Insetos Infernais
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Notas iniciais
Não é muita coisa, gente. É só um começo básico, agradeço.
-E esse era o final da história do surgimento do pokémon chamado Mewtwo. Vai dormir, filhinho. Sua carreira começa amanhã.
-Boa noite, mãe.
Uma história feliz começaria para mais um rapaz em busca do seu sonho pokémon. A voz calma da sua doce mãe o fez relaxar cobrindo-se com seu edredom de dodrios. Porém, do outro lado do continente em uma grande ilha, experimentos estavam acontecendo. Um laboratório parecia ser a única luz no lado noite do mundo. Um homem estava experimentando uma pequena tecnologia que aumentaria poderes de certos pokémons. Testes com vários e vários pokémons apenas criaram pokémons derretidos, porém veio o inevitável: a resposta. O último experimento criou a segunda cópia do Mew e mais precisamente uma cópia do Mewtwo. Este tinha seus poderes aumentados em muitas vezes e estava pronto para acabar com qualquer criatura, assim que seu chefe mandasse. Restos dos pokémons mais fracos foram simplesmente desprezados, chegando pelo rio até uma floresta da ilha. Lá eles foram alimentos de um pinsir. Que teve suas fêmeas e crias... Essas crias eram um grupo, weedle e caterpie azuis e um venonat completamente diferentes do comum. Não sabiam que ali estava uma imensa demonstração de poder com aquelas criaturas.
E os três nasceram e cresceram para um novo mundo, o primeiro passo, foi cada um se alimentar de sua própria mãe, e em seguida, de parte da floresta, até mesmo atacando e matando outros que ali estavam e não tinham as mesmas cores que eles. Três pequenos insetos conseguiam muito bem corresponder a imensos ataques como Silver Wind e Psybeam, e simplesmente atacavam de volta, com algum tempo, organizavam o grupo de ataque. Eles eram mais fortes, rápidos e inteligentes que pokémons comuns, talvez tivessem o poder de verdadeiros lendários.
Nesse meio tempo, o garoto que era posto para dormir por sua mãe falava com o professor Carvalho, na cidade de Pallet.
-Primeiro de tudo, você é um garoto ou uma garota? -Perguntou o velho pesquisador, ocupado com tarefas e pesquisas pokémons sobre o trio de aves lendárias de Kanto.
-Um garoto, professor, presta atenção! -Respondeu o rapaz com o rosto coberto em seu boné.
-E qual seu nome? -O professor perguntava, apesar de ter feito o mesmo várias vezes, ele não conseguia apenas prestar atenção em quem vinha procurar o seu inicial.
Naquela tarde, mais três crianças começaram sua jornada pokémon, e dois dias depois, um deles ali retornou, acompanhado pelo próprio Gary Carvalho. O rapaz trazia um porte mais forte que antes, usando uma jaqueta de couro e jeans sem muitos detalhes, nos pés ainda tênis e o peito tinha uma camiseta preta que revelava o pingente de arcanine dele. As coisas tinham mudado em Kanto, e o rapaz com seus cabelos bagunçados chegou diretamente ao professor falando rápido.
-Professor! Nós estávamos no ginásio e.. e... VOVÔ! -Gary percorreu a frente do laboratório, visivelmente assustado com todo o ocorrido. Mostrou-se precisando da ajuda do professor pokémon.
-Professor Carvalho... Meu squirtle... Morreu... -Disse em seguida a criança chorosa, não vendo reação falada do professor, ela tinha em seus dez anos muita inocência ainda e trazia um vestido vermelho e relativamente curto sobre um short que se colava no corpo, mas também se vestia em tênis de corrida.
-Eu não entendo... Gary, quer me explicar o que está acontecendo por aqui? -Ele realmente não entendeu coisa alguma àquele momento, mas já haviam ocorrido outros casos.
-VOVÔ! -Gary estava realmente desesperado, e narrou todos os fatos. — Estávamos no ginásio de Viridian quando... Quando três pokémons insetos com cores absurdas simplesmente... ACONTECERAM! Eles surgiram pela janela e atacaram nossa luta...
-Squirtle! -A menina chorava com a perda de seu parceiro. E então Gary retomava a atenção, enquanto um dos ajudantes do professor a tirou de cena.
-O squirtle dela, vovô! Não durou um segundo! Levou uma investida e simplesmente saiu do plastrão! VOVÔ! AJUDE-NOS! -Cada minuto ele parecia se desesperar mais.
-Gary, espere, quais eram esses pokémons e o que mais eles fizeram? -O pesquisador não parecia se importar com a fala, porém estava já atento ao PC, esperando alguma informação.
-Eles... eles... mataram meu arcanine com um único tiro de picada venenosa e simplesmente comeram, tinha um kakuna, um metapod e um venonat que me fizeram simplesmente correr pra cá... -A voz dele parecia sumir ao se lembrar do fato, o líder de ginásio parecia simplesmente depressivo agora.
Em Viridian uma reportagem importante estava sendo filmada sobre o ginásio, a repórter comentava sobre estranhos barulhos, uma luta de ginásio não terminada e a simples fuga do líder, declarando o ginásio de Viridian fechado mais uma vez. De repente uma agulha parecia entrar pelo corpo da repórter e ela simplesmente caiu no chão.
De volta à Pallet, Carvalho e Gary ainda tentavam entender tudo que estava acontecendo por ali, quando a terra tremeu. Gary traumatizado pulou para baixo de uma mesa, a porta do local se abriu, e com um moletom cinza, jeans largas e tênis marrons surgiu Brock Harrison, o líder do Ginásio da cidade de Pewter. Brock chamou o Ônix de volta e foi diretamente ao professor Carvalho, que nesse momento já se conectava com todo o Japão por conta do estranho fato com Gary Carvalho.
Notas finais
Não foi lá aquele começo, mas eu tinha que começar. Continuo?
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