Notas iniciais
Aloha, terráqueos! Como vocês estão? Estão bem? Bom, espero verdadeiramente que sim.

Eu sou escritora a muitos anos, já tive umas cinquenta contas só aqui no Nyah! E decidi retornar ao site por motivos de... Sei lá, só quis mesmo. De qualquer forma, essa é uma fanfic que já foi postada no SS. Provavelmente ela tenha um segundo capítulo, como um bônus. Isso está sendo estudado ainda.

Espero que gostem e, sinceramente, que isso aqui sirva como uma boa inauguração de perfil. Ao todo é isso, obrigada pela atenção e até as notas finais!

PS: Eu já tive uma beta, a qual betou essa fanfic e uma parte das minhas outras fanfics, contudo hoje em dia estou sem. Gostaria de saber se alguém de habilitaria a me ajudar com isso ;-;
PS²: A capa da fanfic é provisória.

One-Shot –Insaciável.

Por: —Kuroo

Beta: Catte7.

Jimin poderia se considerar um homem de sorte. Sério, poderia mesmo. Por exemplo, quando ele achava uma grande quantia de dinheiro na rua; ou quando estava atrasado para o trabalho e pegava todos os faróis do caminho abertos e uma pista tão vazia quanto a cidade em feriado prolongado; ou quando conseguia os bilhetinhos premiados das raspadinhas daquelas bancas de jornais, isso quando não ganhava as apostas mais impossíveis. Em resumo, Park era um homem de muita sorte. Ele só não se considerava assim antes. Antes. Porque agora, sentado em sua poltrona, sem camisa e com uma puta ereção entre as pernas, ele chegou a conclusão de que era realmente um cara sortudo.

Um puta de um sortudo.

— H-Hyung… – a voz arrastada de JungKook chegou aos ouvidos do ruivo, fazendo-o ofegar enquanto observava o mais novo atentamente – E-eu… Ah!

Jimin sorriu, levando sua mão até o botão de sua calça. Abriu-o e arrancou aquela peça de seu corpo mais rápido do que poderia ser possível, já sentindo o alívio que se livrar daquele pedaço de pano incômodo lhe trazia. Seus olhos não abandonavam Jeon de forma alguma, estava atento a todas as expressões do mesmo; atento a qualquer movimento; qualquer som. Qualquer mísero detalhe. Não queria perder nada, nem mesmo uma gota de suor que pudesse escorrer pelo corpo do mais novo.

E não era por pouca coisa.

JungKook estava deitado de costas no meio da cama, totalmente despido enquanto cordas o prendiam a cabeceira. Uma fortemente atada a seus pulsos e duas a seus joelhos, mantendo-o amarrado, imóvel e totalmente exposto, proporcionando a Jimin uma das cenas mais excitantes de sua vida... afinal, JungKook não estava apenas amarrado. Um vibrador estava enterrado por completo em sua entrada, vibrando em sua velocidade média enquanto um anel peniano o impedia de gozar. Um gemido sôfrego escapou pelo recinto, o vibrador fortemente pressionado contra a próstata do mais novo, enviando-lhe choques elétricos que passeavam por todo seu corpo e o fazia convulsionar em pleno prazer.

Sem contar nas orelhinhas que se retorciam em cima de sua cabeça, espelhando a notória agonia de Jeon. Aos olhos do mais velho, aquela era uma cena tão… Linda.

— Se eu aumentar a intensidade, você aguenta, Kookie?

— N-não faz isso, H-hyun-aaaahhh! – os olhos reviraram nas órbitas enquanto o mais velho ignorava o pedido alheio, buscando o controle do objeto e aumentando a intensidade das vibrações ao máximo, sendo agraciado com um grito de prazer vindo do outro – P-Por-raa!

Jimin riu baixo, vendo seu tão precioso JungKook contorcer-se agoniado, totalmente entregue as sensações que seus brinquedos lhe proporcionavam. O mais novo tremia, gemia rouco e arrastado e as orelhinhas mexiam-se impacientes. Sentia o orgasmo mais próximo do que nunca e chorava internamente, louco para gozar, sendo impedido pelo maldito anel que tinha como finalidade…

— E então coelhinho, você aprendeu a lição?

Castigar o moreno.

— S-sim! – gritou, jogando a cabeça para o lado enquanto recebia espasmos por todo seu corpo – E-eu aprendi m-mes-aahh c-cara-lhoooo! Eu vou gozar! Vou! Vou! Meu Deus! Meu Deus! Meu Deus!

A fisgada que Park ganhou em seu baixo ventre o fez gemer baixo e rouco, a boxer vermelha tão apertada que lhe restou apenas arrancá-la fora e a jogar o mais longe possível de si, liberando sua ereção pulsante. Ver o mais novo tão necessitado era demais até para ele, não aguentava seguir suas próprias regras por muito tempo, ainda mais quando conseguia manter JungKook em um estado quase deplorável. Sorriu com a cena e levou as mãos até seu falo, bombeando levemente, uma ou duas vezes enquanto via seu pequeno se contraindo na cama.

— Você quer gozar, Kookie-ah?

A resposta veio com um balanço de cabeça frenético, as mãos amarradas juntas e fechadas fortemente, a boca aberta em gemidos longos e agudos, as orelhinhas tremendo no topo dos fios escuros, baixas e delatando a impaciência do moreno. O corpo trêmulo e suado.

Tão lindo.

— Use a boca pra falar, Kookie, você não é mudo.

— S-sim, Hyung! E-eu quero g-gozaaar! – os dedos se contorceram-se, enquanto o híbrido jogava a cabeça para trás gemendo tão alto quanto antes – E-eu aprendi a lição, apren-di, ah! Por f-avor Hyung… P-por fav-oor.

— Então já que aprendeu a lição… – Park se levantou, caminhando até a cama, aproximando-se de seu coelhinho – Você vai passar a seguir as regras ao pé da letra? – sentando-se ao lado do moreno, Jimin segurou o queixo do mesmo e o encarou seriamente – Vai ser um bom coelhinho? Hm?

— V-vou! – choramingou, torcendo os dedinhos dos pés com as sensações recebidas – M-me deixa g-gozar, h-hyung, aaahhh, p-por favor!

Park sorriu, soltando o queixo do mesmo: – Então diz o que eu quero ouvir, coelhinho… – sussurrou, levando a mão até o abdômen alheio, onde acariciou com as pontas dos dedos, arrepiando-o – Diz quem é seu dono, quem te fode com força e do jeito que você gosta, todos os dias – falou, deslizando sua mão até o membro negligenciado de Jeon, onde acariciou brevemente até encontrar o anel na base melada, ameaçando tirá-lo – Grita, grita bem alto pra aquele filho da puta saber à quem você pertence.

— Você! – Jeon gritou, tão alto quanto achou que conseguiria, mantendo a voz firme do jeito que também imaginou ser impossível – Você me fode gostoso todos os dias, você é meu dono, eu sou seu c-coelhinho, só seu! A-ah Jiminnie-hyung, é você!

Park sorriu sacana, já desafivelando o aperto em torno do membro do mais novo: – Já que você foi tão obediente… – sussurrou, levando a mão livre até o vibrador, segurando na base do mesmo e então movimentando-o enquanto com a outra mão arrancava o anel do membro alheio – Goza… Goza pro seu hyung.

E ele gozou. Veio forte. Intenso. Espasmos percorreram seu corpo, que convulsionou sobre a cama enquanto jatos quentes de porra sujavam seu abdômen. O corpo do mais novo se contorceu e comprimiu por completo, enquanto o mesmo gemia alto, tão alto que a garganta raspou de leve.

Jimin sorriu, mantendo o vibrador dentro do moreno com o intuito de lhe prolongar as sensações do orgasmo recente. Sem aguentar sua própria ereção que latejava, Park levou a mão livre ao membro esquecido voltando a massageá-lo levemente, sentindo os pelos de sua nuca se arrepiarem com o próprio toque. Reprimiu um gemido quando ouviu o mais novo ao seu lado gemer alto, aumentando então gradativamente a velocidade em que se masturbava, estremecendo excitado. Queria mais que tudo enterrar-se profundamente em seu coelhinho, fode-lo contra o colchão com força e rapidez, do jeitinho que o próprio havia dito gostar. Queria mandar o fato de que Jeon poderia estar cansado para a casa do caralho e satisfazer a si mesmo. Sabia que o híbrido não reclamaria depois.

Mas ele não o fez.

Foi quando JungKook reclamou da sensibilidade que Jimin desligou o vibrador, retirando-o de dentro do rapaz e voltando a dar atenção a si mesmo. Não iria exigir demais do corpo de Jeon, sabia que o mesmo estava cansado depois do orgasmo intenso e tentaria se satisfazer sozinho, mas…

— H-Hyung… – o chamado foi feito em um tom baixo e rouco, arrepiando o ruivo completamente – M-me solta, eu… Quero sentar em vo-você.

Park tremeu. Era demais para ele mesmo suportar.

Quando deu-se por si, já havia soltado o mais novo daquele aperto e tão rápido quanto achou possível, o mesmo estava em seu colo, com os braços em volta de seu pescoço e sorrindo daquele jeito lascivo e ao mesmo tempo inocente, que só ele conseguia. Tão único, tão bonito, tão… JungKook.

Park sorriu: – Não está cansado, Kookie? – perguntou, enlaçando a cintura de Jeon com seus braços, enquanto o mesmo enlaçava a sua com as pernas – Hm?

JungKook demorou para responder. As orelhinhas sempre adoráveis no topo de sua cabeça estavam baixas enquanto o mesmo tratava de cheirar o pescoço de seu hyung. O híbrido adorava o cheiro de Jimin. No fim, tudo o que o ruivo ganhou como resposta foi a mão do moreno em seu membro, iniciando uma massagem lenta e prazerosa enquanto a boca alheia beijava seu pescoço.

Um gemido baixo escapou de si. Nada se comparava a mãozinha delicada de seu pequeno envolvendo seu falo tão bem.

— Eu ainda 'tô quente… Tão quente… – o híbrido sussurrou, distribuindo beijos pelo pescoço de Park – Faz parar, Hyung, por favor.

Ah não.

Ele não disse isso.

Ouvir aquilo era como apertar todos os gatilhos que haviam em Jimin. Era riscar o fósforo num mar de pólvora, brincar com fogo estando banhando em álcool. JungKook sabia disso, sabia e estava pronto para se queimar. Ele queria se queimar, porque não existia nada melhor do que forçar os limites do Park quando achava necessário. Jeon gostava do lado carinhoso de Jimin. Gostava de como ele acariciava seus cabelos, de como sorria para si e dizia o quanto ele era um bom garoto e o amava. O híbrido adorava as noites de sexo que tinham, porque nunca erasexo. Nunca. Contudo, ele também gostava de enciumar o mais velho, justamente pelas reações variadas que aquele ciúme trazia ao mesmo em seus momentos íntimos. Gostava de quando seu hyung o amarrava na cama e o fazia implorar por algo. De quando o ruivo abandonava toda a sanidade que possuía e enterrava-se fundo em si, rápido. Com força. Adorava mais ainda vê-lo descontrolado, exatamente como ele estava naquele dia.

Jimin trincou os dentes, agarrando as nádegas de JungKook com força e trazendo-o para mais perto de si. Sentiu sua ereção ir de encontro com a recém formada do moreno e não reprimiu um gemido quando o mesmo agarrou as duas, continuando a masturbação lenta. Os lábios de ambos logo se encontraram, JungKook pela primeira vez na noite comandava algo naquela cama, e Jimin não podia negar. Ele adorava quando seu coelhinho lhe guiava, era um beijo calmo para os padrões do mais velho; mas existia algo melhor do que beijar a boca tentadora de JungKook?

O híbrido aumentou a velocidade em que masturbava a ambos, gemendo daquele jeito manhoso contra os lábios alheios. Do jeito que ele sabia afetar Jimin fortemente.

O mais velho achava engraçado como JungKook conseguia ser insaciável. Enquanto ele não tivesse o falo latejante do Park enterrado profundamente em si, o desejo que sentia só crescia. Para o mais novo, ele não só queria Jimin dentro de si. Ele precisava do ruivo dentro de si, era questão de necessidade.

Quase um vício.

— Quente? Você 'tá quente Kookie? – ele sussurrou, quebrando o beijo e sentindo a mãozinha aumentar a pressão sobre as ereções. Dessa vez ele não conteve o gemido arrastado que subiu por sua garganta.

— S-sim… – ele sussurrou, encostando a testa no ombro do mais velho – Eu quero você Jiminnie-ah.

Insano.

Aquela palavra poderia definir bem como Jimin se sentiu. Completamente insano, louco, irracional.

Perdido. Perdido nas profundezas de Jeon JungKook.¹

Algo parecido com um rosnado irrompeu por seus lábios e ele não demorou em jogar Jeon na cama novamente, para se por sobre ele logo depois, metendo-se entre as pernas torneadas e tão maravilhosas do mesmo. O membro latejante batendo contra as nádegas macias, bem no meio, roçando de leve na entrada sensível do moreno. Ele estremeceu e Park gemeu, queria entrar nele naquele exato momento, mas não o fez. JungKook o provocou mais uma vez, agora que arcasse com suas consequências. De novo.

Suas mãos brincaram pelo corpo do moreno, acariciando com as pontas dos dedos tudo o que encontravam pela frente enquanto seus lábios tratavam de marcar aquele pescoço tão branquinho. O mais novo ainda estava sensível graças ao orgasmo recente, consequentemente, seu corpo inteiro reagia ainda mais aos toques do mais velho e Park não se surpreendeu ao sentir seu abdômen molhado pelo pré-gozo de JungKook.

Ele riu baixo, aquela risada baixa, meio rouca e carregada de malícia que somente Jimin sabia soltar. Aquela risada que arrepiava quando soava baixinho ao pé do ouvido exatamente como o ruivo fez com JungKook.

— Aaah JungKook… Tão gostoso. – os lábios carnudos desceram com beijos e mordidas pelo queixo do rapaz, trilhando um caminho até a clavícula do mesmo.

O coelhinho estremeceu, não sabendo dizer se o fez graças aos lábios de Jimin que o tiravam de órbita tão rápido com tão pouco, ou pela forma que seu nome soava tão pornográfico saindo daquela boca luxuriosa. Bom, não importava de qualquer forma.

Ele só queria ter seu hyung dentro de si o mais rápido possível, ou então sentia que enlouqueceria.

Mais ainda.

Logo as coisas se tornaram insuportáveis demais para os dois, e talvez, só talvez, se Jimin não estivesse tão… Insano, ele teria pensando um pouco mais no mais novo antes de penetrá-lo com tudo, de uma única vez. A seco. E talvez, só talvez, se JungKook não estivesse tão inerte nas carícias do mais velho, tão sensível graças a punição de mais cedo. Se Jeon não estivesse tão fora de órbita quanto qualquer outra vez, ele teria reclamado da dor que deveria ter tomado seu ser.

Mas tudo que fez ao abrir a boca, foi gemer.

Gemer alto. Gemer do jeito que só ele fazia. Do jeito que enlouquecia mais ainda Jimin.

— Puta que pariu! – o mais velho gemeu, grudando suas mãos na cintura branquinha do outro enquanto movimentava seu quadril levemente.

— H-hyung! – as unhas do moreno cravaram com força nos ombros de Park, as pernas de JungKook logo enlaçaram a cintura alheia e enquanto o mais velho ondulava o quadril sensualmente contra o seu, JungKook tremia excitado.

Jeon era apertado. Mesmo depois de anos juntos, mesmo depois de fazerem sexo todo maldito dia, o híbrido continuava a ser tão apertado quanto foi na primeira vez e aquilo jogava a sanidade de Park no lixo. Não era só bom, não era só ótimo. Entrar no mais novo era como ganhar uma viagem direta para o céu.

Apertado. Quente. Macio. A respiração descompassada de Jeon batendo em seu pescoço, as unhas curtas fincadas fortemente em seus ombros, os olhos semicerrados e a boca aberta em um perfeito “o”. Nada era mais perfeito do que esses momentos com seu coelhinho.

Nada.

Jimin mordeu o ombro de JungKook, aumentando a velocidade em que se movia dentro do outro gradativamente. A cada estocada mais fundo atingia no mais novo, maior era o aperto em torno de si. Mais prazeroso era estar ali dentro.

— J-Jimin! – Jeon gritou, apertando a cintura do Park com suas pernas enquanto pendia a cabeça para trás. O desejo queimava seu corpo, o prazer tomando cada fibra de seu ser – Jimin!

— Heh, Kookie… – o Park sussurrou, mordiscando o lóbulo da orelha de JungKook – É t-tão bom estar dentro de você, tão gostoso.

— Não fale n-nada, Hyung! – o mais novo respondeu entre gemidos, sentindo seu rosto queimar de vergonha e excitação.

Jimin ignorou, enterrando-se o mais fundo que conseguia.

— Tão apertadinho, tão quentinho – continuou – Ah, e quando você geme… Só tenho mais vontade de foder você.

— Hyung, pare de falar ess- – a voz sumiu na garganta de Jeon, sua boca caindo aberta em um grito mudo quando sua próstata foi atingida em cheio – A-ah de novo, de novo!

Park sorriu, enquanto penetrava-o com força mais uma vez, atingindo a próstata alheia. Sentiu JungKook comprimir sua entrada, as unhas curtas descerem por suas costas enquanto um grito esganiçado ecoava por seu quarto e foi impossível não gemer junto. As coxas de JungKook agarraram-se mais ainda em torno de si, e Jimin não resistiu a vontade de segurá-las com vontade, deixando as marcas de seus dedos na pele clara.

JungKook ondulou o quadril quando sentiu Jimin estocar com força, o gemido do mais velho soou baixo no ouvido do Híbrido e seu corpo suado se arrepiou com o som. Alguns espasmos percorreram seus membros, seu pênis pulsou necessitado e Jeon até tentou tocá-lo, mas tudo o que ganhou foi uma estocada mais forte e um tapa em sua mão.

— Não ouse – o ruivo rosnou, segurando a mão do moreno e prendendo-a no colchão.

— M-mas… Ah, Ji-minnie! – os olhos escuros reviraram nas órbitas, os espasmos correndo por seu corpo deixando-o cada vez mais sensível – Por favor! Por favor!

— Não! – ditou autoritário, viu saliva escorrer pelo canto da boca alheia e Jimin não pensou duas vezes antes de lamber o queixo do rapaz, subindo até alcançar os lábios finos e avermelhados – Você vai gozar sem se tocar, só com meu pau te fodendo, tá entendendo?

— M-mas…

Um estralo alto ecoou, fazendo Jeon se comprimir totalmente mais uma vez, o tapa desferido contra sua coxa não doeu, realmente apenas excitou-o mais.

— C-com força, Hyung!

E Jimin acatou. Arrematando dentro do mais novo com rapidez. Fundo. Forte. Com estocadas ritmadas e certeiras, fazendo JungKook arquear fora da cama e gemer alto.

Um gemido mais agudo ecoou pelo quarto, os movimentos rápidos e ritmados tornaram-se frenéticos e desregulados. O aperto entorno de Jimin ficou esmagadoramente prazeroso e tudo ficou quente.

Quente demais para qualquer um deles suportar. O mais novo estava próximo de gozar e Jimin sabia. Ele próprio estava perto demais também.

— Eu t-to perto! D-deixa eu me tocar Hyung, p-por favor! – JungKook implorou, os dedinhos dos pés encolhidos, as orelhinhas trêmulas, e aquele olhar destruído de quem não se importava nem um pouco em implorar pelo que queria, denunciavam o estado do rapaz.

Jimin não respondeu, apenas fez questão de acertar a próstata do mais novo com força, vezes demais para ele se importar em contar. E foi aí que o ar se tornou escasso, o calor insuportável e o prazer forte demais para ambos aguentarem. De repente tudo ficou embaçado, os músculos tensionaram e enrigeceram e os corpos convulsionaram juntos.

— J-Jimin!

O orgasmo veio forte para JungKook, tão intenso quanto o anterior, queimando cada fibra, cada célula de seu ser. Levando-o para as nuvens. E como se fosse o momento mais clichê de todos, o ápice de Jeon foi o que Jimin precisou para alcançar o seu próprio.

Park gozou, gemendo rouco e arrastado. Veio forte e intenso, tudo ao seu redor desapareceu e era como se ele nem mesmo estivesse mais ali. Mais nada existia, além dele próprio e de JungKook.

Com a respiração descompassada, o mais novo agarrou o pescoço do mais velho, sentindo-o dombar em cima de si, exausto. Estava de olhos fechados, cansado e a preguiça o tomava aos poucos, mesmo assim sorriu, minimamente.

— Da próxima vez que você der bola para algum filho da puta, seja ele meu colega de apartamento ou não, eu vou fazer muito pior com você.

JungKook riu e Jimin levantou a cabeça para encará-lo, sorrindo para o mesmo.

— Aigoo, eu 'tô falando sério, viu?!

— Eu sei, Hyung, eu sei – o moreno respondeu risonho, enquanto tirava uma mecha de cabelo que havia caído nos olhos alheios – Eu sou seu coelhinho, apenas seu...

— Que bom que você sabe, se não… – o sorriso cresceu, tornando-se malicioso – Eu seria obrigado a te mostrar a quem você pertence – e para deixar óbvio sobre o que falava, Park mexeu o quadril de leve, fazendo JungKook tremer – Mais uma vez.

Notas finais
Aloha terráqueos, estão bem? Estão vivos? Gostaram desse lemon cheiroso JiKook? q Eu espero MESMO que tenham gostado. Espero ansiosa pelos comentários de cada um de vocês. Irei responder cada um deles na mesma hora, acreditem!

Logo retorno com mais alguma fanfic, tudo depende do feedback que terei aqui no site, se for bom comparado ao do Spirit, eu até me arriscarei na minha categoria favorita, aka os HQ's, aka escrevendo sobre o melhor shipp do universo conhecido como Spideypool. -q
É só isso terráqueos, até a próxima!

Vida longa e próspera o/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!