Intrigas De Uma Vida Sem Roteiro
22 Capítulo 22 - Party Hippie II
Notas iniciais
Ta ai o capitulo..
espero que gostem..
e não sei se na sexta feira que vem tem..
porque essa semana vou ter provas ai, tem que meter bala nos estudo pra ficar com uma nota boa..
mas sábado ou domingo tem novo.
valeu?
comentem...
besos...
Eu e a Lê estávamos andando pela calçada rumo a casa dela, quando passei a mão pelo bolso da minha bermuda e percebi que a chave do carro que aluguei não estava no mesmo.
- Lê esqueci minha chave la na festa – eu disse parando e fazendo com que ela parasse junto.
- Depois você pega – ela disse.
- É que eu deixei com o Thomas, ele vai beber e vai querer dirigir ai vai fuder o carro e meu dinheiro – eu disse quase implorando pra ela voltar junto comigo.
- Ta vamos lá – ela disse e voltamos a andar pelo caminho de volta
- Os dois pombinhos voltaram — Bia estava na entrada da festa junto com o leo e uma garrafa de vodka – O que houve?
- Só esqueci a chave do carro. Sabe onde o Thomas ta lá dentro? – disse e aproveitei perguntei onde o Thomas estava pra não perder tempo.
- É a chave que o Thomas ta procurando feito louco? – ela disse. "Não, não, não o Thomas não perdeu a chave" pensei.
- Acho que sim – eu disse torcendo para que não seja a mesma chave que eu to procurando.
- Ele deve ta lá pra dentro – o Leo disse. "Nossa serio? Pensei que tivesse aqui fora." Pensei.
- Vou lá, vamos lê? – percebi que com aqueles dois não vou conseguir nenhuma informação que me ajude.
Rodamos, rodamos, deixei a lê numa mesa e voltei a procurar o Thomas.
O encontrei cavando um buraco. "Tomara que seja pra China, assim ele fica por lá mesmo" pensei chegando mais perto dele.
- THOMAS – gritei já que a musica estava alta.
- Oi Pedro, como vai, voltou é, ta fazendo o que aqui? – ele disse virando pra mim e limpando suas mãos de areia na bermuda.
- É voltei. O que você estava fazendo? – disse apontando pro buraco.
- É que, eu pensei que podia ir pra China assim, mas da muito trabalho – ele disse e depois deu um sorriso nervoso.
- Thomas é serio, cadê a chave? – eu disse.
- Que chave? – ele disse cruzando os braços.
- A chave do carro que eu te dei mais cedo – eu disse.
- Ahh a chave? Mas você me deu mesmo? Você não deu pro Pe? – ele disse inquieto.
- Não eu dei pra você, tenho certeza disse. E se essa chave não tiver na minha mão em 5 minutos, você vai ser obrigado a comprar o carro – eu disse andando de volta pra festa.
- Como assim comprar o carro, você que alugou. E não foi culpa minha perder a chave – ele disse andando atrás de mim.
- ENTÃO VOCÊ PERDEU A CHAVE? NOSSA QUE LEGAL. Agora – eu disse olhando pro meu relógio – faltam 3 MINUTOS pra essa chave esta na minha mão.
- Ta cara eu vou achar, calma ta legal. Só me da mais algum tempo e ela vai ta ai na sua mãozinha – ele disse correndo pro meio das pessoas.
- Thomas você só me ferra – eu disse quando ele já estava fora das minhas vistas.
[LETÍCIA NARRANDO]
A festa estava à mesma coisa quando eu e o Pedro saímos, agitada, e muito.
Vi o Thomas correndo pelo meio do povo e resolvi, pará-lo. Talvez o Pedro ainda não tivesse achado-o
- HEI Thomas, CHEGA AQUI – eu gritei e ele veio no mesmo pique quando estava correndo.
- Que foi? – ele disse esbaforido e apoiando as mãos nos joelhos.
- Quero a chave que o Pedro Lucas te deu – eu disse.
- É ela que eu to procurando – ele disse se recompondo.
- Você a perdeu? – eu disse. A Bia disse alguma coisa de chave perdida, mas ela estava bêbada e não dá pra creditar em bêbados.
- Foi, mas calma eu já vou achar, porque se não o Pedro me corta a cabeça – ele disse desesperado
- Ta anda logo que eu quero ir pra casa – eu disse me sentando na cadeira novamente.
Ele fez um beleza com a mão e foi correndo pro meio do povo.
A Mary já tinha vindo falar comigo, a Bia com o Leo. Eu queria saber como o Koba ia levar aquela garota pra casa, porque tava braba a situação. E o Leo, pelo que eu conheço deve dormir ali na areia mesmo. A Roberta já estava com seus dreads vermelhos, amarelos e azuis no cabelo. Meia hora depois aparece o Pedro com as benditas chaves na mão.
- Vamos? – ele disse estendendo a mão.
- Onde essa chave se meteu? – peguei na mão dele e fomos andando pra saída.
- No bolso do Thomas – ele disse.
- Como assim, no bolso dele, ele não tinha perdido? – eu perguntei.
- Não. A bermuda dele tem tipo, um bolso secreto embaixo de um bolso normal, a chave tava lá – ele explicou.
[PELU NARRANDO]
Com as chaves na MINHA mão. Eu e a Lê podíamos ir pra casa dela.
Já na porta da casa da Letícia.
- Não vai entrar? – ela pergunta sem jeito.
- O seu pai deve ta em casa e eu acho que ele não foi muito com minha calça rosa – eu disse passando a mão pelo cabelo.
- Não ele não esta, saiu pra noite. Eu acho – ela riu e disse.
- Então tudo bem, mas não vou ficar muito tempo, você precisa dormir né? – eu disse.
- Tudo bem, vamos pro meu quarto assim se meu pai chegar e você ainda tiver aqui não te ver – ela disse me puxando pela escada.
Chegamos em seu quarto, ela pegou algo em seu guarda roupa e foi direto pro banheiro e eu me sentei no pequeno sofá que tinha perto de uma cômoda.
Não demorou muito e ela sai do banheiro com os cabelos preso em um rabo de cavalo, uma blusa de alças finas e um short do mesmo pano da blusa.
"Ai, minha Nossa Senhora Do Chuveiro, dai-me resistência" pensei.
Ela sentou do meu lado e encostou sua cabeça no meu ombro. Ficamos assim um tempo assim, em silencio. "Será que ela já esta dormindo?" pensei. Abaixei um pouco minha cabeça para ver seu rosto e não, ela não estava dormindo.
- To me sentindo um idiota... Eu fiquei irritado em imaginar você com o Daniel. Ainda mais sabendo que vocês já namoraram – dei um leve beijo, roçando nossas bocas.
Ela me lançou um olhar rápido e mordiscou meu lábio inferior fazendo com que voltássemos a nos beijar. Ela se levantou fazendo eu também me levantar. Ficamos dando pequenos passos ate que ela parou e percebi que já tínhamos chegado a uma parede. "Bendita parede" pensei sem interromper o beijo.
Suas mãos agora passeavam por minha barriga por debaixo da blusa, eu tremi ao sentir seu toque e acho que ela também. Apertei fortemente meu corpo contra o dela e o dela contra a parede. Ela rapidamente me ajudou a tirar a blusa que vestida, jogando em um lado do quarto. Segurei uma de suas pernas na altura da minha cintura e comecei a beijar toda a extensão do seu corpo. Ela cravou as unhas nas minhas costas e foi arranhando e percorrendo toda a extensão da mesma a cada beijo que dava. Fui até a sua blusa, a tirando e segurei com uma das mãos seu rosto, enquanto a outra passeava por sua perna. Fiquei enrolando o pano mole de seu short e tirei apressado a peça de roupa, revelando sua calcinha. Ela agora arranhou a minha barriga, brincando com a barra da minha calça, e eu ajudei a tirá-la, nos deixando apenas com a roupa de baixo.
Umas batidas na porta, nada agradáveis, nos pegaram de surpresa. Fazendo nos gelarmos.
- TITA, VOCÊ JÁ CHEGOU? – eu olhei pra Lê, ela me olhou e depois voltamos a olhar pra porta.
[BIA NARRANDO]
Não descia nada pela minha garganta. E esse nada queria dizer nada de sólido, comida, só liquido e o liquido que eu bebia, na verdade que eu conseguia beber, não era nada legal.
Minha cabeça já estava em outro mundo e o Leo não ajudava em nada pra me melhorar. Acho que a gente vai ate dormir por lá mesmo.
O Lucas não parava de falar no meu ouvido, não parava de mandar eu parar de beber. E ele sabe que quando eu estou fora de mim, eu não gosto que fique pedindo pra parar, assim eu bebo mais e mais e mais. eu ate entendo ele, coitado, ele se preocupa, mas o que pode acontecer comigo. Nada né. Só eu chegar em casa, capotar na cama e no dia seguinte acordar pronto pra outra.
- Bia, vamos voltar lá pra dentro, que eu vi uma gatinha entrando agora – o Leo disse perto do meu ouvido.
- Bora sim, to precisando sentar – eu disse.
Entramos e eu esbarrei sem querer em uma garota que eu não lembrava o nome, me disse que uma pessoa queria falar comigo e eu disse que já estava indo.
Fui ate uma mesa que tinha no canto mais distante da de uma caixa de som.
"Cadê esse pessoal que resolve sumir em conjunto?" pensei me jogando praticamente na cadeira.
Não passou nem 2 minutos e, como o pessoal me ama e não sabe viver sem mim a Mary senta do meu lado quase sem cabelos.
- Foi pra guerra? – eu disse rindo.
- Não, eu estava fugindo de um bêbado – ela disse ofegante.
- Quem é esse bêbado? – eu perguntei.
- O seu querido convidado ilustre, o Thomas – ela disse.
- Mas não fui eu que o convidei – disse.
- Como não, por mim ele nem entrava aqui – ela disse e eu estranhei.
- Mas foi você que ligou pra ele e o convidou.
- Claro que não, eu te disse que não ia chamar ele – ela disse tentando arrumar o cabelo.
- Esquece isso ta, — eu disse – toma umas birita e aproveita o final da festa, gata.
- Serio que você disse isso? Você vai tirar ele daqui agora. Você colocou ele aqui dentro agora você tira – ela disse.
"Ai mariana, você me dando trabalhos que você faz e esquece" pensei.
- Ta, ta, ta. Eu tiro ele daqui...- ela sorriu esperançosa – mas agora não, to muito cansada e...
- Bêbada? – ela me interrompeu.
- Não, eu não to bêbada. Sabe onde ta o Lucas?
- Ta com o Lanza – ela disse. "Nossa e eu sei muito bem onde ta o Lanza" pensei ironicamente.
- E onde ta o Lanza? – eu perguntei.
- Eu que vou saber? – ela disse e depois riu.
- Você que ta bêbada e fica falando de mim. Agora vem aqui – eu disse chegando mais perto dela.
- Epa é pra que em? eu gosto de homem ta – ela disse rindo.
- E é eu to bêbada Bob – eu disse – não é nada do que você ta pensando.
- Quem é esse Bob? – ela me perguntou tirando toda minha linda de raciocínio do assunto que eu ia comentar com ela.
- Não acredito nisso? Não sabe quem é o Bob? – eu disse.
- Não. É algum amigo teu? – ela disse. "Não ela ta bêbada, bebeu demais, ai depois vem falar de mim" pensei.
- Bob, o padrinho dessa festa?
- Aquele cara grandão lá na porta? – ela disse confusa.
- NÃO O BOB MARLEY, VOCÊ NÃO CONHECE? – eu gritei me endireitando na cadeira.
- O que tem o Bob Marley? – ela perguntou. "Não ela não quer que eu explique tudo de novo" pensei.
- Deixa pra lá ta? Eu to bem legal pra te contar tudo de novo.
Eu estava tão confusa quanto ela. Nem sabia direito do que estávamos falando.
- Eu vou dar uma volta por ai. Mas antes... a Miss e Pedro, saindo assim, do nada, depois de uma discussãozinha. Um tanto quanto desconfiado, né? – ela disse fazendo uma cara de safada.
- É verdade – eu disse rindo da cara dela – aproveita pra fugir, porque o teu amado ta chegando ai – eu disse vendo o Thomas vindo em nossa direção.
- Quem? – ela olhou pra trás e saiu quase correndo dali. "Ai ela gosta dele sim, mas.... não Beatriz esquece o passado" pensei.
- E ai Bia, porque a Mary saiu daqui voada? – o Thomas já tinha chegado e sentado do meu lado, e eu em meus pensamentos profundos.
- Que? – eu disse.
- A Mary. Porque ela saiu daqui correndo? – ela disse.
- Ela ta fugindo de ti... ops não era pra eu falar – eu disse.
- Porque ela ta fugindo de mim?
- Pergunta pra ela gato. Eu que vou saber? – eu disse frisando a testa.
- Vou lá atrás dela – ele se levantou, passou por mim e em um movimento involuntário eu segurei seu braço. Ele parou e me olhou.
- Errr.... sabe onde ta o Lucas? – eu não sei o que passou pela minha cabeça antes de eu segurar o braço daquele cara, mas eu fiz e não tinha nada na cabeça pra dizer, então resolvi perguntar do Lucas.
- Ta com o Pe – ele disse. "Disso eu já sei" pensei.
- Onde ta o Pe? – perguntei.
- Numa dessas barracas – ele disse dando uma olhada geral. "Agora é só procurar o Lanza pelas barracas e eu vou achar o Lucas" pensei.
Meu pensamento foi tão longo que eu nem percebi o Thomas chamando meu nome e balançando a mão. A mão? Eu estava segurando a mão dele? Eu juro pelo tio Bob, que eu segurei o antibraço dele, não foi à mão, meu deus, será que to vendo coisas?
- Biiiaaa, pode soltar? – ele disse e eu soltei rapidamente.
- Err... Desculpa. Vai logo atrás da Mary, antes que ... sei lá, vai logo – eu disse e me levantei para uma busca pelo Pe.
- Finalmente, eu encontrei os desaparecidos – eu disse quando entrei na terceira barraca. Percebi que durante a viajem ate chegar a essa barraca eu demorei bastante. Já sei porque, devo ter parado umas 5 vezes pra pegar alguma bebida que passava na bandeja e acabei conversando sobre o que tinha em cada copo com os garçons. Isso me atrasou.
- Tem certeza que foi a gente que desapareceu? – o Lucas disse rindo.
- Absoluta, eu estava lá fora o tempo inteiro. Vocês que sumiram – eu disse.
- Espera só mais uns 5 minutos que a tatoo já ta ficando pronta – o Pe disse.
- O que isso que tu fez? – eu perguntei. Era um desenho estranho, nas costas, que não dava pra saber o que era. Não sei se era porque minha vista estava meio embaçada ou porque era estranho mesmo.
- Não sei. Olhei, achei legal e pedi pro cara fazer – ele disse.
- Eu disse pra ele procurar direito o que era isso só que quando fui falar o cara já tava fazendo – o Lucas disse.
- Ata. Mas nem você sabe o que é isso? – eu disse pro Lucas.
- Não tenho a mínima idéia – Lucas disse — Eu ate acho que esse cara junta um monte de tinta e faz uma bola nas costas e pronto à tatuagem ta pronta – ele disse mais baixo pra que o Gui, cara que estava fazendo o desenho na Pe, não ouvisse.
- Talvez né? – eu disse rindo.
- Oi Koba, — uma guria apareceu do nada dizendo do nada, toda cheia de charme pra cima do Lucas – Vai fazer uma também? – ela disse apontando pro Gui.
- Oi Milena – o Lucas disse sem graça depois que percebeu meu olhar metralhante pra ele e a garota, a tal de "Milena" – Não vou fazer não só o Pe mesmo – "Como ele pode responder essa veada?" pensei. "Se acalma você bebeu, e quando você bebe, você vê as coisas erradas, calma, espera" meu subconsciente dizia.
- Oh o Pe Lanza, ta aqui, nem vi ele – ela disse olhando pro Pe bem do lado dela. "Não deve ter visto mesmo, o olho esta na parte de trás, né" pensei
- Oi Milena – eu disse sorridente e pronunciando cada silaba. Não fazia idéia de quem poderia ser essa garota, e não queria bater nela assim do nada. Se ela não me viu ali por bem, ela vai ter que me ver a força.
- Errr... oi – ela disse me olhando como se fosse uma "intrusa" na conversa de "grandes amigos" – Posso saber quem é você? – ela disse. "Ela não sabe quem sou eu? eu organizei essa festa e chamei ela, eu acho? E ela não sabe quem sou eu" pensei
- Você não sabe quem sou eu? – eu disse com ironia – Então, amorzinho, diz pra ela quem eu sou – eu disse pegando a mão do Lucas – diz pra ela também o que eu sou da dona da festa, que pode botar essa vadiazinha pra fora, tipo, agora – eu terminei de dizer. Não ia dizer isso, só que... ops... saiu.
- Você me chamou de que? – ela disse colocando a mão na cintura e arqueando a sobrancelha.
- Alem de burra a loira é surda. É isso mesmo produção? – eu disse fazendo o mesmo movimento dela.
- Bom, vamos sair daqui, né, Bia – Lucas disse percebendo o clima super agradável que ia ficar ali, daqui a 10 segundos.
- É melhor mesmo, o ar ta bem pesado aqui, com tantas partículas de agua oxigenada no ar – eu disse olhando pra Milena.
- Então vamos – ele disse pegando minha mão que eu tinha separado pra fazer o mesmo movimento da garota – Tamo lá fora Lanza – o Pe fez um beleza com a mão já que não podia falar por esta com o rosto no travesseiro da pequena cama inclinada que tinha pra pessoas se escorarem se fossem fazer uma tatoo nas costas – Ate mais Milena – "WHAT? É isso mesmo que eu escutei? Ele deu tchau pra aquela vadia mirim" pensei sendo puxada pelo Lucas pra fora da barraca – O que foi aquilo? – ele me pergunta parando do lado da barraca de frente pra mim.
- Eu tenho que perguntar isso não? – eu disse – o que foi aquilo?
- Não teve nada de mais – ele disse.
- Se não teve nada de mais. Foi porque teve alguma coisa – eu disse. Nessa hora meu sangue estava se locomovendo pelo meu corpo a mil por segundo.
- Teve, teve sim, você quase matando a garota com os olhos – "O filho da Rita ainda defende a piranhinha?" pensei.
- Serio? Então, ta. Vai lá se atracar com a piranhinha – eu disse cruzando os braços, pra não bater em alguém. Ele ficou olhando pra mim por um tempo – Ta esperando o que? Vai, lá – eu disse apontando pra barraca.
- Você ta com ciúmes? — ele disse rindo.
- Não. Desde quando eu vou ter ciúmes de um cara famoso e que uma loira vadia estava dando em cima dele? Em? – eu disse.
- Bia, esquece isso ta legal? Aquilo não é nada – ele disse.
- Cala a boca, porque cada palavra que tu fala piora ainda as coisas – eu disse – HEI MANO, TRAZ UMA AQUI PRA MIM – eu gritei quando vi um garçom passou, com uma bandeja com bebidas vermelhas, por traz do Lucas.
- Você vai beber mais? – ele perguntou quando o garçom estava chegando.
- Qual é o problema? – eu disse.
O garçom chegou e eu peguei o copo que estava mais cheio.
- Bia é melhor você parar? – Lucas disse pegando o copo da minha mão quando eu estava preste a colocá-lo na boca.
- Não muda de assunto – eu disse pegando o copo de volta – você ainda não me disse como conheceu aquela guria e porque ela estava toda cheia de charme pra cima de ti.
- Então é isso que você quer? Na verdade eu a conheci ali mesmo, naquela hora. – ele disse.
- Serio? E como sabia o nome dela? – eu disse.
- Ela tinha um cordão, tão grande quanto o seu ciúme, no pescoço com o nome dela – "Cordão? Ela tinha um cordão? Eu, acho que, não vi nenhum cordão nela" pensei – Bia é serio é melhor você parar de beber porque você já ta perdendo a visão. O cordão era grande mesmo – ele disse. Não lembrava que quando eu bebia demais, deixava de ver alguns detalhes ao meu redor.
- Ta ela podia estar com um cordão. Mas agora me explica porque ela estava toda cheia de charme pra cima de ti.
- Ai é você que diz. Eu não vi ela fazendo nada alem de falar "Oi Koba" – ele disse tentando fazer uma voz fina na fala da garota.
- Tem certeza que aquela vadia não estava fazendo nada? – eu disse.
- Tenho mas para de chamá-la de vadia e de xingá-la na sua mente – ele disse segurando meu rosto com as duas mãos.
- Não defende ela, porque se não eu vou te bater – eu disse apontando pra ele.
- Tudo bem – ele disse e levantou as mãos.
Notas finais
Rolou QUASE alguma coisa ali entre a Miss e o Pedro né?
Me contem quem foi que interrompeu esse momento...
Mas para me contar tem que comentar né?
então aproveita, pra dar sua opinião.
que é muito importante pra mim.
valeu?
besos e ate a próxima (L)
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