Notas iniciais
Olá a todos. Tanto eu quanto a Me Volturi esperamos fielmente que gostem deste capitulo ;) Boa leitura

A loira suspirou enquanto subia as escadas sem encarar o irmão. Sabia o quão encrencada estava por não ter avisado a ele que iria dormir fora de casa.

Olá Naru.– Ino o cumprimentou calma tentando burlar o sermão que viria por parte do irmão.


Não conseguiu.

Nada de "Olá Naru", Ino, aonde esteve? Fiquei preocupado.– O loiro disse com o tom de voz firme o que fez a loira ficar desconcertada durante alguns minutos, ele não costuma a agir assim — Porra! Não entende?

Bem... É que a garota que fazia o turno da madrugada faltou e eu acabei cobrindo o lugar dela.– Ino respondeu apreensiva rezando para que o irmão acreditasse naquela mentira.

E porque não ligou? Mamãe perguntou de você umas três vezes pela noite, tive que inventar uma desculpa e dizer que você foi fazer o trabalho da faculdade na casa de uma amiga. — O rapaz disse menos nervoso enquanto adentrava a casa.

Desculpa eu não queria acordar você nem a ela, achei que estivessem dormindo.– A garota pediu enquanto se escorava sobre o batente da porta.

– Da próxima vez ligue, independente do horário.– Naruto praticamente ordenou, sério enquanto encarava a loira dando aquela conversa como encerrada.

Não ouve resposta da loira apenas um manear com a cabeça para logo após caminhar até seu quarto.

O quarto de Ino era um cômodo pequeno que possuía apenas uma cama de solteiro e um pequeno guarda roupas. Mais ali era o refugio de Ino, quando a pressão de toda aquela situação desmoronava sobre si, ela adentrava em seu mundo e submergia em seus pensamentos. As vezes bons, as vezes ruins.

Naquele momentos eles eram ruins. A noite que tivera, com ele, Gaara, não sairia tão cedo de sua cabeça.

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O pequeno senhor apressou-se em sair de seu banco e ir até a porta do carro afim de abri-lá para que o chefe passa-se.

Gaara apenas anuiu a cabeça como forma de agradecimento e encarou o prédio imponente localizado na avenida, umas das principais da cidade. Comprar um imóvel como aqueles era como demonstrar a todos o tamanho de seu poder. Mas para Gaara aquele era apenas mais um de seus "brinquedinhos". Ele tratou de ajeitar o terno sobre os ombros, o vento passara bagunçando ainda mais os cabelos ruivos dele, sem querer o deixando mais sexy. Se é que isso fosse possível.

Logo ele passara pelas portas extensas de vidro fume.

Os funcionários o observavam pelo canto de olho enquanto andavam cabisbaixos em silencio, ninguém ousaria encara-lo. Esse era o efeito causado por Sabaku no Gaara.

Soberania. Sempre.

Ele dava as ordens enquanto os outros as acatavam. Com os olhos pregados no celular de ultima geração ele adentrou o elevador enquanto apertava o botão do ultimo andar, o som estridente da campainha do elevador tocou após aproximadamente cinco minutos.

Decimo segundo andar. Uma cobertura de dar inveja até aos mais requisitados empresários do mundo. Um vidro temperado de cor escura separava a sala da recepção da imensa sala destinada ao dono da maior montadoras de carro do mundo.

Sabaku no Gaara.

Assim que passou pela recepção acenou com a cabeça para a recepcionista -esta que ficou sem ar por tamanha imponência que aquelas orbes verdes junto com o contorno preto nas mesmas exalavam- em um modo claro de cumprimenta-lá já que o mesmo era um homem de poucas palavras. Mais uma de suas características marcantes. Ele colocou sua mão sobre a leitora biométrica e logo a porta foi aberta revelando um local de tirar o folego.

A decoração em madeira maciça juntamente de inúmeros objetos tecnológicos enchiam os olhos de qualquer pessoa. O sofá totalmente em veludo preto, a mesa grande de madeira, o frigobar inox, a televisão de sessenta e cinco polegadas e os vasos de palmeiras rafis importadas da China davam aquele local um toque único de autenticidade. No entanto, o mais incrível daquele local estava longe de ser somente a decoração, já que ali havia uma imensa janela de vidro por onde se conseguiria ver grande parte de New York, proporcionado então uma visão de tirar o folego.

Imponente.

Induzido pelo cansaço, Gaara apenas colocou sua maleta sobre a mesa e se dirigiu até a vista panorâmica que tinha a sua frente. O ruivo observava com calma cada detalhe, cada prédio que havia ali já que grande parte daqueles imóveis pertenciam a si ou a familiares seus.

"Um verdadeiro império. Meu império. Somente meu." ele dizia a si mesmo enquanto encarava o céu nublado.

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Ino conversava com o irmão enquanto cozinhava algo para almoçarem. O loiro perguntava apenas algumas coisas visto que o mesmo estava com um livro enorme sobre a mesa, provavelmente estudando.

Não demorou muito para que Ino terminasse de cozinhar, a garota se apressou em fazer um prato generoso de comida para a mãe e entregando mesmo sabendo que a senhora loira comeria apenas uma pequena parte de tudo aquilo.

O loiro a acompanhava com os olhos, notou que a irmã pegou sua bolsa em seu quarto e passou por si dando um beijo sobre o rosto.

Você já vai ir ?– O loiro questionou olhando o relógio de parede, afinal a irmã ia para a faculdade bem mais tarde.

Tenho umas coisas para resolver, Naru. — A loira respondeu enquanto vasculhava sua bolsa atrás daquele pequeno pedaço de papel. O papel que poderia mudar toda aquela situação.

Que tipo de coisas? Você esta aprontando alguma coisa, não esta? -O loiro questionou novamente, sem retirar os olhos da irmã. Ino porém apenas negou com a cabeça enquanto acenava para o mesmo. Ele sabia que tinha algo errado mas preferiu esperar mais um pouco.

A loira suspirou aliviada assim que colocou os pés para fora de casa. Caminhando com passos rápido se dirigiu ao centro da cidade.

Depois de andar durante quase meia hora a garota se encontrava-se em frente ao banco central. Adentrou ao local apreensiva dirigiu-se até um dos caixas e solicitou a transação bancaria. A atendente a encarou desconfiada mais ainda sim realizou o procedimento.

Ino saiu do local aliviada pois seu maior medo naquele momento era que desconfiassem daquela quantia, afinal para quem movimentava em sua conta cerca de oitocentos reais mensais e depois depositar uma quantia de doze mil era para se desconfiar.

A loira continuou a andar até encontrar uma corretora de plano de saúde. Assim que entrou encarou os preços abismada pelo valor.

Posso ajuda-lá?– Encarou um moreno ao seu lado.

Ah, sim! Eu preciso de um plano de saúde para minha mãe. — informou e o homem sorriu enquanto a orientava para que se sentasse.

Qual a idade dela?–O rapaz perguntou, começando a fazer a ficha, no computador.

Ela tem cinquenta e um.– Ino respondeu e o rapaz arqueou a sobrancelha.

Ela possui alguma doença pré existente?– O moreno anotava as informações sobre um papel, sem olha-la.

Ela esta com um câncer, de pulmão.– A loira começava a ficar desconfortável com tantas perguntas.

Neste caso o plano tem um reajuste, até porque e uma doença é um tanto quanto complicada e também envolvem inúmeros procedimentos superfaturados. O plano mais em conta que terei para te oferecer sai em torno de dois mil e quintetos reais mensais. — O homem lhe mostrara um papel, com todas as informações sobre o dito plano.

A loira pareceu analisar a situação. Pelas suas contas aquele dinheiro só daria para exatos 5 meses com ela ajudando no quinto mês. Suspirou.

– E tem a questão da carência do plano, ou seja você só poderá utiliza-lo após pagar a seis primeiras parcelas.– ele lhe informou, vendo que ela estava inquieta.

Bem – Ino disse entre um suspiro. Para logo após analisar o nome do crachá do mesmo.- Iruka não existe uma forma dela começar a ser tratada agora.

Existe mediante a um pagamento a vista – Iruka explicara confiante e a loira o sorriu por um instante como se acha-se aquela situação um tanto quanto cômica.

– Negocio fechado. Mas tem que me dar a garantia de que ela poderá iniciar os tratamentos imediatamente.– Ino pediu vendo o moreno sorrir pela venda feita. Com certeza ele receberia uma grande comissão.

Tem minha palavra senhorita. Assim que a transação bancaria for confirmada após 24 horas ela já poderá usufruir do plano.

A garota assinava os papéis com pressa colocando os dados necessários para que a transação acontecesse, vez ou outra ela encarava o relógio impaciente afinal, ainda tinha sua carga horária para cumprir em resumo deveria ir trabalhar.

Prontinho senhorita Yamanaka. Amanha pela manhã devo te ligar informando o numero de sua credencial.– Iruka se levantou apressado apertando a mão da mesma.

A garota sorriu enquanto guardava alguns papeis em sua bolsa e logo após se retirava do pequeno escritório voltando as ruas movimentadas.

"Um problema a menos " ela pensava.

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– Olá– O moreno a cumprimentou, sorridente, retirando o terno ficando apenas com a camisa social de algodão. Mais sexy do que o costume, afinal os olhos de ônix e os cabelos pretos ficavam em destaque. Um deus grego.

– Boa noite Itachi.– A loira respondera com um meio sorriso enquanto arrumava o balcão, não ligando para seu patrão, gato.

Você esta bem?– Itachi questionou se aproximando, mudando sua expressão ao vê-la diferente — Quero dizer, sobre ontem, ele te machucou?

A face da loira tomou um coloração rosada e a mesma negou com a cabeça rapidamente.

Que ótimo, eu fiquei preocupado.– O moreno confidenciou enquanto retirava uma das mechas loiras de Ino que insistia em cobrir sua face.

A loira apenas sorriu e voltou a seus afazeres.

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Já havia se passado uma semana desde o encontro que tivera com a loira, Ino Yamanaka.

O ruivo andava inquieto de um lado para o outro da imenso cômodo enquanto discutia negócios com Sasuke. O diretor de seu mais novo empreendimento um hospital renomado. Estava irritado e estressado duas coisas que faziam o ruivo mudar de personalidade.

– Foda–se Sasuke! Você é o diretor desta merda de hospital não me faça perder dinheiro.

– Pare de ser irritante, Gaara, não é como se nossas ações fossem despencar. Pense comigo, absorver um desses convênios pequenos é rentável. Daqui a alguns meses mandamos um aumento para a fatura deles e receberemos um lucro pra lá de bom.

O ruivo suspirou do outro lado da linha.

Tudo bem, faça isso. Mas nada pode dar errado. Se der, assuma. Entendeu? Completamente nada.– Gaara tinha o tom sério enquanto bebericava o Whisky escocês sentado sobre sua imensa cadeira presidencial.

Sem problemas Gaara. Nos vemos amanhã no restaurante de sempre.– O moreno usara o mesmo tom do ruivo, desligando logo em seguida.

O ruivo por sua vez jogou o celular em cima do sofá e voltou-se para a vista que havia a sua frente. Logo recordou-se da loira... Ele precisava possui-lá mais uma vez, talvez aquele dia fosse propicio a isso.

Com um sorriso malicioso no rosto ele pegara o celular, discando o número conhecido de Itachi.

Notas finais
E então gostaram ??? Comentários são muito bem vindo ;)