Insetos Infernais
2 Alguém Logo.
Notas iniciais
Eu não sabia direito o que fazer. Mas podia ser direto demais. E quer saber? Fui. Então tá aí. Os nomes de movimentos agora ficaram em inglês mesmo.
-O terrível grupo de insetos pokémon fez várias vítimas, professor. De algum modo estranho eles estão mais poderosos que qualquer pokémon do qual temos notícia.
Brock teria saído do ginásio justamente no momento certo. Mas o professor constatou um fato interessante.
-Rapazes, perceberam que esses pokémons sempre estão atrás de fazer mal a pokémons de treinadores? Não vejo qualquer queixa com florestas e montanhas.
-O que quer dizer? -Gary ainda parecia assustado, pareceu nem reconhecer o outro treinador.
-Que eles estão contra o treinamento de pokémons... -Brock observava, parecia frio, apesar de também temer os insetos.
-Não só isso, mas que eles vieram das ilhas Sevii. -Constatou o professor, uma fez que uma das ilhas acabou perdendo sua floresta.
Os três conversaram por mais algum tempo, enquanto na floresta de Viridian o twineedle estava pronto para uso. Um ninho de pikachus que descobriu isso, assim como levou muitas bug bites por conta da tentativa desesperada de proteger a floresta e um treinador que estava por ali. Aqueles insetos de fato não eram comuns. Um butterfree que tinha som de tremor na voz e era negro com patas e asas rubras. Beedrill estava num escuro azul, e o próprio Venonat que tinha suas cores diferentes. Os treinadores simplesmente fugiram também da floresta.
Algum tempo depois, uns escaladores apareceram no centro pokémon aos pés do monte Lua, todos eles também surpreendidos por insetos em suas batalhas pokémon. Um deles corria com um golem completamente ferido.
-Golem... -E o pokémon parecia desfalecer.
-Por mil montanhas! Golem precisa de ajuda! -O treinador tentava carregar o pokémon que estava completamente ferido, marcas de mordidas em seu casco, furos nos braços e vários cortes na pele.
Aquele Golem precisaria de algum tempo para ser curado, enquanto isso o treinador começou a queixar-se com a polícia e a imprensa de Kanto. Do outro lado do monte Lua, Cerulean estava vazia.
-Até mesmo a treinadora Misty desapareceu, estamos evacuando o local justamente para evitar mais problemas com os treinadores. Essa onda de ataques a treinadores está assustando toda a população.-Explicava Jenny a um garoto que vinha de Saffron.
Brock logo foi levado a Vermilion com seu Aerodactyl. Assim que pousou procurou informar ao Centro Pokémon sobre os acontecimentos percorrentes em Kanto, e ficou surpreso ao ver que alguns treinadores por ali também tiveram problemas com os tais insetos. Brock correu até o porto e usou seu passe para as Sevii. Quando ia entrar no navio foi surpreendido por uma voz que momentos antes estava muito assustada.
-Espere! -Disse a voz, era Gary Carvalho.-Não vai me deixar aqui sem saber de onde essas coisas vieram, vai?
-Então vamos logo. -Disse Brock visivelmente preocupado enquanto entravam no barco de alta velocidade.
Na Caverna de Cerulean o pokémon Mewtwo se estabelecia, acalmando-se por momentos. Exercitava seu poder psíquico em todos aqueles pokémons que o cercavam, todos que o desafiavam caiam sob seu poder psíquico, poder esse que não imaginava a chegada de seu próprio clone. Mewtwo quebrava rochas com seu poder psíquico quando sentiu uma movimentação na entrada da caverna. Ele tentou contactar vários pokémons selvagens por ali, mas foi em vão. O segundo clone de Mew correu muito rapidamente pelo local, nada parecia pará-lo. Até mesmo um Machamp que o segurou foi jogado para fora da caverna, junto a seu treinador. O treinador bateu no solo e seus ossos se partiram, o peso do Machamp o esmagou sem que tivesse outra reação. Não havia gente em Cerulean, por momentos o Machamp ficou chorando a falta de seu treinador.
Novamente dentro da caverna, Mewtwo meditava, até que ao abrir seus olhos, dava as boas vindas a um combate que começou em olhares. Mewtwo poderia ver uma aura diferente no pokémon clone, e também se surpreendeu quando seu tiro telecinético simplesmente o atravessou. O clone porém abriu a boca e logo chamas saiam no lugar de sua voz. Mewtwo não era um pokémon comum, conseguiu se teleportar antes disso, e então fez uma jogada arriscada: preparou uma esfera de energia cinética em suas mãos e atirou contra o seu novo clone. Mewtwo surgira bem em cima dele e não seria fácil errar agora. O novo pokémon virou-se levando em cheio o ataque, foi jogado contra uma rocha, e ao bater apenas ralou-se. Mewtwo estava ajoelhado no chão, recarregando sua energia. Nesse meio tempo o pokémon cópia fez uma esfera sombria nas mãos, e com aquela energia das trevas, lançou contra Mewtwo, que simplesmente teve que receber o ataque. Mewtwo ainda resistiu bastante. Mas logo percebeu que nem ele era forte o bastante sozinho e teleportou-se. Mewtwo estava agora em Cerulean, percebendo a farra dos insetos, ele os rastreou e foi também para as Sevii, procurar a fonte de todo esse problema, e a ligação entre eles.
Notas finais
Well. Está aí mais um episódio. Acho que ficou um pouco confuso. Mas foi o melhor que eu fiz em 1 hora.
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