Insane
3 Escape
Notas iniciais
Hihu ^-^
-O que foi? -Sr. Andrews Jr. está morto na sala no subsolo. Ryan foi atras deles e todos os internos foram ordenados a voltarem aos seus quartos. Carlos estava branco e Kathe chegou -Você fez aquilo com a Caroline?- ele disse. -Sim. Ela mereceu. Ficou tentando te tirar de mim. Mas ela não conseguiu. Pronto. Acabou minha preocupação. E ninguém vai descobrir que estava com o Chris na hora que ele morreu. -E se descobrirem? -Você não fez nada. Curto-circuito, estourou o fio, ele levou um choque por acidente. E da Caroline... fique tranquilo. Aquela mensagem e os cortes fazem parecer que foi ela mesma. Fora que não tem digitais ali a não ser as dela própria. E ela tem histórico por tentar suicídio. -Kathe, isso vai dar errado. -Confie em mim. Só isso. Ela sumiu e Carlos ficou em choque. Caroline e Chris na mesma noite... Ele pensava nisso e Ryan entrou em seu quarto -O que sabe sobre a morte de Chris? Você foi o último a estar com ele. O que você fez? -Nada. Eu estava em uma de minhas sessões e um botão não funcionava. Chris tentou fazer ele voltar a normal e a caixa soltou faíscas, depois de estourar os fios e Chris havia levado um choque, então caiu no chão, perto dos fios e foi eletrocutado. Eu saí nessa hora. -Sim... Dois enfermeiros viram uma garota loira sair da sala com você. O que me diz sobre isso? -Ela está m...- ele ia dizer morta mas iam pensar que é maluco e o deixar ali por mais tempo. -Ela era a próxima. Estava esperando- mudei. Era bem melhor essa explicação. -Tem certeza de que não foi ela? -Sim. Ela estava parada, no canto dela sem fazer nada. E eu estava preso na cadeira. Não teria como ser um de nós. -Se estava preso, como fugiu da sala? -Kathe me ajudou a sair. -Um minuto- Ryan levou a mão no queixo.- Katherine? Loira? Matou um colega de sala porque ele irritava ela? -S-sim... -Ela está morta faz cinco anos. Como poderia estar ali? -Talvez esteja falando de outra Kathe. Ela é minha namorada. Não está morta. -Ok. Vou procurar saber mais sobre isso. E caso esteja mentindo, sabe que ficará mais tempo aqui. Ryan saiu desconfiado do quarto e Carlos bufou com um alívio estranho. Kathe voltou e ficaram sentados lado a lado -Por que não matou ele de uma vez? -Iriam perceber um idiota a menos atrapalhando- Carlos respondeu a Kathe sem pensar a fazendo rir. -Você precisa fugir desse lugar. -Como te viram? Você não é real. Digo, viva. -Me distraí e acabei ficando visível para outras pessoas também. Uma pequena falha. Acontece o tempo todo. -Pequena? Isso pode complicar tudo para nós. Eu preciso sair daqui mesmo. -Então vamos. Precisamos de um jeito para passar pelos guardas na entrada. -Isso é fácil. Carlos explicou o plano um tanto engenhoso para ela. Desceram juntos e na porta, ela foi sozinha perto dos seguranças. Era uma porta automática, então Kathe chegou perto e ela abriu. Os dois homens se olharam e ela se afastou fazendo-a fechar. Ela repetiu isso várias vezes e os dois homens começavam a se afastar quando ela se tornou visível para eles, que correram. Carlos saiu e acompanhou Kathe -Pegue a pá- ela disse e Carlos obedeceu como sempre. -Onde vai? -Me siga. Somente isso. Eles andaram para os fundos do prédio e tinha um cara no chão -Cava um buraco e coloca ele dentro? Por favor- ela sorriu. Carlos se rendeu a seu pedido e fez isso com pressa de sair dali. -Sabe Kathe. Eu queria sair mesmo. Ver meus amigos antigos, meus pais, lugares que eu gosto. -Então fuja. Sai antes que alguém perceba que você não está. Carlos concordou e sorriu -Obrigado pela ajuda, Kathe. Se precisar, estarei no Holly's. Sabe onde é? -Sim. Eu adorava lá. -E quais são os seus planos? -Me ver. Ficarei lá e talvez assuste algum visitante- ela disse rindo e ele assentiu. Andou para a cidade e entrou no Holly's, o melhor restaurante em Cleveland. Aquele lugar trazia todas suas memórias de antes do st. Meredith de volta e ele sorriu, se sentando em uma mesa -Carlos?- dois caras chegaram perto e ele os reconheceu. Seu pai e seu irmão. -Oi Antônio- ele disse e deram um aperto de mão sorrindo.- Pai- Carlos bufou. Seu pai nunca havia o perdoado pelo motivo de ele estar em uma clinica para assassinos que não tem a mínima noção do que fazem.
-Achei que ainda estivesse preso. -Internado. E eu tenho um dia livre. Para tentar conviver em publico com pessoas normais sem matar ninguém. -E conseguiu se controlar por quanto tempo? -Desde que saí de lá. Mas continue falando comigo assim que eu paro de me comportar como alguém normal- Carlos deu um sorriso frio e Antônio o afastou um pouco. -Carlitos, para com isso- ele era seu irmãozinho e sempre o chamou de Carlitos.- O papai ainda sente sua falta. Mas não assume. Fica numa boa hoje e quem sabe eles te liberam. -Eu fugi- Carlos riu e Antônio o olhou chocado.- Acha mesmo que vão deixar um cara sair do lugar onde todos odeiam ele. E se eu não tivesse fugido, ficaria lá o resto da vida. -Então você vai ficar se escondendo das pessoas a procura de você? -Não. Vou voltar hoje de noite. E fala para o papai não se preocupar. Odeio ele um pouco menos. -Vai voltar mesmo? -Sim. Tenho alguém à minha espera lá. Se é que me entende. -Entendo. Carlos, precisamos conversar muito que tal se eu levasse papai para casa e voltasse aqui? -Uma boa. Eu te espero, ok? -Aham. Já volto. Antônio saiu e Carlos ficou em sua mesa, observando as pessoas. Ele lembrava de ter visto a maioria dessas pessoas ali e alguns o cumprimentavam. Antônio voltou e eles ficaram falando sobre como estavam as coisas foram do st. Meredith e dentro.
Notas finais
Dois vida loka
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