Intertwine
5 Don't control me
Notas iniciais

20 de julho de 1993.
— Apenas alguns dias com você, e eu sinto como se fôssemos casados há anos. — Layla murmura baixinho, enquanto preparava o jantar na cabana em que estavam em Montana.
Kai fecha seus olhos em concentração, sussurrando um feitiço com o livro de feitiços de sua mãe na frente dele.
— Uma boa notícia é que eu encontrei uma senhora quando eu comprei minha câmera há alguns dias. Perguntei-lhe se ela conhecia lugares ou famílias que desejavam me acolher ou algo assim. Sentia-me como uma órfã patética, implorando por amor pelas ruas de Manhattan.
Kai a ignora, ainda tentando se concentrar.
— Eu vou verificar o lugar amanhã de manhã, acho que está tudo certo. — Layla diz enquanto mexia a panela.
— Eu meio que não me importo no momento. — Kai sussurra com impaciência.
— Não preciso de você de qualquer maneira. — Layla dispara para ele.
— A magia de Jô em mim é muito forte. — Kai abre os olhos e sacode a cabeça. – Droga!
Layla o ignora e sai da cozinha através da sala de estar, em direção ao seu quarto. Ela leva uma caneta e papel e começa a escrever.
— O que você está fazendo? Você largou o jantar. — Kai diz com irritação, seguindo-a para o quarto dela.
— Eu estou escrevendo minha carta de suicídio. — Ela responde, escrevendo nervosamente.
— Ótimo. — Ele diz sarcasticamente e a deixa sozinha.
Durante o jantar, ambos sentaram-se à mesa com um silêncio estranho.
— Você poderia ter feito muito melhor esse macarrão. — Ele comenta com uma expressão ácida.
Layla trinca os dentes e aperta o garfo e a faca. — Talvez você devesse tentar cozinhar.
— Esse não é meu trabalho. — Ele levanta as sobrancelhas e enxuga a boca com o guardanapo de mesa.
— Eu não vejo a hora de ficar longe de você. — Ela sorri para si mesma, sentindo-se exausta de suas ordens, tratando-a como uma escrava.
— Você não pode ir amanhã de manhã e tentar ser uma órfã implorando por amor pelas ruas de Manhattan. — Ele luta para mastigar o macarrão. — Você ainda não pode ir a lugar nenhum, porque eu não coloquei um feitiço sobre você. Por tudo o que nós sabemos, você pode ser pega amanhã se for vista. Preciso de tempo para controlar minha magia, e me desligar do clã. E ainda preciso procurar bruxas para formar meu novo clã.
— Você me apressou para encontrar uma nova casa onde as pessoas poderiam me amar e agora você quer atrasar isso porque seu plano não está saindo como o planejado? — Ela se levanta da cadeira. — Você é tão egoísta. Apenas me deixe ir embora Kai, e eu vou encontrar outra bruxa para me ajudar.
— Posso lembrá-la de novo, que eu mudei de ideia sobre isso? Não podemos ficar separados um do outro, caso contrário...
— Sim Sim Sim... Meu pai descobrirá blá blá blá. — Ela revira os olhos. — Olhe, precisamos definir alguns limites. Porque não consigo mais ser sua escrava...
— Por que não? É divertido! — Ele brinca. — Apenas me dê mais um dia, tudo bem? Apenas deixe-me controlar minha magia e colocar um feitiço de proteção em você quando você sair para a casa da velha.
— Apenas pare de me dar ordens. — Ela deixa seu talher no prato com frustração. — EU ESTOU CANSADA DE PESSOAS ME DIZENDO O QUE FAZER. Minha mãe, meu pai, meu culto e agora VOCÊ! — Layla olha para a faca de prata. — Não gosto de ser controlada.
— Bem, querida. — Kai ri. — A única razão pela qual você deixa as pessoas controlá-la, é porque você simplesmente não pode controlar a você mesma! Você meio que deixa as pessoas passarem por cima de você. Claro que você é agressiva, mas você tem um lado tão suave, onde você não está confiante o suficiente para controlar as coisas você mesmo! E quando você TENTA fazer as coisas do seu jeito, simplesmente não vai para frente. Que é, obviamente, o motivo pelo qual você se rebelou e ficou toda mal e irritada... Assim. — Ele aponta para o rosto irritado dela.
Ainda em negação da verdade que ele afirmou, Layla se descontrola e joga sua faca de talher enquanto ele a congela com seus poderes. Ele então aponta a faca para ela na intenção de jogá-la em sua direção, mas Layla a pega rapidamente com a mão direita.
— Reflexo impressionante e coordenação visual dos olhos. — Kai sorri, batendo palmas sarcasticamente.
— Eu posso pegar flechas vindo de qualquer distância. — Ela zombou. — Não me subestime.
Kai pensou o quão divertido era estar com alguém dessa maneira. Isso lhe deu um grande prazer, porque ele sentiu como se estivesse no controle, ao ponto de controlá-la para se controlar.
— Sim, bem, você deixa isso acontecer. — Ele sorri admirando sua raiva. — Você gosta de fazer isso comigo? — Ela trinca os dentes, agarrando o seu prato com força. Ele encolhe os ombros sem cuidado. — Então, você deixa as pessoas controlá-la. O que diabos você vai fazer sobre isso? Me matar? — Suas palavras provocaram seu temperamento. — O melhor que você poderia fazer é controlar-se. — Ele suspira. — E simplesmente assumir o controle.
— Bem, não é você que está fugindo da minha família? — Layla se agarra em seu prato ainda mais apertado.
Kai sorri, — Oh, é! Mas uh, eu encontrei um plano, lembra? Sem mim, você não estaria livre deles. — Você sempre precisa de alguém para iniciar alguma coisa? Quero dizer, você tenta assumir o controle e ser toda mandona, ou seja o que for, mas você faz isso de forma tão agressiva. É meio fofo. — Ele ri. — No entanto, isso me irrita às vezes. Mas uh... Você realmente precisa trabalhar isso.
Layla, cada vez mais frustrada, esmaga seu prato na mesa de jantar, que o assustou. Ela então se aproxima dele e polvilha sal de allevra em seus olhos, então ele grita com a dor enquanto entra em colapso no chão. Ela então bate na cabeça dele com o seu joelho direito e empurra todo o corpo para o chão, batendo-o com um par de golpes. Ele então segura seu punho esquerdo e a afasta, agarrando sua faca na mesa de jantar. Ele murmura um feitiço, fazendo com que ele deite seu corpo no chão com dor severa. Ele fica em cima dela e coloca a faca do contra o seu pescoço. Liberando seu lado agressivo psicótico, ele começa a cortar ligeiramente o lado de sua garganta quando pequenas gotas de sangue caem sobre sua camisa.
— AHH! — Ela grita, tentando fazê-lo parar.
Ele a olha como um monstro completo. Ela deixou contusões nas bochechas e no olho direito. Também o deixando com um nariz sangrento e boca. Ele cuspiu seu sangue em seu rosto. — Isso doeu. — Ele sorri com ódio nos olhos, ainda segurando-a enquanto ela luta para se soltar.
— Você mereceu. — Ela zombou, enquanto tenta encontrar força em si mesma para agarrar a mão dele que segurava a faca. Arrancou de sua mãe e cortou a bochecha direita de Kai.
— PORRA! — Ele grita, cobrindo seu corte irregular, saindo de cima dela.
Ela rapidamente cobre seu pescoço sangrento e corre para o quarto dela. Ela encontra algumas poções que ela fez na primeira noite, quando chegaram ali. Havia duas poções. Uma que mataria Kai instantaneamente, e a outra que apenas o derrubaria por algumas horas. Nesse ponto, ela nem teve tempo de escolher. Ele aparece na porta do quarto com um rosto sangrento e olhos monstruosos ameaçadores.
— Pare. – Ela suplica.
Ele se aproxima dela e puxa seu cabelo para trás, enquanto sussurra contra sua orelha. — Eu vou parar se você parar de reclamar e tentar me matar. — Ele puxa seu cabelo ainda mais e bate a cabeça dela contra sua cômoda.
— AH! — Ela segura sua testa que doeu severamente, ainda olhando as poções ao lado de sua cama. Ela não podia dizer qual o mataria ou o derrubaria. Ela rasteja para o lado de sua cama, agarra uma das poções e joga uma delas no peito de Kai. A garrafa explode enquanto seu corpo colapsa no chão e cai em um estado inconsciente. Layla rapidamente agarra-se um kit de primeiros socorros no banheiro, tentando parar o sangramento de seu pescoço. Ela então olha para Kai e começa a entrar em pânico.
— Não... — Ela chora. — Por favor, não morra. — Ela balança a cabeça, rezando para que ela não tenha escolhido a garrafa que poderia matá-lo instantaneamente. — Eu ... eu tive que fazer uma substância de morte, no caso de você tentar matar-me primeiro! — Ela então solta incontrolável, ajoelhando-se ao lado de seu corpo. — Porra! — Ela realmente odiava a si mesma. Ela não podia mais negar. Kai estava certo, não podia se controlar. E ela sabia que isso não aconteceria se ela simplesmente ignorasse o que ele disse e não deixasse sua paciência entrar no caminho. – Kai... — Ela então coloca a cabeça dele contra seu peito e ouve seus batimentos cardíacos, ouvindo-o suavemente respirando. — Oh, obrigada Deus. — Ela suspira aliviada. Layla então pega a poção da substância de morte no lado de sua cama, vai ao banheiro e despeja o liquido pela pia. Ela carrega o corpo de Kai até a cama e aplica o kit de primeiros socorros sobre ele. Esgotada de lutar contra ele, e sentindo-se chocada com a quantidade de sangue que ela perdeu no pescoço, ela adormeceu.
Na manhã seguinte, Kai acorda com a cabeça de Layla em seu peito. Ele luta para abrir os olhos completamente. Ele olha para o espelho na cômoda e vê que seu rosto estava coberto de curativos. Embora ele estivesse inconsciente, ele lembrou-se de ouví-la chorar por ele quando pensou que o havia matado ontem à noite. E ele também se lembrou de sentir suas mãos limpando o sangue do rosto e fazendo as curativos. Com uma mudança de coração, ele começa a acariciar seu corpo do outro lado da cama e resmunga um feitiço que curaria as feridas dela e a deixaria dormir,
Layla finalmente acorda e senta na cama. Ela vê Kai tirando uma foto dela, na nova câmera que ela comprou para si mesma. — HEY! — Ela cobre seu rosto se sentindo assustada.
Ele sorri e olha para a câmera. — Agora, você sabe como é alguém tirar fotos de você de surpresa. Kai então dá uma olhada na foto que ele acabara de tirar. — Eu gostei dela. — Ele pisca. De repente sua expressão mudou e ele respirou fundo. — Obrigado por cuidar de mim na noite passada. — Ele limpou a garganta. – Acho que eu deveria te tratar melhor. Ela pisca várias vezes, tentando compreender o que ele acabara de dizer. — Curei nossas feridas. — Ele menciona. — Eu acho que podemos fazer as coisas serem muito mais rápidas... Se nós apenas tentarmos não matar um ao outro, tudo bem? Ela lentamente sai da cama e se aproxima dele. — Eu claramente não devo continuar a subestimá-la e te irritar o tempo todo. — Kai coloca as duas mãos no ar como um sinal de rendição. — Mas para ser sincero, eu me diverti muito fazendo isso. — Ele ri. — Eu vou ser menos controlador e confiar em suas decisões.
— Por que essa mudança de mentalidade de repente? — Ela pergunta olhando para ele com desconfiança. Ele coloca a câmera para baixo.
— Bem, porque eu ouvi você chorar e se assustar na noite passada pensando que tinha me matado. E com isso... Eu percebi que realmente posso confiar em você e que não quer me matar. — Ele suspira. — Mesmo se você tivesse que fazer isso. E agora eu sei que você não vai
Ela acena lentamente. — O-ok. – Foi tudo o que conseguiu dizer, estava surpresa demais com sua confissão.
— Você confia em mim? — Ele pergunta. – Nesse exato momento?
Ela cruza os braços e lhe dá um sorriso. — Sim.
Ele bate palmas. — Tudo bem, eu vou deixar você ir para a casa da velha, assim que eu colocar um feitiço de clausura. Eu tentei controlar a magia de Jo em mim, durante toda a manhã.
— Layla segura a mão dele em um gesto amigável. — Obrigado. — Ela agradece com compaixão.
Ele sentiu o calor em seu coração começar a se espalhar pelo corpo. Ele bloqueia o contato visual com seus olhos castanhos ousados e suaviza a expressão do rosto.
— De nada. — Ele responde.
Enquanto Layla aguardava o feitiço de Kai, e dois finalmente se tornaram amigos, ela tira sua câmera e começa a tirar fotos de ambos sem ele se queixar.
Mundo Prisão, 1994
Bonnie ergue-se no sofá da sala dos Parker, apoiando a cabeça em sua mão, observando Kai contar sua história de amor enquanto estava sentado em frente a ela e olhando o fogo da sala de estar. — Então, quando vocês tiraram fotos, eram aquelas fotos que eu vi em seu quarto? — Pergunta Bonnie. Ele assente com a cabeça.
— A foto que eu peguei e você ficou chateado, você tirou essa foto dela? — Bonnie pergunta novamente.
Kai assente, sentindo-se perturbado. — Fiquei preso neste lugar há 18 anos e nunca me incomodou em voltar aqui e olhar para a foto dela. Ou NENHUMA de nossas fotos juntos.
— Bem, talvez você estivesse tão empolgado em estar todo irritado com seu pai por enviá-lo aqui, que você se esqueceu de Layla. — Bonnie deduz.
— Oh, eu nunca esqueci de Layla. — Kai diz na defensiva. — Sim, tive o coração partido, especialmente porque meu pai e o clã me enviaram aqui logo após a morte de Layla.
— O que? — Bonnie arregalou os olhos.
— Vou explicar essa parte logo. — Ele promete. — Eu acho que por 18 anos, fiquei muito bravo e tentando encontrar uma maneira de sair do lugar e nunca encontrei à hora certa de voltar aqui.
Bonnie então tira a foto que ela tirou dele mais cedo. Ela ri e a coloca na mesa de café. -Aqui. — Ela empurra a foto para ele.
— Kai sorri, — Você pode ficar se quiser.
— Ai credo! Não. — Ela diz brincando e começa a bocejar novamente.
Ele reconhece sua exaustão. — Tudo bem, vou pular algumas partes em que Layla e eu começamos a se apaixonar um pelo outro. Há algumas partes de amor e sexo aqui e ali. — Você realmente quer que eu lhe diga isso?
Bonnie ergue as sobrancelhas. — Desculpe, isso é tão estranho. Eu não consigo imaginar você amando alguém... ou fazer amor. — Ela se arrepia brincando.
— Ok, vou ignorar essas partes. Ele ri e admira a pele de Bonnie, brilhando contra a luz da lareira. Dentro dele, ele se odiava por ser atraído por ela. Estava lembrando-o de seu passado, e ele jurou a si mesmo que ele não se apaixonaria novamente.
— Então, o que aconteceu com a casa da velha e com o clã que você queria formar? — Ela pergunta ajustando seu corpo no sofá.
— A velhinha acabou por ser muito legal, e também a família dela. — Ele afirma. — Embora no momento que Layla estabeleceu tudo com eles e estivesse pronta para ser adotada ou o que fosse, eu realmente me apaixonei por ela. Eu não queria deixá-la ir. Eu queria que ela ficasse comigo. Eu nem sequer formei meu próprio clã. Contanto que eu colocasse um feitiço de proteção sobre nós, eu pensei que nós dois poderíamos viver felizes para sempre. E sim, eu fui o idiota que disse a ela para que nunca se sentisse assim. Mas eu deixei isso acontecer, e não me arrependi. Então, ela desistiu da casa da velha, e nós dois continuamos a viver juntos na cabana, sem problemas. Nós estávamos tão apaixonados... — Kai sorri, olhando para um ponto distante, lembrando todos os detalhes de seu rosto e o som de sua voz. — Deus, ela era tão forte, fisicamente e mentalmente. Ela era sábia e corajosa. Ela tinha o coração de um guerreiro, mas a mente de um adolescente. Como ela se esforçou por aquela vida normal. Ela era tão teimosa e era uma idiota! E mesmo que ela tivesse sua raiva e problemas rebeldes, ainda adorei aquela mulher amedrontadora. Porque ela também era forte o suficiente para lidar comigo... — A maneira como ele descreveu seu amor por Layla foi a coisa mais linda que Bonnie já havia ouvido. E ela realmente admirava isso. Por algum motivo estranho, quanto mais ele falava sobre seus sentimentos para ela, mais o achava atraente. Ela então viu Kai de uma maneira completamente diferente. Mas ela ainda não podia confiar nele. Sua atração por ele estava hesitando. Ela se convence de que Kai nunca pensaria nela do mesmo jeito.
— Dentro do tempo, finalmente me desliguei do meu clã. E o pai de Layla realmente pensou que ela cometeu suicídio uma vez que ele recebeu sua carta. — Ele continua. -Mas eles queriam seu corpo. Eles continuavam procurando por ela. Eu pensei que eles iriam desistir enquanto eu tivesse o feitiço sobre nós. Acontece que a velha senhora que prometeu adotá-la acabou por ser uma ajudante do clã da caça às bruxas. Kai então fica bravo e ferido.
Bonnie se levanta do sofá em estado de choque. — Eles não... — Ela se afasta.
— Oh, mas eles fizeram. — Kai ri sarcasticamente e sente lágrimas se formando em seus olhos enfraquecidos. — A velha não entregou Layla até um ano depois. Os caçadores de bruxos que continuavam procurando por Layla foram por todo o país. Eles até chegaram a essa parte de Montana onde estávamos. Mas eles encontraram a velha e perguntaram se ela sabia alguma coisa sobre Layla Monroe porque os caçadores estavam de luto por sua suposta tentativa de suicídio. A velha se sentiu mal e disse-lhes que Layla estava viva. Quero dizer, eu sei que ela não fez isso de propósito. Mas ela fodeu com tudo. — Kai balança a cabeça. — Então, dentro de um ano, nos apaixonamos, ficamos felizes e nos comprometemos. Assim que Layla e eu fomos pegos juntos, seu culto de caça, e meu clã fizeram o impensável.
Bonnie abriu as sobrancelhas. — O que você quer dizer?
— Eles se uniram. — Kai suspira com raiva no coração, sentindo a quantidade de ódio por seu clã.
— Eles se uniram? — Bonnie questiona.
— SIM BONNIE! — Kai grita impacientemente mostrando seu lado psicótico. – SE UNIRAM PARA NOS MATAR! NÃO PODERIA SER MAIS EXPLÍCITO!
Bonnie se afasta dele, sentindo-se assustada. — Mas por quê? — Ela pergunta com um tom fraco. — Um clã e caçadores de bruxos? Isso não faz sentido...
— Eu preciso de um momento... — Kai ergue-se do assento e coloca sua mão sobre sua boca tentando controlar sua raiva.
— Nós podemos parar. — Bonnie balança a cabeça, colocando a mão em seu ombro. — Nós podemos parar.
Kai olha para o chão e empurra o ombro para tirar a mão de Bonnie. — Apenas levante-se cedo amanhã. A história está quase acabando de qualquer maneira. Eu vou terminar. Ele murmura, e sobe as escadas sem lhe dizer outra palavra.
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