Innocence

17 Capítulo 16 - Everything Changing


Notas iniciais
Ei Surpresas nesse capítulo, haha 'o'

Edward POV.


O que Bella estava fazendo parada, naquele exato momento, na entrada da lanchonete? Eu estava prestes a levantar para ir lá, perguntar-lhe se tudo estava bem, mas ela simplesmente virou-se e saiu.

E eu não podia ir atrás dela, porque eu, meu pai, e mais dois colegas de trabalho, estávamos conversando sobre a cirurgia dessa manhã. Então, eu teria de esperar até logo para poder perguntar o que fazia ali.

Estava distraído, quando, no bolso do meu jaleco, meu celular vibrou. Pedi licença ao pessoal e o peguei.

“Precisamos conversar. B.”

Bella queria conversar comigo. Mas... aonde? Quando?

Agradeci quando o horário de almoço terminou, porque assim, enquanto caminhava para o consultório, eu podia ligar para Bella.

- Edward? – murmurou.

- Bella, eu recebi sua mensagem.

- É... Depois que eu enviei, percebi que não estabeleci dia nem lugar...

- Sim – ri. – E é justamente por isso que estou ligando para você.

- Você se importa de me encontrar na Starbucks que fomos aquele dia? – perguntou. – Hoje, se possível? O que eu tenho para falar com você é realmente importante.

- Tudo bem – murmurei. – Eu vou sair do trabalho mais cedo hoje, às seis e meia, e então nos encontraremos lá.

- Então, até lá, Edward.

- Até.

Eu permaneci todo o dia ansioso, tentando imaginar o que Bella poderia querer falar comigo. Fiquei extremamente aliviado quando meu último paciente saiu. Agitado, arrumei minhas coisas rapidamente e me despedi da Bree, já me dirigindo até o estacionamento.

Eu estava extremamente curioso para saber o que Bella poderia querer falar comigo.

Bella POV.

Need You Now – Lady Antebellum

Seis horas.

Eu estava sentada na caminhonete, perto da Starbucks, esperando que desse o horário para eu sair. Rosalie já havia me ligado e eu dissera a ela que iria contar tudo hoje. Ela me disse que estaria esperando em casa e que estava torcendo para que tudo desse certo.

Seis e quinze.

O resultado do exame estava em minha bolsa, para o caso de Edward duvidar.

Memórias perfeitas

Espalhadas por todo o chão

Alcançando o telefone porque eu não consigo lutar mais.

E eu me pergunto se eu já passei pela sua mente

Para mim isso acontece o tempo todo

Seis e vinte e cinco.

Não aguentei mais esperar. Desci da caminhonete, adentrei o local e escolhi uma mesa mais afastada. Pedi apenas um suco de limão, porque não conseguia pensar em comer nada, já que andava muito enjoada.

Eram seis e quarenta e cinco quando Edward chegou. Ele acenou para mim e logo veio se sentar na cadeira a minha frente.

- Oi, Bella – sorriu, embora parecesse um pouco ansioso.

São uma e quinze, estou completamente só e preciso de você agora.

Disse que eu não viria,

mas perdi todo o controle e preciso de você agora.

E não sei como sobreviver, só preciso de você agora.

- Olá, Edward.

Ele pediu um suco de laranja e um pedaço de torta. Perguntou-me se eu queria alguma coisa, mas eu neguei.

- Então, pode falar – disse-me. – Eu estou extremamente curioso.

- Acho melhor você comer primeiro – ri, nervosa.

Ele me olhou, como se quisesse que eu dissesse de uma vez, mas assentiu.

Eu fiquei assistindo-o comer, enquanto tomava meu suco ainda. Estava nervosa, enjoada e com uma leve dor de cabeça.

Outra dose de uísque,

não consigo parar de olhar para a porta.

Desejando que você entrasse arrebentando da maneira que fazia antes.

E eu me pergunto se eu já passei pela sua mente.

Para mim isso acontece o tempo todo.

Cogitei jogar o exame na mesa e sair correndo, mas nem coragem para isso eu tinha. E também não estava em condições de correr, porque estava grávida. Eu não podia me dar ao luxo de cair.

Quando Edward terminou, restando apenas o suco, ele me encarou.

Eu respirei fundo e fechei os olhos. Depois, retornei a abri-los.

Estava na hora de contar.

- Edward... – murmurei.

- Sim?

- Eu... Eu... – Uma súbita vontade de vomitar me atingiu e eu me vi correndo para o banheiro. Agora todo o lanche que eu havia comido a tarde iria embora.

São uma e quinze , estou meio embriagado

E eu preciso de você agora.

Disse que não ia ligar mas perdi todo o controle e preciso de você agora.

E não sei como sobreviver, eu só preciso de você agora.

Cinco minutos depois eu estava saindo do banheiro, certa de que estava pálida. Edward estava na porta do banheiro e me encarou, ansioso, assim que saí.

- O que foi? – indagou-me.

- Vamos embora daqui? – pedi. – Eu só vou pegar a conta e podemos sair, porque esse cheiro...

- Eu já paguei – informou-me. – Agora, Bella, por favor, diga-me logo o que está acontecendo, porque eu realmente não estou entendendo nada.

- Estou grávida, Edward – soltei. – Eu estou grávida. É isso que está acontecendo.

Sim, eu prefiro me magoar do que não sentir nada.

São uma e quinze ,estou completamente só e preciso de você agora.

Eu disse que não ligaria mas estou meio embriagado e preciso de você agora.

E não sei como sobreviver, eu só preciso de você agora.

Eu só preciso de você agora.

Oh, amor, eu preciso de você agora.

Pronto. Eu havia falado.

Edward POV.

Assim que eu terminei de comer, encarei Bella, esperando que ela falasse logo o que estava acontecendo.

- Edward... – murmurou.

- Sim? – disse apenas. Não queria estender nada. Só queria que ela me falasse logo qual era o problema, porque eu realmente estava ansioso. E curioso.

- Eu... Eu... – Bella se levantou e saiu correndo em direção aos banheiros. Rapidamente deixei o dinheiro na mesa e fui atrás dela.

Alguns minutos depois, Bella saiu do banheiro, parecendo extremamente pálida.

- O que foi? – indaguei-a.

- Vamos embora daqui? – pediu. – Eu só vou pegar a conta e podemos sair, porque esse cheiro...

- Eu já paguei – cortei-a. Eu já não agüentava mais. Precisava saber. E Bella só ficava enrolando. – Agora, Bella, por favor, diga-me logo o que está acontecendo, porque eu realmente não estou entendendo nada.

- Estou grávida, Edward – disse, fazendo-me congelar. – Eu estou grávida. É isso que está acontecendo.

Eu a encarei, esperando que ela desmentisse ou começasse a rir. Só que tudo parecia se encaixar: o fato de ela estar pálida, de ter corrido para o banheiro, de parecer cansada...

- Há quanto tempo você sabe? – indaguei. Porque se ela soubesse desde o meu aniversário...

- Eu não sabia no dia do seu aniversário – murmurou, como se adivinhasse meus pensamentos. – Eu fiz o exame na quinta antes do seu aniversário, mas só peguei o resultado na segunda.

- Por que não me contou antes, Bella? – sussurrei, encostando-me na parede. Deus! Eu ia ser pai!

- Porque eu estava assustada. – Eu vi que seus olhos se encheram de lágrimas e imediatamente me chamei de idiota. Ela estava grávida e provavelmente achava que eu ia culpá-la ou xingá-la... – E tive que ir resolver o problema com meu emprego e conversar com o reitor da faculdade.

Assenti.

- Eu... – suspirou. – Eu estou com o exame de sangue que eu fiz, se você quiser dar uma olhada. E marquei uma consulta com uma obstetra para a quarta, às quatro da tarde.

- Ok.

- Sabe, Edward – começou –, eu relutei muito essa semana, sobre te contar ou não. Só que você tinha o direito de saber... E eu já fiz minha parte. Eu te contei. Agora, olha, sério, você tem sua noiva, tem sua vida, o sonho de criar uma família com ela, então você não precisa assumir esse filho obrigatoriamente.

- Eu quero assumir esse filho, Bella – disse, firme. – É meu, e... Deus! Eu vou ser pai.

De repente, eu me encontrava sorrindo igual a um bobo. Eu seria pai.

Então, lembrei-me do que Bella falou; noiva.

Tanya.

Eu iria ter que contar para ela.

Respirei fundo, tentando empurrar isso para o fundo da minha mente.

- Você está com... – Fiz as contas rapidamente em minha mente. – Seis semanas, certo?

- Sim – sorriu.

Eu a encarei por alguns minutos, vendo como ela ficava ainda mais linda sorrindo. E aquele brilho... Eu tinha certeza de que ela ficaria ainda mais linda quando estivesse com a barriga grande.

- Vamos embora, então?

Ela assentiu e começou a andar ao meu lado.

- Eu vou te levar para casa, Bella – disse.

- Não precisa – corou. – Eu estou com a minha caminhonete.

- Não – disse firme. – Eu quero poder conversar com você um pouco mais sobre a gravidez. Você me dá a chave e amanhã eu venho aqui e pego para você.

Ela olhou-me e abriu a boca, mas acabou assentindo. Eu abri a porta do carona para ela e dei a volta.

- Então – disse, enquanto dirigia calmamente –, você anda se sentindo muito mal?

- Só enjoos e tonturas – disse-me, dando de ombros. – Mas é normal. Além de muito sono, também. Eu nem consigo mais tomar café da manhã direito, porque volta. Às vezes a tarde e a noite também.

- Sim – sorri. – Você sabe que não vou poder tomar café mais, certo?

- Sim – bufou.

Eu ri um pouco, ainda maravilhado com tudo. Estacionei à porta do prédio de Bella e ela sorriu para mim, agradecida.

- Obrigada, Edward.

- Eu passo aqui na quarta, ok? – disse. – Você marcou com uma obstetra boa, Bella? Porque eu posso olhar com meu pai e alguns amigos...

- Ah, não se preocupe – riu. – Rose que me passou o nome. Ela me disse que ela também é ginecologista e sua mãe e de Alice.

- Ótimo. E você tem seguro-saúde?

- Sim – revirou os olhos.

Eu assenti.

- Qualquer coisa me ligue, por favor? – pedi. – Qualquer coisa.

- Eu ligo. Até quarta, Edward.

- Até, Bella – sorri. Eu a vi saindo do carro e só parti quando ela entrou no prédio.

Eu seria pai.

Pai de um filho de Bella.

Eu mal conseguia acreditar nisso.

Bella POV.

Eu nem conseguia acreditar que Edward tinha aceitado tudo e não tinha duvidado de mim. Quando eu contei para Rose, ela se mostrou contente, dizendo-me que sabia que Edward não iria decepcioná-la.

Na terça de manhã eu amanheci muito bem, sem enjoo nem tontura. Consegui comer e manter a comida também. Edward me ligou na hora do almoço, para perguntar como eu estava me sentindo e me ligou a tarde, na hora de seu intervalo. A noite ele me ligou também, falando-me que passaria às três e meia para me pegar no dia seguinte.

Na quarta, porém, eu acordei muito enjoada. Tão enjoada que eu permaneci deitada na cama, embrulhada, com os olhos fechados com força.

Rose veio ver como eu estava e dizer que estava indo para o trabalho. Ela relutou um pouco quando viu que eu não estava bem, mas se acalmou quando eu disse que era apenas um enjoo.

Porém o enjoo só piorava, e, não aguentando mais, eu peguei meu celular e liguei para Edward.

- Bella?

- Oi, Edward.

- Você está passando mal? – indagou-me.

- Enjoo. – Fiz careta. – Muito forte. Ainda não me levantei. Eu liguei para você me passar um remédio para eu tomar...

- Eu acho melhor irmos à médica primeiro, Bella. Espera alguns minutinhos e, se não melhorar, você me liga e eu te passo o remédio, ok?

- Tudo bem – murmurei. – Eu vou tomar banho agora, ver se melhora.

- Claro – riu. – Nos vemos mais tarde, certo?

- Sim. Desculpe-me te atrapalhar no trabalho.

- Eu te disse, Bella. Você pode me ligar a qualquer hora. Mesmo.

Eu sorri com isso, mas me repreendi. Edward estava assim por causa do bebê. Apenas por causa disso.

_

No fim das contas, o enjoo diminuiu e eu consegui comer um pouco. Às três da tarde eu já estava pronta, depois de ter comigo um pouco de salada de frango. Edward passou às três e meia e me encheu de perguntas.

Nós fomos até o consultório e eu comecei a ficar ansiosa. Eu veria meu bebê. Eu ouviria seu coração. Só de pensar nisso meu coração acelerava.

- Acabou que você não viu o exame que eu fiz – ri, enquanto ele me ajudava a descer do carro.

- Eu nunca duvidei de você, Bella. – Ele me puxou em direção ao consultório.

- Obrigada – murmurei baixinho, tendo apenas um sorriso em resposta.

A sala de espera não estava muito cheia e logo Susan Adams, minha obstetra, nos chamou. Edward apertou minha mão e me puxou em direção à sala.

- Boa tarde. – A Dra. Adams sorria enquanto apontava as cadeiras para gente.

Edward puxou uma cadeira para mim e logo depois se sentou, sorrindo o tempo todo. Eu abri minha bolsa e peguei o exame, estendendo-o para a Dra. Adams.

- Eu... – murmurei, um pouco envergonhada. – Eu acho que a taxa de hormônio está muito alta, Dra. Adams, para uma gravidez de pouco mais de seis semanas.

Edward pareceu ficar um pouco tenso com isso, olhando-me como se me culpasse por não ter dito isso antes.

- Bom, querida – sorriu –, eu tenho uma teoria, mas vou precisar que você se deite ali e puxe a blusa até um pouco abaixo do sutiã, por favor.

Eu assenti.

Edward se manteve calado enquanto me ajudava a deitar. Ele sorriu um pouco e segurou minha mão esquerda, depois de eu ter puxado minha camisa e exposta minha barriga ainda lisa.

- Desabotoe o botão de sua calça e abaixe o zíper, por favor.

Eu fiz isso, tentando não corar por saber que Edward estar vendo – mesmo ele tendo visto, tocado e beijado muito mais do que isso. Senti o gel em meu ventre e fiquei olhando a tela, ansiosa.

E então, eu vi. Parecia mais como um borrão para mim – tinha estudado apenas a parte teórica da medicina –, mas eu entendia algumas coisas.

- Oh. – A Dra. Adams sorria. – Parece que encontramos o problema da taxa hormonal, queridos.

Eu olhei para Edward, que também sorria, e depois para a tela, fitando-a com atenção.

- Oh, meu Deus! – murmurei. – Gêmeos? Eu estou grávida de gêmeos?

- Sim – riu.

Eu não consegui conter as lágrimas, principalmente quando ouvi os dois corações. Percebi que Edward também se emocionara e ficou o tempo todo ali, ao meu lado, segurando minha mão e olhando para mim e para a tela. Susan – como pediu que a chamássemos – nos deu licença por alguns minutos e nós ficamos ali, ouvindo os corações de nossos bebês.

Eu ainda nem conseguia acreditar que seria mãe.

E de gêmeos.

Depois que Susan voltou, eu limpei o gel que estava em minha barriga, abotoei o jeans e arrumei a blusa. Edward me ajudou a descer e nós tornamos a nos sentar. Ela me perguntou sobre o enjoo, minha alimentação, o cansaço e tudo o mais. Eu pedi que ela me receitasse um remédio para os enjoos, porque eles realmente estavam acabando comigo pela manhã. Eu lhe perguntei sobre viagens, por meus pais morarem em Londres, e ela me disse que no começo eu só ficaria enjoada, mas que não recomendava uma viagem para quando estivesse no fim da gravidez. Depois que eu marquei um retorno para dali a duas semanas – ela queria me acompanhar no dia que eu fizesse cada mês – fomos embora.

- Edward – disse, assim que paramos em frente ao meu prédio. – No fim de semana que vem, estarei indo viajar...

- Para onde? – indagou-me, confuso.

- Contar aos meus pais sobre os bebês.

- Eu vou com você – disse.

- Não precisa... Eu não quero atrapalhar.

- Bella, eu vou com você – insistiu. – Além de não querer que viaje sozinha, quero estar ao seu lado enquanto conta para seus pais.

- Tudo bem – bufei. – E acho que devemos contar para seus pais nesse fim de semana...

- Também acho. Vou marcar um jantar com todos para o sábado, tudo bem?

Assenti.

- Até sábado, então, Bella.

Ele acenou e esperou que eu entrasse.

Dentro do elevador, eu sorri imensamente e acariciei minha barriga.

Eu estava grávida.

De gêmeos.

Edward POV.

Gêmeos.

Eu mal podia acreditar nisso.

Cheguei em casa, sorrindo feito um bobo, mas parei de sorrir assim que me lembrei que teria que contar para Tanya logo.

Contaríamos para os meus pais no sábado, então decidi que no domingo seria o melhor dia para contar tudo para Tanya. Queria poder viajar em paz, com a consciência limpa.

Peguei meu celular e disquei os números dela.

- Oi, amor – murmurou, assim que atendeu.

Ignorando a boa educação que sempre tive, respirei fundo e fui direto ao assunto:

- Tanya, venha aqui no domingo à noite, por favor. Nós temos um assunto sério a tratar.

Notas finais
N/A: Ei, babies. Eu sei que fui um pouquinho má por parar nessa parte, mas eu realmente quero deixar todas as conversas para o próximo capítulo. E, também, o capítulo já estava com um tamanho considerável. O que acharam? ‘o’ O Edward reagiu bem? Exatamente como vocês esperavam? Eu gostei, sinceramente. Ele ficou um pouquinho assustado, mas ficou animado com a ideia de ser pai. E a Tanya? Será que ela vai reagir bem? Um spoiler, para deixarem vocês um pouquinho curiosos, ahsiuasiuh. SPOILER: E era nessas horas que eu fechava os olhos e respirava fundo, porque Tanya nunca parecia estar disponível quando eu queria conversar com ela. (...) - Mãe... Pai... – Respirei fundo, pensando em como iria dizer isso para eles. – Eu... Eu vou ser pai. (...) - Tanya... – Eu ainda segurava seus ombros, impedindo-a de se aproximar. – Eu sinto muito, mas... - Edward, por favor, pare de enrolar e diga logo – riu. - Eu te traí. (...) A campainha tocou e eu estranhei isso, porque o porteiro não havia avisado nada. Terminei de pentear meus cabelos rapidamente e segui até a porta da sala. Provavelmente Rose tinha se esquecido das chaves. Mais uma vez. Abri a porta. Eu não tinha um espelho na minha frente, mas tinha certeza de que meus olhos estavam arregalados e minha boca aberta. - Olá, Isabella. -x- Curiosos? Comentem, comentem! o/ Beijos, beijos Deh C. PS: Indicação de fanfic: Dreams, da Friida Cullen. Eu realmente recomendo http://fanfiction.com.br/historia/126131/Dreams / Fla N/B: sua bixa loca, desalmada e sem coração *VOUCRYAR*