Notas iniciais
Como me é comum, estou com sono, doente, triste, cansada e com muitas dores em todos os sentidos possíveis. Não faço ideia do porquê escrever isso, realmente, não espero reconhecimento pessoal, só achei a apoximação útil, portanto, espero que seja no mínimo conveniente.

Exatamente como havia de se esperar, aquela noite chovia. Os pingos de chuva que envolviam toda Londres pareciam cair com brutalidade. O céu desabava.

Dentro dos dias cheios de escuridão, nada era demonstrado. O orgulho consegue ocultar até mesmo o medo, mas não o desespero.

Olhava pela janela, entrelaçando os dedos das mãos pelas costas, o olhar perdido parecia ainda assim carregar severidade, para seus próprios pensamentos. Não sabia o que buscava, mas parecia inevitável ter de chamá-lo.

\"Tsc, onde será que ele está?\"

Por que a verdadeira dor é impossível de ser apagada. Está cravada em nosso coração, mesmo que já o tenhamos perdido há muito, muito tempo. Mesmo que ele nunca volte a bater. Pulsando... a dor lateja por toda a superfície lasciva do corpo. Lembranças que foram deixadas com o tempo. Apenas da memória se esvaem. As sensações causadas por elas, ainda que de forma tênue tendem a voltar. Apesar de sorrindo, ainda existem coisas que são simplesmente imutáveis.

\"Sim, bocchan?\" o mordomo havia aparecido, e com uma reverência, se direcionou ao menor.

Sem hesitar o desespero que preenche grita. Existem coisas que são simplesmente imutáveis...

Um pouco mais de dor em saber que o princípio para o fim era aquele. Mas momentâneamente, aquela frieza gélida digna de um demônio, o aquecera.

Notas finais
Sim, era uma OneShot, mas ideias repentinas me envolveram o suficiente para dar continuação a esse enrredo sem sentido.