Interligados por um Destino

17 Capítulo 16- Antes da Tempestade


Notas iniciais
Esse capítulo teremos o Hot misturado com a diversão do nosso querido quarteto fantastico!!! Quem quer se juntar a nós nesse dia? Let´s Go!!

Acordo com a luz do sol batendo no meu rosto, gemo e tento rolar de lado, mas ai me lembro do que aconteceu ontem a noite, da perseguição, do trem, de depois vir dormir na cama de Sophia.

Olho para o lado e vejo Sophia ainda dormindo, tão linda...

Acaricio seus cabelos, não consigo me segurar e beijo o pescoço dela, Sophia geme e obre os olhos:

– Christian, o que...? – Ela pergunta roucamente.

– Xiii... Deixe-me amar você.

– Christian... Espere, eu quero tentar uma coisa com você. – Ela parece desconfortável.

– O que seria isso? – A encaro curioso.

Sophia levanta e vai para seu armário.

Segundos depois ela sai de lá com uma gravata preta, um chapéu preto de Cowboy e uma cueca Box também preta.

– Da onde você tirou isso? – Pergunto franzindo o cenho.

– Eu comprei, mas ninguém usou... – Sophia cora ligeiramente.

Levanto uma sobrancelha inquiridora.

– É para mim?

Ela balança a cabeça e morde os lábios.

– Certo, me dê aqui.

Ela vem, me entrega e aponta para o banheiro.

Levanto curioso e vou me trocar no banheiro.

Quando saio, olho ao redor e encontro Sophia deitada na cama, cristinho do céu, vestida com um lingerie branco de matar.

Sophia me encara como se quisesse me comer, e eu estou mais do que disposto, meu pau já está latejando.

Caminho lentamente em sua direção, mas ela me para com a mão e passa os dedos pelos meus mamilos que instantaneamente ficam duros, sugo uma respiração enquanto ela se abaixa e passa a língua no meu mamilo direito e depois suga o esquerdo com força, gemo e empurro meus quadris para cima, mas ela ignora e arranha os dentes no meu mamilo direito enquanto aperta o esquerdo.

– Baby... Por favor. – Imploro para ela se apressar.

Ela me olha por baixo do chapéu de cowboy, os tira, depois morde suavemente meu lábio inferior, em seguida lambe e enfia a língua na minha boca.

Gemo mais forte quando ela suga minha língua e quando vou puxar ela contra minha ereção, ela se separa ofegante, levanta e me empurra na cama, ela monta na minha barriga, puxa a gravata do meu pescoço, me da um beijo áspero, tira a gravata e amarra minhas mãos na cabeceira da cama.

– Sophia... O que?... – Pergunto confuso e excitado.

– Xii... Você vai gostar.

Ela passa as unhas nos meus mamilos e empurro o quadril para cima.

Ela me desmonta e sopra ar quente na minha cueca que não deixa nenhum pedaço da minha ereção para imaginação.

Sophia tira minha box lentamente, e minha ereção salta orgulhosa, com varias gotas de pré-sêmem deslizando pela cabeça bulbosa.

Sophia sopra em cima da minha cabeça, gemo e forço a gravata.

Ela me encara com luxuria e coloca a língua na fenda, limpando todo o pré-sêmem, vaio entre dentes.

– Por favor... – Serio, eu estou considerando implorar aqui.

Sophia sorri perversamente e eu sei que estou ferrado, porque logo após ela segura meu pau com uma mão e enfia todo na boca de sua vez, subindo rapidamente e sugando na ponta para repetir o processo depois.

Gemendo, empurro os quadris para cima a fim de fazê-la ir até a garganta, mas ela mais uma vez me ignora e tira meu pau da sua boca com um sonoro pop.

Respirando pesadamente, a vejo tirando a lingerie e me monta, melando meu pau com seu suco.

Ela geme e se mexe, me arrancando outro gemido desesperado.

Ela se inclina e sussurra no meu ouvido:

– Eu quero que você me foda até que eu não lembre o meu nome.

Segundos depois sinto a pressão que segurava meus braços na cabeceira da cama ceder.

Sem pensar duas vezes, sorrio maliciosamente e a viro de costas na cama.

– Agora é a minha vez.

Coloco os pés dela no meu ombro e os afasto para ver sua boceta pingando.

Aproximo meu nariz do seu clitóris e repiro fundo sentindo o cheiro do seu desejo por mim, ela geme acima e tenta se mexer, mas eu seguro firme, e passo minha língua pelos seus lábios.

– Christian... – Ela geme.

– Sim, bebê? Diga o que você quer. – Sorrio e passo a língua pelos seus lábios de novo.

– Quero... Lamba-me... – Ela responde ofegante.

– Eu estou fazendo isso. – Repito o processo anterior e sorrio ao vê-la se mexer inquieta.

– Lambe o meu... Clitóris. – Ela cora.

Passo uma longa lambida no clitóris dela e a sinto tremer a cima de mim, então o coloco na boca e sugo com força ao mesmo tempo em que enfio dois dedos na sua boceta, ela solta um grito agudo e põe a mão no meu cabelo, ignorando sua petição, me afasto.

– Onde está o preservativo? – Pergunto enquanto lambo os seus sucos que ainda estão na minha boca.

Ela me encara frustrada e confusa e balança a cabeça.

– Eu... Eu estou limpa, se estiver tudo bem com você... – Ela gagueja.

Rosno. – Também estou limpo, bebê. Nem precisa perguntar.

Sem aguardar mais, na mesma posição, a puxo para baixo do meu corpo, pego meu pau, seguro na sua entrada melada e enfio com força.

Gritamos juntos quando minha carne quente e dura desliza direto para dentro da sua boceta melada.

– Tão molhadinha para mim.

Respiro tentando achar algum controle até que sinto os músculos internos de Sophia apertar contra meu pau.

Prendo a respiração e sinto as unhas dela deslizarem no meu couro cabeludo.

Perdendo o controle começo a entrar e sair dela rapidamente, uma e outra vez, quando percebo que estamos chegando perto, saio completamente dela e a viro.

– Fique de quatro para mim, Sophia. Prometo que você vai adorar.

Ela estremece e fica de quatro.

Respiro fundo, belisco seu peito duro, lhe arrancando um pesado suspiro.

Separo um pouco suas pernas e coloco novamente meu pau no seu buraco quente.

Inclinando-me sobre ela, suor brilhando pelos nossos corpos, seguro seu cabelo com uma mão, aperto sua bunda com a outra para obter controle e bato meu pau até as bolas, uma e outra vez, a sala se enche de gemidos desesperados, puxo seu cabelo um pouco mais forte.

– É isso que você queria, heim? Uma foda dura e quente? – Pergunto ofegante enquanto empurro até as bolas novamente.

Apertando o maxilar, começo a ficar frenético e sem ritmo, então eu escuto Sophia soltar um grito e um gemido e então meu pau começa a ser ordenhado pela sua boceta, grunhindo seu nome me deixo levar e gozo forte dentro dela.

Sophia cede e cai na cama me levando junto.

Respiro tremulamente e solto uma risada crua.

– Que ótima forma de acordar, posso me acostumar com isso.

– Eu odeio estragar o momento, mas você é um pouco pesado.

Saio de cima dela imediatamente e sinto meu pau deslizando por suas dobras.

– Você se machucou? – Pergunto franzindo o cenho.

– Não, está tudo bem, acalme-se. Foi o melhor sexo da minha vida. — Ela para e rola os olhos — Como se eu tivesse tido outros para comparar.

– E você não terá, bebê. Mas obrigado por isso, de qualquer jeito, mas agora precisamos de um banho.

– Sem sexo no banho, promete? Estou acabada. – Sophia me olha desconfiada.

– Prometo. – Respondo piscando o olho.

Sophia rola os olhos e quando se levanta, escuto alguém batendo na porta.

– Cara, você já terminou a sua sessão deus-sabe-lá-o-que aí? Porque depois de acordar maravilhosamente ouvindo seus gemidos, eu preciso ir para o psicólogo, pois fiquei traumatizado agora. – Fala Jack.

– Estamos indo tomar um banho, desculpa aí cara. – Respondo.

– Certo, eu e Kelly vamos praticar... Videogame... No quarto dela, tem panquecas e café lá na cozinha.

– Videogame? Sei... Vá lá, praticar... – Respondo sarcasticamente.

Minutos depois de um bom banho e ter transado com Sophia no chuveiro de novo, ei, eu não prometi não fazer nada... Ou prometi? Foda-se.

Mas sim... Onde eu estava mesmo? Sim... Eu e Sophia, estamos na sala terminando de guardar os pratos do café... Ou seria almoço? Porque pelo que sei são 11h da manhã agora... Tanto faz.

– Como eu não estou a fim de sair desse apartamento agora e ser assassinado, que tal assistirmos um filme no quarto?

– Perfeito, vou fazer a pipoca. – Sophia sorri para mim e meu coração da um solavanco. Estranho.

Vou para o quarto e me jogo na cama.

Poucos minutos depois Sophia trás uma bacia de pipoca.

– Iai, qual filme vai ser?

– Eu pensei em colocar Diário de uma paixão só para te torturar, mas eu não gosto do filme, Rapunzel é fofo, mas não quero fofura agora, então que tal... Velozes e furiosos? Tem carros e caras gatos, uma mistura perfeita.

– Que caras gatos? Ei, se for assim, eu prefiro Rapunzel.

Sophia sorri.

– Que tal American Pie?

– Não, pois na metade do filme eu já estaria comendo essa sua bocetinha doce.

Ela ruboriza.

– Velozes e furiosos, então.

Rosno, mas deixo por isso mesmo.

– O que vamos fazer mais tarde?

– Ficar aqui.

– Certo.

Sophia coloca o filme e deita do meu lado.

Assistimos ao filme todo, fizemos piadinhas, cócegas e rimos de coisas nada haver, momentos assim que eu percebo que tudo que está acontecendo vale a pena, só por um tempo divertido como esse.

Terminando o filme, saímos do quarto e vimos Jack e Kelly no sofá, conversando animadamente.

– Iai, qual é a boa? – Pergunto.

– Nada, já comeram? – Jack responde.

– Comemos um balde de pipoca.

– E nem me convidaram. – Jack resmunga. – Mas eu vou relevar isso, porque eu comi uns sanduíches que Kelly preparou para mim.

– E Kelly sabe preparar sanduíches? – Sophia pergunta divertida. – Pera, Kelly, você pegou o sanduíche que estava na geladeira? Aquele que eu preparei para a gente?

Kelly cora e desvia o olhar.

Começo a rir e der repente estamos todos rindo.

– Que tal fazermos um Karaokê, depois tentarmos fazer um bolo? – Pergunta Kelly animada.

– Perfeito. – Sophia diz e vai logo pegando o Karaokê.

Rolo os olhos e vou sentar no sofá do lado de Jack.

Jack me olha serio.

– Cara... Eu fiquei muito assustado ontem.

– Hoje não, Jack. Hoje é só para diversão.

Jack rola os olhos e deixa quieto.

Sophia e Kelly começam a cantar e dançar Katy Perry, enquanto Jack e eu assobiamos.

Depois que terminam, elas nos empurram para frente e eu e Jack cantamos um Rap, super desafinado.

Horas se passaram e nem notamos, cantamos os quatro juntos e a solo, dançando e fazendo caretas, sorrindo, gargalhando.

Então deixamos o som ligado e vamos preparar o tão sonhado bolo de Kelly.

Acabo “acidentalmente” quebrando um ovo no cabelo de Jack, que não leva muito na brincadeira e joga farinha de trigo nas minhas calças, de revanche pego um copo de leite e jogo dentro de sua blusa, ele pega um ovo e joga em mim, mas agarra em Kelly, começo a rir e Kelly chocada, pega leite condensado e joga nas calças de Jack, Sophia me olha espantada e joga abacaxi cortado em mim, franzo o cenho para ela que sorri, pego sal e jogo, mas agarra em Kelly, opa, Kelly me lança um olhar assassino e joga molho de tomate em mim, me abaixo e o molho pega em Sophia, que rosna e joga açúcar em Kelly, mas agarra em Jack.

De repente nós quatro estamos rindo e gritando histericamente, eu agarro Sophia pela cintura e a beijo.

Depois da sessão amasso, nós quatro aumentamos o volume da música e limpamos a cozinha toda, cantando e dançando Still Into You de Paramore.

Quando terminamos tudo, nos jogamos no chão, sujos e exaustos.

– É... Parece que não vai ter bolo. – Comento divertido.

– Não, não vai ter... Droga. – Fala uma Kelly nada arrependida.

– Vamos tomar um banho, pessoal, depois pedimos comida italiana, que tal? – Pergunta Jack

– Ótima ideia, Jack. – Responde Sophia se levantando e indo para o quarto.

Minutos depois e estamos todos na sala comendo comida italiana fresquinha, do Disk Taliano. Que é um nome muito esquisito, para comida italiana, mas é boa, então tanto faz.

Olho para o relógio na parede. 20h. Nossa, quando a gente se diverte o tempo passa voando.

Observando ao redor, percebo que está é a minha família agora, eles me entendem, e nos damos bem, eles jamais fariam algo para me machucar, eles são tudo o que eu tenho.

Espero que o amanhã não nos separe e estrague a nossa convivência e as nossas vidas.

Notas finais
Iai, meninas? Curtiram a calma? Estão prontas para o amanhã? Mas o amanhã não me parece que vai ser tão divertido assim... Tensão vai se espalhar pela casa... Nós vemos depois...