Innocence

13 Capítulo 12 - Surrendering


Edward POV.

- Tem certeza de que você realmente tem que ir? – perguntei, pelo telefone, exausto.

- Sim, Edward. – Tanya respondeu. – É trabalho. Eu estou trabalhando o máximo que posso para poder ficar com o bebê depois que ele nascer.

- Tudo bem, então – murmurei. – Tenho que ir. Até mais.

Eu desliguei sem esperar que Tanya respondesse. Ela nem havia mencionado o casamento, mas eu pouco estava ligando para isso – eu já não me via mais casado com alguém como Tanya.

Hoje, simplesmente, ela me ligara, falando que iria viajar e ficaria uma semana fora. Não que fizesse alguma diferença, já que eu mal a via desde setembro – nem sexo fazíamos mais.

Era um sábado, hoje a tarde Bella e eu havíamos saído, e tínhamos nos divertido muito. Era impossível não sorrir perto dela, com ela, do sorriso dela.

Estava distraído, perdido em pensamentos, quando escutei meu celular tocar.

Era uma mensagem.

De Bella.

Reserve um dia para que possamos conversar. É urgente. B.

Eu franzi a testa. Tínhamos nos visto mais cedo e ela não dissera nada. Confuso, disquei o número de seu celular.

- Edward? – A voz dela parecia estar… embargada? – Eu…

- Se você quiser, podemos conversar agora.

- Agora? Pode ser amanhã? Eu estou com um pouco de dor de cabeça…

- Tudo bem – suspirei.

- Ok. Então… Aqui ou aí? Eu posso fazer um almoço para nós dois e depois podemos conversar.

- Aqui – afirmei. Assim nossa conversa não poderia ser interrompida por Rosalie, Emmett ou outra pessoa. – Diga-me o que você quer fazer, que eu compro os ingredientes.

- Eu compro – murmurou. – Sem discussões. Até amanhã, Edward.

- Até. Apareça aqui lá pelas onze da manhã.

Bella murmurou um ‘ok’ e desligou. Eu fiquei somente ali, imaginando o que ela poderia querer conversar comigo.

_

Apesar de não ter conseguido dormir bem naquela noite, eu acordei cedo. Permaneci ansioso, durante toda a manhã – assim como tinha ficado a noite –, tentando imaginar o que Bella poderia querer falar comigo de tão urgente assim.

Eram dez e meia e eu já estava pronto. Vestia apenas uma calça jeans e uma blusa casual. Não estava tão frio assim; era maio, estávamos na primavera. Procurei ajeitar a casa o máximo que pude, embora ela não estivesse assim tão bagunçada, já que eu tinha uma faxineira que vinha aqui uma vez por semana.

Eram onze e quinze quando o porteiro me informou que Bella estava lá embaixo. Eu corri para a porta, ficando ali, a espera dela. Ela saiu do elevador – linda, como sempre – carregando algumas sacolas e eu corri até ela, pegando-as.

- Oi, Bella – sorri.

- Olá, Edward. – Ela tentou sorrir, mas parecia mais uma careta. – Eu não sabia o que você tinha aqui, então trouxe algumas coisas...

- Você deveria ter me dito – suspirei, já deixando as compras na cozinha. – Afinal, a casa é minha, as coisas vão ficar aqui...

- Não se preocupe – riu. – Bom, posso começar a fazer?

Eu observei Bella cozinhando, admirando-a o tempo todo. Ela parecia tão acostumada a estar ali, movendo-se de forma graciosa – tropeçando, claro – e nunca hesitando antes de adicionar algum ingrediente.

- Eu estou fazendo uma torta de frango, acompanhada de salada – disse-me. – Tudo bem?

- Ótimo – sorri. – Se você não viesse aqui, provavelmente eu comeria uma bobeira qualquer.

- Sim, sei disso – sorriu também, embora não fosse o sorriso que eu estivesse acostumado a vê-la dar. Ela parecia... tensa demais.

Eu arrumei a mesa, quando Bella avisou que tudo estava quase pronto, e fiquei somente esperando. Ajudei-a a servir e comemos em silêncio – não era um silêncio incômodo, entretanto.

Bella insistiu para arrumar a cozinha quando terminamos, então fizemos um acordo. Ela lavava e eu enxugava e guardava. Depois, sentamo-nos no sofá e eu assisti Bella torcer as mãos nervosamente.

- Então... – murmurei. – Pode falar.

- Olha, Edward. – Bella suspirou, parecendo nervosa. – Eu andei pensando muito, muito mesmo, e eu não peço que você me julgue, por favor.

- Claro, Bella – assenti. – Agora, pode me dizer o que está acontecendo? Eu estou meio que ficando nervoso aqui.

- Eu... – murmurou, fechando os olhos. Quando ela os abriu, percebi que estavam tomados pelas lágrimas. – Eu sinto muito, mas não posso, simplesmente não posso, carregar o seu bebê e da Tanya.

Eu fiquei parado por alguns minutos, assimilando tudo o que Bella havia dito. Eu deveria ficar bravo, afinal, ela tinha dito que sim e depois que não, mas eu parecia... aliviado.

Eu não sabia o que diria, mas Bella não esperou a minha resposta. As lágrimas transbordaram de seus olhos e ela se levantou, virando de costas para mim.

- Desculpe – soluçou. – Eu só... É demais.

- Bella. – Eu me levantei e corri até ela. – Bella, olhe para mim.

- Não. – Sua voz não passava de um sussurro. – Eu... Não.

- Bella...

Eu realmente queria que ela me explicasse o motivo do choro. Seria só a culpa de ter que dizer não? Ela tinha todo o direito de negar.

Então, eu a peguei pela cintura e a virei delicadamente para mim. Os olhos de Bella estavam tomados pelas lágrimas e seu rosto estava vermelho. Ela andou para trás, até encostar-se a uma parede e eu fui até ela, prendendo as mãos na parede, uma de cada lado do seu rosto, para que ela não fugisse de mim.

- Por favor – pedi. – Diga-me porque, exatamente porque, você está chorando, Bella.

- Eu... – sussurrei. – Eu não posso.

- Por favor...

Mas eu simplesmente não consegui mais pedir. Bella tinha os olhos fechados, os lábios entreabertos... Ela estava tão linda.

Era impossível não querer beijá-la.

E eu não fiquei somente na vontade. Inclinei meu corpo um pouco mais para baixo, ergui seu queixo, e com toda a delicadeza, beijei-a.

Bella POV.

Eu não dormi bem naquela noite; eu só conseguia pensar que amanhã eu iria falar com ele. Dizer a ele que eu sentia muito, mas não podia – não conseguia – carregar o filho dele com outra mulher.

Iria doer mais do que eu poderia suportar.

Acordei cedo no domingo – embora só tivesse conseguido dormir quando já estava amanhecendo. Me vesti rapidamente e segui até um supermercado; comprei algumas coisas e segui até a casa de Edward.

Quando eu saí do elevador, eu vi Edward, e tentei não chorar. Não sabia como iria dizer aquilo para ele – não fazia a mínima ideia. Então, apenas deixei que ele pegasse as sacolas e dissesse alguma coisa.

- Oi, Bella – sorriu.

- Olá, Edward. – Tentei sorrir, mas, pela cara de Edward, não consegui convencê-lo muito bem. – Eu não sabia o que você tinha aqui, então trouxe algumas coisas...

- Você deveria ter me dito. – Nós entramos e ele se dirigiu até a cozinha, onde deixou as sacolas. – Afinal, a casa é minha, as coisas vão ficar aqui...

- Não se preocupe – ri. – Bom, posso começar a fazer?

Eu procurei ignorar os olhares de Edward enquanto cozinhava. Abri a boca diversas vezes, mas eu não sabia como dizer. Só de pensar na decepção dele... eu sentia meu coração partir.

- Eu estou fazendo uma torta de frango, acompanhada de salada – disse. – Tudo bem?

- Ótimo – sorriu. – Se você não viesse aqui, provavelmente eu comeria uma bobeira qualquer.

- Sim, sei disso. – Eu estava tentando ao máximo. Não queria que ele percebesse que eu estava muito nervosa e tensa.

Edward arrumou a mesa e me ajudou a servir. Comemos em silêncio; eu não conseguia parar de pensar em como e o que diria a ele.

Arrumamos a cozinha e depois fomos até a sala. Só assim observei como o apartamento dele era bonito. Tentei não olhar para algumas fotos que ele tinha com Tanya – certamente, isso acabaria comigo.

- Então... – Edward tirou-me de meus devaneios. – Pode falar.

- Olha, Edward – suspirei. – Eu andei pensando muito, muito mesmo, e eu não peço que você me julgue, por favor.

- Claro, Bella – assentiu. – Agora, pode me dizer o que está acontecendo? Eu estou meio que ficando nervoso aqui.

- Eu... – Eu não ia conseguir; sabia disso. Não podia falar isso com Edward. Iria acabar com ele. Iria acabar comigo. – Eu sinto muito, mas não posso, simplesmente não posso, carregar o seu bebê e da Tanya.

Eu esperei pelo momento em que Edward iria começar a gritar comigo, brigar e me xingar de todos os palavrões existentes em todas as línguas que ele conhecia. Quando percebi que ele só estava parado, me observando, deixei que as lágrimas e soluços escapassem – eu os estive segurando desde o momento que eu acordei.

Virei-me de costas para Edward. Eu simplesmente não podia ler a decepção em seu rosto.

- Desculpe – solucei. – Eu só... É demais.

- Bella. – Eu senti a presença de Edward atrás de mim, mas não me virei. – Bella, olhe para mim.

- Não. – Eu não podia olhá-lo. Simplesmente não podia. – Eu... Não.

- Bella...

Então, Edward me pegou pela cintura e me virou para ele. Eu tentei me afastar – não conseguia olhá-lo –, mas Edward me prensou na parede, impedindo-me de fugir.

- Por favor. Diga-me porque, exatamente porque, você está chorando, Bella.

Porque eu te amo, Edward. E eu não sou capaz de lhe dar algo que você quer, pois sou egoísta demais para isso.

- Eu... Eu não posso.

- Por favor...

Eu fechei meus olhos, porque não podia suportar olhar para ele enquanto ele me pedia algo daquela forma.

Eu não me permiti ficar olhando para Edward, porque não podia ser capaz de contar a ele que não podia carregar seu filho com a Tanya porque o amava. Simplesmente, ele riria de mim ou algo do tipo.

E isso eu não podia suportar.

Porém, vê-lo me prender na parede, e pedir ‘por favor’ daquele jeito estava acabando comigo. Eu não podia negar com ele me pedindo daquele jeito...

Aerosmith — I Don't Wanna Miss A Thing

Só que antes que eu pudesse abrir a boca e finalmente admitir – admitir que eu o amava, que eu o queria, mas que sabia que nunca o teria – ele colocou uma mão em meu queixo, o ergueu, e me beijou.

Imediatamente, tudo o que eu havia ido fazer ali, ficara para trás. Porque quando Edward me beijava eu me esquecia de tudo, absolutamente tudo.

Eu poderia ficar acordado só para ouvir você respirando

Observar você sorrir enquanto está dormindo

Enquanto você está longe e sonhando

Eu poderia passar minha vida nessa doce rendição

Eu poderia continuar perdido neste momento para sempre

Todo momento que eu passo com você

É um momento que eu valorizo

Naquele momento, não me importava se ele não me amava, se ele estava agindo porque, provavelmente, estava carente. Não me importava com sua noiva, com bebês, com emprego, com dinheiro, com faculdade.

Era Edward ali.

E tudo isso era o que importava, porque eu não sabia se algum dia ele beijaria daquele jeito de novo.

Então, aproveitei. Puxei seus cabelos, acariciei sua nuca e arranhei. O gemido baixo que Edward soltou, descontrolou-me ainda mais. Não pareceu ser só a mim, porque Edward se separou do meu beijo, apenas para passar para meu pescoço. Ele o mordiscou e eu joguei a cabeça para trás, gemendo baixinho.

Não quero fechar meus olhos

Eu não quero pegar no sono

Porque eu sentiria a sua falta, baby

E eu não quero perder nada

Porque mesmo quando eu sonho com você

O sonho mais doce nunca vai ser suficiente

E eu ainda sentiria a sua falta, baby

E eu não quero perder nada

- Deus. – Edward murmurou, ainda trabalhando no meu pescoço. – Eu te quero tanto...

Aquelas palavras me chocaram um pouco; eu não imaginava que ele fosse me querer.

- Eu também... – murmurei em resposta.

Isso pareceu estimulá-lo. Edward voltou a me beijar, puxando-me ainda mais para ele. Eu apertei-o contra mim o máximo que pude e não consegui evitar um gemido alto quando senti sua ereção pressionada a mim.

Repousando perto de você

Sentindo o seu coração bater

E imaginando o que você está sonhando

Imaginando se sou eu quem você está vendo

Então eu beijo seus olhos e agradeço a Deus por estarmos juntos

Eu só quero ficar com você

Neste momento para sempre, sempre e sempre

As minhas mãos desceram por suas costas e pararam no final da blusa, puxando-a para cima. Edward me observava com os olhos brilhando, enquanto me ajudava a tirar sua camisa.

Eu acariciei, beijei e mordisquei seu peitoral.

Edward, de repente, pegou-me pela bunda e eu imediatamente entendi, enlaçando minhas pernas em sua cintura. Isso pareceu aumentar a fricção e nós dois gememos.

Não sabia para onde ele estava nos levando e nem me importei em perguntar; o lugar não me importava, eu só queria estar com ele.

Senti que Edward me deitava em algo macio, e eu abri os olhos quando ele passou a beijar o meu pescoço, vendo que estávamos em seu quarto.

Não quero fechar meus olhos

Eu não quero pegar no sono

Porque eu sentiria a sua falta, baby

E eu não quero perder nada

Porque mesmo quando eu sonho com você

O sonho mais doce nunca vai ser suficiente

E eu ainda sentiria a sua falta, baby

E eu não quero perder nada

Suas mãos foram até os botões da minha blusa e eu joguei a cabeça para trás, arfando. Senti suas mãos passeando pelos meus seios, por minha barriga, chegando a cintura e voltando... Eu mesma terminei de retirar a blusa, sem me importar em estar apenas com um sutiã rosa.

- Edward... – gemi.

- Oh, Bella... – murmurou. – Você é tão linda. Não, você é tão mais que linda.

Eu levei minhas mãos até o peitoral dele, arranhando-o de leve e arrancando outro gemido alto. Depois desci até o botão de sua calça e a abri. Edward se levantou, retirou a calça – e foi impossível não corar quando eu vi o volume da sua cueca – e aproveitou para retirar meus tênis e meias.

Não quero perder um sorriso

Não quero perder um beijo

Eu só quero ficar com você

Bem aqui com você, apenas assim

Eu só quero te abraçar forte

Sentir seu coração tão perto do meu

E só ficar aqui neste momento

Por todo o resto dos tempos

Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah!

Eu estava louca para tê-lo.

Não me importava que Edward estivesse só fazendo sexo. Eu estava fazendo amor, e guardaria esse momento comigo para sempre. Não me importaria agora com as conseqüências, não me importaria com nada.

Eu só queria tê-lo.

Pelo menos uma única vez.

Senti Edward abrindo o botão da minha calça jeans e logo ela estava deslizando pelo meu corpo. Eu fiquei apenas o olhando, enquanto ele acariciava e beijava meu tornozelo, meu joelho, minha coxa...

Não quero fechar meus olhos

Eu não quero pegar no sono

Porque eu sentiria a sua falta, baby

E eu não quero perder nada

Porque mesmo quando eu sonho com você

O sonho mais doce nunca vai ser suficiente

E eu ainda sentiria a sua falta, baby

E eu não quero perder nada

Não quero fechar meus olhos

- Edward! – gemi, quando ele beijou minha virilha.

- Você é... – Mais um beijo. – Perfeita, Bella.

- Por favor... – pedi.

Para apressá-lo, levei uma de minhas mãos até seu membro e o acariciei por cima da cueca, fazendo-o grunhir. Edward rapidamente retirou minha mão de seu membro e roçou nossas intimidades – ainda cobertas pelas roupas íntimas.

O gemido alto que eu soltei pareceu estimulá-lo ainda mais, porque ele, finalmente, resolveu retirar minha calcinha.

Eu não quero pegar no sono

Porque eu sentiria a sua falta, baby

E eu não quero perder nada

Porque mesmo quando eu sonho com você

O sonho mais doce nunca vai ser suficiente

E eu ainda sentiria a sua falta, baby

E eu não quero perder nada

E eu acho que até mesmo os vizinhos escutaram meus gemidos quando ele acariciou meu clitóris com o polegar, ao mesmo tempo em que me penetrava com dois dedos. Eu arqueei meu corpo, e ele sorriu, aumentando a velocidade.

Eu o puxei para um beijo, enquanto ele ainda trabalhava em minha intimidade. O beijo foi profundo, cheio de palavras que eu nunca poderia lhe dizer – que o amava, que faria de tudo para ficar com ele, e que era por isso que não podia carregar seu filho, porque era egoísta demais.

Não sei dizer quanto tempo passou, mas logo eu senti meu corpo arquear ainda mais e eu soltei um gemido alto. Logo depois, meu corpo todo se relaxou e eu sorri para Edward.

Ele levou um dos dedos até a boca e provou. Depois, sorriu.

- Deliciosa – sussurrou, vindo me beijar.

Eu vi quando Edward pegou uma camisinha e cobriu seu membro com ela. Logo ele posicionou seu membro em minha entrada, e, olhando em meus olhos, penetrou-me. Eu soltei outro gemido, com um pouco de dor, já que eu não fazia sexo desde os meus dezenove anos.

Não quero fechar meus olhos

Eu não quero pegar no sono

E eu não quero perder nada

Entretanto, logo a dor foi substituída por prazer. Eu enlacei a cintura de Edward com a perna, buscando seus lábios. Nossos movimentos eram sincronizados, em uma dança única e perfeita. Eu sabia que nunca me esqueceria daquele momento. Sabia que o guardaria para sempre comigo.

Gememos juntos quando os movimentos aceleram e quando sentimos que o clímax estava chegando. Eu me permiti chegar ao orgasmo pela segunda vez, e não muito depois, Edward me acompanhou.

Exausta, fechei os olhos, sentindo meu coração batendo alto. Edward poderia, a qualquer minuto, se arrepender, me mandar embora dali, e nunca mais olhar na minha cara.

Porém, ele deslizou para fora de mim e me puxou para seu peito, aconchegando-me junto a ele. Eu fechei os olhos e me permiti dormir ali – nos braços dele, nos braços de quem eu amava.

_

Não muito depois, eu acordei com os lábios de Edward em meu ombro. Eu já podia sentir sua ereção em mim novamente e gemi suavemente, buscando seus lábios.

Eu me virei, ficando por cima dele, o beijando com toda a paixão que eu sentia. Colocando naquele beijo o que eu não podia colocar nas palavras: o meu amor por ele.

Quando ele retribuiu, gemendo, eu sorri entre o beijo.

A noite estava apenas começando.

Notas finais
n/a: Oi, tem alguém vivo aí? UIAHIUAHSAHISUA. Não gostei muito desse lemon, mas enfim... espero que gostem. Não vou falar muito, só feliz natal para todo mundo :D IUAUHSIUAHSIUA Espero que tenham gostado desse 'presente'. E, então, babies, o que vai acontecer agora, uh? Ai, Gosh. EU estou tão ansiosa para chegar a uma parte dessa história... AIUAHSUIAHS Bom, nos vemos no próximo, que eu não sei quando vai vir u.u Beijo, beijo Deh C. / Fla n/b: garanto que muitas poucas pessoas estavam esperando por uma cena de sexo entre eles agora... bom, não posso dar spoiler, mas, tenho certeza, que eu vou querer matar a Déborah, hehe Outra coisa. Está consideravelmente tarde para postar, mas eu resolvi postar mesmo assim. Vou viajar dia 25 e não arrumei NADA ainda, sem contar que amanhã receberei visitas e tenho que fazer muita coisa, o dia todo; resumindo, estarei sem tempo para postar. E como sou legal, adiantei aqui um pouquinho, só para a felicidade - e morte por ataque cardíaco - geral da nação. Obrigada a todos que agradeceram minha postagem *-* Todas ganharam popularidade :m HAHA - bem feito pra quem não agradeceu - ainda dá tempo de fazer isso. É isso povo. Beijos, e feliz natal à todos e todas! :)