Inocência

31 Miss Moving On


Notas iniciais
Oi gente! Há! Em minha defesa, eu não recebi a quantidade de comentários que eu achava que iria ganhar... ainda me iludo... Bom, em minha defesa novamente se este capítulo não estiver bom e se as lutas não forem boas, somente digo, que essa não é minha área de conforto, eu não escrevo lutas ou missões bem. Mas no final só espero que gostem. Aproveitem ;)
Capítulo dedicado a luludaleprani pela linda recomendação. Obrigada amore.

Capítulo 30 – Miss Moving On



Pov. Autora*



O céu estava completamente nublado. Tritão estava com a cabeça a mil. Seus pensamentos completamente voltados a Annabeth e de uma forma tão irracional, era saudade, misturada com angústia e preocupação que o mesmo não entendia isso de nenhuma forma. Ele tinha ficado tão dependente da doce garota em tão pouco tempo. No Inicio ele viu como uma obrigação, mas depois que foi a conhecendo, vendo como ela era. Ele não conseguiu não se apaixonar. Annabeth era a pessoa que ele queria ao seu lado a todo tempo, a todo instante. E depois de todos esses poucos dias longe dele, ele sabia; seu sentimento já tinha se confirmado, ele não podia viver sem ela.

Ele estava tão focado nesses pensamentos que nem reparou Lavínia que o observava com um ar arrogante ao seu lado. A garota estava ponto de falar oucomentar algo bastante rude, mas ele se virou na mesma hora.

– Já estamos chegando perto. Você não vai precisar fazer nada. Entendeu? Só fique quieta e faça o que eu mandar. – Lavínia odiou o tom dele, ninguém a tratava assim.

– Você se acha tanto só porque é um deus menor? Hum, não faça nada, fique quieta! – Ela imitou a voz e o tom dele perfeitamente. -Deixe tudo comigo! – Ela revirou os olhos. — Olha, eu sei muito bem me defender. Eu sei muito bem meter porrada em quem é necessário e além disso, você não manda em mim. – Tritão somente a olhou de esguelha.

– Você está sobre minha responsabilidade! Cale a boca! Antes que eu faça por você! – A resposta já vinha na pontada língua, mas Lavínia se calou quando Tritão apontou para uma pequena loja e disse:

– É lá! Vamos! – Ela se emburrou, mas o seguiu. Ele abriu a porta e se colocou em posição de ataque. Eles apuraram os ouvidos e logo Tritão disse:

– Eu posso sentir presenças demoníacas.

– É mesmo? – Lavínia perguntou ironicamente.

– Cale a boca! – Ele repetiu.

Eles ouviram um ruído depois que passaram pela pequena sala cheia de velas e Lavínia sussurrou:

– Ela está por aqui. Você pode ir em frente, eu preciso de alguns minutos para fazer o feitiço. – Tritão a viu andar até o pequeno sofá ali e assentiu. Ele caminhou pelo corredor para a parte de trás. Tinha uma porta, ele foi até ela e tocou na maçaneta. Ela abriu com um clique. Tritão olhou ao redor e somente encarou um homem que estava parado no corredor. Ele ergueu os olhos quando Tritão entrou e logo na mão do moreno tinha seu tridente. Ele apontou para o homem e o moreno de olhos negros somente ergueu as mãos.

– Eu estava esperando por alguém. Só não esperava que nenhum dos deuses, ou até mesmo pequeno como você, prestaria esse papel.

– Você tem algo que me pertence e eu quero de volta! – Tritão sibilou calmamente. Nathan ergueu os olhos e sorriu.

– Os garotos? Ou a garota loira? Eu soube do casamento de vocês! – Nathan deu risada e continuou: — Meus parabéns. Ela é realmente muito bonita. Pena... Que talvez você não seja o escolhido do coração dela. Acho que você deve odiar isso. – Nathan passou a língua pelos dentes, sabendo que aquilo irritaria o moreno na sua frente e mesmo não sendo sábio já que ele era um deus, ele o fez. Ele tinha observado os quatro de vez em quando e tinha certeza dos sentimentos do moreno do irmão pela loira, e pelos da loira com relação a ele.

– O que você quer dizer com isso? – Tritão o observou. Ele estava com raiva, muita raiva, já que não sabia exatamente o as palavras queriam dizer, mas uma idéia se formou na sua cabeça e aquilo de nada o agradou. Mas ele precisava de tempo, tanto para Lavínia e para ele mesmo. Ele tinha sentido a aura de poder demoníaca aumentar quando chegou perto daquele cara, e sabia que ele precisava somente de um momento de distração do outro. Se fosse ele que tinha lançado o feitiço em Perséfone e em Hécate, ele não podia bobear.

– Não acredito! Para um deus você está muito desenformado. Mas como perceber o que está diante dos próprios olhos, não é? Deuses são tão estúpidos, só pensam em si mesmo. – Tritão viu que quando ele falou isso ele abaixou a guarda. Tritão sabia que os deuses implantavam ódio em diversos semideuses por cada ato que eles tinham, e sabia que isso era uma coisa inevitável, mas mesmo assim era estranho alguém expressar isso a ele de forma tão certa. E nisso ele viu a oportunidade perfeita. Claro, ele guardou cada palavra do moreno, para depois pensar sobre isso. Mas logo atacou o moreno a sua frente, com um tiro certeiro de seu tridente. Nathan se espantou no mesmo segundo, e logo percebeu o que o deus estava fazendo. Só que ele não tinha tido tempo de bloquear nada, se não fosse Hécate que tinha chegado naquele mesmo minuto e tivesse usado um feitiço de bloqueio.

Tritão olhou para ela e fitou seus olhos, levantou seu tridente e lançou diversos outros tiros. Uma explosão de cor se fez quando ela começou a bloquear cada e quando Tritão cada vez lançava ainda mais. Nathan se encostou devagar na parede e disse enquanto os dois lutavam.

– Você não vai conseguir. Ela só está brincando com você! Nesse exato minuto aquele acampamento de meia tigela está sendo atacado pelas minhas tropas e será muito difícil se algum pedaço de semideus queimado sobrar.

– Mas você não vai conseguir seu objetivo! – Os olhos de Nathan brilharam em puro ódio.

– Quem é você para dizer isso?

– Esse seu plano é simplesmente suicida. Patético! Os deuses são deuses por uma razão e sinceramente você não quer ver isso. Você é um mero semideus, que devia ter sido chutado ainda mais por seu pai.

– Aquele homem não é meu pai. É meu progenitor, nada; além disso. E você quer ver quem é um mero semideus? – Tritão olhou para ele.

– Guarde bem meu nome. Pois serei eu que vou acabar com você, o primeiro deus da minha lista. – Tritão trincou os dentes.

– Deuses não morrem. E, além disso, é você que vai ser morto aqui. Não eu! – Tritão ouviu passos apressados no corredor e logo a porta se abriu. Lavínia entrou com tudo e foi diretamente em Hécate. Nathan viu quando ela ergueu as mãos em direção a mãe e ele sibilou e foi em direção a ela. Tritão em um segundo já tinha o interceptado. Nathan era rápido, mas Tritão era um deus e nada se comparava a ele. Tritão deu um soco na cara dele rapidamente. Nathan o pegou pelo pescoço rapidamente, nem tendo tempo de se recuperar. Tritão sentiu algo negro vindo em sua direção, mas ele foi rápido, pegou seu tridente e atirou na direção de Nathan. Ele pegou certeiro. Ficando exatamente em seu pescoço. Nathan arregalou os olhos.

– Para alguém que queria matar os deuses, você está tendo um pouco de dificuldade, não é? – Tritão disse ironicamente. – Se eu tivesse em meio as meus domínios você estaria aniquilado em dois segundos. – Tritão pegou o tridente e se preparou. Mas alguém pegou em sua mão, o parando.

– Pode deixar comigo, eu cuido disso agora. – Ele olhou para trás e viu Hécate olhando para Nathan.

– Ele pode usar aquela magia...

– Ele pode, mas eu não vou deixar. Eu sei o que fazer com ele! – Tritão assentiu, a seriedade da deusa o fez ver que era o certo. Tritão pegou Nathan pelo pescoço, olhou para ele e viu um garoto órfão e assustado.

– Não tenha pena. Ele não merece.

– Infantil e tolo! – Lavínia completou. Hécate a olhou e sorriu. Hécate falou algumas palavras desconhecidas para Tritão e logo Lavínia se juntou a ela. Nathan arregalou os olhos quando elas começaram a cantar. Ele sabia o que era e estava morrendo de medo. Quando o cântico acabou, as duas respiraram aliviadas. Hécate estava sorrindo, mas Lavínia respirava pesadamente, tinha exigido muito dela fazer o feitiço. Mas ela mesmo assim sorria satisfeita. Nathan estava caído no chão. Tritão olhou para lady Hécate e disse:

– A senhora sabe dos planos dele? – Ela negou.

– O feitiço era extremamente poderoso. Se não fosse Lavínia ninguém conseguiria desfazer ele. E não se preocupe com os danos que ele fez. – Hécate lançou um olhar para Nathan. — Ele com certeza usou de magias para executa-ló, então, será bem mais fácil anula-lás.

– Ele mandou atacarem o acampamento meio-sangue... – Lavínia começou explicando.

– Vamos cuidar disso! – Tritão na mesma hora se lembrou dos outros.

– Eu vou atrás de Annabeth... – Lady Hécate sorriu.

– Acho que eles devem estar na enfermaria. Vamos... – Lady Hécate o acompanhou até lá. Ela desfez qualquer tipo de magia que estava ali e disse a Tritão:

– Pode entrar.



Pov. Thalia*



Já estávamos naquele quarto há horas e nenhum sinal de ninguém entrar. Eu e Nico já tínhamos perdido as esperanças, tentei contatar Apolo diversas vezes, mas ele simplesmente não respondia. Nós quatro estávamos acordados e alertas. Não falamos nenhuma palavra ao decorrer do tempo. Eu estava me sentindo uma completa inútil, eu não conseguia fazer nada e se eu fizesse e não resultasse em nada minhas forças tinham sido usadas em vão, então fiquei sentada.

– Odeio ficar aqui sentada! – Me expressei depois de um tempo. Nico me apertou contra ele e disse:

– Eu sei, eu também odeio, mas não podemos fazer nada.

– Estamos de mãos atadas... – Annabeth falou baixo.

– Eu sei. – Eu disse olhando para a mesma que estava encolhida e ao lado de Percy. Ficamos em silêncio. Percy passou os braços ao redor dela e ela somente o olhou com apreensão. Eu não sei o que se passava na cabeça dela, e se ela fosse se afastar foi um segundo atrasado. A porta se abriu, e era quase como se fosse um Timing perfeito. Os olhos de Tritão percorreram o quarto e pousaram em Annabeth e infelizmente, em Percy. Os olhos dele que brilhavam em expectativa se transformaram em ódio puro. Mas ninguém esperava o que aconteceu a seguir. Annabeth se levantou num rompante, assustando todos nós e se tacou nos braços do moreno. Ela se chocou contra ele e ele num segundo atrasado a puxou para seus braços e acariciou os cabelos dela e logo ela estava o beijando. Eu não quis olhar o beijo, então meus olhos focaram em Percy. Ele desviou o olhar, assim como eu, e nossos olhares se encontraram. Eu vi algo que nunca mais tinha visto nos olhos do meu amigo, dor. Eu sempre via ódio, amargura e frieza, mas não dor. E era isso que eu via agora. Nico respirou fundo e me despertou do que eu via na hora.

– Ótimo! Agora podemos ir embora. – Ele me ajudou a levantar. Meu corpo estava fraco, mas eu poderia andar. Olhei para Tritão e ele agora tinha um sorriso imenso em seu rosto, tinha a mão na cintura de Annabeth e ela estava corada com um pequeno sorriso nos lábios. Se ela queria se afastar de Percy, ela tinha conseguido. Ele já tinha passado a corresponder os sentimentos dela, eu senti isso há segundos atrás quando vi o seu rosto. E com esse último gesto vindo dela, tudo tinha ido para o espaço, eu conhecia muito bem Percy. Se ele não tinha falado nada antes, agora que ele iria permanecer calado. Gemi em desgosto.

– Lady Hécate?

– Eu trouxe uma filha dela e ela tirou o feitiço. – Ele ergueu o olhar até Nico. – O seu irmão foi parado por ela. No momento ela está anulando as forças junto com a filha para parar o ataque ao acampamento meio-sangue. – Eu assenti me sentindo mais relaxada. Mas mesmo assim Nico não parou.

– E o antídoto para Perséfone? Ela ainda pode morrer a qualquer minuto! – Tínhamos nos esquecido de Perséfone. Annabeth pegou na mão de Tritão e apertou. Percy que até agora não tinha falado nada se levantou e explicou:

– Vamos conseguir isso e ir embora, eu estou cansado desse lugar. Quero comer algo e dormir. – Eu e Nico passamos meia hora depois com Lady Hécate, explicando a situação e esperando ela procurar entre seus livros uma solução para a doença de Perséfone. Conhecemos Lavínia, só que nem conversamos muito com ela, pois ela nos ignorou e se jogou em um sofá ali no pequeno cômodo e começou a dormir.

– Ela está cansada. E, além disso, ela que irá tirar a doença de Perséfone também, eu não posso ir. Tenho muita coisa a fazer. – Lady Hécate disse quando viu meus olhos seguirem sua filha. Assenti em concordância. – Aqui! – Ela disse apontando para uma página de seus livros.

– Lady Hécate estamos muito gratos por sua colaboração. – Ela suspirou com a fala de Nico.

– Isso é culpa minha. Eu não devia ter ensinado um filho de Hades a fazer mágica, foi imprudente e insano. Então, isso se torna uma obrigação, eu tenho que ajeitar tudo. – Ficamos em silêncio e eu não pretendia rompe-ló.

– Os poderes que Nathan falou... Ele disse-me que tinha poderes mais apurados do que os meus. E que isso vinha de nosso pai. – Nico explicou curioso. Hécate sorriu de lado.

– Eles são perigosos, filho de Hades, principalmente para você, que é muito poderoso. Nathan era esforçado, viveu nas ruas... Mas se fosse você... – Eu fiquei alerta agora. – A doença que ele lançou em Perséfone é uma combinação de nossos poderes, mágica e a própria mágica dele. A de vocês. Vocês podem espalhar escuridão, fazer pessoas imaginarem seus piores medos e usar isso contra elas, mas isso são anos de prática. A escuridão é uma fonte inesgotável de poder, mas ela não faz bem. Seu pai faz um ótimo trabalho em administrar isso, e por essa mesma razão eu o sigo, mas não aconselho você tentar descobrir isso. – E com essas palavras nos calamos. Saímos do quarto, já que Lady Hécate disse que Annabeth estava na sua cozinha junto com os irmãos e que ela iria demorar um pouco mais. Nico antes de entrarmos na cozinha me puxou para seus braços. Ele me apertou contra a parede e beijou meu pescoço.

– Estou com fome! – Confidenciei quando seus lábios quentes tocaram em minha orelha.

– Eu sei, também estou. – Ele mordeu minha orelha e eu senti um tremor passar pelo meu corpo.

– Nico, não é a isso que eu estou me referindo e você sabe... – Ele riu fraco.

– Você acha que eu devo procurar saber que tipo de poder eu realmente tenho... Se eu pudesse aprender e usar isso em meu beneficio... Nosso na verdade. – Eu puxei seu rosto para cima, para que ele me olhasse.

– Não acho que isso seria bom. Pelo menos não agora. Poderemos pensar sobre isso depois, vamos seguir os conselhos de Lady Hécate. – Ele e eu trocamos um olhar, e concordarmos. Entramos na pequena cozinha, que nem sabíamos que existia e eu senti logo o ar de ódio palpável no ar, claro, emanava de Percy. Ele tinha aquele ar de indiferença que ele tinha toda vez que seu irmão estava no mesmo lugar que ele. As cabeças se viraram quando entramos e Annabeth sorriu envergonhada.

– Vocês querem algo para comer? Eu achei ovos na geladeira. Não é a melhor coisa, mas é o que temos. – Andei até a mesa e ela colocou para mim e Nico.

– Tudo bem. Obrigada, Annie. – Nico agradeceu. Ficamos em silêncio enquanto começamos a comer.

Tritão foi que falou quando acabou sua parte.

– Annabeth, eu tenho algumas para lhe falar. – Annabeth apertou o garfo ao meu lado. Ela e eu sabíamos o que viria a seguir. – Athena disse que você não ficaria na casa dos meninos quando voltasse. Ela acha inadequado, assim como eu que meu irmão continue a te ensinar. Além disso, percebemos também que você não está recebendo treinamento apropriado e eu te ensinaria melhor tudo. Eu vou pedir uma folga de minhas obrigações a meu pai e eu te ensinarei. – Annabeth tentou o melhor para se controlar, assim como todos na mesa. Eu senti minha mão se fechar em punho, só que sinceramente eu não sabia que eu queria socar. Athena ou Tritão.

– Tritão... A data do casamento ainda não foi marcada... – Ela começou lentamente.

– Vai ser o mais rápido possível. Eu queria falar com Afrodite e começarmos quanto antes os preparativos. – A comida de repente não queria descer. Percy que tinha um garfo em sua mão, o enterrou com vontade no prato, acho que ele não estava ciente desse ato, seus olhos estavam cravados no irmão, com ódio.

– Pode ser. Mas eu queria ficar na casa com os meninos. Nico é ótimo me ajudando a aprender a lutar. Thalia me ajuda no que pode. E Percy... – Ela hesitou. – Ele é um ótimo professor. Acredite, eu já aprendi muitas coisas. — Tritão fez careta.

– Eu não acho uma boa idéia. Athena e eu...

– Por favor? – Ele a encarou. Ela estava suplicante. – Eu prometo que terei mais tempo para nós dois. Eu prometo. Prometo! Só quero ficar um tempo mais com meus amigos, antes de casarmos. – O rosto dele se contorceu e ela pegou na mão dele, ela beijou devagar e ele sorriu.

– Tudo bem. Eu deterei Athena, mas é só porque você pediu! – Annabeth sorriu radiante e o abraçou. Beijou a bochecha dele e sorriu.

– Obrigada.

Depois disso ficamos em silêncio. Eu não sabia o que falar, eu estava feliz era verdade, por Annie ficar mais um tempo conosco, mas eu agora pensava em Percy e isso era estranho. Como ele lidaria com isso agora? Annabeth não queria mais saber dele, ela agora já estava ciente do que queria. Isso era bom?

A porta foi aberta e Lady Hécate entrou. Lavínia estava atrás dela. Tinha os olhos ainda pregados por causa do cochilo, mas mesmo assim parecia muito alerta.

– Lavínia já será capaz de curar Perséfone. Vocês podem ir. – Lavínia fez uma cara entediada e eu me levantei.

– Certo. Então, vamos? – Os outros se levantaram e eu parei para agradecer lady Hécate. – Obrigada senhora. – Ela assentiu e saímos da loja. Nico agarrou minha mão e eu apertei a mão dele.


Notas finais
Pessoas da minha vida, vocês viram a Thalia (A do filme, gravaram e colocaram no Youtube quando ela aparece) ? Eu não gostei da atriz que fez ela... sei lá, não gostei. Ai, mas mesmo assim estou corroendo minhas unhas. Só 4 dias senhor!! 4 Dias!!! Hahahaha. Ah, falem o que acharam do capítulo!! Críticas, elogios sempre serão bem vindos... Tudo bem? Beijokas