Insane Love
2 Capítulo 2 - Nightmare
Notas iniciais
Uma garotinha encontrava-se dormindo, quando escutou o primeiro, de muitos, barulhos estrondosos, como se algo estivesse quebrando-se, levantou em um pulo, pegou o seu inseparável ursinho de pelúcia, e desceu as escadas nas pontas dos dedos, durante todo o percurso escutou gritos agudos, um deles sendo seguidos por um estalo, foi quando finalmente chegou ao ultimo degrau da escadaria, a cena era deplorável, estilhaços de vidros ao chão, penas das almofadas que encontravam-se rasgadas, sua mãe aos prantos e seu pai com um marca de mão avermelhada em seu belo rosto jovial.
– Novamente esse cheiro de perfume ... – Sua mãe sussurrava para si mesma.
– Quantas vez tenho que repetir ?! – Seu pai falava mais para ele mesmo do que para ela – Para que essa desconfiança, estamos juntos a anos, já falei mil vezes que não lhe traio com ninguém, é só a você que meu coração pertence – Ele começou com um grito grave e foi diminuindo a um misero sussurro.
– PARE. PARE – Ela gritava ao vento – Por favor – sua voz saiu em um sussurro – Não minta para mim – Ela continuo com voz agora recuperada, tomada pela raiva, pegou o vaso mais próximo e atirou em direção ao homem, que por sua vez se abaixou e, teve como seqüela leves arranhões nos braços.
– Você é uma doente, não percebe que isso é uma doença ? Pessoas normais não agem dessa forma – Informou exasperado.
– Se eu sou uma doente, porque insiste em dormi ao meu lado todas as noites ? – Perguntava gesticulando – RESPONDA – gritou antes mesmo do pobre homem poder sequer piscar.
– Porque eu te ... – Seu olhar voltou-se para a escada, onde observou a garotinha encolhida, abraçada ao seu inseparável amiguinho de pelúcia, a pequena morena de apenas 4 anos soluçava enquanto assistia a cena.
– ALLYCIA, AGORA PARA O SEU QUARTO – Sua mãe gritou quando percebeu sua presença no cômodo.
– Não grite com a criança, sua doente – O homem rebateu em resposta, a mulher nada disse,a penas seguiu em direção a cozinha.
O homem por sua vez foi em direção a pequena morena assustada no final da escadaria, se agachou ao seu lado, observou cada detalhe de seu pequeno rostinho assustado, gravando em sua memória a reação da sua filha aquele trágico evento. Depois de um tempo apenas a observando, desistiu de tentar desvendar o que se passava por sua cabeçinha, a pegou nos braços e subiu escadaria a cima, abriu a porta de seu quarto apenas com uma mão, enquanto a outra segurava habilidosamente a menininha, adentraram o cômodo e ele a colocou em sua cama, cobriu-a com o coberto, deu um beijo em sua delicada testinha e apagou o abajur, quando estava preste a sair do quarto escutou uma vozinha suave ...
– Papai, eu te amo e sempre vou te amar, apesar de tudo – Ela falava enquanto prendia a respiração e se escondia entre as camadas de pano em sua cama.
– Eu também, querida, tenha certeza diss ... – Antes que pudesse termina sua declaração, uma fenda se abriu ao chão levando ele camadas de terra abaixo,e tudo que se podia escutar era a garotinha aos prantos implorando por seu pai de volta.
Pov Ally
Acordei totalmente suada e desesperada, estava ofegante novamente, mais uma vez o mesmo sonho perturbante que insiste em me perseguir durante as noites, mais um segundo naquela cama e eu iria entrar em um estado totalmente deplorável, felizmente ou infelizmente, fui interrompida dos meus devaneios por batidas na porta, murmurei um “Entra” e tive a surpresa de receber duas garotas parcialmente desconhecidas por mim, minhas primas, duas irmãs — gêmeas fraternas — muito unidas, mas com suas diferenças, seus nomes são Luanna e Tainara, mais pelas histórias contadas pela minha mãe preferem ser chamadas de Luah e Taah, ambas tem a mesma idade, são apenas um anos mais velhas do que eu, tem 18 anos. Novamente fui interrompida dos meus devaneios quando uma das folgadas, Tainara, pulou na minha cama.
– Yae priminha – Falou fazendo o gesto de Paz&Amor com as mãos.
– Mulher,você está assustando a Ally – Falou Luanna, se dirigindo a irmã – Não ligue para ela não, Ally. É apenas uma sem noção querendo chamar atenção – Continuou – Rimou, bate – Estendeu a mão para a irmã ao seu lado, que pareceu nem se ofender com o que foi falado e fez o “high five” com ela.

– Olá – Foi a única coisa que eu ousei dizer, não sem antes ficar corada.
– Não fique acanhada, somos primas – Informou a Tainara, pelo pouco que pude ver, ela era a mais despojada, ao contrario da irmã que, pelo menos, a primeira vista era no mínimo educada.
– Desculpe, não estou acostumada com pessoas tão espontâneas – Disse a verdade, nunca tinha presenciado tal espontaneidade em ninguém.
– Enfim, cansamos de ficar trancadas dentro de casa – prosseguiu a loira (Luanna)
– Então resolvemos convidar você para conhece o mais novo parque de diversão da cidade, o que acha ? – A morena (Tainara) falou na lata, sem dar muita importância.
– Eu adoraria – Respondi sorrindo, minhas aulas ainda não haviam começado, se eu não saísse iria ficar o dia inteiro trancada apenas lendo mais um de meus livros.
Após a minha resposta as irmãs saíram do meu quarto dando espaço para eu me arrumar, assim fiz, levantei-me da minha cama e segui em direção ao meu mais novo banheiro.
Pov Austin
Segurei-a pela nuca e a beijei duramente, enquanto ela passava suas unhas por toda a extensão das minha costa e abdômen, eu trabalhava com minhas mão em suas nádegas, apertando cada uma com uma certa força, também colei seu corpo com o meu fazendo-a roçar levemente seus seios, cobertos por uma fina e transparente camisola, em meu tórax, ela estava excitada, podia sentir todos os pelos de seu corpos elevados e seus biquinhos dos seios estavam duros enquanto roçava em minha pela.
– Auss..ti..nnn – Ela gemia meu nome.
– O que ? – Apenas lhe falei em resposta.
– O queee ... você acharrr de repetirmos... a dose da noite annnnterior ? – Perguntou entre gemidos.
– Não é cabível – Fui curto e grosso, não é de meu feitio passar mais de uma noite com uma mesma mulher.
Sai de seu apartamento rapidamente deixando para trás mais uma garota, com lagrimas nos olhos, sinceramente, não me importo. Fui em direção a casa do meu melhor amigo, Dez, chegando lá toquei a campainha e foi recebido por um ruivo sorridente.
– Dez, cara, acabei de pegar outra para minha lista – Dei um sorriso malicioso, pois sei o quanto isso incomoda meu amigo, ele acha que não devo parti o coração de garotas inocentes (Nem tão inocentes, ele deveria ver as loucuras que elas fazem na cama ).
– Você sabe que eu não aprovo isso, mas hoje nada vai tirar minha alegria, porque vão liberar um dos brinquedos novos daquele parque – Ele falou com um sorriso maior que o próprio rosto – E eu não vou sozinho, adivinha quem vai comigo ? – Perguntou com cara de inocente.
– A sua mãe ?! – Respondi inocentemente, mesmo já sabendo a resposta
– Claro que não ! Você, seu leso, e nem adiante me dizer que tinha marcado com alguma mulher para hoje a noite, por que eu sei que não é verdade, você nunca marca, simplesmente pega e, não tem lugar melhor do que o parque para pegar mulheres, você vai e ponto, esteja pronto daqui a duas horas – Fez um dos seus longos discursos e fechou a porta na minha cara. Segui em direção a minha casa para em arrumar.
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