Intermitencias de Um Poeta
1 O princípio
Chuva de sangue interminavel
Asombrosa por sua belesa carmesim
Caí como que em uma ferida aberta
Que jorra lagrimas de paixão
De uma mente conturbada
Sem um destino definitivo
Este foi seu triste começo
Sua primorósa desventura
Floreada, mas não em uma floricultura
Mas sim pelos anjos
Que ao ver sua tortura
Tristes, sem ação
Cantam com flexas em prontidão
Sua dor deve desaparecer
Com um simples perecer
Tais mágos deixadas no mundano
Com a regeição do póbre humano
Do etério lamentações
Célidas e sem nexo
Que demonstram tristesa
De uma alma, uma pessoa sem reflexo
Emoções distráidas
A tristesa domina
O único rei é o rei do sorvete
O medo se alója
Seu fim se aproxima
É chegada a hora
O carrasco em prontidão
Com a foice na mão
Um sorriso de escárnio despontando
Sua pele enrrugada
refletindo o aspecto doente
A foice desce
A morte chega
Seu viver perante todos, falece
O único rei é o rei do sorvete
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