(In)fortúnio
7 Ambição perigosa, tentações ilícitas.
Notas iniciais
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Vista a imagem, boa leitura!
Capítulo 7. Ambição perigosa, tentações ilícitas.
Um novo dia amanheceu. Maka levantou-se para se preparar para um longo dia na Shibusen. A ansiedade crescia a medida em que ela se arrumava pois, a cada ínfimo movimento por ela feito, mais ela se aproximava do encontro com Kid em sala de aula. Como, supostamente, ela deveria encará-lo? Oras, eles haviam rescém-fortalecido os laços do relacionamento, todavia, já era de acordo que deveriam esconder tal novidade dos amigos afim de evitar situações problemáticas e principalmente preservar o bem estar do parceiro fragilizado. Mas a vida não é tão simples assim. Os sentimentos humanos não podem ser tão facilmente ignorados, novas experiências proporcionam novas sensações, sendo assim, seria ela capaz de acorrentar as próprias emoções e tratá-las com frieza o suficiente e de forma convincente ao olhar dos outros? Ou apenas olhá-lo poderia ser o suficiente para fazê-la sentir-se deveras encabulada, colocando ambos em uma situação de risco? Bem, talvez a melhor solução seria evitar qualquer tipo de contato visual e físico, ao menos enquanto estivessem na presença de terceiros. Como a mente dela, logo de manhã, já se encontrava desgastada, ela resolveu sem maiores raciocínios que seria aquela a maneira ideal de tratar a situação e ao mesmo prezar pela segurança de ambos, sem quaisquer consequências negativas. Ou pelo menos era o que ela achava.
Naquela mesma manhã mas ligeiramente longe dali, o jovem Soul Eater se encontrava deitado em sua cama e já acordado. O usual seria ele aproveitar a disponibilidade para adormecer até tarde, porém ele não estava em condições de relaxar e descansar. A angústia insistia em perturbá-lo. Apesar de terem se passado poucos dias apenas, o albino já sentia profunda melancolia e sobretudo solidão por ser obrigado a permanecer trancafiado no próprio lar. A compania de Maka muito lhe fazia falta e era, para ele, insubstituível. A casa não era a mesma sem a parceira, a atmosfera estava incompleta. Ambos eram como unha e carne e quase nunca se separavam, portanto, a nova experiência era para ele inteiramente dolorosa. Quem o faria um almoço tão delicioso e bem feito como o dela? Quem lhe daria broncas, quando ele fizesse algo errado? Toda a rotina ao lado da parceira lhe fazia falta, até mesmo as "livradas" doloridas que ele as vezes recebia na cabeça. A vontade que ele tinha era de surpreender a loira com uma visita inesperada à casa temporária dela, mas estava ciente das ordens do Shinigami-sama e que seria ainda mais prejudicial a ele e também a ela se o fizesse. Porém, queria vê-la, e muito. O jovem certamente estava confuso e exposto a uma situação difiícil. Não sabia como deveria lidar com os próprios sentimentos. E havia, ainda, outro ponto que insistia em cutucá-lo a mente: Estaria ela andando muito com Kid, o filho do Shinigami-sama? Ele ansiava que a resposta para esta indagação fosse negativa. Mas qual o direito que ele tinha de escolher, em benefício próprio, com quem a melhor amiga andava ou se relacionava? Nenhum. Isso seria totalmente egoísta. Ele poderia ser o protetor dela, mas muito a respeitava. Maka era uma pessoa livre em fazer as próprias escolhas. Sim, ele estava ciente disso, mas algo dentro dele insistia em rejeitar essa forma de pensar. O interior próprio o forçava, aos poucos, em o fazer perder a racionalidade e em ignorar tais pensamentos, fazendo-o cada vez mais tornar-se uma pessoa negativamente ambiciosa.
SOUL P.D.V
Se a Maka quiser se aproximar do Kid ou de qualquer outro, o que posso fazer? Isso é problema dela. Eu a amo e quero que ela seja feliz, e se isso significar algum dia para ela estar prioritariamente sob a proteção de outra pessoa, eu devo apenas aceitar isso. Poderei até sofrer devido aos meus sentimentos egoístas, mas isso não importa. Ao vê-la sorrir vou ficar satisfeito, esquecer de tudo isso e seguir em frente.
– Não seja burro, Soul. Você sabe que será problemático deixá-la ir com outro homem. Ter certeza que quer ceder a pessoa amada a qualquer um, tão facilmente? Não quer protegê-la eternamente, com as próprias mãos? –
–Não seja ridículo. Não importa com quem ela quer ficar, ela ainda vai estar sob a minha proteção.- Anunciei despreocupado.
– Você é muito ingênuo, garoto. É óbvio que, se ela acabar tendo um relacionamento mais íntimo com qualquer outra pessoa ela vai te esquecer com facilidade. Principalmente tratando-se do jovem Shinigami. Ele tem poder o suficiente para protegê-la sozinho. Você será uma existência inútil ao lado dela. Sua proteção será dispensável e aos poucos você voltará a ficar na situação em que se encontra agora, um traste inútil mergulhado na solidão e angústia. –
Respirei fundo e tentei procurar alguma resposta que rebatesse o argumento dele de forma convincente. Não encontrei, ou pelo nada que tinha total convicção sobre. E não sabia bem o porque, pois normalmente sou um cara decidido. Mas naquele momento, bem, eu estava por algum motivo me sentindo fragilizado. Oras... A Maka, a minha parceira Maka, não era desse tipo de pessoa, era? É claro que não, ela não me esqueceria e nem ignoraria meus sentimentos. De forma alguma ela faria isso. Ou será que faria? Eu estava confuso. Incerto. Nunca havia me sentido daquela forma, mas aquele
sentimento cada vez mais me consumia. E pensar tanto só me deixava mais angustiado... Gostaria de poder acabar de vez com aquela criaturinha maldita que tanto me importunava. Mas talvez, só talvez, eu queria tanto sumir com ele pois estava apenas tentando procurar uma forma de aliviar a infeliz e angustiante possível veracidade dos fatos... É, eu estava com medo. Queria fugir de um destino incerto. Almejava ignorar minhas incertezas e desejava, ao máximo, garantir que todas as palavras que ele cuspia em minha cara não passassem de mentiras tendenciosas. Mas eu não poderia fazer isso, pois me faltava convicção. De repente, a fé se desprendeu de mim. E se ele estivesse certo? E se, perto do Kid, eu fosse realmente um inútil?
– Parece que você está começando a ver as coisas com mais clareza. Mas não precisa ficar tão desanimado. A vida é feita de escolhas e você pode fazer as suas. Deixe de ser tolo e permita-me lhe guiar pelo caminho dos afortunados. O que acha de construir seu próprio castelo e viver dentro dele como rei? Se almejar isso, esta aí sua chance. Basta você ceder a mim a sua racionalidade e eu te dou em troca o poder. Feito isso, é só colocar a coroa na cabeça da princesa e então ela se tornará sua rainha. –
–Talvez seja essa a melhor solução, mesmo. Me ensine o que você sabe então, carinha. – Falei conformado, obediente.
– Bom menino. Feche os olhos e relaxe. –
Fiz como o ordenado e quando me dei conta estava ao lado da criaurinha, que me encarava com um sorriso no rosto. Ele me levou até uma porta e a abriu, fazendo sinal para que eu entrasse.
– O primeiro passo, meu amigo, é acabar com aquele que está em seu caminho. Posso te garantir que, com o meu poder, você conseguirá fazer isso. –
Eu estava prestes a dar o passo e adentrar a porta quando percebi o que ele havia falado. Recuei, abri os olhos e levantei abruptamente da cama.
–Opa, esperaí. Ninguém havia me falado antes sobre acabar com a raça de alguém. Não posso me permitir fazer uma atrocidade dessas! — Exclamei, finalmente voltando a plena consciência. Dessa vez foi quase.
– E o que você esperava, garoto? Obstáculos devem ser retirados, ou melhor dizendo, dizimados, do seu caminho. Achei que isso já era óbvio. –
–Obstáculos não devem ser dizimados e sim superados. Isso é trapaça. Eu não vou cair nessa, carinha. Vá embora que eu já estou de saco cheio de você! — Falei, já exaltado.
– Oras, se assim deseja. Mas pense melhor nas possibilidades. Se quer realmente ser um rei, deve fazer sacrifícios. Mas não se esqueça, eu não desisti de você, vou voltar. Tenha isso em mente.-
Ele disse e finalmente desapareceu. O que eu faria? Não poderia estar certo machucar Kid. Mas como garantir que terei a atenção da Maka, a medida do possível? Eu estava confuso. Cada vez mais. E tinha medo de, na próxima vez em que a criatura me importunasse, eu não conseguisse recuar. As consequências claramente seriam catastróficas. Fui em direção a janela, fechei os olhos e respirei fundo. Tudo o que queria fazer por agora era tomar um ar.
GERAL P.D.V
Antes de ir para a sala de aula, Kid se direcionou a Death Room afim de fazer uma visita ao pai. Certamente ele estava com uma ansiedade profunda em se encontrar com Maka, porém, foi antes requisitado pela figura paterna e, por mais que ele desejasse, pela primeira vez na vida, ignorar o pedido do pai e ir direto para a classe vê-la, achou que era de maior pertinência tratar a situação com racionalidade e então resolveu seguir a ordem que me foi dada. Assim, suspeitas seriam evitadas. "
–Bom dia, Kiddo! ~ — Shinigami-sama cumprimentou o filho alegremente, como o usual.
–Pai, quantas vezes eu já não pedi para você não me chamar assim! Sabe que eu odeio! — Insistiu, um tanto encabulado. Que... apelido vergonhoso!
–Não seja tão frio comigo, filhote! — Ele anunciou fingindo decepção. Kid suspirou.
–O que deseja de mim, pai? — Indagou, indiferente.
–Oras, não é nada demais. Só queria ver meu filho, estava com saudades. — Ele anunciou, simplesmente. Oras! Se ele não queria nada, porque o chamar lá? Somente com o único intuito de ficar estragando a simetria do dia do próprio filho com piadinhas?
–Na verdade, Kiddo, eu queria te perguntar uma coisa — Ele de repente disse, agora, um pouco, mas só um pouco mais sério que antes.
–Por acaso você está apaixonado? — Ele indagou e então afagou de leve a cabeça de Kid. O jovem shinigami ficou em silêncio por alguns segundos, absurdamente corado. Tomou coragem e mentiu descaradamente.
–É... é claro que não, pai! — Exclamou, profundamente envergonhado, o olhar direcionado para baixo. Ele permaneceu por um alguns instantes em silêncio sem esboçar reação, até que de repente riu.
–Não precisa mentir para mim filho, eu sou seu pai! Dá pra ver, tá escancarado na sua alma que você está amando! Que bonitinho, meu filhote está crescendo! — Ele cantarolou e então apertou as bochechas de jovem com aquelas mãos enormes e nada delicadas. Kid suspirou e irritado com o pai começou a andar em direção a saída da Death room balbuciando quaisquer reclamações. Foi só para fazer aquilo que ele o chamou? Oras, ele devia ter poupado o precioso tempo que perdeu para ir até lá!
–Mas filho — ele disse, porém agora parecia realmente sério. Kid se virou para voltar novamente a atenção ao pai.
–Tome cuidado. Dependendo da situação e da pessoa, amar pode ser um sentimento perigoso. Não vá se machucar. — Ele alertou. Kid apenas assentiu e saiu. Ele não entendeu muito bem o que o pai quis dizer, talvez tenha sido apenas um conselho carregado de preocupação paterna, mas não custava ao jovem encarar aquilo como um aviso, considerando a realidade da situação dele. Todavia, foi só avistar a Maka dentro da sala de aula que ele esqueceu completamente da conversa que há pouco teve com o pai. Os pensamentos dele agora estavam todos focados na amada e somente nela. Ele se sentou ao lado das parceiras, arrumou-se simetricamente como o usual e esperou que Maka o cumprimentasse, pois ele notou ao entrar na sala que ela já havia o avistado. Mas nada aconteceu. Ela nem sequer virou a cabeça para olhá-lo. Teria ela se arrependido do que fizera ontem? Ou estava apenas distraída e não precebeu a presença dele? Ele ansiava que seria somente o segundo, mas temia, ainda que pouco, que fosse o primeiro.
Quando as aulas finalmente acabaram Kid resolveu por conta própria tentar cumprimentar a loira. Ele cutocou-a o ombro, mas nenhuma resposta foi recebida. Era como se ela estivesse ignorando a existência dele. Teria ela realmente se arrependido do que fizera ontem?
–Maka, tá tudo bem com você? — Ele perguntou, ansiando qualquer resposta.
–Desculpe Kid, não dá pra falar agora, preciso ir... — ela disse e então rapidamente arrumou o material e saiu apressada. Maka havia evitado ele o dia todo. Certamente... Ele havia feito algo que ela não gostou. Como ele deveria agir diante disso? Oras, não poderia deixar a amada sofrer em silêncio. Ele então decidiu que o melhor a fazer era seguí-la e pedir com gentileza que ela dissesse qual era o problema. Eles eram agora amantes então era natural que aprendessem a confiar um no outro.
–Maka, por favor, espere! — Ele pediu mas ela apenas o ignorou e continuou andando. Quando estavam em um corredor que parecia isolado, nenhuma alma lá percebida, ela finalmente parou. Ele então fez o mesmo.
–Eu... fiz alguma coisa para você, Maka? — O jovem perguntou com olhos preocupados, aproximando-se dela.
–Não é isso Kid. Eu... só queria evitar contato com os outros a nossa volta. Não precisava ficar insistindo tanto em falar comigo. Poderia levantar suspeitas. — Ela anunciou.
–Mas como assim? Você decide isso sozinha, me ignora completamente e espera que eu ache que está tudo bem? As pessoas não funcionam assim, Maka! — Ele disse, um tanto chateando, chacoalhando delicadamente os ombros dela e instintivamente empurrando-a de leve para trás. Isso a fez sem intenção derrubar, ao encostar a cabeça, um vaso de rosas, que estava apoiado sob o parapeito de uma janela falsa. Percebendo o acidente, Kid desculpou-se.
–Não precisa se desculpar, Kid... Na verdade, eu acho que exagerei mesmo, não pensei direto... Quer dizer, não precisamos ficar totalmente sem se falar, certo? É só agirmos como amigos. Mas sabe, é que eu fiquei com medo... De não conseguir te encarar. — Ela anunciou. Notando que o problema não era exatamente com alguma ação direta dele, Kid suspirou aliviado.
–Não precisa, Maka. Eu não pretendo fazer nada que a faça sentir vergonha em público. Sua boba, você pode decidir as coisas, mas me deixe ciente sobre o decidido. Se não eu me perco! — Ele por fim disse e afagou-lhe os cabelos. Ela sorriu de leve e corou.
–Desculpe Kid. Não farei de novo. Olha, é melhor limparmos essa bagunça, antes que o Stein veja e nos disseque... — Ela disse fazendo uma careta e olhando para o vaso despedaçado. Ele assentiu, um calafrio percorrendo-lhe o corpo em temor a reação do professor. Ambos foram em direção ao amolxarifado, que era um pouco longe dali mas trataria de providenciar os materiais necessários para a faxina. Eles adentraram o cômodo, maior do que se esperava ser, e foram a procura de vassoura e pá. Porém, pouco depois que o adentraram, ouviram a porta fechar e ser trancada. Mesmo com o Soul Perception ativado, eles esperavam que aquela alma estava apenas de passagem. E ambos acabaram sendo desatentos. Além disso, aquela era uma situação tão digna de comédia que nenhum deles acreditava que poderia acontecer. Trancar um casal em um "armário"... Só poderia ser coisa de filme! Mas não. Aconteceu, realmente aconteceu. O que sabiam é que provalmente não foi proposital, o zelador devia estar de passagem e achou melhor trancar o quarto para evitar furtos.
Bem, o que eles poderiam fazer? Esperar. Somente isso. O casal então se sentou lado a lado e então eles começaram a conversar despreocupados. Ficariam ali até o fim da tarde, que era quando ativavam escudos de segurança reforçados e verificavam cômodo por cômodo, por questões burocráticas. Passaram alguns minutos rindo da situação mas não demorou muito para notarem um fato tentador: Eles estavam sozinhos. E não havia qualquer outra alma em corredores próximos senão a deles, nenhuma sequer. Aquele era o momento ideal para uma aproximação. Era perigosa, mas a ânsia era tamanha que pouco se importavam com isso.
–Sabe, Maka, eu me sinto em um daqueles filmes adolescentes. Mas diferente do me pareceu quando os assisti, não é tão ruim assim ficar trancado com alguém que você ama. — Ele disse, um tanto encabulando, mas confiante o suficiente para aproximar-se dela, com um tenro sorriso no rosto.
–Acho que concordo... Estamos finalmente sozinhos. — Ela anunciou amena, também aproximando-se do amado. A ansiedade as poucos tomou conta de ambos e um rubor subiu-lhes o rosto. Em pouco tempo estavam ambos de lábios colados, imergindo em um beijo intenso. A liberdade que lhes era oferecida os fez instintivamente aprofundar-se cada vez mais nas carícias mútuas. Estava Kid agora pressionando o corpo de Maka contra o dele enquanto acariciava os cabelos dela por detrás do pescoço e a beijava em região próxima deste, fazendo-a arrepiar cada pêlo do corpo e segurar com força no casaco do jovem, para tentar conter-se. Pela primeira vez ela experimentava uma sensação que a induzia ainda mais a ser consumida pelo desejo líbido.
–Kid... — Ela murmurou baixinho, a respiração ofegante e quente assoprava suavemente no ouvido de Kid, fazendo-o se sentir explicitamente excitado e no direito de avançar ainda mais em suas ações. A experiência tornou-se ainda mais tentadora quando, em meio a tantas carícias, notaram-se imprudentemente já deitados no chão, o jovem apoiava o corpo dele sob o dela e persistia em atiçá-la, pousando os lábios diretamente no pescoço da amada. A troca de beijos e carícias era constante e tamanha volúpia induziu rapidamente ao surgimento de uma necessidade por mais.
–Maka, eu posso... — Ele indagou a ela, notando que já estava em um certo ponto em que seria incapaz de agir com muita racionalidade. Com a permissão de Maka concedida, Kid desceu a cabeça e gentilmente puxou a blusa da amada até pouco acima do umbigo e pois-se a distribuir gentis e suaves beijos por toda a anca dela o que a fez murmurar alguns ruídos abafados e carregados de prazer. Kid, notando a reação positiva da jovem, persistiu com os beijos. Ouví-la murmurar de prazer o levava a um novo nível de excitação. Ele desejava avançar ainda mais, afim de levá-los ao máximo. Mas, por infortúnio, foi interrompido. Ambos, ainda que imersos em um mundo próprio, ainda possuiam uma pontinha de atenção voltada ao que acontecia ao redor deles. Eles sentiram uma alma próxima e ouviram um barulho de chave. Não estava ainda na hora fechar a Shibusen, mas alguém por um motivo qualquer resolveu abrir o almoxarifado. Ambos bruscamente se levantaram, ajeitaram as roupas e disfaçaram. Kid, por instinto, pegou uma bola que estava próxima a ele e jogou para Maka. Ela rapidamente entendeu a ideia dele e arremessou de volta para ele, inventando uma distração inocente para aliviá-los de suspeitas. A porta então se abriu e eles fingiram naturalidade.
–Kid? Maka? O que estão fazendo aqui? — Era o professor Stein. Eles explicaram a situação sem dizer detalhes desnecessários. Preferiram desviar a atenção do professor para o vaso quebrado, que o deixou naturalmente irritado. Bem, melhor seria levar um castigo simples por quebrar um objeto qualquer do que aguentar consequências piores, se descobrissem o que havia acontecido ali enquanto eles estavam a sós no almoxarifado.
Notas finais
Galera, agora sem brincadeira, comentem essa fic, estou bem chateada pois não tô recebendo quase nenhum comentário. Sério mesmo.
Mas enfim, voltando a ele: Eaí, o que acharam? Mas enfim, voltando ao capítulo: Eaí, o que acharam? Pobrezinho do Soul, até eu to com dó de judiar tanto dele t.t Maldito Stein! A coisa tava ficando boa e ele interrompe, maldito u.u
Fui, queridos!
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