Insetos Infernais

4 A Final Batallha


Notas iniciais
Provavelmente um princípio do fim. Bem, é um princípio do fim. Ainda quero ver se mato alguém, isso vai depender. Se o povo quer ver o Gary morto ou não. Ok, vamos lá com "A Final Batalha".

No laboratório perdido na ilha, encontraram indícios de um experimento envolvendo pokémons, para criar um pokémon mais forte e poderoso que qualquer outro já visto. De longe, Mewtwo era apenas expectador.

Os rapazes conversavam com a polícia, a fim de descobrir do que se tratavam aquelas experiências. Informados sobre o que era o projeto, decidiram que haviam de procurar o próprio Mewtwo para tentar derrotar aquela fera.

-Ainda temos o problema dos insetos, mas se pararmos o terceiro Mew, eles não serão problema. Ah? Que isso?

Em uma televisão, era mostrada a situação, a batalha pokémon das duas aves que tentaram salvar Kanto contra os três insetos. A ideia agora era separar os insetos, mas antes, dominar aquele pokémon capaz de derrotá-los.

Nesse momento Mewtwo apareceu, falando telepaticamente enquanto caminhava.

\"Nem mesmo eu posso derrotá-lo, mas agradeço a fé que depositarem. Mas se formos os três, juntamente com o que puderem levar, mais a força da oficial, creio que nem ele poderá nos parar.\"

Não havendo outra chance ou escolha, os dois rapazes, junto do pokémon e da oficial responsável Jenny, partiram de volta para Kanto.

No continente, após mais uma batalha.

-Para onde, agora? -Dizia o butterfree para seus amigos.

-Ainda há outro. Devemos acabar com ele e ter nossa vingança declarada contra todos os outros pokémons e treinadores. -Respondeu logo o Beedrill.

-Vamos ser os melhores! -Exclamou com ânimo e urgência aquele Venomoth.

Os insetos tomaram seu rumo a caminho da cidade de Cerulean enquanto, numa bicicleta, uma masterball carregava um poder capaz de mantê-los parados, ainda que por alguns momentos. A garota que pedalava, acelerava com suas orelhas de coelho na cabeça, seguindo em círculos, esperando que aqueles insetos surgissem.

Na ilha, porém, os treinadores pokémon descobriram a existência da nova versão do Mewtwo.

-Isso é terrível! -Brock dizia, revelando um curto desequilíbrio- Se ele tiver a mesma natureza que os insetos, nunca teremos chance!

-Tenho notícias ruins pra você, Harrison. — Gary observava atentamente a tela de um computador que mostrava, ao vivo e à distância, uma garota na cidade de Cerulean, tentando se proteger de rochas que caíam.- Acho que ele tem a natureza dos insetos.

Na cidade, a parte da montanha que cobria a caverna de Cerulean estava tomando nova forma, a garota se protegia das rochas que caíam e subiam constantemente. Logo três raios foram vistos no céu, e sob aquela dança de pedras, a garota tomou sua pokébola mais especial, atirou-a para o alto, liberando um raio vermelho que logo tomou a forma do lendário articuno.

-Uno! Vai! -Ela gritava animada com a chance de mostrar para que treinara tanto.

O pokémon parecia pronto para correr as chamas do inferno e retornar sem se queimar. Ele saíra já em voo rápido, por entre os três insetos, que apesar de avantajados, pareciam crianças para ele. A garota deu a ordem de travá-los em sua visão. Ele voou alto, pronto para observar os três. Os menores não demoraram para atacar, o Beedrill mirando suas twineedle, o Venomoth disparando uma forte rajada telecinética, o Butterfree, porém, aproveitou o sol que fazia àquela hora do dia para atirar um rápido e eficiente Solar Beam.

Uno recebera todos os golpes. E não parecia ter problemas com isso, ainda tinha uma expressão alegre. A treinadora apontou para o trio enquanto vestia uma jaqueta, o Butterfree tentou se virar, os outros dois avançaram, e quando ela terminava de pronunciar a ordem, o articuno já se resfriara, tomando o calor ambiente, tornando tudo no máximo frio que poderia.

Os três pokémons caíram congelados enquanto luzes da cidade simplesmente levitavam. O Beedrill caiu direto ao chão da cidade, sendo partido em vários pedaços, o Venomoth caiu no lago que entrava na caverna, sendo levado para lá enquanto a garota trazia seu articuno de volta para a pokébola e o Butterfree caíra em um gramado atrás de uma casa. A garota não pôde capturar os pokémons que tanto danificaram aquela terra, e nem saberia se conseguiria, a sua master ball já parecia pouco para o articuno que os derrotara em um golpe treinado e fortificado.

-Boa, Uno. Mas ainda não ac.. Ah! — Ela gritou ao quase ser atingida por uma pedra vinda do alto, não fosse bastante aquela batalha, havia um novo mewtwo olhando para ela no alto, ele a chamou para lutar por telepatia, ela sorriu e lançou novamente a espera para o alto. -Mais uma, Uno! Vamos lá!

Em um barco, alguns quilômetros dali, os dois treinadores criavam os mais variados planos para deter o adversário da menina. Caso não obtivessem sucesso, ao menos seriam os primeiros a vir de longe para ver o novo trono do Mewthree, rei de todo um novo mundo.

-Vamos acabar com isso, Gary. Deixe o Ônix e Golem cuidando da caverna, você o ataca com tudo que tiver. Se não conseguirmos cansá-lo apenas com ataques, jogar parte da montanha sobre ele pode ser a nossa chance.

Notas finais
Não está tão épico quanto eu queria, mas está ao máximo que pude.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.