Inner Beauty 2
6 Deixar quieto? Eu acho que nao!
Notas iniciais
Capitulo 6
Deixar quieto? Eu acho que não!
Certo, aquilo já estava virando abuso, eu estava aponto de dar um dos golpes que meu tio havia me ensinado nela, no entanto, fomos chamados para ser apresentados as regras de convivência e brigas estava na primeira lista de proibidos.
Podem pensar “Você está exagerando! Bater nela? Ela não deve ter feito tanta coisa assim desde o dia da cantina”, bom ela pegou minha chave escondida e me trancou três vezes fora do quarto, isso quando não se atrasava no banheiro com a intensão de me fazer chegar tarde na aula e se não bastasse tudo isso jogou meu livros em um cesto de lixo, graças a Margo que nem me pergunte mais disse que um colega dela tinha visto e falou.
—Corte o cabelo dela enquanto ela dorme!—Sugeriu Eloise no telefone.
—Não posso! Violência ou qualquer agressão é proibido se eu tiver duas advertências posso até perder a bolsa!-Revidei armando pano em uma parte mais escondida da universidade, havia umas arvores fazendo sombra e eu estava a espera das meninas que disseram que trazeriam o lanche, eu estava com o chá.
—Sabe, eu e o meu capitão passamos por isso uma vez, não podíamos agredir por que era contra as regras....Hey eu já te contei sobre isso! O ursinho carinhos lembra?! A questão sua minha cara é achar o eixo pra se vingar de uma forma que não pareça agressivo fisicamente entende?! Mas o mais importante, precisa mostrar pra ela que ela deve te temer, assim não fará mais nada com você!-Pensei bem no que ela disse, mas como?
—Tem razão...-Murmurei cogitando.
—Eai!? Encontrou alguém interessante ai?—Perguntou ansiosa.
—Infelizmente não, tinha um, mas o encanto já se perdeu, os outros garotos simplesmente me ignoram, e sinceramente não quero atenção de quem só pensa em corpo!-Revidei ajeitando a jarra em cima do pano.
—Pode demorar, mas acredite vale a pena, mas apresse por que quero você entrando com ele no meu casamento!-Ri um pouco e desliguei, seria legal ir com alguém e dançar com ele no casamento dela.
Elas acabaram demorando mais do que o normal e quando Paola chegou toda suja de sabe se lá o que entendi o porquê agarrada a Margo fez sinal de algo ter dado errado. A mais magrinha estava em prantos desolada, tirou o óculos limpando as lágrimas respirando só pela boca com o nariz entupido.
—O que aconteceu?-Perguntei passando a mão sobre as costas dela, sinceramente eu já imaginava, o mesmo que comigo, mas ela não ia conseguir falar com aqueles soluços.
—Foi um idiota, eu disse pra ela que ele estava tramando, mas ela não me ouviu e seguiu ele até a cantina e o miolo mole fez isso com ela na frente de todo mundo, disse que era pra ser “complacente” com você!!- Complacente? Como assim?!-O imbecil nem deveria saber o significado dessa palavra pra usar.
—Ele...Ele...Disse que...Pagaria meu lanche e...Que...Achava horrível o que as garotas diziam da gente! Todo mundo riu..!-Gaguejou voltando a chorar.
—Já passou...Faça como eu pense que somos muito melhores pra deixarmos nos abalar com isso!-Falei pra ela, eu tinha que pensa numa coisa pra dar um fim nisso.-...Eu não entendo isso, somos mais inteligentes, essa situação devia ser contrária! Temos que reverter essa situação e mostrar a eles o lugar deles de ‘filinhos de papai’ que precisa deles pra pagar entrada deles aqui!-Falei séria e elas me olhavam estranha.
—Fazer alguma coisa? Como o que?-Perguntou Margo interessada.
—Poderíamos enterrar ele vivo e deixar durante meia hora pra que criasse claustrofobia!-Disse Paola revoltada.
—Algo menos agressivo!-Revidei afagando ela.
—Que tal contratarmos um travesti pra sair com ele e filmar a relação deles pra postamos no youtube? Isso é menos agressivo!-Certo, ela estava me dando medo.
—Não, algo menos, só pra darmos uma lição mesmo, sem coisas espalhafatosas!-Comentei tentando acalma-la.
Ficamos ali uma olhando pra cara da outra, sem saber ao certo o que fazer, mas de repente o rosto de Margo se iluminou sorrindo largo.
—Mais é claro como não pensei nisso antes?! Pode parecer loucura, mas quem sempre tem respostas pra tudo aqui na universidade Paola?-Ela pareceu pensar um pouco e logo fez uma cara de nojo.
—Quer pedir ajuda a ele? Ele nunca nos ajudaria! Ele não ajuda ninguém!-Respondeu ela, hey quem é ele?
—Mais não disse que seu irmão faz alguns trabalhos pra ele?-Certo boiei, ela tem irmão?
—Verdade...-Falou pensativa.-...E você já trabalhou no mesmo laboratório não é?!-Margo pigarreou sorrindo...Nós duas não entendemos o motivo disso.
—Yeah eu tenho bolinha de cristal mesmo pra entender vocês não é!?-Elas riram e sentaram de frente pra mim pra me explicar.
—Meu irmão faz o mesmo curso que eu, só que está no quarto ano, a intenção é pedir a ele pra pedir ao chefe insuportável dele pra nos dar uma idéia bacana!-?! Eu cruzei os dedos pra isso ser só um jeito antipático de falar.
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