss disse.
- Ok senhora vamos – eu disse empurrando ela e a Mary que estavam mais a frente de nos.
Saco pra aturar 2 tempos de matemática e 1 tempo de historia, ninguém tinha mas fazer o que? Saltar pela janela? Não muito arriscado.
- Se ela continuar falando mais 2 minutos eu entro em coma, serio – Leo disse no meu ouvido.
- Então vai ter que entrar em coma senhor Leo, porque o intervalo de vocês não será no horário normal, será mais tarde – a professora disse copiando alguma matéria no quadro.
- Eu disse pra gente não sentar na frente idiota – eu disse no ouvido do Leo.
- Queria ver a poupança da professora. Ela é muito gata, só que fala demais – Leo disse fazendo careta.
- Você precisa mesmo de uma namorada – eu disse.
- Prestando atenção aqui gente, o trabalho é pro dia da prova...
- Finalmente saímos pra respirar – Dani disse respirando fundo quando chegamos no pátio.
Estávamos andando pra nossa mesa como todo dia. Não que a mesa tivesse o nome da gente e o seguinte aviso “Se sentarem aqui uma grande maldição ocorrera na sua vida”, sempre sentamos nela.
- Vou sentir saudades da nossa mesa amaldiçoada – Mary disse, quando todos já estavam sentados na mesa.
- Fui eu que tive a idéia de colocar esse aviso – Dani disse todo orgulhoso.
- Abaixa a bola garanhão, fui eu que escrevi – Leo disse.
- Mas escrever não é a mesma coisa de ter a idéia – Dani retrucou.
- E eu vou sentir saudades dessas implicâncias bobas – Miss disse.
- Gente ainda ta no inicio do ano, por favor – Roberta disse revirando os olhos.
- Cala a boca garota, você entrou na escola esse ano, não tem direito de falar nada – Mary disse olhando pra Roberta.
- Epa galera calma, os dois lados estão certo, ao mesmo tempo que esta no inicio do ano, já ta dando saudade – eu disse.
- Não sei se vou durar ate o fim do ano com essa garota – Miss disse olhando pro lado oposto do da Roberta.
- Coloque nomes nas suas indiretas Letícia – Roberta disse.
- Se você não sabe...
- Já chega disso, — Dani disse – irrita às vezes sabe. Aprendam a lidar uma com as outras.
- Finalmente, pensei que estava sozinha no meio dessas inimigas – eu disse.
- Aff vocês dois – Miss disse.
- Aff, vocês que parecem crianças – eu disse.
- Você não entende – Miss disse.
- Realmente não entendo.
- Que barra Renan. É preciso mesmo você sair da escola? – Roberta disse.
- Preciso não é, eu não gostava dessa tia, mas eu quero ficar perto dela nesse momento, é complicado – Renan disse. A Irma da mãe do Renan, automaticamente a tia dele (sendo que ele não há considera como tia) faleceu, alguns dias atrás, e ela morava em Porto Alegre. A mãe dele, foi pro enterro lá e tudo mas, só que ela entrou em depressão e não quer sair de lá, então o pai do Renan, disse que se talvez ele fosse pra lá, conseguiria trazer ela de volta pra São Paulo. Por isso ele iria sair da escola por um tempo, pra ficar com a mãe.
- Então boa sorte lá cara, espero que tua mãe fique bem logo – Dani disse, batendo nas costas do Renan.
- Não sei por que ela ficou assim, essa tia nem ligava pra gente, eu mesmo devo ter visto ela umas duas vezes – Renan disse cabisbaixo.
- Mas é família, Irma dela... por mais ruim que a pessoa seja, família é família – eu disse.
- Deve ser mesmo – Renan disse – então é isso que eu queria falar pra vocês.
- Você pensa que vai embora assim, sem mais nem menos? – Mary disse arqueando as sobrancelhas.
- Que? – Renan disse confuso.
- A gente tem que se despedir cara – Mary disse e todos concordaram.
- Que isso galera não precisa – Renan disse envergonhado.
- Pelo menos numa barraca de cachorro quente a gente tem que ir – Roberta disse.
- Dog não, sorvete. Sorveteria é melhor – Leo disse.
- Pra compensar a semana do carnaval que você não estava com a gente – eu disse.
- Ai sim pra compensar a semana do carnaval, mas pra se despedir não. A gente ainda vai se ver pra caramba – Renan disse rindo
- Amem – todos gritaram.
- Amanhã, 4 horas, sorveteria, partiu? – Renan disse.
- Mais do que partido – Leo disse.
- Que? – todos disseram.
- Ta fechado, partiu – Leo disse explicando o que havia dito anteriormente.
- Cara aquela professora ta te dando problema na cabeça – Dani disse.
- Ele precisa de uma namorada né? – Renan disse.
- Ate você cara, pensei que era meu amigo – Leo disse.
- Por isso mesmo, amigos não tem que mentir – Renan disse dando uns tapas da cabeça do Leo.
Pouco mais de um mês depois...
[LUCAS NARRANDO]
Depois daquele corre todo do meu aniversario e o do Pe, estávamos no hotel em Curitiba esperando chegar a hora da gente voltar pra são Paulo.
- Cara como a hora ta lenta – Pe disse tocando algo irreconhecível no violão.
- Hora lenta? Ta pior que uma tartaruga – eu disse.
- O que você acha da gente pegar algumas musica que escrevemos antigamente e colocarmos no cd?
- Seria bom, mas tem umas meio imaturas... sei lá algo assim – eu disse olhando pro nada.
- É verdade, a gente cresceu bastante.
- De tamanho você não cresceu não – eu disse rindo.
- Que graçinha suas piadinhas sem graça – ele disse fazendo careta.
- Faz isso não. Você fica mais feio que já é – eu disse rindo.
- E você é o gostosão – ele disse.
- Pelo menos eu tenho alguém que gosta de mim – eu disse.
- Seus pais não valem – ele disse e quando eu ia abrir a boca pra falar, ele me interrompeu – e a Bia também não. Não sei o que aquela menina viu em você.
- Pelo menos eu tenho alguém alem dos meus pais – eu disse rindo. Não sei porque mas o Pe estava muito engraçado hoje. Talvez o cabelo ou a roupa, sei lá. Só estava muito engraçado.
- Ok já chega, voltando a falar do cd – ele disse.
- Tem umas musicas que eu queria muito que estivesse no By Day, mas não deu pra colocar, talvez nesse de né – eu disse.
- Aquelas que você mostrou pro Pedro? – Pe disse me olhando animado.
- Não todas, só algumas – disse – em falar em Pedro, cadê ele com o Thomas ate agora com a comida?
- Espero que não tenham comido ela toda no caminho – ele disse voltando a atenção pro violão.
- Se essa frase tivesse fora do contexto da conversa, ficaria meio estranho – eu disse pensando besteira.
- Falam de mim, mas nem sabe o que você pensa, né menino-Restart-pervertido – ele disse.
- Menino Restart? E pervertido? Combinou não – eu disse.
- Que voz mais de gay a sua agora – Pe disse e a porta do quarto abriu. Logo apareceram dois indivíduos com algumas sacolas na mão.
- Quem é gay? – Thomas disse.
- A voz do Lucas – Pe disse.
- Você só descobriu agora? – Pedro disse colocando as sacolas no chão e se sentando no mesmo.
- Bullying comigo agora? – eu disse me sentando ao lado do Pedro.
- Agora não, sempre – Thomas disse sentando também no chão.
- Que gracinha as piadinhas – eu disse igual ao Pe minutos atrás.
- Ei essa frase é minha – Pe disse deixando o violão de lado e se juntando a gente.
- De que vocês estavam falando? – Pedro disse.
- Do cd novo – eu disse abrindo uma das sacolas.
- O Thomas me disse que tinha alguma coisa escrita e que dava uma musica, claro se alguém o ajudasse – Pedro disse.
- O Thomas? Serio? Ele escreve, sabe escrever, sabe ler e tudo mais? – Pe disse irônico.
- Hahaha que engraçado o Lanza Pedro – Thomas disse de boca cheia.
- Brincadeira amor eu te ajudo, pode deixar – Pe disse com a voz afinada.
- Ele disse Lanza Pedro? – eu disse pra que só o Pedro ouça.
- Ele anda trocando as palavras de lugar desde quando acordou – Pedro disse no mesmo Tom que o meu enquanto o Pe e o Thomas discutiam a relação.
[MISS NARRANDO]
Tem uns dois dias que o Pedro não me ligava, ou melhor, ele mandou o Pe me ligar e dizer que estavam muito ocupados resolvendo algo do novo cd, que eu nem quis saber o que era.
- Para de neura Miss, eles são conhecidos, fazem show e tals, devem estar cansados com tanta coisa – Mary disse. Ela e a Bia estavam na minha casa. Disseram que vinham aqui me ajudar com um trabalho pra aumentar minha nota, mas não é nada disso. Tão atrapalhando mais que ajudando.
- Poxa, mas podia me mandar uma mensagem ou algo assim, um oi pelo menos – eu disse – agora pra mandar o Pe me ligar e dizer isso e aquilo ele não ta cansado – eu dizia irritada.
- Quer camomila? – Bia disse do nada.
- Camomila? – eu e Mary falamos uníssono.
- É chá de camomila. É bom – Bia disse sem tirar o olho do computador.
- Não, não quero – eu disse.
Depois de alguns minutos um telefone toca e eu parei o que estava escrevendo pensando que era o meu, mas não era.
- É o meu? – Bia disse sem tirar sua atenção do computador. “Como ela consegue ficar tão fissurada nisso?” pensei.
- Com esse toque, de quem mais seria – Mary disse irônica – ninguém tem um toque tão exótico que nem o seu.
- Não falem do meu toque de leão, porque ele é incrível e vocês queriam ter um toque desse – ela disse nem se importando pro telefone tocando.
- De leão rugindo? Nossa a humanidade te inveja por isso – Mary disse.
- DA PRA ATENDER ESSE TELEFONE? – eu disse as assustando. Como elas conversam naturalmente com um leão rugindo loucamente
- Ela ta estressada – Bia disse pegando o celular na mesa atrás dela e olhando o mesmo – é o Lucas – ela disse animada se levantando e indo pra cozinha.
- Ela não disse que tinha perdido essa mania de atender telefone longe dos outros? – Mary disse.
- E você acredita quando ela fala que perdeu alguma mania? – eu disse.
- Não devia né? – Mary disse.
- Ta vendo por que o Pedro não é igual o Lucas que liga pra Bia quase todo dia – eu disse.
- E você vem com isso de novo – Mary disse respirando fundo.
- Se o Lucas consegue um tempo pra isso o Pedro tem que conseguir também. Ou ele se esqueceu de mim. Arrumou outra é isso?
- Você vai continuar a prolongar esse assunto? – Mary disse me olhando serio – não é nada dessas merdas que você ta pensando. O Pedro é de uma banda que tem vários assuntos pra cuidar, eu já te disse isso.
- Mas não é desculpa – eu disse voltando a escrever no meu caderno.
- Desisto.
- Miss, Miss, Miss – Bia voltou da cozinha dizendo – o Pedro te mando um beijo e disse que te ama – ela disse voltando a fazer o que fazia antes.
- Viu – Mary disse.
- Viu o que, ele falar com a Bia e não falar comigo? Nossa como vi. Ele ta me evitando? Porque ele não quis falar comigo, bia, porque não passou o telefone pra mim?
- Porque ele estava perto do Lucas e gritou isso, não falou comigo – Bia disse – você ainda ta com isso, daqui a pouco eles vão sair do estúdio e ele vai ligar pra ti. Calma.
- To tendo calma esses dois quase três últimos dias, vocês querem mais o que?
- Valma, queremos mais calma que você já teve – bia disse.
Mesmo com aquelas duas consegui terminar meu trabalho, despachei-as antes que a Bia acabasse com minha comida e fui pro meu quarto pensar em milhões de possibilidade do por que o Pedro não me liga.
Então no meio desses pensamentos meu telefone toca e sem animo nenhum vou atendê-lo.
~~telefoneon~~
- Alo – disse.
- Oi amor – eu devia ficar feliz em ouvir a voz do Pedro, né?
- Oi – eu disse desanimada.
- Por que ta com essa voz desanimada? Ta com gripe? – ele disse.
- Não, nada não – eu disse.
- A bia me disse que você estava meio irritada comigo...
- Aquela fofoqueira – eu disse baixo pra que o Pedro não ouvisse.
- Não ela só queria te ajudar – “putz ele ouviu” pensei – desculpa amor, mesmo... o tempo que eu tinha livre era de madrugada e não queria te acordar, desculpa – ele disse.
- Tudo bem.
- Tudo bem nada, sua voz ainda não me perdoou. Eu to me sentindo mal agora. Queria te abraçar, ver como você esta – ele disse.
- Não precisa Pedro, eu to bem. Te perdôo, não foi sua culpa – eu disse não querendo dizer aquilo.
- Letícia você ainda ta chateada comigo, por favor, fala verdade – ele disse.
- Verdade? Que verdade? O que eu fiquei muito mal em saber que o Lucas arruma um minuto todo dia pra falar com a Bia e você não faz esse sacrifício? Essa verdade? – eu disse o que não era pra dizer.
- Mas lê, o Lucas é o Lucas, eu sou o Pedro não tem como eu ser ele. Se fosse assim você deveria namorar o Lucas. Você sabe que os pivores da banda sou eu e o Pe, mas o Pe com gripe então eu fico no lugar dele resolvendo as coisas. Pensei que você entendia isso – ele disse com um tom decepcionado.
- Pedro isso por telefone não é nada legal, eu odeio falar disso por telefone – eu disse tentando não estender aquele assunto.
- Se não foi por aqui vai ser por onde. Vamos falar sobre isso daqui a um mês, quando eu for te ver de novo? Pra mim é muito tempo e eu não quero ficar brigado com você esse tempo todo.
- A gente não precisa ficar sem se falar, quando você tiver tempo, me liga e eu te atendo, normalmente – eu disse dando ênfase ao ‘tiver tempo’.
- Ficar nesse clima tenso não dá ficar poxa, por favor – ele disse.
- Por favor, o que? Quando você quiser me ligar me liga, quando não quiser não liga e pronto.
- Eu pensei que você entendia.
- E eu entendo, mas não sei como uma pessoa com a mesma rotina da sua faz coisas que você não faz e devia.
- Você sabe que eu sou meio enrolado, atrasado com os horários e tal, o Lucas não. Ele é super certo com esse tipo de coisa por isso tem tempo.
- E você não pode fazer isso por mim?
- Por ti eu posso fazer qualquer coisa.
- Então tenta fazer isso, não precisa ser igual ao Lucas ou a qualquer outro, só me faça pensar que você não me esqueceu – eu disse e ouvi uma risada baixa.
- Eu NUNCA vou te esquecer, isso vai ser impossível – ele disse provavelmente sorrindo.
- Agora eu preciso desligar ta – eu disse querendo acabar com aquele telefonema.
- Ok, ate qualquer hora. Te amo beijo – ele disse e desligou.
~~telefoneoff~~
Coloquei meu celular em um quanto qualquer da cama e deitando na mesma, logo pegando no sono.
...
[BIA NARRANDO]
Mesmo depois de o Pedro ligar pra miss e eles combinarem de se falar mais, ela, nossa querida Miss, ainda estava intrigada com ele.
Ate rolou/rola um boato no colégio falando que eles não estão mais namorando porque a miss ta pegando outro cara do colégio.
E pra completar a Roberta esta com uns olhares estranhos pra cima dela, não sei por que, ainda, mas eu vou descobrir. Não que eu seja fofoqueira, as coisas acontecem debaixo do meu nariz e eu não sei, é meio chato.
- Gente eu quero falar uma coisa – Dani disse aproximando de nos no pátio, interrompendo meus pensamentos.
- Diz logo que você vai sair do armário e acaba com esse segredo – Leo disse.
Olhei pro Dani e ele estava um pouco envergonhado e também tina uma menina do lado dele... Pêra ai... De mão dada com ele.
- Eu estou perdendo algo? – eu disse olhando pras mãos dos dois juntos.
- Se o Leo me deixasse falar – Dani disse.
- Desculpa – Leo disse.
- Então gente, essa é a Renata, e Renata esses são aqueles que eu já te falei – Dani disse.
Renata... Renata... Parece ser gente fina. Ela era uns cinco centímetros menores que o Dani. Do colégio ela não era, pois nunca há vimos. Tinha cabelos castanhos claro ate o ombro, encaracolados, adorei. Não era tão branca, mas não era morena, um bege, mais ou menos. Seus olhos eram um pouco mais escuros que os cabelos, digamos que castanho médio. Bom, juntando tudo, bem bonita.
- Oi gente – que voz mais fofa. Não era aquela voz enjoada, ate prazerosa de ouvir. Será que ela canta bem?
- Oi, sou a Bia – eu disse primeiro.
- Sou o Leo – Leo disse não tão animado.
- Mariana – Mary disse.
- Letícia ou Miss pro íntimos – Miss disse sorrindo amigavelmente.
- Cadê a Roberta? – Dani perguntou.
Ela chegou no portão mais cedo e entrou direto no colégio e ate agora não saiu de lá.
- Quem é vivo sempre aparece – Miss disse olhando pra trás do Leo que estava na sua frente – não morre cedo hein.
Nessa hora todos olhamos na mesma direção em que a miss olhava. Roberta vinha soltando fumaça pelas narinas.
“O que deu nela?” pensei.
Logo o Leo saiu de frente da Miss e veio pro meu lado já sabendo o que ai acontecer. O que vai acontecer?
— Cala a sua boca – Roberta disse se colocando em frente da Miss – quem você pensa que é? Mal terminou com seu namoradinho e já vai pegando os outros?
Hum duas batatas estão assando e a minha esta boiando.
Agora foi a vez de a miss soltar fumaça pelas narinas. A energia ali não estava tão boa.
- Do que você esta falando garota? – Miss disse. Nessa hora todos já estavam olhando pras duas.
Eu, Leo, Mary, Dani e Renata nos afastamos, uns 10 metros, delas, por instinto.
- Você mais pegando mais Henrique mais pé na bunda mais do Pedro Lucas. Te lembra algo? – Roberta disse.
Epa? Ferrou.
- Só você mesmo pra acreditar numa coisa dessas. Pensei que era mais esperta – Miss disse rindo – mas um detalhe, pelo que eu sei, mesmo que eu não esteja pegando, como você disse, o Henrique, ele não tem dona – a essa altura do campeonato o pátio da estava de olha nas duas.
[Leo NARRANDO]
Depois da Miss e da Roberta falarem meia dúzia de palavras elas estavam se pegando. NÃO desse jeito que vocês estão pensando.
A Miss estava dando uns tapas na cara da Roberta e Roberta não ficava pra trás não. Miss também levou uns tapinhas, mas eu me surpreendi. Pensei que a Mary e a Bia iam ficar desesperadas, gritando que nem loucas tentando separá-las, mas elas estavam no mesmo estava que eu e a coitada da Renata. Ela mal chegou e já foi recepcionada dessa maneira, que feio, meninas.
Tapas vêm, tapas vão, o inspetor da escola chegou e levou as duas, com os seus cabelos todo bagunçado, pra diretoria.
- Cara, achei que elas iam se matar – eu disse quando a Bia me olhou.
- Você só achou, dude? Eu tinha certeza disso – Bia disse.
- Então por que não fez nada? – eu disse.
- Fiquei sem reação. Uma hora elas estavam conversando na outra já estavam se batendo. Isso trava um espectador – ela disse.
- Eu pensei que ia ser só puxões de cabelo e tal, mas foi alem – eu disse.
- Da pra vocês pararem de comentar sobre isso? – Dani disse.
- VOCÊS AI, ACABOU A PALHAÇADA TA BOM. VOLTEM AOS SEUS AFAZERES. O SINAL JÁ VAI TOCAR. – o inspetor disse depois que voltou sem as meninas ao pátio.
- Mas Bia você sabia que a Roberta tava com o Henrique? – Mary disse.
- A Miss tava pegando o Henrique? – Dani disse.
- Quem é esse Henrique? – eu disse.
- Eu ouvi falar que a Roberta tava com esse Henrique, — Bia disse olhando pra Mary — mas que a Miss tava pegando ele, isso não é verdade – disse olhando pro Dani — E Henrique é um garoto que joga futebol com você – disse agora olhando pra mim.
- Aquele cara, ta causando isso tudo – eu disse.
- Deve ser só uma confusão na cabeça da Roberta, ela deve ta confundindo alguma coisa – Bia disse.
- E lá vem você sempre defendendo a Roberta – Mary disse.
- Eu não to defendendo, só to falando o que pode ter acontecido – Bia disse.
- E eu to boiando aqui – Renata finalmente disse alguma coisa.
- Só precisa saber de uma coisa. Roberta e Miss vivem em Pé de guerra, sabe como é né? – Bia disse.
- Ok, ta anotado – Renata disse rindo.
- Agora vamos pra sala né – Dani disse.
- Mas a Renata é do colégio? – Mary disse.
- Não, ela trabalha na biblioteca há uma semana – Dani disse.
- Por isso você amava ir à biblioteca essa semana né – eu disse.
- Mais ou menos – Dani disse rindo.
Notas finais
Então o que eu tenho pra dizer, é sobre esse negocio de tirarem as fics de banda e tals!
Eu não tenho certeza se vou consegui terminar essa fic ate dezembro, vo fazer o possível e o impossível pra que isso aconteça, se caso eu não consegui, eu vou fazer um blog pra colocar essa fic, e talvez no próximo capitulo eu passe o link do blog.
Nesse blog eu vou colocar essa fic normal e vo tentar reescreve-la pra interativa, talvez eu tbm poste outras fic e tals, mas por enquanto não se preocupem, eu vou tentar não ficar tanto tempo sem postar como eu fiquei dessa vez. E esse blog ja ta confirmado. O próximo capitulo eu passo o link pra vocês e como eu disse:
Vo tentar terminar essa fic antes de dezembro e mesmo se eu consegui terminar a fic aqui, eu vo postar ela toda de novo no blog.
Então é isso gnt, me digam ai o que vocês acham.
Eu acho que se for passar pra original, vai ficar sem graça, pq a graça da fic é a banda, e com outra banda inventada não vai ser tão legal assim.
Mas como quem decide aqui é vocês mandem suas opiniões!!!
Besitos xx
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