Notas iniciais
Oie Pessoinhas! Nem acredito que estou aqui postando o último capítulo! Eu juro, ele estava escrito faz um tempinho, mas eu estava adiando isso ao máximo possível! Eu não queria acabar essa história... Inocência vai fazer falta... E vocês também meus anjos. Chorando... Quero agradecer a todos que me acompanharam nessa mega longa jornada de postagens, desaparecimentos, emoções e trecos da autora maluquinha aqui... Cara, já tô morrendo aqui! Bom, quero dedicar a todos esse último capítulo, mas especialmente a linda da Risurn, fofa e que me fez rir muito esses dias. Obrigada! Aproveitem o último capítulo... A Ending Page. Kisses.

Capítulo 42 – Ending Page

Pov. Autora*

Poseidon nem ao menos queria olhar para Tritão, mas assim que dispensou a multidão puxou o filho de lado. Ele não sabia como expressar toda a raiva, magoa, e tudo que havia ido em direção ao ralo com todas aquelas verdades à tona. Nunca pensou que Tritão poderia ter feito aquelas barbaridades, ele colocaria tudo nas mãos do filho sem ao menos hesitar, mas agora, ele tinha perdido seu braço direito e tudo parecia diferente.

– Pai... O senhor não pode acreditar tudo nisso. Percy sempre foi o mais levado...

– Mas sempre foi o mais sincero e duvido que ele minta com tudo isso em jogo. Tritão eu te conheço... – Poseidon suspirou, aquela frase parecia errada. – Na verdade, não mais. Sei que você não gosta de se contrariar, e seria melhor que admitisse o erro... Aqui e agora...

– Não fui eu... – Tritão negou novamente. Poseidon balançou a cabeça em discordância.

– Eu queria te ajudar, se fosse sincero comigo, talvez, eu não sentenciasse o que estava por fim. Mas se continua a falar isso, eu não posso fazer nada por você... Eu simplesmente não sei onde pode ter errado.

– Pai, você vai mesmo fazer isso?

– Você não me deu escolhas. Você merece isso e o que vier acontecer... Não espere nada de mim. Se você perder tudo, não coloque sua culpa em mim. Diferente de Percy, eu te dei o direito de fazer o que queria, e ter o que queria. Acabei o mimando demais. – Poseidon sentenciou e Tritão se calou. Poseidon colocou a mão no braço do filho e desejou boa sorte a ele, era a única coisa que poderia dizer naquele momento. Sabia que Percy também precisaria de sorte. Tritão ainda era um de seus generais e tinha sido treinado por ele mesmo, e mesmo que não houvesse poder para utilizar os poderes de sua linhagem ainda assim se sairia bem.

Ele andou pelos corredores até chegar a Arena. Viu Annabeth e Percy ali recostados um contra o outro. Annabeth tinha as mãos na face do moreno e ainda chorava baixinho. Poseidon saiu devagar dali, queria dar um pouco de privacidade para eles.

...

Pov. Annabeth*

Parecia que eu podia finalmente respirar novamente. Eu não precisei de muitas respostas para ligar tudo e deixar o resto para lá. Não precisei que me explicasse cada coisa, só sabia que podia sentir o corpo dele contra o meu, seu cheiro, sua respiração, seu gosto, as batidas do seu coração no mesmo ritmo que o meu, como se fossemos perfeitos um para o outro e, como se esse pequeno fato nos ligasse. Acho que eu estava no estado da depressão que eu não queria mais negar, só precisava de uma palavra, de uma razão para voltar a ter ele. Meu amor era simplesmente tão forte que toda dor já tinha coberto o restante. Sentia-me ferida antigamente por pensar dessa maneira, mas agora, com ele ali, eu me sentia completamente inteira, completa e feliz como há tempos eu não sentia.

– Pareceu uma eternidade... Uma tortura... – Falei entre suspiros a Percy enquanto sentia seu cheiro. Ele tinha os lábios grudados em meu pescoço. Fazendo-me ficar meio que extasiada com a sensação. – Sem você do meu lado, sem saber a verdade... Foi como quase... – Eu senti um arrepio subir por meu corpo.

– Você está pálida amor. – Ele disse enquanto se afastava o mínimo possível e me encarava. Olhando o assim, eu estava ao mesmo tempo feliz e morrendo de medo pelo que viria a seguir. Estava querendo somente desfrutar daquele momento, sem pensar no futuro iminente. Ele estava preocupado, eu sentia isso. E era tanto comigo, e tanto pela luta.

– O que importa é você agora. – Passei os braços ao redor de seu pescoço. – Percy... Estou com medo.

– Nada vai te acontecer se eu falhar... Não deixarei entendeu? Meu pai não vai deixar... Basta pedir... – Ele sussurrou fraco.

– Eu não tenho medo por mim, e sim, por você... Você é tudo para mim... Eu te amo Percy. – Esclareci. Ele riu fraco e acariciou meu rosto.

– Eu sei, eu sei... Acalme-se. Eu tenho um plano. – Engoli em seco. Percy nunca seria capaz de matar seu irmão, seria?

– Você seria capaz de matá-lo Percy? – Seus olhos escureceram.

– Você ainda me amaria se eu o matasse? – Ele falou seriamente, mas eu ri pelo nariz.

– Que tipo de pergunta é essa? – Ele não respondeu. – Claro que te amaria. Nada do que você possa vir a fazer pode mudar o que eu sinto. E se você o matar, terá suas razões. Ninguém te julgará.

– E nem ao contrário?

– Eu nunca olharei na cara dele... – Falei enquanto apertava Percy contra mim. Seus músculos se retesaram, mas depois de um segundo ele relaxou. – Não quero falar sobre isso agora. Só quero que pense em nós dois agora. No presente, em mim, em você. – Eu disse e acariciei seus lábios.

– Senti sua falta... Muita. – Ele não disse nada, somente encostou nossos lábios novamente e me puxou ainda mais para si, como se não tivesse de mim o suficiente. Seus lábios mordiscaram os meus e em seguida ele chupava minha língua, me fazendo gemer baixinho entre o beijo. Só nos separamos por causa do ar, e mesmo assim, eu me perdi nele e naquele beijo lento e cheio de saudade. Não consegui parar, então, beijei-o novamente, só que dessa vez o beijo foi mais audacioso, com mais vontade, se é que era possível. Esmaguei sua boca contra a minha, enquanto abaixava minha mão e passava por debaixo da blusa de Percy. Queria sentir sua pele, quente. Eu arranhei de leve ele, e ele gemeu, nos separando. Seus olhos ao se separar de mim, queriam dizer que se eu não parasse logo não seria bom. E eu queria que tivéssemos tempo, que eu não parasse. Suspirei já me sentindo fraca. Ele pegou meu rosto com suas mãos e me deu um selinho.

– Senti sua falta também. Mais do que você poderia imaginar. – Nós nos separamos, mas mantemos nossas mãos juntas enquanto sentíamos a presença dos outros. Depois de alguns segundos, e quando estávamos recompostos, Poseidon, Thalia, Nico, Lavínia e Tritão entraram na arena. Seriamos somente nós. Poseidon tinha vetado a presença dos deuses, mas todos eles assistiriam do Olimpo.

– Certo. – Percy ouviu Poseidon e beijou o alto da minha cabeça antes de ir para o centro da arena. Sentei-me na arena e logo Thalia, Nico e Lavínia estavam ao meu lado. Thalia pegou minha mão enquanto eu olhava vidrada para tudo que acontecia na minha frente.

– As regras são simples. Lutar até a morte. Somente uma arma. Vocês dois escolheram espadas e elas estão aqui. – Poseidon acenou para contracorrente na mão de Percy e a espada de Tritão. Ele tinha deixado o Tridente de lado. Talvez achasse melhor e confiasse em suas habilidades nela ou porque Poseidon tinha vetado já que agora ele não era mais um deus. – Sinto muito por tudo ter que terminar assim, mas não vejo uma solução mais plausível para a nossa solução. Eu... Como pai, eu não devo demonstrar favoritismo por nenhum dos dois. Tritão agora já é semideus, pode morrer... — Ele tocou no braço de cada um dos filhos e fechou os olhos. Sabia o que ele estava sentindo. Ele não tinha o risco de perder alguém que amava — como eu — ele ia perder alguém que amava de todo jeito e isso era doloroso demais. – Boa sorte.

Eu acho que não agüentaria ver toda aquela situação. Tritão se posicionou rapidamente, quase na mesma velocidade que Percy, mas tentei manter meus olhos grudados, pois eles eram rápidos demais e sabia que perderia pelo menos metade de tudo que acontecia. E isso se concretizou quando as espadas se chocaram pela primeira vez, bloqueando o ataque de ambos. Foi incrível o som e a força que expeliram daquele ato, então, eu perdi quase o próximo passo, eles começaram a dançar. Parecia uma dança sincronizada, mas eu sabia que era cada um prevendo os ataques um do outro e se defendendo ou atacando. Percy era bom. Ele desferiu um golpe com a mão direita, mas sabia que ela seria defendida, e então, atacou com a esquerda, com uma precisão que Annabeth e os outros acharam assombrosas. Tritão caiu no chão, devido à surpresa e ao ataque. Percy não teve pena e rapidamente virou sua espada desarmando Tritão em seguida e, logo se abaixou em frente à Tritão e encostou a espada na garganta do mesmo.

– Eu não sei o que fazer... Eu já devia ter acabado com isso...

– Mas o quê? – Tritão cuspiu. – Está com pena de mim? Eu não admito isso! – Percy fez cara feia diante das palavras de Tritão.

– Sim. Eu tenho pena de você, estou com pena de você... Se você fosse menos você... – Tritão odiava a situação em que se encontrava, era perceptível, totalmente a mercê do irmão. Ele se debateu rápido, tentando desferir socos em Percy, mas ele era forte e impediu Tritão da melhor forma que pode. E Tritão nem pode fazer muita coisa já que a espada estava em sua garganta e acabou o cortando minimamente enquanto tentava fazê-lo. Ofeguei minimamente enquanto sentia um pouco de esperança se encher em meu peito. Percy estava em vantagem. Talvez tudo acabasse em breve.

– Acabe logo com isso, agora! – Tritão gritou. — Se eu estivesse no seu lugar, eu não teria hesitado. – Tritão falou e eu sabia que ele falava a verdade. Percy tinha uma expressão que eu conhecia no rosto. Ele não ia fazer nada. Levantou-se do melhor modo que pode e disse:

– Você roubou tudo de mim, achando que tudo era seu... Mas não, tudo era meu. Que eu conquistei e não você. Eu não farei isso com você, mesmo que eu tenha proposto isso... Eu não sou como você, nunca serei. – E então, deu as costas. Coisa errada se fazer. Tritão se levantou e arrastou-se para onde estava sua espada. Eu não sei como fiz, quando fiz e como cheguei lá. Sei que quando Percy deu as costas eu já estava correndo. Puxei a pequena adaga que minha mãe havia me dado e me meti entre Percy e Tritão, ninguém esperava, e nenhum deles dois teve reação, e eu fiz o que meu corpo e minha alma queriam. Nada, além disso.

Tritão tinha os olhos arregalados enquanto me encarava, seu rosto surpreso. Eu tinha pequenas lágrimas se formando em meus olhos, minha visão já estava embaçada e meu corpo todo estava travado, eu tremia. Olhei para baixo e vi sangue, minhas mãos vermelhas, eu tinha acertado em um ponto vital de Tritão. Eu soltei minha adaga e segurei o corpo de Tritão quando ele caiu para frente. Eu não soube como tinha sido capaz de fazer aquilo. Sei que estava agora soluçando enquanto lágrimas quentes caiam de meus olhos e eu resmungava:

– D... Desculpa. Desculpa... Eu só... Desculpe-me Tritão... – Seu corpo caiu sobre o meu e ele me encarou.

– Não... – Ele cuspiu um pouco de sangue, mas eu não me importei. Estava paralisada demais e focada demais nele para me importar. –Se eu tivesse que morrer pelas mãos de alguém, seria as suas. Eu te amo demais e não me importo... – Ele fechou os olhos e deixou sua cabeça cair em meu pescoço. Sua respiração estava falhada e irregular, eu não ouvia nada, a não ser ele. – Me desculpe Annabeth. – Então, sua respiração parou. Meu corpo não se sentia incomodado por causa de seu peso, eu chorava muito e meu corpo estava sujo e cansado. Minha mente não processava nada direito, só sabia que um vazio tinha se instalado em mim. Quase nem ouvi a voz dos outros me chamando, só ouvi fracamente a voz de Percy, chamando desesperadamente meu nome. E eu a todo custo tentei responder, mas não consegui.

...

Pov. Autora*

Percy correu para onde Annabeth estava, empurrou o irmão morto de cima dela e tocou-lhe a sua face. Ela estava pálida, mas respirava tranquilamente, só tinha desmaiado. Percy a abraçou e a embalou em um ritmo frenético. Dizendo que tudo ficaria bem, que tudo estava bem. Poseidon se levantou e caminhou na direção deles. Olhou para a loira cheia de sangue e seu filho a embalar.

– Percy? – Percy o encarou.

– Você não vai fazer nada com ela, não é? Ela não fez por quis, ela fez para... pra... – Poseidon colocou a mão no ombro do filho.

– Eu sei meu querido. Acabou... Acabou... – Ele beijou a testa de Percy e pegou o filho morto nos braços. – Vamos.

Thalia e Nico ajudaram Percy com Annabeth e a levaram para o quarto dela. Percy desabou ao lado da loira e Nico e Thalia se encolheram cada um contra os braços um do outro. Eles três olharam para o teto e Thalia verbalizou novamente:

– Acabou... – Percy se virou e encarou os dois. Ele olhou para a Annabeth em seguida e concordou.

– Sim.

– Tenho medo do que pode acontecer com ela depois de fazer isso... – Thalia disse enquanto tocava em Annabeth. – Ela nunca fez uma coisa do tipo, e ela nunca seria capaz, só foi um impulso, ela não queria perder você. – Thalia gaguejou. — Isso pode perturbá-la Percy. Eu sei como foi quando matei pela primeira vez, eu passei noites em claro, eu sonhava todo o tempo e relembrava a cena milhares de vezes. Sei que fazemos isso com monstros o tempo todo, mas eu estava falando de um ser humano. Você se lembra não é? – Percy assentiu. – E era alguém que ela gostava. Será pior.

– Eu ficarei ao lado dela o tempo todo... Nada disso irá machucá-la. Eu prometo Thals. – Percy murmurou e sentiu os olhos pesarem. – Estou com sono e vocês?

– Estamos. – Nico respondeu. – Vamos dormir.

...

Annabeth foi a primeira a acordar. Viu-se do lado dos três dorminhocos e sorriu olhando para a cena, eles quatro espremidos em uma cama era quase como um sonho, estava do lado das pessoas que amava. Ela se levantou devagar, tirando o braço de Percy que estava sobre ela e foi em direção ao banheiro. Tomou um banho e tirou toda a sujeira que habitava em seu corpo. Somente quando acabou e se vestiu, se permitiu pensar no que tinha ocorrido. Sentiu-se fraca e mole, mas se sustentou o suficiente para ficar firme. Percy foi o primeiro a abrir os olhos, ele tinha sentido falta dela. Ele se levantou e coçou os olhos lentamente. Quando conseguiu abrir eles, viu Annabeth o olhando carinhosamente. Ele se levantou e deu um selinho nela. Correu para o banheiro e tomou um banho. Assim que ele estava pronto a puxou para fora do quarto. O palácio estava em um silêncio quase sepulcral. Eles foram até uma janela que tinha perto dos corredores, e se encostaram lá, um contra o outro, só ouvindo a respiração alheia.

– Sinto muito que tenha que ter feito aquilo, que tenha passado por isso... – Percy foi o primeiro a quebrar o silêncio. Ele a apertou mais contra ele, como se o corpo já colado ao dela não fosse suficiente, e para ele, de fato não era. – Eu fui...

– Você. – Annabeth o interrompeu. Virou-se de frente para ele e olhou em seus olhos verdes. – Você foi você, alguém que eu admiro, e que eu sabia que não seria capaz de fazer nada ao irmão, apesar de tudo que ele fez a você... Mas eu não podia perder você por uma covardia dele... E por mais que eu não devesse ter feito o que fiz, já que não tenho o direito de tirar a vida de ninguém, ele me perdoou Percy. Nossas dividas foram quitadas no momento em que enfiei a faca nele. Então, eu não irei me culpar, e nem você, entendeu?

– Um novo começo? – Percy perguntou entrelaçando seus dedos contra os dela. Annabeth sorriu.

– Sim. Um novo começo. – Ele se inclinou para ela e eles se beijaram, um beijo tranqüilo, sem preocupações, sem ter que se esconder de ninguém. Era um momento só deles, o primeiro de muitos.

...

Um ano depois

Percy acordou com a barulhenta Nova York o despertando, era um terror, mas sentia falta disso e era reconfortante. Ele tinha se mudado para lá com Annabeth a algum tempo, tinha comprado um apartamento para eles bem perto do prédio de sua mãe, e eles viviam muito bem ali. Ele espalmou o colchão atrás da loira, mas não a encontrou, suspirou fraco e riu em seguida. Ouviu um ruído vindo da cozinha e gritou chamando por Annabeth:

– O que foi dessa vez? Tem algo no estoque? – Ele se levantou.

– Sim! – Ouviu a sua mulher gritar da cozinha e se levantou rindo. – Eu estava com vontade de comer bolacha com recheio de limão. Você acertou em cheio quando eu disse que precisaria das coisas mais estranhas. – Ele entrou na cozinha e abraçou a loira com uma pequena barriga de quatro a cinco meses. Sim, eles estavam esperando seu primeiro bebê.

– Na verdade, isso foi uma dica da sua mãe. Ela que trouxe, disse que um dia você iria querer comer isso e não teria... Nunca pensei que eu pudesse amar minha sogra. – Annabeth deu um tapa no moreno, que se encolheu, fingindo dor. Ele beijou seu pescoço.

– Tudo bem? Não quer voltar para a cama? Ainda é cedo... – Encararam o relógio e ainda cinco e meia da manhã. – Lavínia e Apolo vêm aqui mais tarde, e Thalia e Nico também prometeram aparecer.

– Lavínia e Apolo?

– Sim. Desde que Apolo disse que tinha uma divida com ela, e ela tratou de cobrar, eles nunca mais se desgrudaram. Claro, o Olimpo não aprova isso, e eles dizem que não é nada, mas... Agora, só andam juntos. Eu sinceramente não faço idéia de que tipo de relacionamento esse possa ser. – Annabeth riu concordando.

– Então... Ah! – Annabeth falou fraco. Percy se desesperou com o pequeno gemido de dor dela.

– O que foi Annie?

– Eu senti algo... Bem fraco, mas algo... Será que é possível o bebê? – Percy passou a mão pela barriga dela de leve. Ele estava todo bobo. Annabeth não sentiu nada depois disso, mas mesmo assim, eles não podiam estar mais felizes do que naquele momento.

Notas finais
Bom, eu não sou muito boa com finais... Eu pensei fazer um especial, ou algo do tipo, mas eu achei que ficou bom o que fiz... Estou satisfeita... Vocês gostaram? Odiaram? Entenderam tudo? Ficou confuso? Hahahaha. Espero que todos comentem aqui, já que é o último não custa deixar sua opinião, Hum? Beijos meus anjos, sentirei muita saudades de você. E agradeço novamente por estarem sempre comigo aqui! Inocência sempre estará em meu Heart, e quem sempre acompanhou também. São tantos nomes, que se eu colocar todos aqui ficará uma loucura, mas só digo que cada um que já comentou foi muito especial para mim, e muito importante para que chegássemos aqui. Sério pessoinhas! Thank You! PS: A situação de IIWAB é complicada, eu concluí a história, e não tem como continuar, e sinceramente, eu não quero postar uma segunda temporada em outro lugar, então, não sei ainda... E vai ficar assim... Bom, pelo menos por enquanto. Beijos amores ;) See Ya Guys!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!