Ino e Gaara - Totalmente Sua
6 Capitulo 6
Os irmãos se encontravam na recepção do hospital.
Naruto estava sentado em uma das cadeiras da recepção cuidando da mãe que estava sentada sobre uma cadeira de rodas devido a dificuldade de respirar. Enquanto Ino direcionou-se até a recepção afim de falar com a atendente.
A recepcionista os encarava curiosa, afinal aquele tipo de publico não frequentava um hospital como aquele.
– Bem, eu vim fazer a internação de minha mãe. — A garota loira disse a mulher que se encontrava atrás de um balcão.
– Você poderia me passar a credencial, por gentileza? — A morena pedira enquanto digitava no teclado algumas informações que faziam parte do procedimento.
Ino apertou os olhos encarando a pequena plaqueta que indicava o nome da atendente.
– Hmm Tayuya eu vim em nome do senhor Sabaku No Gaara. Ele falou que já estava tudo programado. — Ino avisara indicando um pequeno cartão com a assinatura do ruivo.
Só de se lembrar de como havia conseguido chegar até ali, em poder internar sua mãe, Ino teve uma vontade enorme de chorar, mas se conteve. Aquele não era o momento para isso.
–Ah.. sim o senhor Sabaku. Bem vocês podem subir, o quarto já esta reservado é no terceiro andar. — A moça disse apontando para o elevador.
– Podemos subir? — Questionou Naruto calmo enquanto apertava a mão de sua mãe.
– Sim, é no terceiro andar. Eu vou ter de deixar vocês aqui. — Ino disse cabisbaixa e mãe sorriu fracamente.
– Se cuide, sei que é seu sonho. Mais se lembre que muitas vezes nossos sonhos nos destroem pequena. — A loira mais velha disse calma enquanto Ino abaixava-se para abraçar a mãe.
– Irei me cuidar sim mãe, tenho que fazer isso para te dar uma vida melhor. — Ino disse com os olhos marejados.
– Então vá e volte logo. — Kiroshi mandou, em um tom um pouco humorado dando um beijo sobre o rosto de Ino.
– Eu voltarei. -Ino concluíra com um sorriso fraco.
– Me ligue e mande noticias. Se puder mande e-mail's para me manter informado. -Naruto pedira dando um abraço na irmã enquanto sorria.
– Te manterei informado. Mas agora tenho que ir. Amo vocês se cuidem qualquer coisa entrem em contato comigo. — Ino os relembra, abraçando ambos e logo após se afastando.
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Gaara estava escorado sobre o carro de luxo em frente a boate onde Ino trabalhava. Impaciente o ruivo puxou o terno Armani encarando o relógio Patek Philippe no pulso pela terceira vez. Já havia se passado longos quinze minutos e a garota ainda não havia aparecido.
– Odeio atrasos.- O ruivo murmurou para si mesmo tentando amenizar a raiva.
– Desculpe. — A loira pedira baixo atrás de si próxima a porta do passageiro.
O ruivo fora rápido em se virar e observar a garota com duas malas já surradas pelos anos de uso. Os lábios do ruivo retorceram-se ao ver o estado das malas afinal aquilo seria mais um empecilho. Teria de comprar algo descente para que a garota andasse ao seu lado, afinal tinha de zelar por sua imagem.
– Aonde esteve? — O ruivo perguntara alto o bastante para assustar a loira fazendo-a a dar um ou dois passos para trás.
– Eu.. eu estava me despedindo de meus familiares. Desculpe o atraso.- Ino pedira desconcertada enquanto ajeitava o longo cabelo loiro.
– Não vou admitir atrasos, pequena. — Gaara disse entre dentes enquanto levantava-se do capo do carro.
A garota apenas confirmara com a cabeça aguardando a próxima ordem.
– Vamos temos pouco tempo. — O ruivo disse mais calmo enquanto esfregava as têmporas indicando a porta do veiculo para que adentrassem. Baki o motorista sorriu a loira enquanto guardava suas bagagens dentro do porta-malas.
– Baki nos leve até Wall Stret. — O ruivo mandara sério e o homem que sorriu o observando através do retrovisor.
– Sim senhor. — O senhor de cabelos grisalhos respondeu enquanto dava a partida no carro.
– Bem..você não disse que iríamos tirar os vistos? — Ino disse receosa e o ruivo a encarou mais sério ainda.
– E nos vamos. Na verdade só precisamos do visto japonês, os outros países não exigem isso. E quinze minutos fazem uma diferença e tanta nesse tipo de coisa, sendo assim resolverei do meu jeito. — Gaara disse inexpressivo e se voltou a janela do automóvel encarando a paisagem.
Após um curto período de tempo o carro estacionou em frente a um dos grandes prédios de Wall Stret e logo Baki aproximou-se da porta do carro abrindo-a para que ambos saíssem.
Gaara ajeitou o terno sobre o corpo e trocou algumas palavras com Baki que concordou com um manear de cabeça. Logo após se voltou a Ino esperando a mesma descer do carro.
A loira logo estava ao seu lado o acompanhando na entrada do grande edifício, adentraram ganhando olhares curiosos, mas Gaara os ignorara, pegaram o elevador subindo até o décimo andar.
Assim que a campainha do elevador tocou andaram por um corredor até que se encontrassem em um departamento repleto de homens engravatados.
Quando a presença de Gaara surgiu na porta do local houve um murmúrio geral e um moreno levantou se aproximando de Gaara com um sorriso.
Inuzuka Kiba era gerente do consulado geral do Japão. O moreno devia ter um metro e oitenta e três, possuía cabelos desgrenhados e um sorriso bonito.
– Gaara! A que me da a honra de sua presença? -O moreno de cabelos despojados e de terno aberto questionou.
– Menos Inuzuka.Bem eu preciso de um serviço, coisa simples. — O ruivo respondera inquieto com o olhar do moreno direcionado a Ino.
–Hun, bem que tipo de serviço? — Questionou Kiba enquanto coçava a nuca em um sinal claro de nervosismo.
– Preciso de um visto para o japão. Porém tenho duas horas para concluir isso. –
O moreno riu nervoso e pareceu analisar a situação.
– Bem temos pouco tempo, não? Mas daremos um jeito nisso. Vou ver com o senhor Ay se ele pode te ajudar, quer aguardar aqui? — O moreno questionou assim que o ruivo entregou o passaporte em suas mãos.
– Entregue.. isso ao seu chefe e fale que preciso deste passaporte em minhas mãos em menos de duas horas. Ele esta me devendo um pequeno favor então isso não será problema. — O ruivo disse voltando-se a loira que parecia perdida em meio a tantos acontecimentos.
– Sem problemas. -Kiba concordara ao mesmo tempo em que se virava a passos rápidos até a sala de seu chefe.-
Ficaram em silencio durante quinze minutos até que o moreno voltasse com a pequena carteira em mãos.
– Aqui está senhor Sabaku. Ele conseguiu dar um jeito e assinar sem a parte burocrática da coisa. — Kiba riu nervoso.
– Obrigado Inuzuka. -Gaara concluíra com um aperto de mãos enquanto se virava ao elevador.
Desceram em silencio até adentrarem o carro novamente
– Baki fez o que eu solicitei? -Questionou o ruivo assim que adentrou o carro.
–Sim senhor. Está tudo certo. — O mais velho responderá com uma polidez impecável.
– Então nos leve até o aeroporto. — Gaara mandara com a voz baixa enquanto encarava Ino.
– Quer que eu peça para levarem seu jatinho senhor Sabaku? -Questionou Baki.-
– Não será necessário Baki, já ordenei a Neji para que fizesse isso. — O ruivo avisara com um meio sorriso. Gostava do impacto que causava nas pessoas ele as tratava de forma que todas ficavam as sua mercê.
Assim que adentraram o aeroporto Gaara fora orientado a passar pelas alas vip para que não tivesse o incomodo de se preocupar com filas. Em poucos instantes já estavam dentro do jatinho luxuoso do ruivo.
Ino encarou a aeronave boquiaberta. Apesar de nunca ter andado em um jatinho concluíra que aquilo era um tanto quanto luxuoso e conseqüentemente devia ser muito caro.
–Aceita algo para beber? -Questionou Gaara retirando o terno ficando apenas com a camisa social e o colete assim que adentraram a aeronave.
– Não, obrigada.- Ino disse com um meio sorriso e Gaara focou seu olhar no da loira perdido em pensamentos.
–Você é empresário? — Ino questionou tímida afim de iniciar um dialogo com o mais velho.
– É eu diria que sim. Sou dono de algumas ações. — Ele respondera enquanto bebia lentamente o conhaque Hardy Perfection com lentidão apreciando a bebida.
– Entendo. — A loira disse entre um suspiro enquanto observava a paisagem ficar cada vez mais longe conforme a aeronave decolava.
– E você...? — Aquela pergunta deixou Ino completamente desconcertada. Afinal como responder a um homem daquele porte que ela trabalhava em bares para sustentar a família?
– Trabalho em dois períodos... Uma parte trabalho no Stevies e uma lanchonete localizada no centro, e na outra trabalho na The Pink. — Ino disse rubra voltando-se a tarefa de observar a janela.
– Enquanto a outra parte da sua vida quero dizer aonde entra a parte que você se prostitui? — O ruivo fora maldoso na pergunta. Claramente aquilo foi intencional, o intuito de tudo aquilo era saber cada vez mais sobre a vida da loira.
– Se está me questionando sobre outros "Clientes" eles nunca existiram. Você foi meu primeiro, me deitei com você porquê era necessário naquele momento, o dinheiro. — A voz de Ino saíra carregada de magoa e os olhos da mesma ficaram a beira de lagrimas quando o ruivo trocou de assunto subitamente.
– Quantos anos você tem? -Ele questionou automaticamente enquanto encarava a janela com uma das mãos apoiada sobre as pernas.
– Vinte e três. -A garota respondera sem muito animo.
O silencio se instalou e tudo que se podia ouvir era o barulho das turbinas do avião.
– Vou ao Toilet. — A garota disse enquanto levantava-se de sua poltrona caminhando em direção ao banheiro.-
O ruivo a encarou com o canto dos olhos.
Assim que ouviu o barulho do trinco sobre a porta o mesmo se levantou ficando encostado ao lado do banheiro. Em poucos segundos a porta se abria revelando a loira.
A mesma o encarou surpresa e logo após foi empurrada novamente para a cabine com o corpo do ruivo colado ao seu.
O ruivo segurou o rosto de Ino com força enquanto a beijava com pressa. As línguas se enroscavam a procura de espaço, aos mãos fortes dele pressionavam a carne macia de Ino enquanto procurava qualquer brecha afim de deixa-lá nua.
Mais desta vez ele faria diferente.
Posicionando atrás da mesma enquanto distribuíra beijos sobre o pescoço de Ino, esta que gemia baixo, ele abriu o zíper da calça jeans dela puxando o tecido para baixo deixando a mesma apenas de calcinha.
Com um sorriso sacana ele observava o rosto da garota ficar rubro através do fino espelho do banheiro.
Em um movimento rápido ele retirara a camiseta dela. Com calma ele abaixou a fina calcinha de renda deixando a intimidade da mesma livre para que ele exercesse seu plano.
Com paciência ele deslizava os dedos para dentro da intimidade da mesma fazendo-a se contorcer pelo prazer ao seu toque sutil. Os dedos molhados pela excitação da garota ganharam velocidade fazendo a mesma arquear as costas a procura de algo que libertasse aquele prazer.
– Diga para mim o que quer, garota. -O ruivo ordenou enquanto beijava o pescoço da mesma mais devagar, causando arrepios no local.
Ino murmurou palavras incoerentes enquanto as mãos do ruivo trabalhavam abaixo de seu ventre.
– Diga Ino. Diga o que quer que eu faça? — A voz do ruivo saíra sacana enquanto ele roçava seu membro rígido entre as nádegas da garota.
A loira nada respondeu mais uma vez. O ruivo então tornou os movimentos mais lentos fazendo a gemer impaciente.
– Vai me dizer o que quer Ino? Ou terei que continuar com essa tortura? — A voz rouca instalou-se ao lado do ouvido da mesma fazendo-a se arrepiar por completo.
– Me faça gozar Gaara. — Ino disse manhosa e ele riu rouco mais ainda sim continuou com os movimentos lentos.
– Não é isso que eu quero ouvir, loirinha. — Gaara sussurrara enquanto abria o zíper de sua própria calça retirando seu membro ereto.
– Eu imploro Gaara... Deixe-me gozar. — Ino suplicara e Gaara inclinou a cabeça para trás com um riso sincero enquanto voltava a masturbar a garota com uma velocidade consideravelmente rápida.
– Isso mesmo garota. Implore. — Ele disse baixo enquanto levava uma das mãos ao seu membro se masturbando enquanto com a outra masturbava a loira que gemia alto.
Os movimentos eram frenéticos a mão de Gaara subia e descia com força em seu membro grande o fazendo suspirar alto, com a outra ele massageava a intimidade da loira que já pulsava com força.
–Gaara eu... vou... gozar. — A garota estava arfante e o ruivo fora rápido em colocar seu membro na intimidade da mesma a suspendendo sobre a pequena pia.
Gaara gemeu em seguida tendo seu membro apertado pela intimidade de Ino, Gaara começou a jorrar dentro da loira gemendo alto devido o prazer constante.
A respiração ainda desacelerada do ruivo ficou mais distante quando o mesmo se encostou em uma das paredes afim de recuperar o fôlego, logo a loira encostou-se sobre si com alguns fios de cabelos cobertos de suor.
– Venha. — O ruivo mandara calmo enquanto se desencostava da parede ajeitando suas vestes.
O ruivo esperou que a loira arruma-se e logo ambos saíram do banheiro, porem Gaara indicara a Ino a uma pequena porta ao invés de voltarem para as poltronas da aeronave. A loira adentrou receosa e encarou boquiaberta com o quarto consideravelmente grande que possuía ali.
Nem em seus mais complexos sonhos Ino se imaginara dentro de algo tão luxuoso. Ainda mais, sendo em um jatinho.
– Eu vou dormir um pouco, se quiser se deitar fique a vontade.- Gaara avisara baixo enquanto retirava a camisa social jogando-a em um canto qualquer fazendo o mesmo com a calça logo em seguida. A box vinho era sua única veste.
A loira permaneceu calada ao lado do mesmo apenas o observando.
– Não vai dizer nada? -Gaara disse impaciente e Ino suspirou.
– Sim gostaria de me deitar. -A resposta fora automática, quase apreensiva.
– Ótimo. — Gaara sorrira de canto, se abaixara e retirara a calça da loira. A deixando somente de regata e calcinha. Ele sorrira de canto. — Ficarás mais confortável assim. — Gaara justificara. Mentira, ele que desejava ver a loira daquele jeito. Tão sensual um pouco suada pelo que acabaram de fazer no banheiro.
O ruivo se afastara dela e se jogara na cama king size e se acomodara nos travesseiros.
A loira aproximou-se da cama de modo tímido e com calma deitou-se ao lado do ruivo.
Mal sabia ela o que aconteceria mais tarde...
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