Notas iniciais
Olá a todos, mais uma vez cá estou eu postando uma fic Ino e Gaara. Sei que muitos já devem ter enjoado do casal, mais sou sincera em dizer que sou apaixonada por eles dois. Enquanto ao tema da Fic acho que vou fugir do meu padrão de romances e tudo mais e vou ir para um lado mais "Bruto", não no sentido de algo brutal com violência mais acho que no modo em que vai ser algo mais relacionado a sexo propriamente dito e na dificuldade que os dois começaram a enfrentar. "Let's go" Espero que gostem & hearts;

MANHATTAN- ESTADOS UNIDOS DA AMERICA

Com passos rápidos a figura feminina tentava se proteger da tempestade se desviava das poças de água causadas pela chuva repentina. Se martirizava mentalmente por ter aceitado fazer aquela uma hora extra, por conta disso atrasou-se quase que por completo a ponto de quase não pegar a farmácia aberta.

A Loura poderia ser confundida facilmente com uma modelo tamanha era sua beleza, mesmo com a blusa de moletom já surrada pelos anos de uso agora encontrava-se levemente molhada devido a chuva forte mas Ino era apenas uma estudante que trabalhava em um barzinho todas as noites.

Com uma mão ela segurava o guarda chuva de gretas enferrujadas que já não era mais tão resistente aos ventos e vez ou outra perambulava de uma lado para o outro, com a outra mão ela segurava com força uma pequena sacola plastica.

Parou a frente de um velho sobrado verde musgo, a tinta já estava descascada mostrando os pequenos focos de uma antiga pintura dando um ar de desleixo no recinto. A casa poderia ser descrita como decadente, não que as outras casas do bairro fossem mansões mais eram mais apresentáveis.

Ao se encontrar na frente do portão a loira abriu a fechadura com as mãos tremulas de frio e subiu as escadas parando em frente a porta, retirando as sapatilhas agora totalmente molhadas, Ino apresou-se fechando o guarda-chuvas o colocando em um canto fora de casa afim de não molhar a pequena cozinha.

Assim que adentrou a velha casa encontrando o irmão mais novo sentado ao sofá, deu um meio sorriso enquanto se aproximava dele balançando levemente os cabelos louros do outro.

– Que bom que já chegou. — o garoto de seus 18 anos disse sincero e a irmã confirmou com um manear de cabeça enquanto se direcionava ao quarto, local aonde a mãe ficava grande parte do tempo.

Ao adentrar o quarto a garota tateou a parede afim de encontrar o interruptor afim de acender as luzes do quarto.

Assim que a luz se instalou no comodo a figura esguia e pálida deitada em seu leito tomou forma e fez a loira suspirar durante um instante enquanto se aproximava da cama.

Kirochi Yamanaka.

Uma senhora com seus 51 anos de idade em um estado avançado de um câncer de pulmão. Dia e noite a filha saia de casa a procura de remédios que amenizassem sua dor ou até mesmo curasse sua mãe daquele mal tão imprevisível.

Era algo triste de se ver. A senhora que agora praticamente vegetava acima de uma cama recebia os mais exímios cuidados dos filhos.

Eles não tinham uma boa condição financeira, muito pelo contrario sofriam todos os meses para que pudessem pagar a todas as contas em dia. Ali não havia um chefe de família, nem ninguém que pudesse ampara-los nesta situação, contavam apenas com o dinheiro do aluguel do salão e o baixo salario que conseguiam por trabalhar em bares.

Claramente que Kirochi não sabia que os filhos trabalhavam em lugares quase que ilegais, em sua mente ambos os filhos deviam trabalhar em um supermercado ou até mesmo em uma farmácia, quem sabe.

Mais a realidade era outra. Ambos os irmãos trabalhavam em casas noturnas que muitas vezes até mesmo aliciavam mulheres para prostituição, claramente que nenhum dos dois havia se envolvido com tudo isso, eles apenas faziam o seu serviço de servir aos clientes e partiam.

Essa era uma pequena parte da vida de Yamanaka Ino.

Uma jovem com tantos sonhos a serem realizados e um com um destino tão traiçoeiro.

Se havia conseguido uma bolsa de estudos em uma das maiores universidades do estado fora por conta de noites e noites sem dormir enquanto apenas estudava.

Hoje com seus 23 anos Ino cursava engenharia civil na Universidade de Columbia na parte da tarde trabalhava em uma lanchonete como garçonete na parte da manhã e na parte da noite com atendente na The Pink.

Ino sorria enquanto alisava as madeixas da mãe.

– Tudo vai melhorar mãe. A senhora acredita em mim? — a loira questionou e a senhora sorriu confirmando.

__________

Já era noite a pequena figura feminina encontrava-se atrás de um balcão iluminado por pequenas luzes de led. Ino estava com um semblante preocupado enquanto servia os clientes que insistiam em lhe dar cantadas.

Na mente de Ino ela apenas ignorava todas as palavras grotescas. "E tudo por um bem maior." ~ela dizia a si mesma.

O moreno observava com um sorriso Ino servir um dos clientes. Assim que o homem foi servido Itachi a chamou em um canto.

O moreno alto e bem vestido com um terno Armani era dono da "The Pink" uma das baladas mais conhecidas da região, a casa noturna era bem frequentada. Normalmente os clientes eram pessoas de alto escalão propriamente ditas da alta sociedade.

Mas aquele local estava longe de ser apenas uma balada, ali se possuía também um esquema de prostituição. Itachi obviamente não se ligava aquilo e dizia que a casa noturna apenas servia de vitrine e as garotas iam ali por livre e espontânea vontade.

Com seu terno impecável e os cabelos bagunçados Itachi era um homem de porte fino, com seu sorriso galanteador conseguia qualquer coisa das mulheres mas Ino jamais havia se aproximado do mesmo com outras intenções.

– O que você tem, parece abatida.– Itachi comentou enquanto se aproximava.

– Não é nada Senhor Itachi. — Ino respondeu baixo enquanto lava alguns copos na pequena pia.

– Já te disse que não gosto de cordialidade demais. Pode me chamar de Itachi, Ino. É sua mãe que te preocupa?

Não houve uma resposta de imediato. Ino pareceu analisar a pergunta enquanto tentava processar uma resposta convincente sobre o assunto.

– Você sabe que pode mudar tudo não é Ino? Sei que e um peso enorme tudo isso mas, se quiser, eu posso te ajudar a entrar nesse "ramo". Você pode ganhar um dinheiro bom e internar sua mãe em um hospital que eles consigam a cura deles. – Itachi a relembrara.

– Eu... não posso fazer isto Itachi, é errado e você sabe disso. Eu vou tentar arranjar um novo emprego e aumentar a renda de casa.

– E você vai dormir quando? Nunca! Ino, claramente sei que e errado mas é apenas sexo, e dormir com um desses ricões e ter dinheiro para coloca-lá em um hospital que a faça parar de sofrer. E por mais que você consiga um terceiro emprego você não teria condições de pagar um desses convênios caros.

– Oh meu Deus, Itachi! Eu não vou fazer isso, é errado e além do mais minha mãe morreria de desgosto se soubesse que me envolvo com este tipo de coisa. - Ino disse seria o bastante para dar aquele assunto como encerrado.

Itachi apenas deu ombros saindo de trás do balcão e se misturando as outras pessoas.

__________

Na manhã seguinte Ino acordou com as lamentações do irmão mais novo.

– Você esta bem? Eu vou buscar um remédio aguarde só um momento. - O loiro disse com a voz rouca .

Sua mãe mais uma vez havia tido uma de suas crises de tosse desta vez colocando uma quantidade considerável de sangue para fora.

Ino se apressou em levantar e ir em direção ao quarto aonde a senhora encontrava-se extremamente pálida com os lábios ainda manchados de sangue.

A loira se desesperou por breve minutos. Encarou aquela situação com um certo pesar, talvez aquele fosse o momento de se sacrificar. Por mais que sua mãe a renegasse depois aquele era um motivo valido.

Ela amava a sua mãe tinha que lutar por ela, não importava o quanto iria doer em si ir dormir com um homem desconhecido. Se depois ela pudesse pagar algum medico que salva-se aquela vida tão preciosa, no final Ino poderia sentir o sentimento de que tudo aquilo não havia sido em vão.

__________

Itachi encarava o homem com certo receio.

Sabaku no Gaara era um de seus memoráveis e milionários clientes. E por mais que Gaara já fosse um cliente conhecido da casa o moreno sempre ficava inseguro de sua presença.

Talvez pelo fato de que Gaara era um homem um tanto quanto intimidador, principalmente quando sua voz -forte e grossa- soava sempre exigindo algo a mais.

Era esta a situação que se encontrava Itachi.

– Quero uma de suas garotas, mas que seja uma diferente.- O ruivo disse calmo enquanto passava o copo de whisk de um lado para o outro.

– Que tipo de garota Gaara? Todas as que te agradaram eu já te mandei. Não a mais nenhuma.

– Se vire, preciso de algo novo.- Gaara afirmara se virando ao moreno que negou com a cabeça.

Vou ver se posso te ajudar em algo, mais não te garanto nada. — Itachi concordara sério enquanto se levantava da mesa em que se encontravam.

O moreno andava distraído pela boate observava as garotas de programa ali presentes, tentando encontrar alguma que agrada-se as exigências de um certo ruivo. Em meio a tantas chocou-se contra a pequena loira.

– Ino? - Ele estava surpreso ao vê-la ali, não era seu dia de trabalho.

– Oh... sim Itachi, eu estava te procurando. - A loira disse apreensiva e o homem arqueou uma das sobrancelhas.

– Tudo bem, vamos até minha sala. — O moreno assentiram e ambos encaminhavam para uma pequena sala que ficava abaixo de uma escada.-

Assim que adentraram a pequena sala Ino sorriu fraco enquanto mordia os lábios.

– Bem e então o que você tem a me dizer, Ino? — O moreno indagara, se sentando em uma das cadeiras acolchoadas.-

Sobre aquele assunto de ontem Itachi, eu estive pensando e eu decidi que quero me envolver neste tipo de coisa. – sussurrou ela.

– O que? Como assim Ino? Olha eu não quero que se sinta pressionada por nada, entende? Você não precisa fazer isso.

– Preciso sim. Minha mãe esta piorando cada dia mais. Eu tenho certeza do que estou fazendo. Só me diga como e onde.

O moreno se levantou e encarou a pequena figura feminina a sua frente. A descendência asiática misturada com provavelmente uma descendência alemã, possuía um corpo desenhado era "algo diferente", exatamente o que ele precisava naquele momento.

– Tem certeza mesmo de que quer isso? Caso você realmente queira isso eu conheço uma pessoa que pode te ajudar esta noite.

– Eu tenho certeza do que quero Itachi.

– Venha que eu te apresento ele.

___________

Itachi andava junto da loira enquanto desviavam de inúmeras pessoas ao visualizar a cabeleira ruiva sentada sobre a mesa Itachi sorriu imaginando a surpresa de Gaara ao notar a presença de Ino.

– Bem Gaara, você me pediu e aqui esta. Esta e Ino, Yamanaka Ino. – Itachi, apreensivo, apresentara os dois.

– Hmm. – Gaara murmurou.

– E então aprovada? – Itachi perguntara.

– Está. — fora a resposta do ruivo após um breve riso, rouco.

O ruivo a encarou durante certo tempo como se desejasse gravar aquela fisionomia. Loira de olhos azuis de estatura baixa, corpo bem definido e com um vestido vinho que a deixava mais bela.

– Bem nos já vamos indo Itachi, até a próxima. – Gaara se despedira, o mesmo tratou de observar a loira da cabeça aos pés para logo após dar um sorriso de satisfação.

Ino se manteve calada até então. Nervosa. Olhou o ruivo se aproximar e olhou rapidamente para Itachi, seus olhos azuis encontraram os de ônix dele e ele assentira, como se passasse confiança.

Gaara se aproximou e a conduziu, sem nada a dizer, até o carro. Mantendo a mão sobre as costas desnudas dela, provocando pequenos arrepios no local.

O ruivo sorriu ao motorista maneando a cabeça como se já tivesse um destino predestinado. O senhor mais velho que estava sobre o controle do carro apenas sorriu enquanto ligava o potente Audi.

Sentados de forma distante cada um se perdia em seus pensamentos. Gaara encarava as ruas enquanto vez ou outra preocupava-se em alinhar o terno sobre o corpo atlético. Ino possuía as mãos tremulas e vez ou outra encarava o ruivo de forma apreensiva.

Assim que o carro parou na entrada do motel Gaara virou-se para a loira a encarando de forma mais detalhada e por um instante Ino podia jurar que seu olhar tomou um brilho diferente, um brilho de luxuria.

Ele estendeu a mão para Ino para que a mesma pudesse sair do carro.

– Vamos. – o tom autoritário dele indicava a loira por onde deveriam entrar.

O motel que se encontravam era um dos mais caros da cidade. O quarto com o chão coberto de um fino carpete vermelho havia ali também uma cama King Size, a decoração fora tão bem tralhada que conseguia amenizava o ar de que aquilo seria apenas uma noite de sexo.

Assim que trancou a porta, o ruivo se pós a notar melhor as formas que a jovem possuía. Seios fartos, coxas firmes... Oh, sim! Aquilo seria o paraíso para o ruivo.

Ino porem estava tão perdida em pensamento que mal se dera conta de que o ruivo já ansiava pelo momento.

– O que esta esperando, garota? — Gaara não fora rude mais autoritário o que fez com que Ino ficasse perdida.

Ela voltou-se para ele com o rosto rubro enquanto se aproximava do mesmo. Gaara encarou a cena desconfiado, assim que a menina colocara suas mãos em seu terno o ajudando a se livrar da peça. "Inocente demais." era tudo o que ele pensava no momento.

Em um súbito de excitação Gaara prensou a garota contra a parede dando inicio a um beijo lascivo em que as linguás brigavam por espaço, o ruivo sendo o mais exigente da situação vez ou outra fazia questão de passar a linguá úmida por toda a região do pescoço da mesma.

Ela parecia uma bonequinha frágil perto dos 1,93 de altura de Gaara, ela não deveria ter nem 1,68 de altura. Mas seu corpo, esse sim é de uma lolita.

Quanto mais o beijo se aprofundava mais Ino podia sentir a excitação dura como mármore do ruivo bater sobre sua intimidade trazendo então sensações que até o presente momento ela não havia recebido.

Entre um beijo ou outro o ruivo dizia frases certo de que haveria respostas, porém, nada veio da loira.

– O que esta esperando para deitar naquela cama e abrir as pernas?

A frase soaria um tanto quanto rude se não fosse acompanhada por um beijo e um puxão que a fizera ficar com as pernas enlaçadas sobre a cintura do mesmo.

Eu nunca fiz isso. — A garota confessou baixo quando o ruivo retirava sua própria camisa. Assim que ouviu a declaração da loira um sorriso se formou em seus lábios.

– Nunca fez? E sua primeira vez loirinha? — O tom sarcástico dava indícios de que ele achava que tudo aquilo passava de uma mentira.

– Não tem problema. Eu te ensino. — O ruivo murmurou próximo ao ouvido da mesma enquanto rasgava o pequeno vestido.

Notas finais
E então gostaram?