Inner Beauty 2

38 Um teste de encontro


Notas iniciais
Ola´! Como vao meus amores!
Ai está! Gostaria de agradecer a todas pelos reviews e por aquelas que comentaram no inner beauty 1 eu fico muito contente de ver que voces estão gostando! *.*
Boa leitura e desculpem os erros!

Capitulo 38

Um teste de encontro



Eu sei que para muitos eu deveria estar resolvida ou que simplesmente aquilo me bastava, mas dentro de mim...Eu tinha medo. Medo que no fim eu estivesse errada, que isso não passasse de um momento de fraqueza, medo que sei lá para ele fosse algo como fase da puberdade, medo que se desse errado em algum momento ele jogasse isso no meu irmão que apesar de ser malvado não merecia perder a única amizade de verdade que aparentemente tinha. Eu estava com medo de arriscar e errar de novo.



Quando cheguei, parecia que tínhamos chegado de férias e todo mundo nos olhando de maneira esquisita, acredito que o fato de termos sumido juntos acabou criando um certo ar que existia alguma coisa entre a gente...O que sinceramente eu não podia negar, mas também não podia afirmar. De repente minha cabeça tinha dado um nó, eu não tinha coragem para seguir em frente, no entanto, algo em mim não queria jogar o que tínhamos fora, mesmo que eu ainda não tinha entendido o que era.


–Por que sempre parece que quando olho para você está no mundo da lua..?!-Ouvi uma voz atrás de mim depois de alguns minutos que sentei para assistir a aula no dia seguinte, quando virei o rosto vi aquele garoto de cabelos escuros...Ele me era familiar, eu tinha falado com ele uma vez ou duas, mas sinceramente não lembrava o nome.

–Pareço tão avoada assim?!-Perguntei meio sem querer saber a resposta, ele sorriu e veio para o meu lado, qual era o nome dele mesmo?

–Sentou, não conversou com ninguém e está quieta desde isso...Pra alguém que ficou praticamente uma semana fora eu diria que avoada é pouco!-Sorri simpática de volta.

–Pois é, eu perdi muita coisa....-Qual era o nome dele?! Acho que ele notou que eu não me lembrava dele e respirou fundo.

–Andrew! Acho que não fui um colega bom suficiente para se lembrar de mim!-Ninguém era, a maioria dali não simpatizava comigo.

–Com a cena da cantina pode ter certeza!-Ele abaixou a cabeça confirmando.

–É, mas se serve de defesa eu jamais concordei com aquele tipo de atitude...Ainda mais com você!-Okay, isso foi ilusão da minha cabeça ou ele acabou de me dar uma cantada? Mirei ele ajeitando o óculos sem graus, eu ainda estava no meu modo disfarce e ainda sim ele me deu uma cantada?

–Obrigada...Eu acho.-O professor entrou na sala com cara de poucos amigos e por isso nos calamos abrindo os livros na pagina que ele pediu.



Fiquei me perguntando se aquilo era um interesse verdadeiro ou tinha haver com o fato de ser estagiaria do Oliver, mas pareceu tão casual para ser mentira. Depois da aula fui atrás do francês ver se ele precisava que eu fizesse alguma coisa, já que não estava no quarto quando o fui procurar me voltei para o laboratório e lá estava o nerd enfiado no computador.



–Olha só a outra sumida deu as caras!-Falou Zack assim que me viu eu ia responder, mas Oliver colocou a mão na frente.

–Nem perca seu tempo discutindo, isso ai não vive se não se meter na minha vida, não é Zack?!-Ainda sim o loiro riu de lado.

–Que mau eu pergunte, mas seus pais sabem disso?-Mirei Oliver um tanto assustado, eles sabiam? Sobre mim e ele? Com certeza jamais aprovariam já que sou mais velha, piorou sendo alguém que mal tinha começado a carreira acadêmica, sentei em uma cadeira esperando ele responder.

–Continua não sendo da sua conta, seus pais sabem que fica se jogando pra garçonetes?-Os dois sorriram maldosos um pro outro, eu hein!?

–Mas eles sabem?!-Eu tive que perguntar, ficou meio obvio pro Zack que algo tinha rolado, só que eu não estava nem ai, no entanto quando me fitou logo virando o rosto, eu já imaginava resposta.

–Claro que não.- Respondeu somente depois voltando seu olhar pro Zack que escutava tudo atento.-....Vai me buscar algum lanche!-Ele franziu o cenho.

–Ora, mas...

–Agora!-Disse sério em um tom zangado e a coisa obedeceu.-...Esse ai não perde a chance de descobrir qualquer coisa sobre mim.-Comentou e eu rir de lado.-...Impressão minha ou você não gostou...?!-Mirei ele mais assustada ainda, o francês era bem direto e não estava se importando se a resposta era positiva ou negativa.

–Impressão sua...Só estava imaginando o que eles iriam pensar se.. Soubessem...-Voltei a encara-lo sem ter que terminar a frase, ele suspirou tirando os óculos.

–Meus pais nãos são como os seus, contanto que não interfira nos projetos e estudos, não se importam...Na verdade, eles não estão nem ai para minha vida contanto que mantenha o histórico Gasnier, mas não é bem por isso que está com essa cara, não é?!-O que eu podia dizer, não podia confessar que estava confusa ou que não sabia se gostava ou não dele, ou que sentia que talvez o que estivesse acontecendo era um erro.

–Esquece isso, escuta! Agora que falou disso me lembrei! E a tal da tatuagem?-Ele sorriu de lado voltando a colocar os óculos.

–Seu irmão é um linguarudo, sua mãe ficou umas duas horas contando a historia de uma bailarina e não fim inacreditavelmente eu não entendi nada!-Eu gargalhei concordando, sabia.

–Querido se nem eu e o Dick que ouvimos essas metáforas incontáveis vezes, você é que não vai! Mas então...Posso ter a honra de ver?-Ele negou.

–Pra quê?! É só uma tatuagem que eu fiz a uns quatro anos atrás.-Ohhh interessante.

–Qual é Oliver? Acho que tenho esse direito!-Ele se virou pra mim incrédulo.

–Por que teria?-Mirei ele um pouco vermelha.

–Você...Me viu...Nua duas vezes, o que me dá o direito de mostrar essa tatuagem!-Assim que eu disse ele caiu na risada negando.

–Desculpe ma chérie, mas eu não pedi pra ver.-Ahh que cretino!

–Ora essa?! Me mostra logo!-Corri até ele tentando puxar a gola do jaleco, mas o infeliz saiu dali ainda rindo de mim.

–Isso é assedio sexual sua curiosa!-Agora era minha vez de rir, tornei a tentar puxar aquele jaleco.

–Até parece que estou lidando com alguém inocente!-O infeliz se esquivou indo pro outro lado da mesa.

–Eu nunca disse que era, você fez seus próprio julgamento sobre mim... E errou feio!-Sorri largo vendo ele, eu não tinha argumentos contra isso.

–Pensei que confiasse em mim...?! Deixa eu ver vai!?-Tentei fazer carinha de pidona, mas isso só fez ele rir mais.

–Desista sua curiosa! E eu não vou mostrar!

–Ora! Então pra que fez se não pra mostrar?-Ele deu de ombros parando de fugir e se aproximando.

–Princípios, longa historia...-Eu não me contentei com isso, no instante em que chegou perto olhei pros lados, não tinha ninguém mesmo. Passei meus braços envolta do seu pescoço mordendo o lábio inferior e encarando aqueles olhos cinzas que naquela luz pareciam tão claros que eu poderia dizer que estavam brilhando me devolvendo o sorriso malicioso.

–Não existe nada que eu possa fazer para mudar sua decisão...?-Acho que ele só não riu de mim por que havia ficado tentado com a proposta, eu senti pelo jeito que ficou hesitou em retrucar uma resposta.

–Uma negociação.....-Eu já ia encostando meu lábios aos seus quando ouvimos um barulho na porta se abrindo.

–Opa! Seu lanche!-Nós já tínhamos nos distanciado e quando Zack me fitou com um quase dizendo “danadinha”....Eu percebi que realmente estava perdendo o controle de tudo. Respirei fundo e saí dali com uma desculpa qualquer.



Caminhei até o pátio pensando naquilo, entrei naquele laboratório confusa e acabei me deixando levar...Por que isso acontecia? De um momento eu brigava comigo mesma me convencendo que o melhor era não voltar a encorar gracejos como aqueles até ter certeza que o que estava acontecendo era o certo, em outro momento eu já estava ali buscando um jeito de manter essa esquisita dependência de estar próxima dele.



Não sei quanto tempo acabei sentada naquele banco olhando para o nada, o que sei é que aquela pergunta não foi respondida....O que estava acontecendo? Era mesmo só carência, era mesmo só por que ele tinha um pouco do gênio do meu pai? Era realmente por isso que no fim eu acabava os dias perto dele?


–Kailyn?!-Ouvi uma voz me chamar atrás de mim, era o Andrew novamente que veio até mim sorrindo.

–Ah oi.-Disse o vendo sentar do meu lado.

–Olá! O que está fazendo aqui isolada?-Sorri de lado sem interesse.

–Pensando na vida! E você?-Ele mexeu os ombros rindo.

–Estava indo...-Ele parou no meio da frase sorrindo largo.-....Gostaria de jantar comigo?-Mirei ele um pouco espantada com o convite, primeiro era cinco e meia e segundo ele quer sair comigo?

–Como assim?! Você quer sair comigo?- Perguntei ainda um pouco em duvida, fazia um tempo que não via Andrew e de repente ele pareceu do nada interessado em sair comigo? Isso era no mínimo estranho, mas voltou a sorrir meio sem graça confirmando.

–É, eu estava esperando a outra sair do meu pé por que não queria que ela implicasse com você, sei que ficou com raiva de mim depois daquela cena, mas queria que entendesse o meu lado, seria pior se ajudasse, só que agora é outra historia... Você topa?-Por um momento eu pensei em muitas coisas, seu jeito calmo de conversa e contando tudo aquilo com tanta naturalidade, não parecia mentira e senti uma ponta de maturidade em sua palavras incapazes de aprontar nesse momento.

–Está bem!-Não só pela simpatia que ele havia me dado, mas as palavras gritantes do capitão da Eloise me incentivou a aceitar o convite. Sair com alguém maduro, alguém que me olhasse diferente...Alguém que não tinha qualquer traço do Oliver.-Me dá um prazo pra me trocar?-Ele fez que sim me acompanhando até a porta do dormitório.



É claro que eu não iria me arrumar, ao contrario ficaria no disfarce como sempre, qualquer coisa que saísse disse teria que ser com essa Kailyn esquisita de olhos e sardas no rosto, e com roupas bem mais largas do que o de costume.



Curiosamente ele não fez desfeita, não disse nada sobre minha roupa ou como eu estava, apenas sorriu e me acompanhou como um perfeito cavalheiro e quando chegamos no restaurante até ofereceu o cardápio para eu pedir primeiro.


–Então, o que aconteceu com você a as Barbies?-Ele riu de lado.

–Eu consegui me livrar da maldição, quando cheguei simplesmente grudaram, mas felizmente elas encontraram outro brinquedo.-Respondeu pedindoo seu prato logo quando eu pedi o meu.-Você impressionou todo mundo, do nada se tornou a mão direita do mini-gênio!-Isso já me deixou abismada.

–Está interessando em ter algo dele?! Por que já afirmo que ele não dá ouvidos pra mim!-Ele negou.

–Vou ser sincero, tenho certo medo dele, os boatos sobre sua personalidade não são nada amistosas!-Eu até imagino esses boatos.-Mas não vamos falar disso, me conte sobre você! O que quer na arquitetura!

–Humm...Gosto de elaborar casas, não simplesmente casas, mas construções que possam ser o mais familiar possível!-Revidei e ele sorriu entusiasmado.

–Sério?! Que bacana, as pessoas hoje em dia pensa mais em tecnologia do que essa estrutura familiar! Você tem um ideal Kailyn!-Ele abaixou o olhar um pouco tímido.- Confesso que sempre desconfiei!-Franzi o cenho tentando entender.

–O que?!-Questionei curiosa.

–Você não é como as outras, tem um jeito diferente de ver as coisas...-Disse ele ainda meio tímido.-...Por isso te convidei e conversando com você agora, vi que estava certo!-Não sei por que me senti de certa forma algo ruim por dentro por ter gostado de ouvir aquilo.

–Andrew eu...-Eu não sabia o que dizer, talvez por que pensei no Oliver nesse exato momento e em como estaria se visse isso.

–Relaxa, eu não estou te pedindo em namoro...Ainda! Ou será que o boato de você ter um caso com o mini-gênio é verdade?-Mirei os lados, agora sim eu me sentia culpada, será que o que eu tive com ele podia ser considerado um caso? Mas se eu negasse e o Oliver descobrir vai ficar furioso comigo...E agora? O encontro era só pra ser um teste em momento algum pensei que pudesse chegar a esse ponto.

–Ele é o melhor amigo do meu irmão....-Foi o que consegui dizer e o ouvi ele sorri pra mim, agora sim estava me sentindo mal.

–Saquei!-Quando disse isso voltei a olhar para ele vendo o garçom trazer uma coisa esquisita com a cara do pateta.

–Isso é...

–Duplo magic pateta! Não é demais?! Quando descobri que esse lugar fazia isso quase tive um ataque!-Ele virou o próprio prato pra mim.-Olá meu nome é goof!-Meu Deus ele estava imitando a voz do pateta, virei pros lado vendo todo mundo nos olhar e acenei pra ele.

–Nossa que legal...Agora come!-Eu não acredito que ele fez isso, respirei fundo sorrindo muito sem graça pro garçom e comendo a comida.-Que mau eu pergunte, quantos anos tem Andrew?-Ele levantou a cabeça de boca cheia sorrindo.

–Vinte quatro! Mas todo mundo acha que tenho mais...Dá pra acreditar?!-Eu nem ouvi direito, estava me protegendo dos respingos que caia perto do meu prato...Isso só podia ser curtição.

–Sinceramente, não!-Voltei a olhar pra lembre e logo tive um flash de quando Oliver almoçou lá em casa. Sempre no lugar, sorrindo enquanto dava e jamais falando de boca cheia como agora. Ele sempre fazia as coisas com tanto jeitinho....

–Quer o nariz?-Neguei no mesmo instante, eu devia estar me precipitando respirei fundo pensando em algo para perguntar.

–E seu plano sobre construções antigas?-Ele voltou a ficar entusiasmado.

–Quero tentar arrumar uma planta de Atlântida! Ai vou fazer uma construção idêntica!-Atlântida?

–Atlântida?! O continente que Platão menciona?!-Ele negou se aproximando.

–A cidade do Aquaman!-Eu não ouvi isso.

–Isso é brincadeira não é?! Andrew isso não existe...-Ele concordou comigo.

–Aquaman não, mas a ideia da cidade dele sim! Imagina o que aquela civilização construiu para ficar submerso!-Respirei fundo para não sair, calma, não seja precipitada.

–Não conheço a historia muito bem, mas não era uma ilha e a civilização pelo que eu sei não viveu submerso...-Ele se aproximou de mim novamente.

–Isso é o que eles querem que você pense!-Nesse momento eu não pude deixar de pensar no Oliver, o francês era sempre tão racional e na maioria das vezes suas teorias tinham sentido, mas aquele cara de vinte quatro anos acredita em uma civilização que vive em baixo da agua a milênios?! Senti falta das ironias do Oliver me criticando, um belo motivo pelo qual esse maluco não gosta dele.

–Deve ser mesmo.-Falei girando os olhos.-...Melhor pedirmos a conta o que acha?-Já ia tirando a carteira quando ele colocou a mão na frente.

–Eu pago!-Bom, pelo menos ele é gentil, um doido...Mas gentil.


Quando íamos voltando mais flashes vieram na minha cabeça, como da vez que fui com Oliver no shopping e ele me comprou um cappuccino cheio de chocolates, ou da vez saímos com o pessoal e ficou bravo por que tinha saído de perto dele e não posso esquecer da vez do aniversario dele que assistiu um filme de drama comigo, mesmo odiando e dormindo o filme inteiro. Ele sim raramente falava coisa com coisa e parecia que sempre estava se aproximando de mim sutilmente com carinho, apesar das criticas não me deixava na mão e nunca em nenhum momento foi desleal comigo....Olhando pro Andrew eu entendi o que o Dillan quis dizer, a maturidade tinha muito mais haver com as experiências que se vive do que com idade...Oliver viveu sozinho pelo que conta, sempre é obrigado a fazer as coisas por si só, cresceu no meio dos professores não conseguindo amizade dos alunos, foi ridicularizado tantas vezes por ser mais novo...E eu só fui mais uma que o julguei. Quando olhei atentamente pra estrada levei um susto, notei que não estávamos indo para a faculdade, isso era um problema.


–Hey onde pensa que está me levando?!-Ele sorriu largo.

–Vamos completar a noite! E não diga que não quer por que está bem na cara!-Aonde é que eu vim me meter?!



A resposta era o parque temático cover da Disney, sinceramente os bonecos eram mal feitos e tinha Patolino com uma faixa escrito Donald....Realmente idade não é símbolo de maturidade ou aquele cara não estaria tão feliz. Pra não ir sozinho e eu dar um fora nesse bobão andei em alguns brinquedos sem graça com ele, o infeliz me fez dar uma volta do carrossel três vezes...Ele estava mais feliz do que as próprias crianças.



Querem saber? Até que ele não era tão chato, mas não era apaixonante e quando REALMENTE voltamos tornei a pensar no Oliver. Imaginando que se o jantar fosse com ele teria terminado em beijos ou deitados na cama discutindo sobre qualquer coisa que no fim levasse a um beijo...Está bem, eu admito...Acho que estou me apaixonando por ele.



Nem abri a porta do quarto direito, eu precisava ouvir um ma chérie antes de dormir, eu precisava ver seus olhos brilharem de novo encontrando os meus dessa vez sem interrupções, eu precisava ter a coragem de fazer por mim mesmo aquilo que sentia ao invés de esperar pela atitude dele. Corri até o quarto dele com um sorriso largo nos lábios, minhas bochechas estavam vermelhas, meu rosto queimava e minhas mãos não conseguia parar de se apertar. Bati na porta o vendo atender com um sorriso singelo de ‘oi’.


–Pergunta rápida! O que é Atlantida e que aconteceu com sua civilização?-Ele franziu o cenho pensando rápido.

–Um continente afundado pela deslocação e fenômenos naturais...Não existe civilização, apenas resquício de uma.-Sorri mais largo ainda colando meu corpo ao dele.

–Resposta certa!-Disse o beijando em seguida, não como aqueles sem jeitos que costumava dar, dessa vez eu fiz por gostar, por que verdadeiramente queria beijá-lo e assim que ele entreabriu os lábios permitindo o minha passagem eu soube que ele queria o mesmo.

–O qu..-Ia perguntar mesmo ofegante enquanto eu continuei grudada nele.-..Você fic...

–Nossa! Não me disse que tinha namorada!-Soou uma voz feminina de dentro do seu quarto e eu precisei empurrar ele para ver.


A figura de um ser vestindo uma jardineira com uma blusa meio verde listrada, seus cabelos eram castanhos longos, olhos azuis e de um perfil esbelto...Okay a infeliz que estava ali dentro era linda...e fez toda minha coragem sumir.



Eu sou mesmo uma azarada!


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Preview 39



–Ahh Kailyn, engraçado do tanto que falam de você esperava outra coisa!-Disse ela de uma forma esnobe, e o cretino do lado nem pra me defender!


–Bom, eu nunca ouvi falar de você! O que faz?-Ela sorriu bem maliciosa.

–Mexo com etologia envolvendo comportamentos sexuais...E o Oliver está me tutoriando, vamos dizer....-É o que?!


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–Você não pode negar que faz sentido?!-Disse a coisinha fazendo Oliver dar um risadinha.


–Não faz o menor sentido, o orgasmo não pode ser discutido por crenças!-Revidou ele, sério eles tinham mesmo que falar sobre isso?

–Podemos testar isso! Uma ateu sem culpa como eu com um cristão fora do ninho como você! Tudo em nome da ciência!-Certo, agora eu quero matar essa garota.


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–Parece que ela sabe mais sobre você do que eu...-Resmunguei baixinho sentando na cama.


–Ela pergunta, você geralmente está mais ligada em seus próprios problemas...-Fitei ele com um certo rancor.

–Eu pergunto também, mas toda vez você joga uma desculpa e não me conta, mas você deve mesmo confiar nela para chegar ao ponto de mostrar sua tatuagem pra ele e não mostrar pra mim!-Ele se virou confuso franzindo cenho como se não soubesse do que estava falando.

–Eu não mostrei, ela viu por acaso! E não estou capitando sua mensagem, está usando um tom acusador contra mim por que?!-Ele não podia estar falando sério.


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Eu não tinha pirado, a cena era tão real que até senti as lágrimas descendo sem querer, lá estava o francês beijando a sua aprendiz de uma forma calorosa.... Eu tinha que me apaixonar por ele logo agora?


Notas finais
*Figura: A nova rival da Kailyn, Eai?! A ruiva ou a morena? =D
Bom galerinha, o tempo de posta rapido acabou, talvez eu precise demorar um pouco mais nos proximos, mas claro nunca vou deixar a fic, no entanto, vai demorar um pouco mais D:
Coisa de uns quatro dias pra cada, pq nao vou ter mais tanto tempo D:
Espero que nao fiquem chateados D:
Bjuss!