O garoto trancou a porta.

Sorriu malicioso, olhando para baixo, ainda an porta. A chave na mão provava a ele mesmo que tinha o controle da situação. E de Do Eun.

A menina cruzou os braços.

-Você não ia brincar de médico comigo?

-Oh, claro. — ele tirou do bolso o bisturi. aquilo sempre o acompanhava, aonde quer que fosse. -Eu ia me esquecendo. — Ele riu.

Passou-o na língua, acabando por cortá-la. Mas ele pareceu não se importar.

-O que você tá fazendo com isso?! — ela balançou o dedinho.- Você pode machucar alguém! — Kim apenas riu.

-Essa é a intenção. — Ela cruzou os braços.

-Não quero mais brincar. — ela andou à porta, e ele balançou a chave.

-Mas eu quero. — lambeu os lábios, deixando-os vermelhos de sangue. — E eu tenho a chave.

-Mas eu não.

-E eu com isso?! — Kim estava começando a se irritar.

-Eu vou contar pra minha mãe.

-A porta tá trancada.

-Eu vou ligar pra ela. — Do Eun tirou o celular de dentro da boneca(?) e discou.

-Aqui não tem sinal sua pentelhinha. — ele riu de novo.

-Se você encostar em mim eu grito! — ela encarou. Onze anos na cara e tentava encará-lo.

-Mas eu quero que você grite. — O moreno testou o fio do bisturi na pele. — Mais alguma pergunta?

-Não vou brincar.

-Ainda achando que é brincadeira? — Ele a empurrou para a parede. — Então você vai ser o brinquedo.

-Não vou não. — ela sorriu, inocente. Pegou a boneca e apontou. — Isso é um brinquedo. não eu seu burro.

-Mas eu quero brincar com você.

-Mas eu não.

-Eu sim.

-Eu não.

-Ah fica quieta. — ele a jogou em cima da cama.

Notas finais
PS.: Kim tem 15 tá.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!