Interativa - Two Fires, One Soul - Anime
2 Prólogo - Meu Sundae!
Notas iniciais
Pov. Narração (Eu ^^)
“Cidade de Tales of Magic, 6 anos atrás ano 775.”
Em frente a uma grande construção um garoto olha o prédio em sua frente com brilho nos olhos. Um largo sorriso logo se faz em seu rosto, e uma pequena lágrima escorre por sua bochecha, ele a seca rápido quase como quem tenta disfarçar.
–INCRIVEL! Finalmente cheguei... Finalmente cheguei aqui, mamãe, papai! –Um sorriso maior ainda se forma no rosto da pequena criança, e logo ele olha para cima vendo um enorme letreiro com um nome que chama sua atenção.
–“Dawn of Dreams!?” –Ele sussurra.
–Exato! –Uma voz adulta surge ao lado do garoto que se assusta e olha para traz.
–Quem é o senhor? –O garoto pergunta.
–Sabe o que essa palavra significa meu jovem? – O homem ao lado do garoto pergunta.
–Não.. –O garoto diz olhando o homem parado ao seu lado, fixando seu olhar no letreiro.
–Significa “Alvorecer de Sonhos”. Pois o principal motivo deste lugar é mostrar que mesmo em tempos de trevas e de escuridão, sempre um alvorecer virá e iluminara novamente seus sonhos. –O homem diz e logo um leve sorriso se forma em seu rosto. – Quer dizer que mesmo que se percam no frio da noite, os sonhos sempre irão voltar parecendo mais reluzente do que o anterior, Esse é o significado do nome, como uma Alvorada de Sonhos... –O homem olha para o garoto, e sorri.
–Uma Dawn of Dreams!
O garoto olha sorrindo em direção ao letreiro e sorrindo ainda mais forte diz:
–Não entendi nada, mas acho que gostei! –O homem sorri.
“6 anos depois. Dias atuais, ano 781. Estação de trem Tale da cidade de Tale of Magic.
O trem chegava na estação de Tale e trazendo mais histórias futuras do que alguém poderia imaginar. Varias pessoas desembarcaram naquela hora. Para muitos a viagem era uma das melhores, mas para outros.. Nem tanto.
–Heyyy! Jake, levanta já chegamos! –Uma garota desembarca do trem enquanto se vira e olha para traz. Seus olhos eram de uma cor amarelo âmbar, sua pele era de um tom pálido e seus cabelos eram brancos na altura do pescoço. Sua estatura mediana era bem baixa, porém podia-se notar muito maturidade em seu olhar. Era o tipo de garota que todos a principio diriam que é fofinha. Havia um sorvete sundae em sua mão, e ela tinha a expressão de séria em seu olhar, enquanto leva uma colherada de sorvete até sua boca e olha pra traz impaciente.
–E-Espera só um pouco... Me da s-só um segundo... –O garoto com quem ela falava era Jake. Seus cabelos eram negros, e seus olhos azuis. Seus dentes e orelhas eram um tanto pontudos. Era claramente bem mais alto que sua amiga. Seus olhos estavam caídos e sua expressão era de quem não se sentia nada bem... Literalmente. Jake estava caído no chão do trem.
–Francamente você é mesmo muito fraco Jake... Não agüenta mesmo viajar com nem um tipo de transportes. –A garota se aproxima de seu acompanhante entrando no trem novamente e se ajoelhando ao seu lado.
–Que maldade Haruna, você... Você sabe que eu sempre tive essa fraqueza e além do mais... Uuuhhhlll... –Jake, tampa sua boca como quem se segura para não deixar o almoço escapar.
–Isso não me importa.. Vem, levanta logo daí! –A garota chamada de Haruna coloca seu sorvete em cima do banco do trem, e ajuda Jake a se levantar, colocando seu braço em cima de seus ombros. Assim eles saem do trem.
–O-Obrigado.. –Jake agradece Haruna enquanto suas pernas tremem.
–Sua sorte é que hoje estou de muito bom humor por um mini carrinho de sorvete ter passado no trem e eu ter comprado meu sundae. – Haruna olha para o lado com uma cara de insatisfeita.
–Hãn... H-Haruna... –Jake aponta para traz de Haruna, que quando se vira percebe que o trem havia partido, e logo se lembra que deixou seu sorvete dentro dele, quando voltou para ajudar seu parceiro.
–M-Meu sundae..... –Haruna olha para baixo com uma cara muito assustadora aos olhos de Jake.
–M-Me d-desculpe... –Jake expressa uma expressão de medo em seu olhar que treme, enquanto Haruna ainda segura seu braço.
–MEU SUNDAE!!!!!! –O grito de Haruna ecoa pela estação, seguido por um som bem alto como se uma caixa de marretas tivesse caído no chão... Ou como se alguém tivesse acabado de ser nocauteado...
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