Ino e Gaara - Totalmente Sua
28 Capítulo 28
Kankuro fora arremessado com uma força absurda pelos seguranças de Gaara dentro de uma sala nos fundos do salão, um deposito frio e mal iluminado.
– Senhor... — Um dos seguranças tentou manter a sanidade do ruivo em seu lugar mas fora interrompido por uma ordem direta e sombria.
– Cale a boca! Segure esse bastardo. – Ordenou Gaara enquanto via o irmão tentar se levantar.
– Acha que assim... Ai... Ira conseguir me calar Gaara? Ai. – Perguntou entredentes o moreno quando teve seus braços segurados pelos seguranças do ruivo.
– Não me importa o que você acha, porra! – O soco acertara em cheio o rosto do moreno a ponto de se ouvir o contato do ossos da mão de Gaara com o crânio do moreno. — Eu mando e desmando no mundo e, você, é só mais um merda que eu piso sem ao menos ligar.
– Por que de tudo isso? Por uma vadia Gaara ah faça-me o favor, irmãozinho, tem noção do que se tornou? Esta batendo no seu próprio irmão por uma mulher... As coisas realmente mudaram. – Kankuro disse com um riso rouco enquanto sua boca escorria um fino filete de sangue.
– Não é somente por isso seu puto! Você não vai se meter, não vai chegar perto, não vai olhar quem dira pensar em Ino. Ela é minha! — Gaara disse o pegando pela gola. — E você não tem o direito de contar nada da minha vida!
– Porque você é uma farsa Gaara. Todos te admiram, te amam, te adoram... mas será que alguém realmente sabe o que você já fez de mal, e como você subiu ao poder. – Não havia raiva nas palavras de Kankuro, havia apenas sinceridade, uma sinceridade do fundo que chegava a ser melancólica.
Mas, nunca pra Gaara.
O ruivo sabia que aquela peste que um dia ousou chamar de irmão eram apenas provocações, ele queria mexer com o psicologico do mais novo, mas não conseguiu.
– Quem vive no passado é museu! — O ruivo disse desferindo uma joelhada sobre o abdômen do mesmo mais uma vez.
– Você tem medo, não é? Tem medo de contar a verdade, não para todos mas sim para ela, tem medo que ela te deixe. – Cabisbaixo pela dor o moreno dizia mais para si do que para o irmão.
Ouve um instante de silencio, só se ouvia a respiração pesada de Kankuro pela dor, os seguranças se mantinham calados apenas acatando as ordens do chefe apesar de acharem a atitude do ruivo de extrema crueldade.
– Eu a desejo, e sabe porquê? Porque pela primeira vez em toda minha vida eu vi uma prostituta não estar com você por bens matérias e sim porque realmente te ama. Eu gostaria de estar com alguém que não quisesse apenas meu dinheiro irmão. – A voz do moreno ficava cada vez mais fraca.
– Você só acha que isso é felicidade, mas, você nunca vai se livrar do seu passado e ele vai vir nos momentos em que você vai achar tudo perfeito. — Kankuro murmurou — O passado vai voltar Gaara — o moreno o ameaçou — E você vai se perder nele, de novo.
– Desgraçado. Vai se foder! — Gaara disse dando uma joelhada nas bolas do moreno que urrou de dor. — Vá embora Kankuro, antes que eu faça alguma besteira. Suma da minha frente e não volte a aparecer tão cedo.
– Você sabe que não vai ser bem assim Gaara, você está rodeado de inimigos. E até um de seus sócios está apaixonado por sua “mulher”. Eu não vou desaparecer da sua vida, não tão cedo. — urrou o moreno.
– Cale a boca seu desgraçado. — O soco que Gaara o acertara foi com tanta força que o moreno desmaiara instantaneamente.
O corpo fraquejara e ambos os seguranças tiveram de intervir para que o mesmo não parasse no chão frio.
– Levem este verme para casa da minha irmã, ela saberá o que fazer com ele. – Disse o ruivo enquanto ajeitava a gravata e observava os estragos na roupa. Inúmeros respingos de sangue.
Passando pela porta de madeira o ruivo se voltara a mais um de seus seguranças solicitando seu blazer, prontamente foi atendido. Vestindo se de forma rápida ele conduzira até o salão a procura da SUA Yamanaka.
A encontrara na companhia de um certo moreno. Itachi conversava baixo provavelmente a certificando de que tudo aquilo não passava de um pequeno mal entendido.
O ruivo agradeceu mentalmente ao se aproximar e constatar isso.
– Vamos embora. — A frase curta fora o suficiente para que Ino entendesse que ele estava realmente puto da cara.
Ignorando a presença do moreno, Gaara a puxará pela cintura conduzindo-a até a saída local aonde Baki já os aguardava com o carro.
Adentrando com pressa o Sedan preto Gaara indicara ao mais velho que deveria partir em direção a sua residência.
Baki trabalhava com a família do Sabakus tempo o suficiente para entender que naquele momento o ruivo estava sobre o efeito devastador da raiva. Já havia visto Gaara aos plantos, complemtanete bebado e incrivelmente puto e violento. Ele estava assim. Sem perder tempo o mesmo pisou fundo sobre o acelerador diminuindo assim o tempo de percurso.
O carro mal havia parado e Gaara já descia do veículo apressado. Tomando as mãos de Ino para si ele adentrara a casa com o semblante sério demais na opinião da loira, sério demais de todas as vezes que ela o viu bravo.
Em silencio ele caminhara até o bar que ficava escondido abaixo das escadas de madeira maciça e importada, pegando um copo generosa da bebida mais forte que ele tinha. Engolindo o liquido de uma única só vez ele se conteve em franzir o cenho com tamanha ardência se espalhando pela garganta.
Ino perguntava-se mentalmente o que se passava, ela estava confusa, muito na verdade. Mas, tinha que entende-lo, não gostava nem um pouco de ver Gaara daquele jeito.
– Você está bem? – A pergunta meticulosamente desenhada fez com que ele se reprimisse por mostrar aquele lado tão covarde a ela.
– Sim, estou. Vamos subir? — A resposta dele fora o suficiente para que Ino entendesse que ele não contaria nada sobre o ocorrido na festa.
Como ela o conheci bem, por fora apenas.
Com passos curtos ele se dirigia até o quarto sendo acompanhado por Ino. Cansados se jogaram na enorme cama king size, macia.
O ruivo porém parecia mais distante do que o normal. Virando-se para a figura feminina ao seu lado ele encarou com curiosidade os olhos azuis.
Não ouve tempo de uma resposta sentimental. O corpo falou mais alto, tomando os lábios da garota e se colocando acima dela Gaara via a necessidade absurda de mostrar a Ino que ela era dele, exclusivamente dele.
Sempre dele.
TOTALMENTE DELE.
As bocas se perdiam em movimentos variados e quentes, a língua dele massageando a da menor com a precisão exata fazia com que ela se arrepiasse por completo.
Sempre se arrepiava, era invevitavel.
A loira cansada de somente ver as investidas de Gaara tomou uma atitude retirando a parte de cima da veste do ruivo, primeiramente o blazer negro depois a camisa social e pôr fim a gravata incrivelmente perfeita de seda. Com pressa. Sem descolar a boca da dele um segundo se quer.
Cansado de tê-la sobre as vestes Gaara sentou-se na cama, trazendo Ino para seu colo, fazendo questão de tirar peça sobre peça de roupas exibindo assim sua Afrodite. Impaciente com a demora que a garota tivera em retirar suas calças ele mesmo fez questão de retirar as parte debaixo, primeiro o cinto e a calça social e depois a cueca box negra.
Se colocando sobre ela ele a introduziu de uma única vez.
Precisava tê-la, precisava senti-la, precisa do corpo dela no dele, dos gemidos na voz doce, dos cabelos loiros colados na testa, precisava dela. Só dela.
As respirações se tornaram pesadas, ele se manteve sério a encarando a todo instante, queria ter certeza que ela se sentia confortável com tal ato.
Os movimentos se tornavam cada vez mais frenéticos, ele sobre ela mantendo o controle da situação ou boa parte dela.
A boca dele serpenteava entre o pescoço dela; fizera questão de deixar várias marcas na região sensível. Desceu os lábios para os seios onde marcou a pele macia e tão desejosa.
Enquanto investia contra os quadris de sua loira, conseguiu massagear o clitóris dela, devagar. Como a melhor das torturas.
Queria ve-la implorar por ele. Só ele.
– Por favor... amor... — Ino gemeu manhosa e foi o suficiente pra Gaara.
Suados e exatos eles se entregaram ao prazer. Um momento único em que os olhares se cruzaram e tiveram a certeza de que aquilo seria para uma vida toda.
Que não se importavam com o passado um do outro e tudo que gostariam realmente de fazer era deixar o futuro ser algo melhor.
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