Notas iniciais
Oi pessoinhas... Hey! I'm here!! Comemorem! Hahaha. Desculpem a demora... Nem sei como estou aqui. Esses dias eu não estou bem e com diversos problemas em minha vida e na minha cabeça devo acrescentar. Minha mãe e minha família estão extremamente preocupados comigo e eles estão no meu pé dia e noite... Por isso, não estou tendo tempo de ficar um tempo de qualidade no computador. Meu pai diz que eu preciso viver um pouco mais no mundo real... E... Então, eu não posso ficar muito tempo na frente do Pc nas férias. Eu estou quase todo tempo conectada, mas é pelo celular e não dá para escrever nada pelo celular. Então, espero que entendam a demora... Ou não... Mas esse é o motivo. Tudo bem? Quero agradecer a tantas pessoas pelo apoio, por procurarem a fanfic, e dizer que amam essa história... Me deixa feliz. Esse capítulo foi feito bem rapidamente... Queria muito postar hoje. Bom, ele também é dedicado para Leticia Di Angelo pela recomendação linda. Obrigada bela. Ah, eu vi e percebi que eu cometi um deslize na história... A Sally conhecia sim a Annabeth... Mil perdões, eu irei ajeitar isso logo, Okay? Isso não muda muita coisa no rumo da história. Aproveitem e me desculpem por qualquer coisa ;)

Capítulo 35 – I Miss Her

Pov. Annabeth*

Eu contei para Thalia e Nico como estavam as coisas enquanto caminhávamos. Não pude deixar de falar como eu estava junto com Percy, em como eu estava feliz mesmo com medo da situação em que nos encontrávamos. Eu e Percy nos amávamos e estávamos em um lugar lindo como a Califórnia, do que mais eu poderia reclamar afinal?

– O que eu sinto mais falta é de vocês... – Sorri para Nico e Thalia, apertando os dedos de cada um. – De meus pais e de andar a cavalo. – Eu acho que nem me lembrava de como era andar a cavalo. Desde que deixei minha casa eu nunca mais tinha andado, e a vontade era imensa.

– Annie nós iremos dar um jeito em tudo, eu prometo. — Thalia confirmou apertando minha mão. Hesitei, mas comecei.

– Como está a situação? Como... Tritão está? – Eu perguntei parando, pois tínhamos chegado à praia. De longe eu já podia ver Percy. Nico limpou a garganta e Percy nos avistou. Ele fez uma cara de susto primeiro, mas quando eu sorri para ele, ele correu vindo na nossa direção.

– Não está nada boa Annabeth. Está muito calma. Lady Athena não se mostra satisfeita e nem insatisfeita. Nós tememos o pior.

– E Tritão?

– Só trabalhando com Poseidon. – Suspirou. — Nada. Nico e eu temos tentado ficar de olho em tudo, pegar alguma faísca... Qualquer coisa, mas não tem absolutamente nada. – Percy no mesmo momento chegou e abraçou Thalia com tudo. Ela se pegou surpresa, só sorri. Percy os via aqueles dois como irmãos.

– O que você está fazendo cabeça de algas? – Ele se separou rindo pelo nariz.

– Te abraçando sua Punk. – Nico foi em direção a Percy e o abraçou, mas logo se afastaram. Percy sorriu e pegou em minha mão enquanto me puxava pela cintura.

– Nem acredito que vocês estão aqui... – E logo sua expressão se fechou. – O que aconteceu?

– Nada. – Respondi antes que ele achasse que a presença dos meninos queria dizer algo a mais. Ele não se aliviou. – Sei que parece que a qualquer momento pode acontecer alguma coisa, mas devemos relaxar. Amor...

– Ok. Estou bem. Agora, vamos para casa. Annabeth e eu faremos alguma coisa para que nós possamos comer. – Recomeçamos a caminhar.

– Até que dia vocês decidiram ficar por aqui conosco?

– Talvez hoje e amanhã. Não queremos deixar vocês expostos. – Nico disse hesitante. Sacudi a cabeça.

– Duvido que eles não saibam onde estamos. Não tem problema de vocês ficarem conosco. Mesmo que onde estejamos seja pequeno, será maravilhoso ter nós quatro na mesma casa esses dias novamente. – Conversamos o resto do caminho todo. Thalia e Nico acabaram concordando conosco dizendo que ficariam mais alguns dias. Eu me senti até mais segura com eles ali. Eles eram minha família. Chegamos em casa e comecei a abrir tudo. Fomos para a cozinha, abri a geladeira e peguei o frango. Thalia se ofereceu para fazer arroz e os meninos ficaram com a salada. Foi simplesmente uma bagunça. Quatro pessoas em uma cozinha completamente apertadinha, todos se empurrando. Eu nunca mais tinha rido tanto em toda minha vida. Era maravilhoso. Percy ligou o som e comecei a cantar. Percy de vez em quando piscava para mim e eu sentia meu coração bater acelerado. Nunca cansaria de amá-lo, no dia que eu o fizesse, eu só poderia estar morta. Quando acabamos de fazer, arrumamos a mesa e começamos a comer.

– Oh, Annabeth! Quando foi a última vez que me alimentei corretamente? – Ele resmungou enquanto comia um pedaço de frango. Ri quando Thalia deu um tapa nele.

– Desculpe amor, mas Annabeth faz uma comida maravilhosa.

– Como está seu treinamento Annabeth? Percy não parou de te treinar, não é? – Thalia perguntou mandona.

– Eu não pude ensinar ela... – Percy começou, mas eu o interrompi.

– Estou treinando sim... – Agora ele me interrompeu.

– Como assim? Você não me falou nada!

– Eu passei uma semana e meia tecnicamente presa dentro de casa e sem fazer nada. Eu não ia ficar olhando o tempo passar. Eu fazia tudo que eu tinha que fazer, estudava e treinava.

– Mas não temos armas em casa, a não ser minha espada. E que sempre está comigo. – Sorri pegando na mão de Percy.

– Minha adaga Percy... e as diversas facas que tem na cozinha são mais que suficientes para eu treinar. – Me inclinei em sua direção e peguei seu rosto entre minhas mãos. Ele ainda estava tenso e retesado.

– Eu não acredito que fez isso, tem noção do quanto pode ser perigoso?

– Eu só tenho noção do quanto eu fiquei boa... – Encostei meus lábios suavemente nos seus e suspirei me separando, afinal, nos tínhamos visita. Olhei para Nico e pisquei.

– Depois se você quiser ver como eu estou irei aceitar... Além disso, com você aqui podemos trabalhar com espadas.

– Claro. – Ele voltou a comer e eu ri. – Thalia com relação à escrita, eu aprendi muito rápido. Percy me ensinava de noite... Quando podíamos... – Dei risada. Lembrava-me de algumas noites que começamos estudando e terminávamos nos beijando e indo para cama. – Então, em seguida eu comecei a aprimorar tudo com o hábito da leitura... Ainda estou progredindo, mas já aprendi diversas coisas. – Ela tinha os lábios puxados em um sorriso.

– Tudo bem. – Ela arrastou a mão por cima da mesa e tocou na minha. – Fico feliz que vocês estejam tão bem, que Percy esteja feliz... Queria que estivesse tudo bem e que vocês não tivessem que se preocupar com outras coisas.

– Eu também – Gargalhei e voltamos a comer, não tinha nada melhor do que aquele momento que eu estava vivendo e eu queria continuar desse modo.

...

Pov. Autora*

Poseidon ergueu os olhos dos papeis que observava e colocou os olhos no filho que estava ao seu lado. Tritão estava mais magro desde que Annabeth e Percy tinham ido embora, ele tinha olheiras fundas debaixo dos olhos e não vinha comendo regulamente; Poseidon odiava o que vinha acontecendo com seu filho, ele parecia que vinha definhando de pouco a pouco. Se pudesse voltar atrás de todas as atitudes que tinha tomado com relação à Annabeth, teria salvado a garota, mas nunca teria prometido e privado a garota para seu filho. O amor estava o maltratando. E Poseidon mesmo querendo que o outro fosse feliz, ficava tão abalado por causa do estado de Tritão que não conseguia se mover ou falar sobre o assunto. Poseidon suspirou e largou os papéis, ele não conseguiria mais pensar em nada naquele dia.

As portas da sala que eles estavam no Olimpo se abriram e Athena entrou como sempre, irritada e com raiva, mas mesmo assim linda aos olhos de Poseidon. Ele odiava o efeito que aquela mulher tinha sobre ele. Ele odiava olhar para os cachos longos, loiros e perfeitos quando ela andava; as sobrancelhas arqueadas, as maças do rosto sempre coradas. Ela era perfeita. Poseidon abaixou o olhar, antes que Athena percebesse seu olhar para ela.

– Tritão... Precisamos conversar. – Poseidon logo se meteu. Não queria imaginar que os dois poderiam tramar alguma coisa contra o outro filho e Annabeth. Percy estava mudando e era alguém melhor, graças aquela loira, era ao mesmo tempo uma dívida e uma magoa que tinha com aquela loira.

– Não acho adequado se o assunto for Annabeth e Percy... Athena nós já cansamos de conversar sobre esse assunto. Meu filho diz que não se importa mais, você deveria também fazer a mesma coisa. – Athena olhou para Poseidon e sorriu.

– Você não deveria se meter nisso. Se não foi atrás da minha neta, a culpa é sua. Mas eu ainda tenho direito como avó. E você não pode se meter. Tritão será o marido dela. Não era isso que você queria desde o inicio? – Poseidon se levantou e foi para perto da loira. Odiava se aproximar, mas era o jeito.

– Sim. Mas também quero a felicidade do meu filho. Sua neta fez um...

– Belo estrago na vida dela. Perseu não tem como mudar, sempre será aquele garoto tolo e arrogante que não tinha nada para reclamar da vida, e mesmo assim, sempre foi contra tudo e todos. – Ela elevou o peito e encarou Poseidon, ele admirou os olhos cinza tempestades. E por um segundo se deixou levar. Será que filhos de Poseidon e o próprio tinham alguma maldição com relação à Athena e seus filhos? Pois não era possível que o magnetismo fosse tão grande. Ou talvez a atração pelo proibido fosse assim, tão boa.

Poseidon realmente não entendia como seu filho poderia ser daquele jeito, mas mesmo assim o amava.

– Não adianta discutir com você Athena. Somente fique longe dos meus filhos. – Poseidon disse tocando o ombro de Athena levemente. O toque foi suficiente para lançar uma sensação enorme no corpo de Athena. Ela hesitou por um segundo e desviou o olhar para Tritão, que calado observava a cena.

– Você vem comigo? – Ele se levantou.

– Sim, eu vou. Precisamos conversar. – Poseidon voltou para seu assento e observou Athena e seu filho saírem dali. Esmagou os papéis com extrema força. O que estava acontecendo com ele? Ele pensou nos lábios rosados de Athena e sua vontade foi só de atacá-los, sentir o gosto dele contra os seus. Mas ele não podia. Athena era uma coisa que ele nunca poderia pensar em ter.

...

Athena se sentou de frente para o jardim do Olimpo e olhou para o garoto ao seu lado. Os cabelos estavam desalinhados, a expressão carrancuda e sombria, era difícil ler o que se passava na cabeça dele. Ela suspirou e disse:

– Já está tudo pronto?

– Sim. Só estou esperando um pouco mais, como você mesma sugeriu.

– Dará mesmo certo?

– Ele vai estar tão encantando que nem perceberá nada, não conseguirá resistir... Annabeth vai ficar sozinha... Ela não vai ter como ou a quem recorrer.

– Já cuidou de Thalia e Nico?

– Ainda não. Darei dois dias. Somente.

– Você está bem paciente para meu gosto. – Tritão cerrou os punhos.

– Ela está feliz... Ele também... – Tritão mordeu a língua com força, em seguida ele pode sentir o gosto do sangue. – Mas ela será mais do que feliz ao meu lado.

– Pareceu que você queria que seu irmão fosse feliz... – Athena começou curiosa.

– Ele merece ser um pouco iludido. – Terminou sarcástico. – Só isso. – Se virou para Athena e sorriu pela primeira vez em dias. – Não se preocupe, isso será rápido e fácil, então... Ela estará aqui, e eu não vou deixar ela por um só segundo, e se ele quiser ficar com ela terá que me matar.

Notas finais
Realmente pequeno em comparação aos outros... Eu sei... Mas é a vida. Assim que der eu postarei os próximos. Tentarei focar mesmo nessas minhas histórias. Então, não se preocupem, não demorará tanto... Chantagearei minha mãe... Hahahaha. Quem Whatapp e quiser conversar comigo... é só mandar uma mp e pedir, eu mandarei com todo gosto meu número... Ok? Estava pensando em fazer um grupo e adicionar meus leitores, aí, quem quiser me atormentar por ele ficará a vontade... Hahaha. Beijos, até o próximo.