Notas iniciais
Oi leitoras lindas da tia ME! Esse capítulo eu me arrisquei a fazer, espero que gostem! Boa leitura!

Gaara não deixara Ino pensar em nada tão pouco respirar direito, logo o corpo másculo estava sobre o delicado e curvelineo da loira.

O incidente com seu irmão durante a tarde, os pensamentos conturbados de Gaara com relação a fazer amor com ela, sua possessão descoordenada por ela, o cheiro absurdo dela, os gestos dela, como ela o da prazer.

Tudo isso deixara Gaara louco, ele já estava fora de sua sanidade desde que Ino saíra do banho com apenas uma lingerie vermelha -no tom de seus cabelos- para dormir.

A boca dele cobrira a dela com uma urgência até então desconhecida por Ino, mas ela tentou, em vão, acompanhar o ritmo descontrolado que Gaara ditava.

Com rapidez ele rasgara tanto a calcinha quanto o sutiã, sua boca percorrera todo o corpo da loira sem pudor e com posse, prazer. O corpo de Ino ficara em chamas por onde a boca quente do ruivo passava, rápida e dominante. As mãos percorreram as pernas e bumbum sem um sinal de celulite dela, as apertando e deixando a marca de seus dedos e de alguns leves tapas que ele dera no local.

A boca do ruivo se detera um pouco nos seios rigidos da loira. Ele chupara e mordera aquela região de uma forma torturantemente gostosa.

Quando vira que a loira estava preparada para recebe-lo, Gaara não perdera tempo em fundir seu corpo com o dela. As estocadas brutas e rápidas o faziam ir para o céu.

Ino não sabia o que dizer, nunca vira Gaara tão descontrolado, sedento por ela, desse jeito mas ela estava adorando. Não sabia ao certo o que fazer, Gaara a dominara por completo e isso a deixara louca, completamente entregue. Na cabeça da loira uma dúvida girava: Quem é melhor, um Gaara estável ou um descontrolado? Ela não sabia dizer, ambos a deixavam em êxtase.

–- Ah Ino! — Gaara murmurara contra o pescoço dela — Diga que é minha, vamos diga.

–- Sim, sua! — Ino gemeu baixo.

–- Mais alto! — Gaara mandara.

–- Su-sua.. — as palavras saiam junto aos gemidos.

–- Alto!

–- TOTALMENTE SUA!!!!! — Ino gritara e fora o estopim para o ruivo.

Eles não aguentaram mais, gozaram juntos.

Ino permitiu que Gaara descansasse entre seus seios, ele realmente estava cansado.

O dia fora tão estressante que ele dormira com os carinhos da loira em seus cabelos.

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Gaara acordara confuso e atrasado naquele dia.

O voou para Paris saíria as 8:30 da manhã, ele acordara as 7:30 tinha apenas uma hora para resolver tudo.

Ele não acordara Ino, ele quase a tirara da cama a força.

Estava confuso, tanto que, quase esqueceu os documentos ao sair do hotel.

Durante todo o trajeto, tanto até o aeroporto como de Paris a Tokyo, Gaara não pronunciara uma palavra se quer. O ruivo ficara completamente perdido em seus pensamentos conturbados. Como que aquela garota, que até então, ele achava ser mais uma puta gananciosa conseguira se mostrar uma garota simples e tímida? E, desde quando ele, Sabaku No Gaara, tinha ciúmes de alguém? Tinha possessão absurda sobre alguém? Queria alguém como ele a quer? O que ela havia feito com ele, Gaara não sabia dizer mas só sabia que não conseguiria deixar Ino sumir de sua vida quando aquela semana acabasse, pois, o acordo deles eram três semanas e, em Paris, seria a última.

Gaara jamais admitiria que tinha um problema que jamais conseguiria resolver mas como manter Ino perto de si? Ele ainda não sabia, mas iria arranjar um jeito. Custe o que custasse.

Chegaram a noite e Ino se pos a dormir enquanto o ruivo resolvera sair pela cidade.

Ele fora a um conhecido bistro, o mais refinido e conhecido. O seu favorito. Se sentara em uma mesa afastada e pedira escargot juntamente com um vinho tinto. Enquanto esperava a comida ele se pos a observar o local e se surpreendera a ver a amiga Hinata sentados em uma mesa mais afastada com um loiro desconhecido também só que do outro lado. Ele vira o loiro sendo cuidadoso e mimando a morena, Gaara sabia o quão frágil ela é.

Ino também é frágil, principalmente se tratando de sua mãe.

OH SIM! A MÃE DE INO!

–- Alõ, — Sasuke atendera nervoso, no segundo toque da ligação que Gaara lhe fizera.

–- Sasuke, escute, eu preciso de um relatório completo de uma mulher com sobrenome Yamanaka que está no hospital. — Gaara fora direto.

–- Escute aqui seu filho da puta — Sasuke rosnara — Eu estou ocupado, muito ocupado agora.

–- Não me interessa. — Gaara dissera e logo depois escutar um gemido feminino acompanhado por um “Sasuke-kun”, o ruivo não resistira e dera um riso cinico — Está ocupado com uma certa cerejeira?

–- Sim. Nos falamos amanhã.

–- Não, veja o que lhe mandei ou..

–- Ou o quê? — Sasuke o interrompera — Eu sou da parte administrativa não cuido dos pacientes.

–- Ou eu te deixo na falência, energumino. — Gaara o ameaçara e escutara Sasuke engolir a seco.

–- Amanhã de manhã te mandarei o relatório completo.

Assim que o Uchiha desligara o telefone, o garçom chegara com a comida.

Gaara tinha um plano trassado em mente, só precisava saber como andava a saúde da mãe de Ino para por-lo em prática.

Ino seria sua.

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No hotel Ino acordara com o barulho da porta sendo aberta com força.

Era Gaara.

Atordoada ela se sentara na cama e o assistira ir até o banheiro e a porta sendo fechada com mais força do que a do quarto quando fora aberta.

Confusa a loira olhara em volta tentando entender o que estava acontecendo. Olhara pela janela e se assustara mais anda ao ver que o sol já nascera. Olhara para o relógio e vira que já eram 6:30.

Por que ele demorara tanto? Por que só chegara aquele horário? Por que não avisara?

Eram perguntas que a loira queria resposta. E iria conseguir de um jeito ou de outro.

Levantou-se da cama ao vê-lo sair do banheiro e seguir para o closet, ela fizera o mesmo, ficara parada no batente da porta vendo Gaara se vestir e disse o mais séria e autoritária que conseguia:

–- O que está havendo, Gaara?

–- Nada que você deva saber, não agora. — o ruivo fora curto e grosso.

–- Você está estranho. — a loira dissera incrédula quando o ruivo acabara de se arrumar devidamente.

–- Escute aqui, garota. — Gaara avisara na frente de Ino, a prensando contra o batente da porta — Eu disse no nosso combinado que não suporto garotas mimadas. Então, não haja como uma.

–- Você me ignora. — Ino choramingara erguendo a cabeça pra fitar os olhos verdes predadores do ruivo.

–- Não diga bobagens, garota.

E, antes que Ino pudesse pensar, Gaara se abaixara um pouco e a erguera pelas coxas, voltando a prensa-la contra o batente. A boca do ruivo encontrara urgentemente a da loira, a língua do ruivo explorava toda a doce boca da loira, Ino ficara completamente derretida com as caricias dele.

Gaara não ficara muito atrás, vê-la logo pela manhã com os cabelos soltos e cara de sono, a camisola curtíssima, o deixaram excitado. Ela só com um olhar conseguia deixa-lo duro. As mãos dele apertavam a bunda dela sem pudor enquanto ela lhe puxava a gravata para mais perto de si.

Quando o ar se fez necessário Gaara a soltara dando-lhe mais um selinho.

–- Voltarei somente a noite, não saia sozinha; — Gaara mandara e saíra logo em seguida.

Ino suspirou deixando suas pernas caírem e ela se sentar na entrada do closet, totalmente ofegante assim que o ruivo fechara a porta.

O dia seria longo e tedioso.

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Naquele dia Gaara teve diversas reuniões importante e, no fim da tarde -não de manhã como estava combinado- ele recebera a tão esperada ligação de Sasuke, o ruivo atendera o telefone de última geração no primeiro toque.

–- Como a mãe dela está? — perguntara o ruivo sem ao menos cumprimentar o Uchiha.

–- Ela teve uma melhora considerável e…

Gaara não deixara o Uchiha continuar, desligara o telefone e voltara as pressas para o hotel.

Já que a “velha” estava bem não havia motivos para ele renegar algo da proporção que sentia

Ao entrar no quarto a vira com um vestido branco, curto e leve, olhando pela janela.

Ino estava tão distraída vendo a Torrie Eiffel pela janela do quarto que nem vira o ruivo entrar, só sentira sua presença quando o mesmo lhe envolvera a cintura com os braços musculosos, fortes e quentes.

Gaara trilhara beijos desde o ombro, passando pelo pescoço e parando na orelha de Ino.

–- Parece que você voltou ao normal, agora. — Ino murmurou ao sentir uma leve mordida no lóbulo de sua orelha.

–- Sim e tenho uma notícia.

–- Diga.

–- Sua mãe melhorou.

–- Graças a Deus e a ti. — Ino relaxara, fazia alguns dias que não tinha notícias de sua mãe — Como poderei te agradecer.

–- Fique mais comigo, mesmo depois dessa semana acabar.

–- Eu fico. — Ino murmurou rapidamente, não havia um motivo pra querer se afastar dele tão cedo assim.

–- Eu amo você. — fora a resposta dele. Gaara não sabia o que sentia exatamente pela lora, vira diversas vezes casais de amigos seus dizendo que todos os “siintomas” que ele estava sentindo eram de amor, então, achou que disse certo.

Ino estava atordoada, ela ouvira certo? Não, não poderia. Ele nunca diria isso, nem nos sonhos mais bonitos que poderia ter com ele.

Para confirmar o que dizia ele a virou de frente pra si.

–- Eu a amo. — dissera novamente, em um tom mais alto.

Sem esperar por uma resposta ele a beijara. Beijara, desta vez, com calma e de um modo apaixonante. Como se não houvesse pressa.

Quando ia pega-la no colo seu celular começara a tocar, fúrioso ele o jogara em um canto qualquer. Logo o dito celular se calara. Então Gaara a pegara no colo e a colocara sobre a enorme cama.

Tirara-lhe todas as roupas devagar, assim como as suas, dera-lhe beijos por todas as partes possíveis. Provando cada parte doce do corpo da loira que suspirava a cada nova carícia.

Ele a penetrara devagar, indo em um ritmo lento no começo mas logo ganhara força e a virilidade que somente ele tem, Chegaram lá alguns minutos depois, gritnado e urrando pelo prazer que só eles conseguiam ter, juntos.

Gaara caíra ao lado de Ino, a puxara para si e a ouvira murmurar:

–- Eu também te amo.

Os dois adormeceram alguns minutos depois.

No meio da madrugada o telefone de Gaara voltara a tocar, rapidamente o ruivo o atendera.

–- O que queres, Sasuke?

–- Como o idiota ai não me deixou acabar de falar sobre como anda a mãe dela, eu to lignado agora, infernos!

–- Diga logo. — Gaara mandara frio.

–- Ela teve uma melhora como te falei mas, hoje de manhã ela morrera.

Gaara desligara o telefone e ficara perplexo.

MERDA! MERDA! MERDA!

Tudo estava indo tão bem, revoltado e um pouco comovido ele fizera mais algumas rápidas ligações e acordara Ino.

–- O que foi? — ela murmurara sonolenta.

–- Vamos voltar para os EUA. Agora.

–- Por quê?

–- Sua mãe morreu.

Notas finais
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