Interligados por um Destino

6 Capítulo 5- O X da Questão


Notas iniciais
Essa foi rápida!! Dedicando esse capitulo aos meus leitores vorazes... Parece que talvez esse fim de semana vai ter mais um capítulo extra!! Aproveitem e divirtam-se!

Acordo subitamente encharcado de suor e com um pau duro, arrg, parece que ele está funcionando bem demais para o meu gosto.

Olho o relógio 18:00pm, ainda?

Suspiro, pego meu celular e resolvo mandar um sms para Sophia, ela não iria me atender se eu ligasse, nem eu me atenderia uma hora dessas.

“Sophia me dê uma chance, eu posso tentar explicar”

Na verdade, não sabei nem como, nem se sei explicar a situação, mas eu vou tentar por ela.

5 agonizantes minutos depois e o meu celular finalmente faz BIP

“Christian, eu não sou otária, não me venha com desculpas do tipo, fui pescar ou fui abduzido, porque comigo não vai colar, mas vou te dar uma chance, explique-se”

Ela não me parece muito amigável no momento, mas eu vejo pelo lado bom, pelo menos ela respondeu.

“Me desculpe, seriamente. Não pensei nas consequências do meu ato naquela hora. Você para mim é ... Eu não sei explicar, apenas é mais...”

Eu não sei se eu fui bem, pois me sinto um adolescente patético agora.

“Christian, relaxa, eu não estou afim de brigar com você, e não me importo com quem você fode, só não queria ser deixada no seu ap com o Jack o flertador”

Meu primeiro pensamento depois de ler isso foi “Jack será morto lentamente”

A segunda coisa que pensei foi menos educativa “Como seria ela me montando com força?” Eu obviamente ignorei o estremecer que esse pensamento causou no meu pênis.

A terceira coisa que eu pensei foi em como fiquei meio decepcionado por ela parecer não se importar tanto quando eu me importo em relação ao que aconteceu.

“Então... Somos amigos de novo?”

Não é só isso que eu quero dela, mas serve por enquanto.

“Claro, mas agora eu tenho que ir. Foi bom conversar com você Christian.”

“Ir pra onde?”

É possessividade o que eu estou sentindo?

“Não que você precise saber, mas eu vou tomar um banho para me preparar para fazer a noite das meninas aqui em casa.”

Porque eu fui perguntar mesmo? Meu pau agora está doendo como um filho da puta.

“Vá lá, e me desculpa por ter deixado Jack com você, ele irá ser torturado mais tarde por isso.”

“Não o machuque... Muito. Preciso ir, Xoxo.”

Sorrio para mim mesmo, isso foi um pouco melhor do que eu esperava.

Me levanto renovado e olho para minha tenda na minha calça e decido que não quero ter bolas azuis.

Vou para a banheira e me jogo na água quente. Bom...

Suspiro apreciativamente, me acomodo e penso em Sophia, seus cabelos, seus seios, quero ela lamber ela todinha, passo a mão no meu pau e sinto ele pulsando na minha mão, nem lembrava mais quanto isso é gostoso. Aperto mais duro e começo a bombear rapidamente, gemo e alguns minutos depois aperto a boca fechada para não gritar quando sinto o orgasmo chegar e eu gozo longos jatos de sêmen quente.

Isso realmente ajuda, embora ainda esteja insatisfeito, meu pau semi-ereto pode afirmar isso.

Termino meu banho e saio da banheira, me visto, encontro meu o celular e ligo para Jack, uma dose de xingamentos sempre alivia a frustração.

Toca, toca e ninguém atende, ele deve estar fodendo alguma garota por ai, o incompreendido.

Então resolvo ver alguns filmes e matar o tempo.

Quando olho para o relógio percebo que já é 23h e ainda estou sem sono, porra, isso que dá dormir fora da hora, amanhã tenho que trabalhar de manhã cedo.

Me levanto, saio do apartamento, pego minha Harley e vou dirigindo por ai.

Acabo parando no estacionamento da balada que conheci Sophia, caralho, eu estou viciado em Sophia, isso está começando a ficar preocupante, mas que eu estou aqui mesmo...

Entro, pego um banquinho no Mix Bar e grito para o barman:

– Uma cerveja gelada!

Eu normalmente não tomo cerveja, mas é bom mudar a bebida hoje se eu não quiser uma ressaca amanhã.

Antes de eu pegar minha cerveja, uma mão em meu ombro me interrompeu.

– Christian, é você?

Me viro e vejo uma gostosa ruiva me encarando. Eu tenho o direito de achar ela gostosa, porque eu sou sincero e não um cego, mas de qualquer jeito isso não quer dizer que eu estou fodendo alguém num futuro próximo que não seja Sophia.

– Sim, eu sou Christian, e quem é você?

– Sou Gisele, lembra de mim?

Porra! Xingo baixinho todas as maldições possíveis e respondo:

– Há, olá, eu preciso ir, ta meio tarde, né? Foi muito bom te conhecer.

Me levanto, mas ela me para e diz com uma voz sensual:

– Christian... Vamos lá, você sente o cheiro do meu desejo por você? Ele é gostoso? Está te excitando?

Não sinto cheiro nenhum, mas agora, logo agora, porra, resolvo lembrar do cheiro de Sophia, e imagina o que acontece? Pau duro. E parece que isso não passa despercebido pela tal Gisele, ela arregala os olhos para mim e diz:

– Você está liberado dos medicamentos? Fui eu não foi? Pode dizer.

Meu deus, ela é totalmente paranoica, onde diabos eu fui me meter.

Ela vem em minha direção, mas eu pulo distante e digo friamente:

– Não foi você que me libertou, foi outra pessoa, uma bem melhor, obviamente, agora se afaste que eu tenho coisas melhores para fazer.

Ela me olha chocada e depois encobre com desdém

– Baby, quem foi a vadia que te libertou?

Porque eu fui mencionar Sophia. Deus, que frustrante essa situação.

– Ninguém que interesse a uma cobra como você.

Ela ri e eu estremeço ao ouvir esse som seco.

– Pode apostar que ela, quem quer que seja, já será carta fora do baralho antes mesmo de você pensar.

Agora eu estou seriamente preocupado.

– Isso é entre eu e você, não envolva pessoas de fora.

– Então você vai me dar uma chance para provar meu valor?

Ela quase ronrona dizendo isso. Eu estou apavorado? Com certeza.

– Nunca, vá logo desistindo desse seu sonho louco.

Rosno para ela.

Ela ri de novo. Céus...

– Baby, você ainda vai se casar comigo. Nem eu, nem a sua mãe desistimos facilmente de um objetivo lucrativo.

Eu estou amaldiçoado, só pode, duas mulheres contra mim, estranhamente acabei de lembrar do filme “Todas Contra John”, meu subconsciente parece que ainda não detectou o perigo extremo dessa situação.

– Foda-se com o seu papinho barato, Gisele. Me deixe sair ou eu vou passar por cima.

Ela dá um passo para trás e diz:

– Corra, Christian, mais cedo ou mais tarde você será todo meu.

E adivinha o que eu faço? Corro, é claro.

Você acha mesmo que eu estou com medo de uma piranha daquelas?

Pode apostar que até agora estou tremendo na base. Um homem com um machado eu posso enfrentar, mas uma mulher sem caráter, fria e desesperada como ela e a minha mãe me faz perder o foco.

Ligo para Jack e ele finalmente resolve dar o ar da graça

– Jack, porra. Onde você estava? Na verdade, eu não quero saber, quero te contar uma coisas...

Narro o encontro com a aprendiz de piranha e Jack fala:

– Homem, qualquer ajuda que precisar eu estou aqui. Vamos acabar com as piranhas, porque somos Jack-Destruidor-de-Corações e Christian-Rottweiler.

Ri, apesar da situação, conversar com Jack sempre ajuda a aliviar o ambiente.

De repente lembro do que ele aprontou com Sophia e começo a xingar-lo.

– Calma, brother. Eu tinha pensado que você desistiu dela, quando foi embora.

Rosno e digo:

– Não eu não desisti e nunca vou, agora nunca mais tente fazer isso ou eu não responderei por minha próprias ações.

– Ceeerto, Sr. Meloso. Vou indo pro chuveiro, cambio desligo.

Rolo os olhos, ele tinha que dizer que ia pro chuveiro? Não, mas ele é doente assim.

Subo de volta na minha Harley e vou para casa ver se consigo aproveitar algumas horas de sono tranquilo, sem pesadelos comigo sendo devorado por piranhas assassinas.

Notas finais
Esse capítulo foi... Medo², não acharam? O próximo será um capítulo especial, dedicado a uma amiga que está me apoiando aqui. :) Aguardem...